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sábado, 9 de agosto de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 6 - Revista da CPAD


AULA EM 10 DE AGOSTO DE 2014 – LIÇÃO 6
(Revista: CPAD)

Tema: A Verdadeira Fé não Faz Acepção de Pessoas

Texto Áureo: Tiago 2.8,9
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), nesta lição apresente esse padrão de comportamento, inicie mostrando que a acepção é como um tiro sem arma, direto no coração da pessoa, pode matar espiritualmente em poucos segundos. 
- “perspectivas subjetivas”, subjetivo é aquilo que não pode ser definido com exatidão.
- “aparência física, posição social”, temos a tendência de formar conceitos desses aspectos subjetivos, são conceitos pré formados, por isso chamamos de preconceito.
- “não determinam o caráter”, o caráter é o que a pessoa é, a característica fundamental do eu e isso se exterioriza em ações não em características físicas ou sociais.
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1. A FÉ NÃO PODE FAZER ACEPÇÃO DE PESSOAS (Tg 2.1-4)

1.   Em Cristo a fé é imparcial.
- “favoritismo social”, é a preferência por aquele que se encontra em melhor situação social.
- “dizem-se geradas pela Palavra”, se dizer gerado pela Palavra não é o mesmo que estar gerado pela Palavra.
- “As Escrituras mostram que sim”, de fato, se Tiago orienta é porque isso acontecia em Jerusalém. Não podemos afirmar, no entanto, que a pessoa que pratica isso algum vez, está sem salvação, porque qualquer um pode em dado momento, dar alguma preferência ou tratar diferente algum irmão que tenha fama, ou status. Veja que o mesmo não deve se aplicar às autoridades eclesiásticas.
- “derrubou o muro que fazia a separação entre os homens”, as palavras de Jesus para derrubar esse muro foram: “amai o teu próximo como a ti mesmo.” Mateus 22.39
- “bárbaros”, foram povos que habitaram a Europa dando origem à nações que hoje existem lá, que faziam guerras contra o domínio romano na época dos imperadores.
- “cita”, de acordo com Heródoto seriam povos nômades selvagens, originários da região chamada Cítia, que na verdade deve ser um nome genérico dado a regiões desérticas.

2.  O amor de Deus tem de ser manifesto na igreja local.
-“Congregação, do tempo de Tiago”, sendo Tiago, o pastor da igreja em Jerusalém,  vemos que esse erro vem persistindo à tempos, os crentes sem a fé verdadeira já davam trabalho ao pastor daquela época.
- “ambiente regado de amor”, a ideia de uma igreja nesse molde, é para que os visitantes se sintam bem e queiram retornar, quem sabe até fazer parte do grupo.
- “acolhimento”, é o ato de receber a pessoa no grupo. A igreja deve ser exemplo dessa prática. Quando alguém se sente bem recebido, essa pessoa sempre atenderá ao ser convidado de novo e voltará. Às vezes o evangelismo ganha uma alma na rua e a igreja a perde dentro do templo.
- “todos vós sois um”, dá a ideia de união, notamos que o Senhor se preocupa em que o seu povo esteja unido, pois um povo unido se fortalece contra o inimigo.

3. Não sejamos perversos (v.4).
- “autoridades judiciais”, como juízes, advogados e promotores.
- “se faziam julgadores dos próprios irmãos”, achavam que tinham alguma autoridade para julgar, apenas por terem maior condição financeiro ou posição social.
- Eis aí uma descrição do símbolo da justiça:
- “mulher”, é uma figura feminina porque o termo justiça está no feminino.
- “olhos vendados”, para não identificar a pessoa a quem se aplicará a justiça e assim não influenciar o julgamento.
- “a balança”, simbolizando a avaliação correta do ato a ser julgado.
- “a espada”, simbolizando a aplicação da punição.
- “imparcialidade”, é atender a todos de forma igual.
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2. DEUS ESCOLHEU OS POBRES AOS OLHOS DO MUNDO (Tg 2.5-7)

1.  A soberana escolha de Deus.
-“Pessoas ricas têm sido alcançadas pelo Evangelho”, em nenhum momento Jesus ou Tiago excluem os ricos do Reino, simplesmente afirmam que as riquezas representam um obstáculo para o discipulado Lucas 12.34.
- “Deus é soberano em suas escolhas”, significa que Ele não tem que dá satisfação de nada a ninguém, Ele faz a escolha que bem entende. Se Deus revela aos seus servos é devido ao amor que Ele tem pelo Seu povo, e não porque Ele está debaixo de um regra.
- “escolheu os pobres”, não é muito difícil entendermos a escolha de Deus, porque ao olhar para a terra Ele se compadeceu daqueles que sofriam, pois o rico tem a tendência de se tornar arrogante e altivo, já o pobre está mais próximo ao quebrantamento.

