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sexta-feira, 26 de junho de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 13 - Revista da Editora Betel


AULA EM 28 DE JUNHO DE 2015 – LIÇÃO 13
(Revista: Editora Betel)

Tema: Aspectos da vida de Moisés

Texto Áureo: Deuteronômio 34.12
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição comprimente a classe por chegarem ao final do trimestre e na medida do possível ensine como os fatos ensinados podem fazer a diferença nas nossas vidas hoje.
- “as providências divinas são sempre sobrenaturais”, o Senhor é provedor e suas providências não são dentro da possibilidade humana. Ele age quando o homem não pode mais agir.
- “estranhas”, Deus age conhecendo fatos que não sabemos, por isso Ele toma atitudes que estranhamos hoje, mas no futuro entenderemos.
- “somos tentados a sentir-nos desencorajados”, Satanás tenta fazer o ser humano desanimar e parar a sua caminhada.
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1. As qualidades de um homem trabalhado por Deus.

1.1. Um homem de renúncias.
- “a satisfação, o prazer e o status”, esse é o objeto de desejo do hedonismo, existe atualmente um comportamento hedonista na sociedade pós-moderna. O hedonismo é a doutrina moral definida pela busca do prazer como finalidade da vida.
- “Moisés rejeitou tudo que possuía de melhor”, ele fez isso para poder se ajuntar ao povo de Deus e não haveria para ele nenhum retorno financeiro ou compensação. Atualmente encontramos crentes que almejam grandes ganhos no evangelho, precisam aprender com Moisés.
- “porque viu uma maior recompensa”, Moisés com certeza, enquanto esteve em companhia de Joquebede, ouviu as histórias acerca de Abraão, Isaque e Jacó e as guardou e creu, por isso tomou a decisão certa.  Isso é fé, ele acreditou naquilo que ouviu, apesar de não ter visto.

1.2. Um homem de sensibilidade e justiça.
- “o hebreu que estava sendo ferido pelo egípcio”, essa justiça foi movida pelo sentimento de fraternidade, ele defendeu um indefeso que ele considerava seu compatriota. Esse sentimento é comum entre os que se dizem justos.
- “defesa das filhas de Jetro”, aqui ele demonstrou sentimento de justiça pelos indefesos desconhecidos. Esse sentimento já não é comum entre os que se dizem justos, é um nível mais elevado de justiça.
- “quando pediu para ser riscado do livro”, esse é sentimento de justiça pelo rebelde, totalmente incomum e muito raro até mesmo nos melhores homens.
- “Havia em Moisés uma combinação de força e gentileza”, a justiça de Moisés é carregada de misericórdia semelhante a Jesus Cristo, porque se fosse fazer justiça ao pé da letra, os rebeldes teriam perecido, mas em Cristo todos temos uma oportunidade de salvação.
- “fora treinado para a guerra no Egito”, Moisés era um príncipe no Egito, com certeza não foi treinado para liderar homens em combate, mas foi treinado para comandar um país em caso de esforço de guerra, por isso estava em condições de libertar o povo e ser seu legislador.

1.3. A paciência na obscuridade.
- “obscuridade”, se refere ao silêncio de Deus.
- “quarenta anos sem visão, sem revelação”, a provação muitas vezes combate o imediatismo humano, alguns crentes querem que as coisas aconteçam rapidamente em suas vidas, mas precisamos aprender a esperar o tempo de Deus.
- “é se o Senhor ainda conta conosco”, nesses momentos o inimigo tenta lançar dúvidas para abalar a nossa fé. Note que quando Satanás tentou Jesus ele arguiu com perguntas do tipo: “Se tu és o Filho de Deus”.Mateus 4:3
- “Deus não nos usa por um tempo e depois abandona”, esse tipo de conhecimento é alcançado na maturidade Cristã. Depois de um sentimento de culpa a pessoa sente a esperança reacendendo quando ela é buscada pelo Senhor a quem deveria buscar.
- “não nos apaga da história quando erramos”, geralmente a pessoa é que se afasta de Deus devido a vergonha e o sentimento de incapacidade, mas o Senhor está sempre nos esperando retornar.
- “nós mesmos não queremos obter o perdão”, forma generalizada de falar, é que algumas pessoas se afastam por perder a esperança de salvação.
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2. Moisés, um homem de feitos extraordinários.
- “envergonhar a potência dos deuses ali existentes”, a potência dos deuses do Egito não existia em lugar nenhum, a não ser nos corações dos seus adoradores, por isso foi necessário agir na mente deles envergonhando seus deuses em público.

2.1. Trevas palpáveis.
- “as trevas eram tão espessas que eles podiam sentir”, podemos deduzir que não foi possível nem sequer ascender uma lamparina ou qualquer chama.
- “os hebreus reluziam”, a cidade do povo de Deus era separada das demais do Egito, sobre eles não houve efeito dessa praga. Eram duas mensagens distintas ao povo do Egito, a primeira é que Deus tem poder e o deus Rá não tem poder nenhum. A outra é que os que estão sem Deus sofrem as consequências e os que estão com Deus são poupados.  

2.2. O sangue nos umbrais da porta.
- “a noite que ninguém dormiu”, no Egito podemos chegar a conclusão de que uma insônia coletiva, pois em cada casa havia pelo menos um morto. Imagine os gritos de dor em todas as casas avançando pela madrugada.
- “poder do sangue”, se referindo ao poder do sangue de Jesus, pois aquele sangue era o simbolismo do sangue do Cordeiro de Deus que seria derramado na cruz do calvário e que está sobre as casas dos fieis protegendo e guardando suas famílias.
- “foi à meia noite, na hora da paz, do descanso e do silêncio”, isso é um claro exemplo de como será no mundo no período do juízo de Deus, quando ocorrerão os fatos previstos no Apocalipse e nas cartas, apresente a classe esse texto: “Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.” 1 Tessalonicenses 5:3 Dessa forma entendemos que o juízo virá em momento que ninguém espera, como foi no Egito.

