sábado, 20 de julho de 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 3 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2013 - LIÇÃO 3
(Revista: Central Gospel)

Tema: NAMORO, CASAMENTO E DIVÓRCIO
  
Texto Áureo:  Gênesis 2.24
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição se prepare para as perguntas sobre divórcio entre outras. Esteja pronto.
- “pós-modernidade”, é a era atual em que vivemos. Na pós-modernidade existe o debate aberto, onde os crentes questionam assuntos que antes eram deixados de lado, como divórcio, virgindade, masturbação, fantasias sexuais e outros.
- “o homem pós-moderno”, foi dito que ele é liberal, podemos acrescentar também que ele é extremamente “imediatista”, quer que tudo seja rápido, por isso a sociedade pós-moderna vive numa corrida alucinante.
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1. A ESCOLHA DO CONJUGUE
- “namorar”, o namoro pode ser uma ferramenta para que um observe o outro a fim de analisar os comportamentos. Pode ser um pouco trágico e frustrante descobrir faces da pessoa depois que se casa.
- No namoro devem ser observados a santificação e o respeito à pessoa.

1.1. O modelo veterotestamentário: Isaac e Rebeca
- “veterotestamentário”, relativo ao Antigo Testamento.
- “atitude espiritual”, Abraão estava tendo cuidado da promessa de Deus, pois ele sabia que uma mulher de outro povo poderia desvirtuar seu filho Isaac para a idolatria mundana. Pergunte se os irmãos, principalmente os jovens tem tido esse cuidado na hora de escolher a pessoa para o namoro?
- “designando-lhe Rebeca”, Deus escolheu uma mulher do jeito que Isaac queria, tanto que Isaac se apaixonou por ela assim que a viu. Nota-se, que dos três patriarcas, Isaac foi o único que escolheu uma mulher designada por Deus e também foi o único que teve apenas uma mulher, e como resultado observa-se também que ele foi o único que não teve problemas em seu casamento, pois Rebeca era única esposa amada que o acompanhou em toda sua vida.

1.2. Modelo neotestamentário: José e Maria
- ...

1.3. O modelo pós-moderno
- “algo temerário”, aquilo que é arriscado, audacioso, imprudente. Está afirmando que as escolhas dos jovens, quanto ao namoro são sempre imprudentes, geralmente eles não observam outros fatores, olham somente a aparência e os encantos físicos.
- “ficar”, tem surgido atualmente no mundo a prática do “ficar por uma noite”, infelizmente alguns jovens crentes aceitam essa prática. Professor(a) quando a minha classe me pergunta sobre o ficar, eu afirmo grosseiramente, que é uma prática demoníaca e que aqueles que praticam isso está na verdade inclinado à prostituição.

1.3.1. Princípios que norteiam o namoro
- “foi criando abertura”, o namoro, até mesmo nos jovens crentes, é como uma escada, a cada dia os namorados sobem um degrau, cada vez a intimidade vai aumentando até o momento em que não há mais como segurar a natureza carnal de ambos.
- Recomendo que os pais cristãos procurem limitar ao máximo essas aberturas nos filhos que namoram, estabelecendo horários, não permitindo que fiquem a sós em casa e nem namorando em quartos. Podem ser métodos antiquados, mas sempre funcionou muito bem, os pais crentes que tem suas mentes mais liberais e não aceitam a sabedoria dos antigos, devem se preparar para as consequências.

1.3.2. A vontade de Deus e a escolha do conjugue
- “entre um crente um descrente”, muito dificilmente haverá paz em um relacionamento desse tipo.
- “empregar o entendimento”, ao contrário do que muitos pensam, não é o Senhor quem escolhe, é a própria pessoa, mas o senhor orienta, talvez Ele até mostre a pessoa se assim lhe for solicitado Gênesis 24.14,15, mas ele não castiga o jovem se ele não aceitar a pessoa que Deus mostrou, as consequências de uma escolha errada surgirão naturalmente sem que Deus precise interferir.  
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2. O CASAMENTO
- “livros”, o livro “Casamento Blindado” de Renato e Cristiane Cardoso talvez seja um dos mais procurados atualmente, se você conhece outros temas é bom recomendar aos alunos.

2.1. O papel do estado
- “papel do estado”, está falando qual é a função do estado diante do casamento.
- “estado”, se refere à nação onde vivemos com suas instituições, organizadas de modo a acolher os cidadãos a fim de protegê-los.
- “todos são suscetíveis ao erro”, dessa forma o papel do estado é formalizar o casamento por meio de documento assinado por ambos os conjugues e testemunhas e assegurar às partes os direitos preestabelecidos caso houver a dissolução do matrimônio.  

