INICIE CLICANDO NO NOSSO MENU PRINCIPAL



__________________________________________________________________

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 12 - Revista da Editora Betel



AULA EM 21 DE DEZEMBRO DE 2014 – LIÇÃO 12
(Revista: EDITORA BETEL)

Três jovens e o milagre da fornalha
Texto Áureo: Tiago 2.14
 _________________________________________
 INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição ressalte o ensino de fé que os jovens deram para nós povo de Deus.
- “nem mesmo a morte poderá amedrontar”, esse é o grande ponto dessa impressionante história, eles consideraram a possibilidade de morrer.
_______________________________________________
1.   Fiéis não se vendem nem retrocedem diante do fogo
- “faculdade gratuita”, eles estudavam com os melhores sábios do reino.
- “que os cativos se esquecessem de sua terra”, a ideia era tirar a cultura de origem introduzindo a babilônica no lugar, por isso eles tiveram seus nomes trocados.
- “abandonando suas raízes e se tornando parte de seu reino”, nesse ponto Nabucodonosor era um tipo de Satanás, que até hoje visa tenta fazer os jovens cristãos esquecerem-se de suas raízes cristãs e se integrarem no reino das trevas.

1.1.  Nabucodonosor e seu inferno particular
- “obstinado coração”, a obstinação é o desejo ardente por algo e o esforço sobre-humano em alcançá-lo.
- “para forçar seus súditos a adorá-lo”, os reis daquele período tomavam essa atitude porque conseguirem apoio incondicional do povo, pois sendo vistos como divindades eles conseguiriam obediência total da população.
- “tinha uma banda”, se referindo aos músicos com seus instrumentos.
- “uma lei”, se referindo ao decreto para se adorar a imagem.

1.2.  Sadraque, Mesaque e Abedenego
- “alicerçados nos ensinos de sua família”, desde de pequenos eles eram instruídos nos mandamentos da Lei de Moisés, tinham um alicerce difícil de ser rompido, era o alicerce da Palavra.
- “um lugar ostentador”, era um lugar onde o luxo e a riqueza imperavam, o ambiente induzia a pessoa a desejar as riquezas e a se esquecer de suas raízes.
- “entre eles estavam alguns de ordem semita”, os semitas são os descendentes de sem, os judeus e os árabes, entres os instrumentos de Nabucodonosor estavam alguns dos semitas (judeus), por isso entende-se que outros jovens haviam se rendido e adorado à imagem de Nabucodonosor.
1.3. Babilônia, o sistema de Satanás
- “Ela representa um sistema Satânico”, isso é melhor apresentado nos textos de Apocalipse como em Apocalipse 17.5.
- “Babilônia se iniciou através da obra de Ninrode”, Ninrode construiu uma torre na cidade de Babel, ali mais tarde seria a cidade de Babilônia.
- “desejava conquistar o mundo através do esforço humano”, Ninrode desejava manter o povo unido para não cumprir o propósito de Deus de povoar a Terra.
- “um esquema centrado no homem”, Nabucodonosor era vaidoso e altivo, queria ser adorado como um deus. Dessa forma ele tenta atrair muitas pessoas para seu sistema de vaidade.
- “Ela finge ser o caminho para o céu”, atualmente muitas novas teologias adentram as igrejas com propostas de serem revelação de Deus, mas são somente parte do sistema babilônico.
__________________________________________
2.        As promessas de uma fornalha em chamas
- “Ele deu outra chance aos jovens”, aqueles jovens eram como um troféu, para o rei seria mais proveitoso se aqueles jovens se curvassem do que matá-los.

2.1.  Seguir ao Senhor não nos isenta de uma fornalha
- “diversas formas de fornalha”, essa fornalha representa os problemas da nossa vida, aqueles em que nos encontramos num ponto de decisão, onde temos a nossa fé provada.
- “não está isento da provação”, existem dois extremos, aqueles que afirmam que tudo dará certo para os servos de Deus, e que se não der é porque a nossa fé é fraca e o outro extremo afirma que sempre teremos provas, que o crente que não está passando pela prova está fora da visão espiritual.
- “nos absorver e nos desvincular de nossa profissão de fé”, para Satanás hoje não interessa matar os crentes, ele tenta fazer o mundo adentrar nas igrejas e fazer com que os servos de Deus se agreguem nele.
- “sabendo que a fornalha seria aquecida além do normal”, o rei acreditava que o fato de a fornalha estar sobremaneira aquecida amedrontaria os jovens, mas não amedrontou. Muitas vezes vem umas lutas sete vezes forte do que o normal para nos amedrontar nesse momento a nossa fé é provada.

2.2. O Senhor jamais nos abandona durante a provação
- “somente as cordas se queimaram”, então o fogo queimou algo, isso quer dizer que o fogo não teve as suas propriedades modificadas, mas foram os jovens que foram transformados para assumirem a natureza do quarto homem que apareceu na fornalha.
- “pode não impedir que entremos na fornalha”, aqui a fornalha é considerada a representação das lutas que passamos na vida, está sendo afirmado que o Senhor não impede que entremos nessas lutas, mas Ele entra conosco.
- “nem cheiro de fogo passou sobre eles”, isso comprova que eles estavam com um corpo espiritual 1 Coríntios 15.44 pois o odor só fica impregnado nas superfícies materiais.

