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terça-feira, 11 de março de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da Lição 11 - Revista da Editora Betel


Islamismo, a Segunda Maior Religião do Mundo
16 de março de 2014


TEXTO AUREO

“Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia”. Mt 5.7


VERDADE APLICADA
A misericórdia deve ser praticada para com todos, incluindo os que não professam a mesma fé.


TEXTOS DE REFERÊNCIA

Mt 5.1 - Jesus, pois, vendo as multidões, subiu ao monte; e, tendo se assentado, aproximaram-se os seus discípulos,
Mt 5.2 - e ele se pôs a ensiná-los, dizendo:
Mt 5.3 - Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Mt 5.4 - Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
Mt 5.5 - Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.


INTRODUÇÃO
Todos os dias, mais de um bilhão de muçulmanos espalhados pelo mundo, ajoelham em direção a cidade de Meca, localizada na Arábia Saudita, para dirigir suas orações a seu deus Alá. O Islamismo é a religião que mais cresce no mundo, e, em mais de 50 países da África e da Ásia, abarca a maioria da população. Nos países da Europa e América, são minorias, porém, com um crescimento alarmante.


1. Origem e História do Islam
No século VII, a Península Arábica estava ocupada por povos nômades, que viviam em regiões desérticas, vagando de um oásis a outro. Caracterizavam-se pela grande rivalidade entre as diversas tribos e pelo politeísmo religioso. Naquela época, Meca, uma cidade Árabe, tornou-se um importante centro comercial, e um grande centro de peregrinação religiosa, onde ficava a “caaba”, um templo que abrigava ídolos tribais. É Nesse contexto, que nasce o fundador do Islamismo, Maomé.


1.1. Maomé, o Fundador do Islamismo
Maomé nasceu em 570 da era Cristã, na cidade de Meca, atual Arábia Saudita, com o nome de Abulqasim Mohamed. Órfão de pai e mãe foi criado por um avô e mais tarde por um tio, no deserto saudita, entre tribos nômades. Em 610, diz ter recebido a primeira revelação, quando o “anjo Gabriel” lhe deu a incumbência de ser o profeta do “único e verdadeiro deus: Alá”. Outras revelações aconteceram, e Maomé, forma, assim, um conjunto de ensino catalogados em um livro denominado “Alcorão”, o livro sagrado do Islamismo. Ele começou suas pregações por volta de 613. Em 622, devido a perseguições, visto que pregava a existência de um único deus em uma cidade politeísta, fugiu de Meca, abrigando-se em Medina, cidade chamada posteriormente de “Cidade do Profeta”. Esta fuga de Maomé é chamada de “Riga de Hégira”. Em Medina, Maomé conquistou novos adeptos assumindo a autoridade religiosa e política de Medina. Em 630, retornou e conquistou, pela força, a cidade de Meca e aos poucos foi conquistando mais adeptos para fé Islâmica. Morreu em 632, aos 62 anos de idade.


1.2. As “Guerras Santas” do Islamismo
Maomé pregava que era um enviado divino com a missão de restaurar os ensinamentos originais do judaísmo e do cristianismo, que tinham sido corrompidos e esquecidos. Porém, após conquistar sua cidade natal (Meca), persegue de forma ferrenha toda e qualquer manifestação religiosa contrária a seus ensinos, promovendo a “Jihad” ou “Guerra Santa”. Depois da morte de Maomé, os seus seguidores promoveram a Jihad contra diversos povos e o Islã se expandiu conquistando a Pérsia, Bizancio, Península Ibérica, Norte da África entre outros. E passaram a controlar as principais rotas mediterrânicas. “Guerra santa”, que de santa só tem o nome, pois os violentos métodos tais como homem bomba, assassinato de lideranças eclesiásticas e chacina de comunidades inteiras de cristãos têm sido a atitude de alguns adeptos do Islamismo.


