sexta-feira, 12 de setembro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 11 Revista da CPAD


AULA EM 14 DE SETEMBRO DE 2014 – LIÇÃO 11
(Revista: CPAD)

Tema: O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus

Texto Áureo: Tiago 4.12
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), nesta lição fale sobre relacionamentos sociais entre os irmãos na igreja.
- “relação social entre os irmãos”, relacionamento deles entre si, como um grupo social.
- “de maneira conflituosa”, em conflitos constantes.
- “de acordo com a soberana vontade de Deus”, se chama soberana porque não depende de ninguém Ele decide o que quer e quando quer. Nossa vontade deve estar de acordo com a Dele e não o contrário.
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1. O PERIGO DE COLOCAR-SE COMO JUIZ (Tg 4.11,12)

1.   A ofensa gratuita.
- “parece ser uma questão cultural”, talvez o comentarista quis dizer que esse tipo de comportamento está regulado pela educação que se aprende tanto dentro como fora da igreja. De fato existem alguns ímpios que se comportam melhor que alguns crentes nessa área.
- “insinuações maldosas”, é a pessoa falar algo e querer dizer outra coisa, grandes conflitos começam com insinuações assim.
- “agressões gratuitas”, interessante perguntar, o que significa “agressões gratuitas”? A resposta é, uma agressão em que o agressor não ganha nada em fazê-la.
- “contendas são como ferrolhos”, isso é um alerta para os crentes que receberam a missão de evangelizar, quer dizer que uma pessoa magoada é muito mais difícil de abrir o coração para Jesus.

2.  Falar mal dos outros e ser juiz da lei (Tg 4.11).
- “coloca-se como o juiz do outro”, se refere ao ato de tentar definir se tal irmão é espiritualmente correto ou não, se ele está na presença de Deus ou não. Existem muitos assim dentro das igrejas. Analisam a vida dos irmãos e tecem seus julgamentos em forma de comentários.
- “busca estabelecer condições para amar”, só amam os espirituais, e os não problemáticos e deixam de lado os mais inconstantes na fé. Lembremos que o Senhor Jesus nunca fez qualquer acepção de pessoas, mas lavou os pés dos doze apóstolos, inclusive  os de Judas.
- “numa posição de Juiz”, sabemos que o Senhor nos trata na posição de advogado 1 João 2.1, se Ele nos julgasse pelos nosso erros hoje, com certeza seriamos condenados.

3. O autêntico Legislador e Juiz pode salvar e destruir (Tg 4.12).
- “recorda do quanto somos pecadores”, às vezes o Senhor precisa nos lembrar disso. Às vezes nos vemos a ponto de cair nos pecados que condenamos nos outros. Devemos levar isso em consideração, somos tão fracos quanto todos os crentes.
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2. A BREVIDADE DA VIDA E A NECESSIDADE DO RECONHECIMENTO DA SOBERANIA DIVINA (Tg 4.13-15)

1. Planos meramente humanos (Tg 4.13).
- “daqui tantos anos vou fazer isso”, esse tipo de afirmação ocorre ainda hoje por força do hábito. As pessoas acabam se esquecendo de Deus e de Seu grande poder.
- “deve ser feito com a sabedoria do alto”, é a sabedoria que leva Deus em conta, considera a Sua vontade e Seu propósito.
- “tem de ser consultado”, os verdadeiros servos de Deus devem se ater a isso. Decisões como casamento, viagem, sociedade, proposta de emprego devem ser apresentadas aos pés do Senhor em oração e aguardar a resposta.

2.  A incerteza e a brevidade da vida (Tg 4.14).
- “é um vapor que aparece por um pouco”, essa conclusão se chega ao comparar a vida aqui com a eternidade. Perto da eternidade a nossa vida é pequenina.
- “ninguém tem a certeza do futuro”, por isso ninguém deve arriscar alto, investir em algo sem consultar ao Senhor, pois Ele é o único que conhece o futuro.

3.  O modo bíblico de abordar o futuro (Tg 4.15).
- “Após compreendermos”, isto é, após termos aceitado a Cristo e aprendido pela Palavra sobre sua vida e missão, então deveremos nos preocupar com a nossa conduta aqui.
- “a existência humana é finita”, o ser humano nessa forma atual (corpo,alma e espírito) terminará com a morte, permanecerá apenas a alma, essa é eterna.
- “transitoriedade”, é o mesmo que temporariedade, é algo passageiro.
- “Tal postura não é falta de fé”, existem alguns segmentos cristãos que afirmam que o crente deve determinar sobre os propósitos, e aqui o apóstolo manda colocar a condicionante “se”, se Deus quiser, se Ele permitir, se for da vontade do Senhor.
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3. OS PECADOS DA ARROGÂNCIA E DA AUTOSSUFICIÊNCIA DO SER HUMANO (Tg 4.16,17)

1. Gloriar-se nas presunções (Tg 4.16a).
- “presunção orgulhosa”, presunção é a pessoa pensar que é algo sem, no entanto, ser coisa alguma. É a pessoa presumir ser algo.
- “como se fosse possível deixá-lo fora do curso”, ninguém pode ignorar Deus, Ele está em todo lugar, e Sua mão age em tudo, nada acontece sem a permissão Dele.
- “Não sejamos presunçosos e arrogantes”, alguns crente acreditam que são tão fortes espiritualmente que desprezam os outros e agem com arrogância diante de Deus.

2. A malignidade do orgulho das presunções (Tg 4.16b).
- “a história do rei de Tiro.”, segundo os antigos teólogos essa passagem exemplifica a presunção no coração de Lúcifer e a sua queda. Quando um crente se apresenta de maneira arrogante, ele demonstra ter as qualidades de Satanás.

3.  Faça o bem (v.17).
- “não sermos apenas ouvintes, mas praticantes”, as doutrinas bíblicas não servem para coisa alguma se não forem praticadas. Quando alguém conhece muito da Bíblia, sem praticar o que sabe, essa pessoa usa seu conhecimento para debater e acusar, ficando arrogante e presunçoso.
- “pecado de omissão”, se omitir é deixar de fazer algo que deve ser feito.
- “perseverar em perseguir o alvo”, em todo o tempo a Bíblia nos exorta a sermos trabalhadores, esforçados e perseverantes. Fazer a vontade de Deus requer esforço.
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CONCLUSÃO
- “quase que naturais na atualidade”, quer dizer que atualmente essas coisas acontecem de forma quase natural. Existem pessoas que se comportam de forma arrogante como se isso fosse a coisa mais normal do mundo.
- “a vontade de Deus é sempre o melhor”, convém lembrar que os planos devem ser submetidos ao Senhor, devemos buscá-lo em oração para perguntar-lhe sobre nossas ações futuras. Qual direção e estratégias. Podemos e devemos elaborar estratégias, mas nunca podemos deixar Deus de fora delas.
- Professor(a) faça seu resumo e passe com a classe.

Marcos André – Superintendente e professor
Gustavo Matos – Cooperador

Boa Aula!

2 comentários:

  1. quero aqui agradecer,pelos os esboços,de muito edificante e produtivo tem sido para muitos. grato!

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    1. Recebido aqui o agradecimento e eu também fico muito grato pela tua visita e pela valorização ao conhecimento da Palavra.
      Paz de Cristo.

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