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domingo, 28 de abril de 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 4 - Revista da Central Gospel



AULA EM___DE______DE 2013 - LIÇÃO 4
(Revista: Central Gospel)

Tema: CHAMADOS À LIBERDADE
  
Texto Áureo:  Tg 2.23
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição você apresentará o chamado de um grande servo de Deus, mostre como o exemplo dele pode nos ajudar hoje.
- “Êxodo”, essa saída ocorreu após 430 anos de convivência no Egito, chegou lá apenas a família de Jacó ao todo setenta e seis pessoas, como convidados e devido a benção de Deus eles se multiplicaram tanto que daquela vieram a se tornar em quase um milhão de hebreus.
- “liberdade”, essa liberdade significa não estar preso ao pecado, alguém que ainda é preso ao pecado não alcançou a salvação, não está liberto. Existem atualmente milhares de crentes que estão dentro das igrejas, participam dos cultos, tomam Santa Ceia, mas não são libertos.
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1. BONANÇA E CATIVEIRO NO EGITO
- “período de escassez”, o Egito era uma nação onde o povo de Deus estaria em relativa segurança econômica, dessa forma ele poderia crescer.
- “um faraó que não conhecia José”, provavelmente um faraó que não frequentou as aulas de histórias também.
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2. DEUS NO CONTROLE DA HISTÓRIA
- “Deus dirige a história”, ensine que as histórias de José, Moisés e Arão e todos as adversidades que eles sofreram fazia parte de um plano muito maior do Senhor.

2.1. José, sonhador, escravo e governador
- “permitiu que José”, note que os sonhos que José sonhou foram sonhos de Deus e não de José, o Senhor estava controlando tudo.
- “o Senhor testou seu caráter, para ver se ele faria o certo”, na verdade Deus não testou José para comprovar nada a seu respeito, Deus já sabia de tudo o que ia acontecer, os referidos testes eram, na verdade, um processo de aprendizagem, pois ninguém aprende nada somente por uma convicção intelectual, é preciso passar por uma prática.
- “testando cada um de nós”, na verdade o Senhor não está nos testando, as provações não são testes, são situações que conduzem os servos de Deus a um aprendizado, ensinando-os a humildade, a rusticidade, a resistência e certeza de que somos capazes de continuar lutando e nos dá também a experiência para ensinar outros.       

2.2. Moisés, escravo, príncipe e governador
- “sobre proteção da filha de faraó”, tudo foi providência de Deus, pois o Senhor não faria de Moisés somente um libertador, mas também um legislador e para isso era necessário que Moisés fosse letrado, conhecedor da escrita para poder também escrever o Pentateuco.
- “sob os cuidados de sua própria mãe”, foi uma armação da irmã de Moisés, Miriã para que a própria mãe dele o amamentasse e cuidasse dele. Mas essa também foi mas uma evidência do controle de Deus na situação, pois dessa forma o Senhor providenciou para Moisés também a educação do povo hebreu.

2.3. Arão, escravo, irmão e porta-voz
- “pesado de língua”, alguns estudiosos afirmam que Moisés talvez fosse gago e por isso ele afirmou ser “pesado de língua”.
- “porta-voz”, aquele que fala em nome de alguém transmitindo as palavras assim como foram ditas.
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3. PERSISTÊNCIA PARA SEGUIR A DIREÇÃO DIVINA
- “fazia parte dos planos de Deus”, com a rejeição Moisés adquiriu uma experiência. O Senhor nos ensina com as frustrações.
- “precisamos persistir”, persistir significa continuar a insistir, precisamos disso, continuar insistindo nos objetivos. Jesus ensinou com a parábola do juiz iníquo Lucas 18.1-8 que Deus nos atende também pela persistência, pois se o juiz sendo mau e soberbo atendeu aquela viúva, quanto maio o senhor sendo bom e misericordioso nos atenderá.
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4. O CHAMADO À LIBERDADE

4.1. Compaixão e misericórdia
- “que está no Egito”, o Egito representa o mundo, podemos dizer que quando alguém que está nesse Egito (mundo) resolve clamar e buscar por socorro, então o Senhor ouve a sua voz e envia seus servos.
- “Jesus também agiu assim”, aqui Jesus está sendo comparado a Deus, mas você também pode comparar com Moisés, pois Jesus nos libertou do mundo e está caminhando conosco nesse deserto, e muitas outras comparações podem ser feitas.

