sábado, 14 de setembro de 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 11 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2013 - LIÇÃO 11
(Revista: Central Gospel)

Tema: O CRISTÃO E A POLÍTICA
  
Texto Áureo:  Filipenses 4.8
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição explique os males e os benefícios de um crente entrar para o cenário político, aproveite as minhas orientações em cada tópico.
- “maior número de adeptos”, a igreja evangélica sempre foi um grupo pequeno em nosso país, devido principalmente pela sua rigidez doutrinária, mas atualmente ela cresceu e se tornou um grande grupo religioso, mas o problema de todo esse crescimento é a perde de algumas características do passado.
- “ranço da desinformação”, ranço significa “mal estar”, quer dizer que a desinformação sempre causou um mal estar na Igreja de Jesus em nosso país, o povo de Deus se afastou da política e do conhecimento.
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1. A POLÍTICA NA BÍBLIA
- “monarquia”, nesse sistema o governo permanece na família real, onde o poder está nas mãos do rei, esse poder passa de pai para filho. Antes de surgir a monarquia em Israel com Saul, o sistema de governo era teocrático. 
- “Império romano”, durante o período inter bíblico, Roma dominou os reinos da época. Transformou-os em províncias do seu império e nomeou procuradores para administrá-las, Pilatos era o procurador romano da província da Judeia.

1.1. A política no Antigo Testamento
- “primeiro governo”, era o governo humano.
- “megalomania”, é um transtorno psicológico onde a pessoa tem mania de grandeza. Se refere à Torre de Babel, onde o ser humano teve sua primeira mania de grandeza. Se um político crente não vigiar poderá incorrer no mesmo erro de Ninrode e os homens de sua época.  

1.1.1. A era Mosaica
- “toda a ciência daquele povo”, a ideia era fazer de Moisés um legislador para o povo de Deus. Depois de quarenta anos no Egito, Moisés teve que ir para o deserto para aprender a humildade. Então aos oitenta anos ele estava pronto para legislar.
- Os políticos cristãos devem ter o conhecimento e a humildade para cumprirem seus mandatos debaixo da graça do Senhor.

1.1.2. De Moisés a Josué
- Chegou a hora de o Senhor exonerar um legislador e nomear um general, devido à árdua tarefa de tomar a terra prometida. 
- O crente na política deve ter consciência de que terá que trabalhar, por isso temos esses exemplos do legislador Moisés e o general Josué, onde estiver o ele deve colocar as mãos à obre e honrar o Reino de Deus com seu trabalho.   

1.1.3. De Josué aos Juízes
- “de forma irrefletida”, nada pegou Deus de surpresa e nenhuma medida foi paliativa.

1.1.4. Dos juízes aos monarcas 
- “dias de Samuel”, Samuel é considerado pelos teólogos como o último juiz de Israel.

1.2. A política no Novo Testamento
- “fariseus”, grupo mais importante, que dominava o serviço na casa do Senhor e todo o contexto religioso da época, tinha também maioria no Sinédrio.
- “saduceus”, outra classe religiosa que não tinham maioria no sinédrio. Os saduceus não acreditavam na ressurreição dos mortos.
- “zelotes”, grupo radical que lutava pela libertação de Israel contra o domínio romano, Judas provavelmente era desse grupo.
- Em um contexto político o crente deve ter em mente que encontrará grupos divergentes entre si e que deverá agradar um pouco a cada um, tudo isso sem se corromper. Por isso a política é um campo perigoso para o crente.


1.2.1. Jesus e a política
- “sucedendo ao domínio grego”, os gregos dominaram o mundo antigo após as conquistas de Alexandre o Grande, depois foi os romanos com seu forte sistema político e seu poderoso exército.
- “estavam acentuada”, estavam mais em evidência, o povo esperava um Messias, e no tempo de Jesus essa expectativa estava no auge devido as profecias e à pregação de João Batista.
- “morte dos meninos”, o principal detalhe político nesse evento é a oposição que o rei Herodes estava disposto a fazer contra a presença de um Messias.
- Um político cristão deve ter essa consciência da oposição que enfrentará na sua vida política. Isso é mais um motivo para se ter uma vida irrepreensível. Atualmente muitos servos de Cristo que estão na política tem deixado um prato cheio para a mídia ao se envolverem em escândalos.
- “não era o Seu propósito”, Jesus se negou a ter um compromisso mais profundo com a política devido ao seu propósito com a obra de Deus. Dessa forma um político deve se aprofundar na política até onde não interfira no propósito de Deus para ela.

1.2.2. A política no período apostólico
- O período apostólico foi o de maior crescimento da Igreja de Cristo e isso por causa dessa perseguição, quando o povo de Deus é perseguido, ele ora mais, se volta à Palavra e se une mais. Por isso algumas perseguições são necessárias.
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2. A IGREJA E A POLÍTICA

2.1. A influencia do Estado
- Esses nomes citados nesse tópico foram imperadores romanos: Domiciano, Décio, Diocleciano, houveram também Nero e Calígula, que foram perseguidores cruéis da Igreja.
- “Constantino”, a conduta de Constantino tem sido criticada por muitos teólogos, pelo fato de ele ter usado o seu governo para beneficiar a Igreja, se tivesse acabado somente com a perseguição, já estaria muito bom. Mas a partir de Constantino houve um casamento da Igreja com o Estado, e isso foi altamente prejudicial para a Igreja, muitas concessões foram feitas, vários costumes novos foram adicionados.
- Professor(a) ensine que cristão é uma coisa e político cristão é outra, quem governa, governa para o povo debaixo do temor de Deus, não governa para a igreja, ATENÇÃO: político que faz muitas promessas para a igreja, não é um bom político!

2.2. A Reforma Protestante
- A reforma teve início em 31 de outubro de 1517 após Martinho Lutero fixar suas 95 teses na porta da igreja em Witenberg na Alemanha. Mas houve uma movimento de pré-reforma desde o século XII com os Valdenses e depois com John Wycliffe.
- Outros nomes importantes da reforma foram Martin Bucer, John Knox João Calvino e outros.  

2.3. A contribuição da Igreja na política nacional
- “mundo degenerado”, a sociedade atualmente vive em um caos promovido pelas drogas, violência, destruição da família e anarquia. A maior contribuição da Igreja nesse cenário é a atuação nesses problemas levando o conhecimento de Jesus às pessoas que estão sendo destruídas por esses males.
- “atividade política”, sinceramente não sei como a atividade política pode disseminar a mensagem de retidão. O que pode-se fazer e é bíblico, é evitar as injustiças e diminuir as barreiras para a pregação, como foi o caso em que Ester intercedeu junto ao rei Assuero para que o povo judeu não fosse vítima da loucura de Hamã Ester 4.14.
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CONCLUSÃO
- “condescender com atos irregulares”, condescender significa “concordar pela omissão”, é crime previsto no código penal “fazer vista grossa”. Aqui está se afirmando que os políticos cristão dentro do Congresso Federal devem ser a voz da Igreja lá e não se omitir diante de atitudes corruptas e leis infames.
- É uma excelente conclusão.

Boa aula!                               

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