1.3. Livro Sagrado do Islamismo
Alcorão ou Corão é o livro sagrado do Islamismo. A palavra Alcorão deriva do verbo árabe que significa “declamar ou recitar”. Os muçulmanos creem que o Alcorão é a palavra de Alá revelada ao profeta. Esse livro contém os fundamentos da fé islâmica. Ele narra a história dos escolhidos de Alá e dita suas normas de vida, incluindo um código penal bastante rigoroso para aqueles que descumprirem seus mandamentos. O Alcorão fala também de anjos, do juízo final e da predestinação. Contém instruções que regulamentam as orações, jejuns, além de regulamentar as relações das pessoas entre si. O fato curioso é que incorporam elementos fundamentais do judaísmo e do cristianismo, como a história da criação de Adão e Eva, narrativas das histórias de Abraão, Moisés, Davi, Salomão e até Jesus Cristo.

2. Os Anjos e os Seres Espirituais
O Islamismo é monoteísta, porém, com um conceito totalmente oposto ao apresentado na Palavra de Deus.


2.1. A Trindade
Para eles, Deus se chama “Alá” (deus na língua árabe). Por serem monoteístas absolutistas, não acreditam em um Deus Trino. Acreditam em um Alá tão santo que o homem comum não pode ter nenhum relacionamento com ele, ficando a cargo dos anjos e de alguns homens especiais, como os profetas, que são os responsáveis para transmitir sua vontade. No Islamismo, Jesus é simplesmente um dos 120.000 profetas que veio trazer as mensagens de Alá. O Espírito Santo é desconhecido pelo Islamismo. No entanto, a Palavra de Deus diz o contrário (Gn 3.8; Tg 2.23).


2.2. Os Anjos e os Seres Espirituais
Acreditam em anjos bons e em anjos maus, sendo que a maioria deles “são do mau”. Dizem que Satanás se rebelou contra Alá porque não quis prostrar-se diante de Adão. Ensinam que os anjos bons têm um papel fundamental entre Alá e os homens, pois assim como Maomé, eles desempenham o papel de mediador entre ambos. A Bíblia fala da existência e das funções dos anjos e dos profetas, porém, jamais são vistos como mediador entre Deus e os homens. Tanto anjos como profetas, são mensageiros de Deus, “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (lTm 2.5).


2.3. Os Cinco pilares do Islamismo
Um Muçulmano fiel observa cinco pilares: 1) Confissão diária - deve confessar que não existe outro deus, somente Alá; confessar que Maomé é o mensageiro de Alá; 2) Deve orar cinco vezes ao dia - oram de manhã, no horário do almoço, no meio da tarde, ao pôr do sol e antes de dormir, (ajoelhados em direção a Meca);
3) Doação de esmolas - deve doar 2.5% de seu salário aos pobres;
4) Jejum - deve jejuar no mês lunar, denominado Ramadã;
5) Peregrinação para Meca - Deve ir a Meca, pelo menos uma vez na vida, se a condição financeira do muçulmano permitir. Estes pilares têm como objetivo trazer a salvação aos homens, afirmam. A Bíblia diz que a salvação vem pelo crer no Senhor Jesus (At 16.31).


3. Alguns conceitos Teológicos do Islamismo
No Islamismo, existe salvação e condenação, porém totalmente diferentes dos conceitos apresentados pela Bíblia Sagrada.


3.1. A salvação e condenação no Islamismo
A salvação pelo Islamismo depende de dois fatores: A obediência absoluta ao Alcorão e à prática dos cinco pilares. É verdade que o cristão deve orar, ajudar os necessitados e jejuar, entretanto, nenhum destes fatores são garantias da salvação. A salvação não está baseada em méritos humanos, ou sacrifícios de homem, ou pagamento de valores monetário (lPe 1.19).


3.2. O Paraíso no Islamismo
Segundo o Islamismo, o paraíso, destino dos salvos que são fiéis ao islamismo, é um lugar cheio de prazeres e delícias. Acreditam que lá haverá setenta virgens para cada homem que morrer como mártires defendendo a causa islâmica. Ensinam que os prazeres no paraíso são de natureza carnal. Veja como é a cegueira espiritual. A Bíblia afirma que o céu foi criado por Deus e é habitação do Senhor e dos anjos (Salmos 121.2; 124.8; 139.8), assim não haverá lugar para atos de natureza carnal. Jesus afirma que, na ressurreição, nem se casam nem se dão em casamento; mas os salvos serão como os anjos no céu (Mt 22.30).


