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domingo, 21 de junho de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 12 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2015 - LIÇÃO 12
(Revista: Central Gospel - nº 42)

Tema: UMA ORFÃ MOVIDA PELA CORAGEM

Texto Áureo: Ester 4.14
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição recomendo que vá lendo coma classe as referências do livro de Ester que foram colocadas no tópicos.
- “reinado de Xerxes I”, Xerxes era o rei do império Medo-Persa que havia vencido o império de Babilônia assumindo o controle sobre todo o mundo antigo.
- “a maioria permanecia em terras estranhas”, inclusive no tempo de Jesus havia muitos judeus morando em terras distantes. Eles iam de ano em ano a Jerusalém na ocasião da festa da Páscoa e Pentecostes.
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1. O LIVRO DE ESTER
- “povo distinto e reconhecível”, um povo que não perdeu a sua cultura e sua identidade. A preservação de cultura original de um povo só é possível pelo culto as suas tradições. Os judeus faziam isso mantendo as festas ordenadas pelo Senhor na saída do Egito.
- “evidente separação legal”, se refere a separação entre as duas culturas, considerando os judeus como uma cultura intrusa.

1.1.  Resumo do livro
- “tentativa de destruição da linhagem”, a linhagem de Jesus naquele tempo passava por Zorobabel, mas se fosse permitido o extermínio da raça dos judeus com certeza ele seria também morto. Seria essa então uma estratégia satânica para impedir o surgimento do Messias.

1.2. Cenário e atuação
- “Elão”, foi uma antiga civilização a leste a mesopotâmia.

1.3. Introdução à história bíblica
- “o poder e a riqueza de seu reino”, os reis persas tinham a mania em comum de grandiosidade, gostavam de ostentar poder, talvez como uma forma de intimidação.

1.4. A rainha Vasti
- “ela, porém, negou-se a atender”, o rei passou vergonha na presença de seus convidados, para alguém que queria ostentar força e poder, teve que passar por esse desagradável momento.
- “destituiu Vasti”, se o episódio passasse em branco, Vasti ficaria com uma posição de força em relação a seu marido e como ela era a rainha, isso influenciaria as mulheres de todo o reino.

1.5. A ascensão de Ester
- “o Altíssimo usou aquela situação incomum”, iria chegar o momento em que Ester ajudaria a salvar o seu povo pela sua influencia sobre o rei. Com isso percebemos que foi providencial da parte de Deus ela assumir o papel de rainha. Deus está no controle de tudo, às vezes pensamos que um benção é somente para nós, mas o Senhor nos abençoa para que todo Seu povo possa ser abençoado.

1.6. Mardoqueu o tutor de Ester
- “tutoreava Ester”, quer dizer que ele era o responsável por Ester, por isso ele tinha acesso ao palácio.
- “Mardoqueu denunciou os conspiradores”, Mardoqueu teve a oportunidade de modificar toa a História Antiga. Se Assuero tivesse morrido naquela ocasião, hoje os livros de História teriam outros fatos a serem narrados.
Posteriormente Mardoqueu foi exaltado por esse fato diante de toda a cidade, ninguém precisa correr atrás de reconhecimento, se o Senhor achar que devemos ser reconhecidos, mesmo que nossos feitos tenham sido esquecidos Ele fará voltar a memória.
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2. A CONSPIRAÇÃO DE HAMÃ
- “primeiro ministro”, assim como é hoje, o primeiro ministro tinha muita força, ele aconselhava diretamente o rei.

2.1. Os intentos de Hamã
- “ao lançar o Pur”, o dia ficou conhecido como o dia do pur.
- “persuadido o rei”, com certeza Hamã não deixou o rei a par das consequência que surgiriam se fossem exterminados os judeus de repente daquela forma.

2.2. O dilema de Ester
- “hadassa”, é a versão portuguesa do nome Hadassah, em hebraico, que significa “murta” um arbusto de cheiro agradável, e Ester é a versão portuguesa do nome hebraico Esther que significa “brilhante ou estrela”.  
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3. ESTER LIBERTA OS JUDEUS
- “decidiu arriscar a sua vida”, o rei tinha na sala do trono guardas que poderiam receber ordem para matar alguém caso a visita fosse inconveniente.
- “lhe estendeu o cetro de ouro”, se o rei estendesse o cetro era um sinal para o comandante da guarda não mandar matar o intruso. Parece exagero, mas o rei ara alvo de muitos atentados e a sua guarda ficava de prontidão, se ele não estendesse o cetro o visitante indesejado morreria ali mesmo.

3.1. O primeiro banquete
- ...

3.1.1. A recompensa de Mardoqueu
- “lendo as crônicas reais”, as crônicas eram registros dos atos e acontecimentos do reino, alguém lia para o rei nos momentos de distração nessa ocasião do rei não conseguia dormir.
- “Hamã, sem saber, definiu o honroso destino de Mardoqueu”, Hamã acreditava ser ele que seria abençoado: “E, entrando Hamã, o rei lhe disse: Que se fará ao homem de cuja honra o rei se agrada? Então Hamã disse no seu coração: De quem se agradaria o rei para lhe fazer honra mais do que a mim?” Et 6:6

3.2. O segundo banquete
- ...

3.3. O grande livramento
- “poderiam reunir-se em defesa própria”, Deus prefere um povo guerreiro. Deus fez a parte Dele, agora o povo faria a sua indo para a guerra.

3.4. A festa do Purim
- Purim é plural da palavra pur que significa “sorte” ou sorteio, ficou sendo a festa das sortes ou sorteios.
- As cartas remetidas por Mardoqueu tornaram a festa conhecida e praticada em Israel.
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CONCLUSÃO
- Leia pelo menos duas vezes a referência descrita nessa conclusão, ela serve para todos nós.
- Corrija o questionário e elabore o resumo.

Boa aula!

Marcos André – professor

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