4.2. Fidelidade e compromisso
- Ensine que em Êxodo 6.3 o Senhor está mostrando para Moisés que ele é fiel para cumprir suas promessas. Todo crente deve aprender isso, mas nem todos passarão por histórias semelhantes as de Moisés, por isso devemos aprender hoje pela Palavra de Deus, pelo estudo.
- “que ele fizera com Abraão”, Professor(a) desfaça a ideia ensinada erroneamente de que “aquele que tem promessa de Deus não morre.”, pois aqui vimos que Deus está cumprindo sua promessa feita a Abraão mais de quinhentos anos depois. Existem também muitos desviados que estão morrendo no mundo, sem verem o cumprimento das promessas que Deus fez. Isso porque a promessa está condicionada à fidelidade.

4.3. Poder soberano
- “atos miraculosos”, a libertação de alguém das garras do inferno por si só já é um ato miraculoso. É mais difícil salvar uma vida do que abrir um mar, pois para abrir uma mar o Senhor precisou quebrar algumas leis da física, mas para salvar uma vida Ele precisou cumprir Sua própria Lei e como essa Lei estabelecia um preço de sangue para a remissão do pecado, então o Senhor pagou esse preço entregando o seu próprio Filho e depois de tudo isso ainda existem muitos que não querem, que debocham e que se aliam ao maligno para afrontar o Senhor.
- “elementos da natureza”, as pragas eram como uma amostra de Deus para o povo egípcio de que a natureza está sob o controle do Deus dos hebreus. Os elementos da natureza que eles adoravam pareciam estar se voltando contra eles.
- “Jeová”, esse foi o nome que foi apresentado aos hebreus quando Moisés foi ter com eles. Jeová é uma variante do tetragrama sagrado YHWH usado pelos escribas, que por sua vez é também uma variante do termo hebraico “Eu Sou”, que foram as palavras com as quais Deus mandou Moisés identificá-lo diante dos filhos de Israel em Êxodo 3.14.
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CONCLUSÃO
- “deixasse o Egito”, como o Egito representa o mundo então temos um convite de Deus para deixar o mundo e ir à terra prometida. Note que eles deixaram o Egito mas não entraram de imediato na terra da promessa, primeiro atravessaram o deserto. Assim somos nós, deixamos o mundo, mas não entraremos logo na terra prometida, existe uma caminhada pela frente.
- “povo santo”, é ser separado por Deus, deixar o Egito representa deixar o mundanismo com tudo o que ele oferece, atualmente isso tem sido muito difícil, pois o mundo tem elaborado milhares de entretenimentos que levam muitos crentes.
- Você pode concluir dizendo que Deus ainda tem muito povo preso no Egito (mundo) e por isso ele conta com seus filhos (nós) para enviar como Moisés (os que sabem liderar) e como Arão (os que sabem falar) e como Miriã os que (sabem adorar). COISAS DE PREGADOR RSRSRS

Boa aula!

Marcos André - professor

5 comentários:

  1. A Paz do senhor benção gostaria de lhe pedir se pudessem nos abençoar com este esboço, antes do dia da aula,porque este esboço nos ajuda muito...obrigada fique na paz e Deus o abençõe grandemente...

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    1. Paz de Cristo, vai dar tudo certo, me ajude em oração e clique nos anúncios. Vou me esforçar mais um pouco. rsrs

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  2. Parabéns irmão, Professor André, pelo brilhantismo do resumo desta fantástica lição.

    Estamos esta lição neste trimestre, tem sido uma benção para a Igreja de Jesus Cristo aqui na cidade de Tupã/SP.

    A Paz.

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  3. Parabéns irmão, Professor André, pelo brilhantismo do resumo desta fantástica lição.

    Estamos esta lição neste trimestre, tem sido uma benção para a Igreja de Jesus Cristo aqui na cidade de Tupã/SP.

    A Paz.

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    Respostas
    1. G|lória Deus estou convencido que essa obra deve continuar melhorando a cada dia.
      Paz.

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