3.3. O Inferno no Islamismo
Os seguidores infiéis do islamismo e os adeptos de outras religiões serão mandados para as chamas do fogo ardente e lá sofrerão tormento eterno, ensina o Islamismo. Reivindicam que o islamismo é a única religião que pode livrar o homem do inferno. Mas afinal de contas, o que deve fazer um muçulmano para se livrar do inferno islâmico? Pois ao mesmo tempo em que pregam a obrigação de ajudar ao próximo, praticam a violência contra os ditos infiéis a Alá?


CONCLUSÃO
De acordo com a Federação Islâmica Brasileira, há 1,5 milhão de muçulmanos no Brasil. Existem mais de cem mesquitas e salas de oração em solo brasileiro. São Paulo abriga a Mesquita Brasil, a primeira da América Latina, inaugurada em 1956. Estão crescendo em todo país, construindo; mesquitas (templos), conquistando adeptos em todas as classes sociais, tornando uma das seitas mais perigosas e que deve ser refutada.

3 comentários:

  1. De tudo que foi falado na lição da revista, o raciocínio é o seguinte:
    1.Não há Salvador
    2.Minhas obras levam-me à salvação
    3.Lutar contra os infiéis (judeu e cristãos) é uma obra desejável
    4.Para salvar-me, vou combatê-los
    Infelizmente o autor da revista da escola dominical Betel não acrescentou trechos do Alcorão que deixa claro a discriminação étnica e a incitação à violência (Sura 4.47) . Existem diversos trechos parecidos mas uma coisa me intriga: Será que não existe muçulmano que não apoiam a ideologia da Jihad? Ou são ameaçados e mortos os que assim o fazem?
    Bem, concordo quando não só a Jihad mas como o mundo islâmico cita os EUA e outros impérios que através dos séculos praticaram o mal devido a colonização e exploração do 3º mundo. Com a desculpa de preservar a democracia, invadem países, criam situações hostis, tudo para o estabelecimento de seus pés de empresas multinacionais, venda de armas, e muito crédito onde afunda-se mais em dívidas colossais, os países pobres e emergentes. Realmente concordo nessa exploração capitalista, também do excesso de "liberdade" sem medir consequências que o ocidente promove onde quem mais se prejudica é a família, uma imoralidade sem precedentes. Agora, o Brasil que acolhe cordialmente diversas religiões jamais imaginaria ter a mesma liberdade em abrir uma Assembléia de Deus em Teerã.
    é SABIDO QUE A JIHAD REALIZA AÇÕES VIOLENTAS PELO MUNDO E A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR É, SERÁ QUAL A PORCENTAGEM DE ISLÂMICOS QUE APOIAM o islão radical?
    Bem, isso vai ter uma consequência.Dave Hunt, em seu livro "A hora da verdade sobre o islã" não gosta da palavra fanático ou extremista pois acredita que um devoto genuíno de trechos do Alcoorão seja o nome mais apropriado.
    Na condição de cristão, devemos amar os inimigos, na condição de islâmico,ou do grupo radical, devam ser mortos.Acredito que já é o suficiente para entender um regime totalitário e imposição através do medo.
    Em 2011, o Deputado Mineiro pelo Partido do (xxxxx), xxxxxx xxxxx apresentou a PL 1780/11 que altera a Lei 9.394/1996, a chamada Lei de Diretrizes e bases da educação nacional (ldb) para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática "cultura árabe e tradição islâmica" e dá outras providências. Esta PL foi retirada da mesa diretora da câmara dos deputados. A PL 122 à época, foi desarquivada por uma senadora após o engavetamento, lembram?
    Pois é,basta terem 51% da população que vota em um determinado país que assumem com regime totalitário.Isso é acepção? não, porém a cultura deva ser conhecida em um todo, não apenas naquilo que admiramos "pacificadamente".
    O islamismo se esmera em atacar as doutrinas cristãs por meio de publicações:"A Bíblia, o Alcoorão e a ciência" por Maurice Bucaille, "O islã e o mundo" etc.
    Agora falemos um centímetro deles, já se debruçam incomodados.
    Não confundamos "tolerância" com supremacia islâmica.
    Devemos tratá-los bem pois somos cristãos, agora devemos ficar atentos.
    paz

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