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sábado, 24 de janeiro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 4 - Revista da CPAD



AULA EM 25 DE JANEIRO DE 2015 – LIÇÃO 4
(Revista: CPAD)

Tema: Não Farás Imagens de Esculturas

Texto Áureo: 1 Coríntios 10.14
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição você atingirá um dos dogmas católicos, por isso é bom ministrar com cautela, como muitos crentes não vão à EBD, você dificilmente terá algum católico na aula, mas mesmo assim é bom ter cuidado.
- “é para adorar a Deus diretamente”, esse mandamento foi dado aos judeus, mas até mesmo eles deveriam ir ao tabernáculo e oferecer os sacrifícios previstos na lei, somente em Cristo podemos fazer essa adoração direta, pois ele é o nosso mediador.
- “pecados capitais”, são pecados que conduzem a morte, ou que torna a pessoa digna de morte.
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1. PROIBIÇÃO À IDOLATRIA

1. Ídolo e imagem.
- “Esses ídolos eram esculpidos em pedra”, por isso João Ferreira de Almeida traduziu por “imagem de escultura”. Na versão católica aparece: “Não farás para ti escultura” Êxodo 20:4a quer dizer que a tradução de Almeida está correta.
- “A Septuaginta traduz”, essa foi a tradução da Bíblia do Hebraico para o Grego, foi a primeira Bíblia a reuni a Torah, os livros históricos, os cânticos poéticos e os profetas em um único livro. Foi escrita no período interbíblico.
- “O ídolo é um objeto de culto”, lembrando que no pós-modernismo o ídolo pode ser muita coisa, pode ser um cantor, um conjugue, um bem material como carro, casa e até mesmo um celular. Ah, se os crentes se dedicassem à Palavra de Deus como se dedicam ao celular!!!!!!
- “como tendo poderes sobrenaturais”, essa concepção era para o passado, hoje devemos considerar como idolatria a dedicação excessiva a algo, como se tivesse acima de Deus para a pessoa, ainda que tal coisa não seja representação de poder para essa pessoa.

2. Idolatria.
- “ou a qualquer coisa que não seja o Deus verdadeiro”, essa concepção é a melhor para o tempo presente, pois muitos crentes veneram coisas acima de Deus.
- “Moisés e os profetas”, “os profetas” se refere aos livros escritos pelos profetas maiores ou menores.
- “destruição de toda a base religiosa”, a idolatria não vai contra um dogma, ou uma doutrina específica, mas atinge diretamente ao autor da religião, o Senhor.

3. Semelhança ou figura.
- “em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra”, serve para dar a ideia de totalidade, proibindo completamente qualquer forma de construção de imagens.
- “coisas materiais como homens e mulheres”, nos textos do Antigo Testamento não se usa as palavras homem ou mulher para definir essa semelhança. Só um livro apócrifo define essa semelhança:
“Porque, desejando talvez agradar àquele que o havia contratado, o artista esmerou-se, com a sua arte, por dar à imagem a melhor aparência possível.
E uma multidão de pessoas, seduzidas pela beleza da obra, agora consideram como deus aquele que pouco antes fora honrado como homem.” Sabedoria 14.19,20 Esse texto do livro apócrifo Sabedoria de Salomão define melhor a idolatria de imagens em forma de homem, do que o Antigo Testamento dos judeus e protestantes. O detalhe é que esse livro só tem na Bíblia católica.
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2. AMEAÇAS E PROMESSAS

1.  O Deus zeloso.
- “zeloso”, uma das traduções para essa palavra é “ciumento” como aparece na Bíblia católica, afirmando claramente que Deus é ciumento, mas é claro que não é o ciúme humano cheio de orgulho é um ciúme de quem cuida ou tem zelo por algo ou alguém.
- “tolerantes em relação a outros deuses”, esses deuses eram criação humana e por isso existiam diversas, para cada povo ter a sua própria divindade, se nenhuma agradasse a um determinado povo, então eles criavam alguma como melhor lhes conviesse.
- A natureza humana é composta de corpo, alma e espírito e esse espírito é proveniente de Deus Gn 2.7, sendo assim ele impulsiona o ser humano a adorar seu Criador, como as pessoas fogem do Criador por se acharem em dívida com Ele, então se apegam a ídolos. RESUMO DA ANTROPOLOGIA CRISTÃ

2.  As ameaças.
- “se trata de máxima comum na literatura semítica”, semítico é tudo aquilo que provem dos povos descendentes de Sem filho de Noé, que deu origem ao povo judeu e árabe. A “máxima comum” que foi citado à essa forma literária onde o autor usa números para representar certos períodos em conexão com o tipo de evento. Ex. quando se quer falar de algo perfeito ou completo se usava o número sete, para falar de provação se usava o número 40, etc. Nã se sabe se essa teoria se apresenta em toda a Bíblia.
- “é contrastar o castigo...com o propósito”, significa fazer uma comparação em contraste, ou seja, mostrar Deus faz mais misericórdia do que castiga seus servos.

3. As promessas.
- “a diferença entre castigo e misericórdia”, professor se você achar interessante pode comentar que Cristo cumpriu na cruz o castigo (por ter morrido pelos pecados) e a misericórdia (por se entregar por nós).
- “chega a mil gerações”, também não pode ser visto de forma matemática, mas como representação do tamanho da misericórdia de Deus, como não se pode medir apenas foi representado.
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3.  O CULTO VERDADEIRO


1. Adoração.
- “também de se prostrar diante dela”, para caso alguém adorasse alguma imagem que outro fez achando que poderia por não ter sido ele que a fez. Isso acontecia no tempo do rei Ezequias quando ele destruiu a serpente de metal que Moisés fizera por ordem de Deus, pois Ezequias entendia que o povo adorava aquele símbolo como uma divindade. 2 Rs 18.4
- Assim como Ezequias entendeu o tipo de idolatria que estava diante do povo, cada um de nós podemos entender que tipos de ídolos nos cercam e quanto da nossa atenção eles tem roubado, para que possamos acabar com eles.

