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terça-feira, 13 de maio de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 7 - Revista da CPAD



AULA EM 18 DE MAIO DE 2014 - LIÇÃO 7
(Revista: CPAD)

Tema: O Ministério de profeta  

Texto Áureo: 1 Coríntios 12.28
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), nesta lição você apresentará o dom espiritual de profecia, tente não confundir com o dom espiritual de profetizar.
- “considerando o contexto histórico”, a situação em que os filhos de Deus viviam no Antigo Testamento e como eles vivem em o Novo Testamento.
- “valor excelso para a igreja”, excelso é aquilo que excede, que é muito alto, sublime.
- Professor(a), pode acabar surgindo na classe a seguinte pergunta: esse dom ministerial é o mesmo dom de profetizar falado em 1 Co 12.10? Esclareça que o dom de 1 Co 12.10 é para o povo, para Deus usar em qualquer lugar a qualquer hora. O Dom ministerial é para as lideranças, para aqueles que trabalham nos ministérios das igrejas.
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1. O PROFETA DO ANTIGO TESTAMENTO

1. Conceito
- “para falar em nome de Deus”, os profetas do Antigo Testamento falavam como se fossem Deus, algumas vezes falavam na primeira pessoa.
- “um embaixador”, o embaixador é o representante de um governo em outro país. Trabalha numa embaixada e faz o contato entre o seu país e o país onde estiver sediado a embaixada. Conegue notar as semelhanças entre esse diplomata e o servo de Deus?
- “história veterotestamentária”, o termo veterotestamentária se refere as coisas do Antigo Testamento. Aqui se refere aos fatos históricos registrados no Antigo Testamento.
- “último dos juízes e o primeiro dos profetas”, Samuel também era sacerdote, por isso ele foi um tipo de Cristo, pois ele exerceu três ofícios como Jesus. Jesus é profeta, sacerdote e juiz. 

2. O ofício.
- “eram fórmulas usuais”, essas fórmulas faziam com que as pessoas entendessem que a mensagem não vinha do profeta, atribuindo a deus todo o conteúdo da mensagem.
- “importante papel de conselheiro”, os conselheiros do rei eram sábios nas estratégias e assuntos seculares, mas os profetas eram habilitados nos assuntos do Reino de Deus e tinham a palavra profética para um sábio conselho.
- “após a divisão do reino de Israel”, se refere ao ocorrido no reinado de Roboão filho de Salomão, quando o reino se dividiu em reino do Norte com dez tribos e reino do Sul com duas tribos 1 Reis 12.
- “confrontava diretamente”, naquela época os verdadeiros profetas anunciavam tantos as bênçãos como o juízo da parte de Deus, não se aliavam com reis e nem aceitavam subornos.

3.  O profetismo.
- “tanto em Israel quanto em Judá”, se refere aos dois reinos que foram citados anteriormente, o reino do Norte se chamava Israel com capital em Samaria, e o reino do Sul se chamava Judá com capital em Jerusalém.
- “restaurar o monoteísmo hebreu”, monoteísmo é a crença em um único Deus. O termo hebreu foi usado porque assim é que se chamava o povo que Moisés conduziu pelo deserto. Aquele era um povo que adorava ao único Deus criador do céu e da terra.
- “injustiças sociais”, ocorria quando os mais ricos oprimiam os mais pobres ou quando os pobres eram esquecidos e abandonados pelas autoridades.
- “Dia do Senhor”, esse Dia do Senhor na Bíblia sempre se refere ao dia em que o Senhor derrama juízo sobre a terra e se vinga de Seus inimigos. Há ocasiões em que o dia do Senhor se refere ao dia em que Cristo ressuscitou, ou seja, o domingo.
- “verdadeiros profetas”, nessa ocasião existia os falsos profetas, esse eram favoráveis às autoridades e só profetizavam o que agradava aos senhores.
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2. O PROFETA EM O NOVO TESTAMENTO

1. A importância do termo profeta em o Novo Testamento.
- “aparece na segunda posição”, e nesse caso a posição era importante, pois os dons foram relacionados em ordem de prioridade, veja como Paulo os cita: “...primeiramente apóstolos, em segundo lugar...”.
- “fundamento dos apóstolos”, orientados sobre aquilo que os apóstolos ensinaram, exortaram e orientaram a fazer. De acordo com a referência citada os profetas líderes da Igreja primitiva estavam em pé de igualdade em relação à doutrina.