2. A principal razão para não desonrar o pobre (v.6).
- “a igreja do tempo de Tiago”, essa afirmação é incorreta, pois não foi a igreja que escolheu e sim alguns membros dela que procediam assim, e não somente naquela época, mas em todas as épocas sempre existiu esse tipo de crente.
- No versículo citado estão expressos vários tipos de pobreza: “quebrantados do coração” pobre de espírito, “cativos” são os pobres de liberdade, “cegos” pobres de visão, “oprimidos” pobres de paz.
- “para sermos coerentes com o Evangelho”, para estarmos de acordo, falando a mesma língua. Nos tempos atuais existem muitos crentes incoerentes, que falam uma coisa na igreja e fora dela fazem outra.
- “termos de encarnar a missão de Jesus”, encarnar a missão de Jesus seria vivê-la como Ele viveu. Cristo se entregava pela missão, com dedicação total. Essa é a razão para não desonrar o pobre, pois a missão de Jesus é para os conduzir e abençoar.

3. Desonraram o Senhor.
- “exorta os irmãos a reconhecerem o favoritismo”, o primeiro passo é reconhecermos o erro e então tentarmos corrigi-lo.
- “principalmente pela liderança”, se um membro pratica a discriminação a pessoa discriminada pode pensar que é um caso isolado, mas se essa discriminação ou preconceito partir da liderança, então o mal será muito mais grave.
- “não compreendeu o que é o Evangelho”, porque o Evangelho é a expressão do amor de Deus e por isso se alguém não tem amor pelo seu próximo então é incompatível com a mensagem do Evangelho.
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3. A LEI REAL, A LEI MOSAICA E A LEI DA LIBERDADE (Tg 2.8-13)
1  A Lei Real.
- “a que os crentes obedeçam”, e não somente obedecer, mas antes de tudo, que se lembrem dela, por isso Tiago cita a lei. Com o ativismo, nós acabamos nos esquecendo das ordenanças do Senhor.
- “a sua própria essência”, essência é a alma, o elemento principal, o coração de algo. O amor ao próximo é o elemento principal da lei real.
- “devais coisa alguma, a não ser o amor”, não devemos fazer dívidas com os homens para não estarmos obrigados com eles, mas devemos estar em dívida de amor para com todos.

2.  A Lei Mosaica.
- “culpa somente daquele mandamento desobedecido.”, esse tipo de distinção torna a pessoa relaxada com os mandamentos do Senhor.
- “faziam acepção de pessoas”, eles não estariam muito melhor do que aqueles que adulteravam. Na concepção humana o adultério parece bem pior do que a discriminação, mas na concepção divina todo pecado é igual e afasta o home da presença de Deus.

3. A Lei da Liberdade.
- “Liberto do pecado”, não quer dizer que a pessoa não vai mais pecar, mas sim que essa pessoa terá forças para dizer não às tentações.
- “desfruta, abundantemente, de tal liberdade”, aqueles que foram libertos não mais escravos. Na prática o escravo do pecado não consegue dizer não às tentações de Satanás.
- “Assim falai, e assim procedei”, é um convite à vivermos o Evangelho na prática das suas obras.
- “é a sua conduta em relação aos irmãos”, isso é lindo, reforce isso para a classe. Nós só somos alguma coisa pelo que fazemos, não pelo que falamos. as situações revelam que são as pessoas Mt 7;20
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CONCLUSÃO
- “ecoar através dos tempos”, assim como o eco vai repetindo o grito nos segundos seguintes, também a mensagem de Tiago vai sendo repetida através dos tempos, sempre atual.
- “para serem ricos na fé”, a promessa é para dar as pobres a riqueza que eles realmente precisam.
- “de acordo com a vontade de Deus”, só o Espírito de Deus agindo em nós pode moldar a nossa vontade com a vontade de Deus.

Marcos André – Superintendente e professor
Gustavo Matos – Cooperador


Boa Aula!

Um comentário:

  1. Muito boa aula, que o Espírito Santo continue direcionando o entendimento.

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