sábado, 20 de setembro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 12 - Revista da CPAD


AULA EM 21 DE SETEMBRO DE 2014 – LIÇÃO 12
(Revista: CPAD)

Tema: Os Pecados de Omissão e de Opressão

Texto Áureo: Tiago 4.17
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), nesta lição apresente os exemplos e os perigos de se confiar nas riquezas, conduza os alunos a entenderem que não é errado ser rico, mas o erro está em colocar a confiança na riqueza.
- “contundente reprimenda”, contundente é aquilo que é marcante, que é forte, uma reprimenda contundente é uma reprimenda forte e marcante.
- “semelhante a dos profetas do Antigo Testamento”, vários profetas profetizaram contra o mesmo problema devido à insatisfação de Deus contra essa situação e não era diferente no tempo de Tiago e não é diferente nos tempos de hoje.
- “Igreja do primeiro século cuidava dos pobres”, essa era a grande marca da Igreja primitiva, dessa forma ela fez grande diferença no seu tempo.
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1. O PECADO DE OMISSÃO (Tg 4.17)

1.   A realidade do pecado.
- “voluntariamente desobedecer”, quer dizer basicamente que ele não foi obrigado a desobedecer, mas fez por conta própria.
- “com o Criador e com a criação, foram distorcidas”, o pecado corrompeu a alma humana, alterando suas faculdades mentais e modificando os sentidos humanos, originando a concupiscência.
- “essa grave realidade pode ser superada”, através do sacrifício de Cristo podemos ser regenerados, isto é, podemos retornar a nossa alma a condição de aceitação de novo.

2.  O pecado de comissão (Gn 3.17-19).
- “expressamente condenado por Deus”, são pecados dos quais o Senhor falou expressamente. Outros pecado aparecem de forma subentendida na Palavra.
- “ainda assim dela comeram”, o nome é pecado de comissão porque Adão e Eva estavam comissionados a cuidar do Jardim e para isso deveriam se guardar daquela árvore, no entanto cometeram o pecado do qual o Senhor já havia ordenado.
- “de antemão condenou”, quer dizer que condenou antes que pudesse se tornar pecado.

3. O pecado de omissão (Tg 4.17).
- “comum é o pecado de omissão”, para verificar se os alunos realmente estão ligados na aula, você pode perguntar: o que é omissão? R. Omissão é deixar de fazer algo conhecidamente necessário.
- “é ignorada entre o povo de Deus”, por ser um pecado aparentemente menor, muitos crentes deixam de evitá-lo e passam a conviver com ele.
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2. O PECADO DE ADQUIRIR BENS À CUSTA DA EXPLORAÇÃO ALHEIA (Tg 5.1-3)

1. O julgamento divino sobre os comerciantes ricos (v.1).
- “advertências ou denúncias contra os ricos”, obviamente não são todos os ricos, mas sim os ricos que não ajudam os pobres e aqueles que os exploram.
- “apresenta o juízo divino”, no capítulo 5 Tiago apresenta uma visão do futuro, em como estará os ricos no futuro, quando o juízo de Deus for derramado.
- “os ricos ignorantes”, são os ricos que não conhecem a Cristo. O juízo é para todos os ricos porque todos as pessoas tem em seu íntimo a noção do que deve fazer o bem, por isso é justo que todos passem por esse juízo.

2.  O mal que virá (v.2).
- “transitoriedade dos bens materiais”, é a afirmação de que os bens materiais são passageiros. Os ricos devem considerar que toda a riqueza pode acabar em pouco tempo. Professor(a), você pode usar exemplos da sociedade para ilustrar isso, veja, por exemplo a situação atual do famoso homem mais rico do Brasil o empresário Eike Batista, hoje sua fortuna está avaliada negativamente.

3.  A corrosão das riquezas e o juízo divino (v.3).
- “não [devemos ajuntar] tesouros na terra”, aqueles que buscam acumular riquezas se desgastam em atividades que consumirão o seu tempo e deixarão de fazer o que realmente importa que é cuidar das coisas de Deus.
- “traça”, naquela época a riqueza era em metais, por isso Jesus usa o exemplo da ferrugem, a traça é um inseto que consome principalmente pano e papel, é como se Jesus estivesse adiantando sobre a invenção do papel moeda.
- “que não é bem isso que Ele quis dizer”, é a tentativa de se fazer o texto afirmar o que a pessoa quer que ele afirme.
- “contra a confiança nela”, o problema não é a riqueza em si, mas a confiança que alguém possa depositar nela. Não é errado ser rico, muitos homens de Deus foram, mas o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.
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3. O ESCASSO SALÁRIO DOS TRABALHADORES “CLAMA” A DEUS (Tg 5.4-6)
1. O clamor do salário dos trabalhadores (v.4).
- “alcança pessoas de todos os tipos e classes sociais”, o evangelho é uma mensagem universal, desapegada de aparatos religiosos, apta para falar ao coração de qualquer pessoa.
- “como um profeta veterotestaméntario”, veterotestaméntario é o que pertence ao Antigo Testamento, aqui está afirmando que Tiago tem semelhança com os profetas do Antigo Testamento, como Jeremias e Malaquias.

2. A regalia dos ricos que não temem a Deus cessará (v.5).
- “não se importava com o futuro”, na verdade os ricos se preocupam com o futuro, por isso pensam em acumular, mas a grande maioria deles não pensam no futuro espiritual, depois da morte, disso vem o alerta de Cristo para se acumular tesouros no céu.
- “com o próximo”, na história o rico não se importa com Lázaro que vivia a mendigar em sua porta cheio de doenças.

3. O pobre não resiste à opressão do rico (v.6).
- “indica a gravidade dessa atitude”, indica também que a opressão dos ricos sobre os pobres seria comum no mundo inteiro e em todas as épocas.
- “restando a eles apenas Deus”, isso porque as autoridades estarão sempre do lado dos ricos. Muitas vezes esses ricos nem precisam se dispor para oprimir, outros fazem por eles só por bajulação, assim os pobres não tem mais ninguém a não ser Deus para os ajudar.
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CONCLUSÃO
- “em nome de uma suposta prosperidade”, é suposta porque a verdadeira prosperidade não se mede em quantidade de dinheiro adquirido. O texto de Josué nos leva a entender que prosperidade é ser bem sucedido estando com Deus.
- “tornarem-se materialistas”, o materialista é aquele que foca a sua vida nas coisas materiais, assim existem muitos crentes nas igrejas, mesmo que eles afirmem ter uma espiritualidade, na verdade não passam de materialistas buscando coisas materiais.
- Professor(a) você também pode relembrar das aulas passadas desse trimestre, como um resumo do trimestre.

Marcos André – Superintendente e professor
Gustavo Matos – Cooperador

Boa Aula!

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