2.2. O papel da igreja
- “formalidade pomposa”, carregada de protocolos que a embelezam, tornando o ato inesquecível registrado por fotos, etc.
- “notificar a sociedade”, o casamento torna o ato do matrimônio público diante dos interessados (convidados). É uma oportunidade de transmitir às pessoas a mensagem de Cristo, não pela pregação, mas pelo testemunho de casamento cristão.
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3. O DIVÓRCIO
- “entre o ideal e o real”, o ideal é o que Deus quer e o real é o que acontece na prática.

3.1. O que a Bíblia diz sobre o divórcio
- “ninguém tem autoridade para acrescentar”, chegam notícias que uma ou outra convenção de pastores autorizou ou reconheceu o divórcio de determinado ministro por incompatibilidade. Não sei até que ponto isso é verdade, mas se alguém souber de algo desse tipo deve entender que é um erro, pois a Bíblia só autoriza a dissolução em caso de infidelidade conjugal, mas se alguém não estiver suportando a incompatibilidade e quiser se separar então “QUE NÃO SE CASE” 1 Coríntios 7.11.   

3.1.1. O divórcio no Antigo Testamento
- “retornar para o primeiro marido”, a proibição que era imposta para não banalizar o ato do casamento.
- A carta de divórcio era um documento assinado pelo homem onde constava o repúdio à mulher. Visava proteger a mulher, pois elas eram repudiadas por qualquer motivo, mas para a sociedade machista e preconceituosa a mulher era a culpada, mas na carta de repudio vinha declarado o motivo ridículo pelo qual ela foi repudiada.
- A disposição da lei sobre o casamento era necessário somente para o tempo de Moisés, mas conforme a mudança da cultura no tempo de Jesus o Mestre deixou uma regulamentação que permanece até o dia de hoje e protege a ambos os conjugues.

3.1.2. O divórcio no Novo Testamento: Jesus
- “denegrir a imagem”, esperando que Jesus falasse algo contra a lei de Moisés para acusá-lo de ser contrário à lei.
- Na ocasião Jesus já tinha mostrado que era contrário ao divórcio, mas deveria ter cautela para falar, por isso Ele citou uma ordem de Deus que era anterior à lei Mateus 19.4,5 e Gênesis 2.24. (foi Adão quem falou, mas ele falou antes da Queda, por isso pode-se dizer que ele expressou o desejo do coração de Deus.) Jesus mostrou para eles que o desejo de Deus estava acima da interpretação ao pé da letra da Lei. O MESTRE É O MESTRE!
- “último recurso”, a recomendação é que haja perseverança, e que mesmo que tenha havido a infidelidade conjugal e até mesmo o sexo fora do casamento, os líderes devem aconselhar a possibilidade do perdão, porém se a pessoa traída não desejar mais continuar o casamento, a sua vontade deve ser respeitada.

3.1.3. O divórcio no Novo Testamento: Paulo
- O interessante é que Paulo levantou novas situações que poderiam ocorrer e diante delas ele dá novas recomendações. Diante da possibilidade narrada em 1 Coríntios 7.15, dá a entender que a pessoa que foi deixada poderá se casar novamente.

3.2. Como as igrejas lidam com o divórcio
- “histórico de divórcio e novo casamento”, muitos desses irmãos ficam entristecidos quando alguns ministros extremistas falam nos púlpitos que a pessoa que se divorciou e se casou novamente está em adultério, mas aqui nos ensina que devemos considerar o tempo da ignorância.
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CONCLUSÃO
- “que agride a mulher”, com toda sutileza eu recomendo que a irmã denuncie e faça valer os seus direitos perante a lei. Aquele que viola a integridade física do conjugue de forma violenta, cometeu um pecado igual ou pior do que o adultério.
- “ética situacional”, é a forma de avaliar a situação que não é mencionada na Palavra, mas requer uma atitude para o momento, que na maioria das vezes pode ser essa: diante da violência constante, o conjugue deve registrar queixa na delegacia e se apartar imediatamente da pessoa violenta, a fim de evitar um mal maior e a igreja deve prestar apoio ao seu membro que precisou tomar tal atitude.
- “paz, como árbitro de sua decisão”, a decisão tomada mediante oração e baseada na Palavra de Deus, não deixará a pessoa perturbada depois, por achar que fez algo errado.
- Prepare seu resumo.

Boa aula!

Marcos André - professor
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