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quarta-feira, 10 de julho de 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 2 - Revista da CPAD


AULA EM 14 DE JULHO DE 2013 - LIÇÃO 2
(Revista: CPAD)

Tema: “ESPERANÇA EM MEIO À ADVERSIDADES”
  
Texto Áureo: Fp 1.21
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), recomendo que você enfatize as respostas dos exercícios, vou tentar te ajudar.
- “Embora preso”, Paulo recebia visitas, dava conselhos, escrevia cartas e assim ele mantinha seus contatos.
- “arrefecer-lhes a fé”, arrefecer significa diminuir a temperatura, quer dizer que as adversidades não podem diminuir a temperatura da fé. Sabemos pelas diversas comprovações históricas que as adversidades na maioria das vezes aumenta a nossa fé, pois é nas adversidades que oramos mais, que lemos mais e que estamos mais quebrantados. 
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1. ADVERSIDADE, UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO
                                        
1. Paulo na prisão.
- “poderia ser absolvido como executado”, num certo momento dessa prisão, o Senhor revelou a Paulo que ele seria executado 2 Tm 4.6, e foi o que aconteceu, pois o imperador Nero mandou prender, julgar e matar os cristãos entre eles a Paulo, que foi decapitado.
- “sobre os cuidados da guarda”, como a prisão de Paulo era domiciliar, os guardas deveriam montar um posto de sentinela na casa de Paulo.

2. Uma porta se abre através da adversidade.
- “contribuições da prisão”, comente que nem tudo que parece ruim, é de fato todo ruim, mas o Senhor tem seus planos nas adversidades. Às vezes uma situação ruim, é um escape que Deus está dando ou uma oportunidade de anunciar Sua Palavra em um local diferente.
- “capital do mundo antigo”, se refere à Roma, o mundo antigo era a Ásia, parte da África e parte da Europa o centro do comércio estava no mar Mediterrâneo, e quem comandava tudo isso era o império romano.
- “promoveu universalmente”, a notícia da prisão de Paulo correu pelo mundo e quando o povo de Deus vê um servo do Senhor sendo injustiçado ele se une em oração.
- Professor neste tópico tem a resposta da questão 1, enfatize-a.

2. O TESTEMUNHO DE PAULO NA ADVERSIDADE

          1. O poder do evangelho.
            - “impor limites”, as prisões podem parar as pessoas, mas não podem parar a mensagem, pois ela é passada de boca a boca.
            - “o seu propósito”, o propósito de Paulo era o benefício do evangelho, e não seus próprios interesses. Quando Paulo se viu numa prisão com a possibilidade de não sair mais, ele começou a investir em substitutos.

2. A preocupação dos filipenses com Paulo.
- “está implícita”, significa que não está escrita expressamente no texto, mas dá a entender pela leitura.
- A mensagem do Evangelho não está de posse de grandes pregadores, mas esse evangelho cresce mais na mensagem e exemplo dos humildes. A mensagem na boca dos grandes ministros pode ser parada de uma vez, caso sejam preso ou caiam em pecado. Mas se essa mensagem estando distribuída entre milhares de crentes não pode ser parada.
- Nesse tópico está a resposta da questão 2.

3. Paulo rejeita a autopiedade.
- “era circunstancial”, ocorria de acordo com as circunstâncias, era algo que fazia parte daquele ofício.
- “sob os cuidados de Deus”, quando o crente alcança essa maturidade ela tem condições agir como Jesus em Mateus 8.24-26, o Mestre sabia que tudo estava nas mãos de Deus.
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3. MOTIVAÇÃO PARA A PREGAÇÃO DO EVANGELHO

1. A motivação positiva.
- “o processo judicial contra Paulo era injusto”, essa motivação positiva, poderia ocorrer da seguinte forma: quando os crentes viram que o homem de Deus estava sendo injustiçado se uniram e os mais próximos de Paulo começaram ajudá-lo a transmitir a Palavra, levando suas cartas, fazendo visitas, trazendo ofertas, e a obra continuou.
- Uma outra forma dessa motivação ter ocorrido, foi pelo exemplo de Paulo, pois ele estando preso continuou a ensinar e a enviar as cartas, a se preocupar com as igrejas da Ásia e vendo isso os irmãos poderiam pensar: Ele estando preso faz a obra do Senhor, então eu que estou livre devo fazer mais!

2. A motivação negativa.
- “vantagens pessoais”, seria em benefício próprio como muitos fazem hoje em dia. No entanto recomendo que retorne a leitura do verso 17 da leitura bíblica em classe. Nesse versículo Paulo afirma muitos anunciam a Cristo por contenção, isso é, por contenda, por disputa com Paulo, ou por não gostar de Paulo.
- Na verdade Paulo não se importava se alguém estava contra ele, o que realmente importava para ele era que o evangelho fosse anunciado.
- Essas duas motivações citadas são a resposta da questão 3, explique bem elas, pois o aluno terá que explicá-las na resposta.

4. O DILEMA DE PAULO

1. Viver para Cristo.
- “não sei o que devo escolher”, esse era o dilema, Paulo amava Jesus e amava também as almas, se Paulo morresse estaria com Cristo, isso era excelente, mas se ele vivesse poderia ganhar muitas almas pro reino de Deus. Não era uma escolha entre morrer e viver, mas sim, uma escolha do que ele preferia.
- Atente que a resposta da questão 4 está nesses dois tópicos.

2. Paulo supera o dilema.
- “plenitude com o Senhor”, é estar completamente com o Senhor e antes do arrebatamento isso só é possível para o crente se passar pela morte.
- “amor fraterno”, é o amor entre irmãos.
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CONCLUSÃO
- “amorosa obrigação”, a obra do Senhor na visão de Paulo era prazerosa, muitos hoje estão na igreja como se carregasse um imenso fardo nas costas.
- “progresso do evangelho”, que sofra nós, mas o evangelho não pode sofrer.
- “crescimento da Igreja”, a Igreja de Cristo cresce enquanto for ganho almas pro reino de Deus. Se a igreja só der palavras de autoajuda, vai ganhar um montão de crentes de outras igrejas, dessa forma o igreja local cresce, mas a grande Igreja de Jesus não cresce, isso se chama “inchaço”.
- Elabore suas perguntas e faça aos alunos.
- Monte também um resumo.

Marcos André – Superintendente e professor

Boa Aula!

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