2.3. A fornalha produz um nível de crescimento
- “nos tornamos cônscios da presença”, adquirimos a maturidade, passamos a considerar que Cristo está ao nosso lado nas provas.
- “antes mesmo dEle revelar-se para o mundo”, esses fatos se deram a pouco mais de 500 anos antes de Jesus vir ao mundo.
- “os livrou de suas amarras”, havia algo que os prendia de exercer a sua fé na essência, assim muitos irmãos estão presos por amarras invisíveis, só uma fornalha pode livrar-lhes, pois ao passarem por essas fornalhas eles deixam aquilo que os prendem e passam a fazer a obra do Pai.
- “e deu-lhes honras”, o rei não honrou somente aos jovens, mas honrou o seu Deus, obrigando todos a adorarem somente ao Senhor.

3. Forjados pelo fogo da provação

3.1. Somos mais que vencedores
- “consolide nosso caráter espiritual”, a palavra consolidar aqui dá a ideia de completar, de se estabelecer, de se confirmar.
- “confirmar nossa vida espiritual”, se vivêssemos um evangelho somente de bonança, jamais teríamos noção de quem somos e o que podemos fazer de verdade, nossa vida cristã seria somente teoria e não prática.
- “fogo para o metal mais precioso”, no caso do ouro, o fogo derrete o metal separando-o da sujeira e deixando-o mais brilhoso.
- “contados entre as mais preciosas bênçãos”, devemos enxergá-los algo de bom para a nossa vida espiritual.
- “é usado para nos treinar”, se refere ao que Satanás faz perseguindo o povo e preparando-o para ir morar no céu, cada provação nos deixa mais habilitados.

3.2. Deus age no meio do fogo
- “ele sempre está criando oportunidades”, essas oportunidades surgem de várias formas, são as lutas que surgem, são as oportunidades que aparecem, são as decisões difíceis que temos de tomar, etc.
- “que sua fé era coerente”, quer dizer que demonstraram que acreditavam em um Deus verdadeiro e que livra o Seu povo.
- “fidelidade inegociável”, alguns dos que estavam presentes se venderam por cargos elevados, por salários e outras coisas, entre os que se curvaram diante da imagem do rei estavam alguns judeus, como se percebe do texto.

3.3. A última fornalha
- “nos dias da Grande Tribulação”, são os dias em que o anticristo estará governando o mundo após o arrebatamento da Igreja, dê uma lida nos textos da referência da lição.
- “serão protegidos durante a tribulação”, o anticristo fará guerra contra Israel porque ele não estará de acordo com esse líder mundial.
- “Daniel não estava presente”, a Bíblia não afirma o paradeiro de Israel, provavelmente se ele estivesse presente ele não se encurvaria, outra hipótese seria que pela sua posição elevada no reino, talvez ele não precisasse comparecer naquela reunião no campo de Dura, isso é só uma suposição!
- “quando a Igreja estiver fora da terra”, existem algumas correntes teológicas que acreditam que a igreja estará ainda na Terra quando a Grande Tribulação ocorrer.

CONCLUSÃO,
- “mas libertação das amarras”, se refere as amarras das mãos dos jovens que se queimaram no fogo.
- A fornalha também foi uma oportunidade de eles mostrarem a sua fé.
- “mais seguros dentro da fornalha”, pois dentro da fornalha estava o Senhor Jesus, e o lugar mais seguro é onde está o Mestre. É melhor estar no fogo com Jesus do que ao lado de Nabucodosor.

Boa aula!

Marcos André – Editor
José Evaldo Barbosa - Colaborador

4 comentários:

  1. A paz meu presado, é muita bondade sua incluir meu nome como colaborador deste tão importante blog, mas eu reconheço que estou deixando a desejar. A proposito; gostei muito da sua foto, quisera eu beber um cafezinho desse com você.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Que isso meu amado, você tem sido um colaborador assíduo nesse blog e eu fico agradecido por você ainda estar por aqui rsrs.
      Esse cafezinho vai ficar melhor ainda com aquele queijo. Espero que em breve possamos estar juntos para isso.

      Paz de Cristo.

      Excluir
  2. A paz do SENHOR JESUS Pastor gostaria que mi esclarecesse qual corrente teologica sobre arrebatamento esta de acordo com a palavra de DEUS obrigado

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Desculpe irmão anônimo, mas só vi teu comentário agora.
      Existem umas três correntes principais sobre o arrebatamento, o pre-milenismo, o pós-milenismo e o amilenismo e dessas três a mais aceita no meio pentecostal é o pré-milenismo, mas existem bons argumentos para as outras, recomendo que você estude as três e veja com qual delas você concorda mais.
      Eu defendo o pre-milenismo, por achar ela mais coerente com a Palavra de Deus.

      Paz.

      Excluir

Todos os comentários estão liberados, dessa forma o seu comentário será publicado direto no CLUBE DA TEOLOGIA.
Porém se ele for abusivo ou usar palavras de baixo calão será removido.