sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 9 - Revista da CPAD


AULA EM 2 DE MARÇO DE 2014 - LIÇÃO 9
(Revista: CPAD)

Tema: Um lugar de adoração a Deus no deserto  

Texto Áureo: Êxodo 25.8
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), nesta lição busque sempre uma forma de comparar o tabernáculo com nossa vida hoje, pois somos templos móveis do Senhor.
- “santuário móvel”, era feito com peças desmontáveis que eram conduzidas separadamente. Os levitas deveriam montar o Tabernáculo toda vez que o povo parasse.
- “sua longa peregrinação”, o trajeto até a terra prometida daria 40 dias a pé, mas devido as falhas do povo Deus os conduziu por outro caminho pelo deserto que levaria no máximo seis meses, mas chegou a 40 anos devido as paradas que o povo fazia no deserto, pois eram conduzidos pela nuvem, e quando a nuvem parava eles também paravam.
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1. AS INSTRUÇÕES PARA A CONSTRUÇÃO DO TABERNÁCULO

1. O propósito divino.
- “fortalecer os laços de comunhão”, era necessário um local específico com objetos que representassem a presença de Deus, pois o Senhor é espírito e o ser humano tem muita dificuldade em adorar e obedecer alguém cuja presença não seja notória, por isso a necessidade de objetos materiais e um local específico.

2. As ofertas.
- “providência divina ao saírem do Egito”, leia a passgem da referência e fale dessa benção que o povo de Israel recebeu ao sair do Egito.
- “fator motivante para a contribuição”, eu vejo dessa forma: o que motiva a contribuição é o entusiasmo, se o crente estiver entusiasmado com a obra ele ofertará liberalmente e com alegria, mas se ele não estiver animado, vai ficar procurando pretexto para deixar de ofertar. Um dos fatores motivacionais é o investimento, se o povo ver o dinheiro sendo investido, como o povo no deserto viu a movimentação para a construção do Tabernáculo.
- “contrariado ou por obrigação”, o nome disso é legalismo, pois a pessoa oferta pela obrigação de cumprir um mandamento, isso pode causar uma boa imagem, mas no campo espiritual não produz nada.

3. Tudo segundo a ordenança divina (Êx 25.8,9,40).
- “o próprio Deus instrui”, foi Deus quem deu a planta do Tabernáculo, esse modelo dado por Deus foi copiado para o Templo de Salomão e como em Apocalipse 11.19 fala de um Templo no céu, chegamos a conclusão que o Tabernáculo segue o modelo desse Templo.
- “apontava para o sacrifício”, quer dizer que faz alusão ao sacrifício de Cristo, servindo como tipo, como referência para exemplo.
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2. O PÁTIO DO TABERNÁCULO

1. O pátio.
- “de se chegar à presença de Deus”, a ideia de pátio era um conceito novo para os judeus, pois suas tendas tinham uma entrada que dava direto para o interior, não havia cômodos intermediários. O pátio indica que existe um processo para se achegar à presença de Deus, deve-se passar para o interior e adentrar pela porta que é Jesus.
- “única porta de entrada”, comente com os alunos que atualmente o ecumenismo quer apresentar várias portas de acesso a Deus, mas a única porta é Jesus, e como o que tem do outro lado é muito valioso, então esse porta é a mais difícil de ser atravessada. Quando a porta é fácil de se passar, então o que tem do outro lado é muito valioso.

2. O altar dos holocaustos.
- “oferecer sacrifícios a Deus”, professor(a), vale a pena explicar como era esse sacrifício. Era feito com animal que era trazido por aquele que cometeu pecado.
- “expiar seus pecados”, é bom explicar ao aluno como era essa expiação, o sacerdote colocava as mãos nas cabeças da pessoa e do animal, simbolizando a transferência de pecado da pessoa para o animal, então o animal era morto no lugar do pecador, isso tipificava o que Cristo ia fazer na cruz.
- “expiador”, expiar significa reparar um erro, uma falta; pagar um crime; remir ou remir-se.
- “não há perdão de Deus”, é impossível ao homem se salvar por si próprio, só com o sacrifício expiador de Jesus.

3. A pia de bronze (Êx 30.17-21).
- “viver e um agir íntegros”, em pleno século XXI muitos crentes cometem pecados e permanecem na igreja como se isso fosse algo sem importância. Muitos passam a fazer parte do corpo de Cristo sem ter se transformado de verdade.
- “servir do impuro”, não se refere ao pecador, pois todos somos pecadores, mas se refere aos que aceitam e se tornam escravos do pecado.
- “lavados e purificados”, essa lavagem é constante, o sangue de Cristo está sempre nos purificando, somos pecadores ocasionais, não somos pecadores na essência. O pecado não nos domina, embora ele às vezes fuja ao nosso controle.
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3. O LUGAR DA HABITAÇÃO DE DEUS
1. O castiçal de ouro (Êx 25.31-40).
- “Lugar Santo”, era o lugar que vinha depois do pátio, onde somente os sacerdotes podiam entrar.
- “lâmpadas do castiçal ardiam”, essas lâmpadas eram abastecidas pelos sacerdotes. O texto de 1 Sm 3.3 fala dessas lâmpadas quando Deus chama o jovem Samuel.
- “precisamos ser cheios”, nós somos os sacerdotes que traziam o azeite para abastecer as lâmpadas do castiçal. Sacerdote prevenido tinha sempre azeite de reserva para poder usar quando necessário.

2. Os pães da proposição e o altar do incenso (Êx 25.30).
- “nos alimentar diariamente”, Jesus se declara o pão vivo que desceu do céu João 6.51.
- “destinado à oração e ao louvor”, aqui nos é mostrada a forma de se alimentar de Cristo, é fazendo o que Ele fazia (orar), é conhecendo o que Ele fazia através da Palavra.
- “não apenas no domingo”, e nem no sábado, o Senhor Jesus deve ser buscado a todo tempo, em todos os dias.

3. O Santo dos Santos e a arca da aliança (Êx 25.10-22).
- “era um local restrito”, o Santo dos Santos ficava depois do Santo Lugar, ficando o tabernáculo dividido em três cômodos, o pátio, o Santo Lugar e o Santo dos Santos ou Santíssimo Lugar. A separação entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos era feita por um espesso véu. No templo foi colocado também um véu que separava os dois lugares, esse véu foi rasgado de cima abaixo, quando Cristo rendeu o espírito no calvário Mc 15.38.
- “uma espécie de amuleto.”, eles achavam que o poder estava na Arca e que bastava ter a Arca presente. Essa Arca desaparece na história bíblica, provavelmente o Senhor a tomou para o céu. Ap 11.19
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CONCLUSÃO
- “aprender corretamente”, o Tabernáculo mostrava como a pessoa deveria ser reverente, assim como era com o Tabernáculo, também deve ser na igreja, para que a adoração seja aceita.
- “santidade”, é o adjetivo que caracteriza aqueles que estão em processo de santificação, não se refere ao santo perfeito, mas os que estão sendo aperfeiçoados para Deus.
- Você pode concluir com a seguinte ideia: o Tabernáculo foi a forma de o Povo ter um templo no deserto para se buscar ao Senhor. Assim somos nós hoje templos móveis do Senhor nesse deserto que é o mundo.
- Elabore o resumo e aborde os pontos mais importantes.

Marcos André – Superintendente e professor


Boa Aula!

2 comentários:

  1. grato pelo esboço que DEUS continue vos abençoando!!!!!

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    1. Amém, lembre-se de mim e da minha casa, nas suas orações, paz.

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