2.3. O dedo de Deus.
- “puderam ser reproduzidas pelos magos de Faraó”, o objetivo de reproduzir as pragas era poder dizer que o que Moisés estava fazendo era algo que qualquer um dos deuses do Egito poderia fazer também. A base da obediência que o povo tinha por faraó estava na crença de que ele fosse um semi deus e se o povo deixasse de crer nos deuses do Egito, também não acreditaria nele.
- “Se o dedo de Deus pode fazer isso ao inimigo”, ao que tudo indica, essa afirmação era para faraó entender que eles estava lhe dando com um força muito superior a fim de persuadir faraó a parar de tentar lutar contra ele.
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3. Moisés, apenas um homem.
- “ era um ser humano igual a qualquer um de nós”, Deus poderia ter enviado algum anjo para aquela obra, mas Ele prefere usar o homem. O homem é a coroa da criação de Deus, a quem Satanás odeia, por isso o inimigo é acusador do homem, por isso Deus se agrada em mostrar para o inimigo o que o homem pode fazer, Deus se agrada em dizer para o inimigo: “Observaste tu a meu servo Jó?” Jó 1.8 .
- “que muitas vezes se descontrolou”, Moisés tinha o temperamento fleumático, e uma das características desse temperamento é que ele guarda as insatisfações e explode em um momento que não suporta mais. Por isso Moisés se declara calmo, mas teve seus momentos de descontrole.

3.1. Os descontroles emocionais de Moisés.
- “título de manso não o isentou de perder a linha”, esse título aparece em Números 12.3 e reflete a verdade, ele era de fato calmo, mais devido a seu temperamento ele guardava as afrontas e injustiças dentro de si e liberava de uma vez como abrimos a válvula da panela de pressão quente e o vapor tenta sair com violência.
- “Deus não mandou Moisés matar o egípcio”, Moisés sempre sofreu consequências desagradáveis devido a seus descontroles. No caso da morte do egípcio ele teve que fugir para o deserto.
- “para que |Moisés quebrasse o documento que escreveu”, esse foi outro ato de descontrole de Moisés, e como consequência dessa atitude, Deus mandou que Moisés escrevesse novamente os mandamentos, só que dessa vez Moisés teria que talhar a rocha e lavrar o documento em pedra com suas próprias mãos. Ex 34.1
- “ele ficou de fora da Terra Prometida”, essa foi a consequência desse último descontrole. A ordem de Deus era para todos, por isso Moisés também não foi poupado da consequência.

3.2. O sábio sabe o limite do tempo.
- “Infelizmente, voltar é impossível”, convide os alunos a aproveitarem as oportunidades de fazer o certo hoje. Todavia se alguém pecou podemos recorrer ao advogado. 1 Jo 2.1 O nosso advogado nos livra da condenação, mas a consequência física do nossos erros teremos que suportar. Se alguém exagerou no cartão de crédito, terá de pagar a conta, se adulterou e engravidou alguém terá que arcar com o sustento e se cometeu algum crime terá de responder junto a justiça dos homens.
- “Não podemos desfazer palavras”, diante disso Jesus ordenou que os crentes pratiquem a vigilância. Ele se referia ao cuidado contra o pecado, tanto que em seguida Ele falou que a carne é fraca. Mt 26.41
- “andar mais perto do Senhor”, estar perto de Deus ajuda-nos a manter a vigilância, poucas tentações chegam para os que estão perto de Deus.

3.3. Toda capacitação vem de Deus.
- “A arma que Deus lhe deu foi uma vara”, Deus não dá muitas coisas para usarmos em sua obra para que não pensemos que a vitória veio por essas muitas coisas, mas Ele nos dá pouco para que todos vejam que a Sua mão poderosa operou através de nós.
- “devemos estar no mesmo nível que Ele está”, devemos estar com a mente e o coração conectados na revelação do Pai, com os olhos focados no alvo, crendo que Deus pode fazer o impossível, cheios do Espírito Santo.
- “Tabernáculo”, se certifique de que todos sabem o que era o Tabernáculo.
- “um homem que não se movia sem a revelação de Deus”, para o povo caminhar no deserto eles esperavam a nuvem da Glória de Deus se elevar e então eles cainhavam seguindo a nuvem.
“E guiaste-os de dia por uma coluna de nuvem, e de noite por uma coluna de fogo, para lhes iluminar o caminho por onde haviam de ir.” Ne 9.12
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CONCLUSÃO
- “A unidade da pessoa divina com a humana”, se refere à intimidade entre Deus e Moisés. Essa é a fórmula para o homem e a mulher fazerem grandes coisas na obra de Deus.
- “Como fui com Moisés também serei contigo”, Josué estava receoso diante do grande desafio e talvez estivesse pensando que jamais faria o que Moisés fez. Às vezes tememos não ser usados como Deus usa a outros irmãos, mas o Senhor pode fazer muito mais através de nós. Não precisamos fazer exatamente como o outro irmão fez, devemos fazer como Deus nos orienta a fazer.
- Elabore o resumo e apresente a classe.
- Corrija o questionário em aula.
- Se for possível apresente à classe a revista do próximo trimestre.

Marcos André – professor

Boa Aula!


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