2.  Deus é espírito.
- “O Catecismo Maior de Westminster (1648)”, foi a assembleia reunida nos anos de 1643 a 1649 em Londres, onde foram elaboradas as confissões reformadas. Resultando nos seguintes documentos teológicos: Confissão de Fé e os Catecismos Maior e Breve, que se tornaram os padrões doutrinários aceitos pelos reformadores.
- “diferentemente da matéria”, na verdade isso é apenas mais um atributo que deram a Deus, pois Ele não pode ser quantificado e nem mensurado por entendimento ou concepção humana.
- “que tem Deus como alvo é incompatível com as imagens”, “que tem Deus como alvo”, quer dizer: que almeja ser como Deus, “é incompatível com as imagens”, quer dizer que se algum ídolo tivesse poder semelhante ao de Deus jamais poderia ser representado como uma imagem.

3. Deus é imanente e transcendente.
- “imanência é a forma de relacionamento”, a imanência é a característica dos atributos de Deus que não são comunicáveis ao ser humano: onipresença, onisciência e onipotência. Embora o Senhor não compartilhe desses atributos com nenhum ser, é com eles que o Senhor se relaciona com a criação, ex: como todos poderiam alcançá-lo se não fosse a Sua onipresença?
- “transcende a toda matéria e a tudo o que foi criado”, Ele não tem começo nem fim, não pode ser medido, nem explicado, a única forma de tentar definir Deus é se referindo a Ele como pessoa, atribuindo-lhe características humanas, como “olhos do Senhor”, “a mão de Deus”, “estrado dos Seus pés” etc. Pv 15.3
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4. AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO

1. O que dizem os teólogos católicos romanos?
- “ensinam que a confecção”, quer dizer que devido ao fato de na Bíblia o Senhor ter mandado confeccionar esses itens, então estaria autorizado a confecção e uso de outros objetos para servirem de símbolos.
- Para os teólogos católicos esses símbolos não seriam ídolos, conforme os moldes bíblicos. Muitos católicos adotam a ideia de que os santos católicos não estão acima de Deus e nem de Jesus, mas afirmam que eles conduzem suas petições ao Filho que por Sua vez as leva ao Pai.

2. ensinam que a confecção 
- “O argumento da igreja católica é falacioso”, quer dizer que é apenas uma explicação infundada que não comprova nada.
- “ficavam no lugar santíssimo”, também chamado de o Santo dos Santos, esse local era o mais interior do templo e somente o sumo sacerdote poderia entrar lá uma vez por ano no dia da expiação.
- “serviam como figuras da redenção em Cristo”, por isso houve a ordem para sua construção, somente isso e nada mais. O Senhor permitiu que todos os objetos do passado desaparecessem na história, ninguém sabe o paradeiro de qualquer um deles. Os objetos que hoje seriam utilizados como adoração seriam: A arca de Noé, a cruz, o cálice da ultima ceia (graal), a Arca do Concerto, o corpo de Moisés, e muitos outros. Até mesmo os originais dos livros da Bíblia desapareceram no tempo.

3. O uso de figuras como símbolo de adoração.
- “não se restringem a animais, corpos celestes ou forças da natureza”, existe uma abrangência bem ampla dos ídolos, porém isso é analisado de forma individual. Cada um deve fazer o siso de si mesmo, e identificar se algo em sua vida tira o lugar do Senhor. O trono do Senhor deve estar em nosso coração e mente.
- Agora note esse versículo da citada referência: “A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam.” Salmos 115:8
Esse versículo trás em seu contexto uma maldição, para que todos os que fazem petições e confiam nas imagens-ídolos se tornem como elas são, imóveis, sem expressão, sem voz, sem visão, etc. Muitos dos que adoram essas imagens acabam sofrendo de alguns desses revezes. CONHEÇO HISTÓRIAS REAIS SOBRE ISSO.

4.  Mariolatria.
- “uma posição que a Bíblia não lhe confere”, acreditam que ela estaria na mesma estatura de Cristo, acham que ela tenha sido assunta ao céu e afirmam que ela teria permanecido virgem até sua assunção ao céu.
- “mas ela mesma jamais aceitaria ser cultuada”, a maioria dos santos católicos foram grandes homens de Deus do passado, e jamais aceitaria qualquer adoração ou posição que tirasse a atenção a Cristo e a Sua obra de redenção.
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CONCLUSÃO
- “discernimento para distinguir”, é fazer com entendimento a devida distinção do que é parte de nossa vida e o que ocupa o lugar de Deus em nossa vida.
- “nunca com objetivo de que tais objetos fossem adorados”, não problema em se guardar fotos ou apreciar uma obra de arte em escultura, mas se prostrar, dirigir petições, ou considerar que esses objetos tenham mais importância ou ainda importância igual a de Deus em nossa vida é idolatria.

Marcos André – professor


Boa Aula!

2 comentários:

  1. Muito bom esse comentário da revista CPAD, me ajudou muito e enriqueceu muito mais o conteúdo da revista.
    Sou apenas um instrumentistas na casa de Deus e estou estudando a pouco tempo até que achei esse blog abençoado !!
    Que Deus continue usando sua sabedoria bíblica para passar adiante.

    Ass. Tiago Luiz

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  2. Amém irmão Tiago e eu ainda nem terminei, mas já está saindo o restante aqui. Obrigado por apreciar o trabalho, o Espírito Santo te capacitará ainda mias na obra do Pai.
    Que Cristo te revele mais a cada dia.

    Paz

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