2. O ofício do profeta neo-testamentário.
- “ficar fora de si”, ficar em transe ou perder os sentidos e fazer coisas das quais não se lembre.
- “consiste em proclamar e interpretar a Palavra”, logo esse dom tem relação com a ministração e ensino das Escrituras nas igrejas. Assim a aplicação do dom ministerial de profeta é diferente do dom espiritual de profecia.
- “desmascarar o pecado”, algumas vezes o pecado se esconde no meio da igreja como uma coisa normal, ou que não tem nada a ver. Algumas práticas erradas que os membros vão aceitando como normal, mas os profetas tem o dever de apontá-las e classificá-las. Algumas delas são: aquisição de material ilegal pelos membros da igreja, apresentação de dados falsos no imposto de renda, idolatria à pessoa do pregador, cantor ou pastor, etc.
- “combater o mundanismo”, mundanismo dentro da igreja é a aceitação de práticas mundanas nos eventos e reuniões da igreja. Com o objetivo de pregar o evangelho, algumas igrejas tem aberto as portas para muitas coisas, porém é necessário questionar até que ponto devemos abrir mão da pureza e santidade para ganhar vidas. Será que uma jovem precisa se vestir como mundana para ganhar jovens mundanas? Ou será que alguém precisa estar no meio dos funkeiros para evangelizá-los?
- “fatalmente será rejeitado”, se for um verdadeiro profeta, mas se ele for um profeta amante dos elogios e dos cargos, jamais será rejeitado, estará sempre em muitos púlpitos. Apesar de tudo isso, os verdadeiros profetas de Deus não podem se calar.
3. O objetivo do dom ministerial de profeta.
- “plena maturidade cristã”, pleno dá a ideia de completo, e maturidade é a qualidade do que é maduro, que tem experiência, que está crescido. A maturidade cristã é o crescimento espiritual, contrário da imaturidade que se expressa em ações de meninice, é a pessoa que fica entristecida ou com raiva por tudo. Já o maduro cristão não se deixa levar por “disse me disse” e nem para a caminhada diante de afrontas e fofocas.  
- “edificação em amor”, se refere ao crescimento da fé, solidificação da base espiritual, só que isso deve ser em amor, de uns para com os outros, para que o organismo Igreja, cresça unidade e sólida.
- “dirigidos pelo Espírito Santo”, alguns profetas até manifestam o dom, mas às vezes fazem as coisas conforme sua própria vontade. Falam com arrogância, falam de assuntos particulares em público. Com certeza o Espírito Santo não orienta ninguém a envergonhar os irmãos.  
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3. DISCERNINDO O VERDADEIRO PROFETA DO FALSO

1. Simplicidade x arrogância.
- “simplicidade e o amor”, na verdade essas características devem estar presentes em qualquer cargo, dom ou função na igreja.
- “que a Palavra seja de juízo”, algumas vezes a mensagem que o profeta vai trazer não é muito agradável à igreja e nem para a liderança.
- “demonstra a quem ele está servindo”, pela simplicidade de Jesus nós somos reconhecidos, Jesus era simples humilde, manso e amoroso e nos aconselhou a aprender isso com Ele. Um profeta não deve ser arrogante ao falar ou antipático e nem falto de ética.
- “em seu status”, é designação de uma posição ou cargo que coloca a pessoa em um nível elevado mais do que as outras ou com mais honra do que elas. Os profetas são vistos como pessoas altamente espirituais pelo povo, por isso esse ministério se tornou em status, onde muitos brigam para serem reconhecidos com tais, até mesmo com mentiras.
- “objetivando a autopromoção”, se autopromover é se colocar acima das pessoas, aqui se refere às pessoas que querem parecer mais espirituais do que as outras.

2. Pelos frutos os conhecereis.
- “precaução com os falsos profetas”, sabemos que não podemos julgar os irmãos em, mas devemos julgar as profecias e para isso é necessário considerarmos a pessoa. Toda profecia deve ser analisada, mas os falsos profetas devem ser desmascarados e se for necessário até mesmo diante da igreja.
- “reconheceríamos "pelos seus frutos" (Mt 7.15,20)”, se refere àquilo que a pessoa produz, se a pessoa só vive causando confusão, discórdia, dúvida, no meio da igreja, então essa pessoa não é uma boa árvore e suas profecias carecem de uma precaução redobrada.
- “pela "performance"”, em como ele se sai ao falar em público, em como ele usa as palavras, nada disso deve nos impressionar. Alguns fazem um verdadeiro show, pregam, cantam, falam em mistério e até entregam profecias. É preciso verificar os frutos. Se esse profeta ganha almas, ajuda a edificar vidas, abraça o pobre, estende a mão ao necessitado, etc, então é uma árvore boa.

3. Ainda sobre o falso profeta.
- “fala com grande eloquência”, eloquência é a habilidade de falar de forma convincente e persuasiva.
- “basta para que ele seja tido como verdadeiro”, infelizmente essa é uma grande verdade, muitos crentes não esperam ouvir uma Palavra verdadeira e profunda, preferem ouvir algo convincente, bem falado e bonito. Existem palavras que não sacodem a igreja no momento, e nem causam frisson e arrepio na igreja, mas depois ficarão armazenadas por muito tempo na consciência da membresia, porque são mensagens de conteúdos e reveladas por Deus.
- “John Bevere”, (nascido em 1959) é um evangelista, professor de Bíblia e escritor.
- “apresentado em nome de Jesus”, esses supostos profetas são mercenários, que andam de igreja em igreja vendendo o ministério da profecia. Existem pastores que abrem o púlpito para pregar somente para aqueles que entregam visão, revelação ou profecia. Isso é nojento e estarrecedor.
- “discernir a procedência”, significa entender a origem desses falsos profetas, quando aparecerem em nossas igrejas.
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CONCLUSÃO
- “perdido preeminência”, pouca importância se dá a esse ministério, até se fala muito pouco sobre ele, embora cremos que esse dom ministerial existe e está presente nas igreja. É provável que as lideranças não o use corretamente.
- “desmascarar as injustiças”, existem muitas aberrações acontecendo nas igrejas do Brasil e do mundo, porque os verdadeiros profetas se calam e não exercem o dom que Deus lhes concedeu.
- Corrija o questionário, isso anima a maioria dos irmãos a estudarem a lição em casa.

Marcos André – Superintendente e professor


Boa Aula!

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