sábado, 27 de junho de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 13 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2015 - LIÇÃO 13
(Revista: Central Gospel - nº 42)

Tema: TEMPO DE RESTAURAÇÃO

Texto Áureo: Neemias 4.17
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição há muito conteúdo, se concentre no mais importante para poder ministrar tudo.
- “liderança do sacerdote Esdras”, Esdras era um sacerdote, que apesar de não ser sumo sacerdote, se destacou pela sua capacidade de liderança, intimidade com Deus, justiça e amor à Palavra do Senhor.
- “copeiro Neemias”, Neemias era copeiro do rei Artaxerxes, uma função de grande honra e status na capital do reino, mas ele decidiu largar tudo para fazer o que o Senhor colocou em seu coração, ele se destacou pela justiça, liderança, estratégia e coragem.
- Houve ainda um grupo que havia retornado primeiro com Zorobabel e já estava em Israel, mas fizeram uma reconstrução somente física do altar e do Templo.
- “reconstrução moral e religiosa”, eles trouxeram a nação a alegria de se estabelecerem em sua terra novamente e a primeira coisa que repararam foi o altar ao Senhor. Ed 3.2
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1. O SEGUNDO E O TERCEIRO RETORNOS DE JUDÁ
- “Esdras encontrou o Templo reconstruído”, Esdras relata no seu livro a reconstrução promovida pelo grupo que retornou com Zorobabel e no capítulo 7 ele narra o seu retorno.
- “restaurar a espiritualidade genuína”, a para isso Esdras os guiou a se afastarem do pecado mandando embora as mulheres estrangeiras.
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2. ESDRAS, O SACERDOTE-ESCRIBA
- “conexões políticas”, por ser um sacerdote e escriba, com certeza o Senhor preparou e abriu algumas portas junto ao rei para que Esdras pudesse ser usado no momento certo.
- “o sacerdote-escriba”, escriba era uma função sacerdotal, eram os homens letrados que tinham a incumbência de redigir documentos, principalmente as cópias dos livros sagrados.

2.1. Sacerdotes e levitas
- “nenhum levita fora achado entre eles”, aqui há uma distinção entre sacerdote e levita, mas não se refere ao levita tocador dos instrumentos e sim aqueles que cuidam do serviço do Templo.
- “convenceu cerca de 40 levitas”, não foi fácil promover a restauração, Esdras teve que fazer um trabalho de propaganda.

2.2. A reforma religiosa
- “racialmente puro”, a ideia não era promover um aparteid racial e sim proteger o povo da comunhão com o pecado, pois isso conduziria o povo ao erro. Cada crente deve tomar cuidado com suas companhias e seus relacionamentos.
- “laços étnicos com povos pagãos”, os povos pagãos tinham uma forte cultura idólatra e isso já havia feito Israel pecar antes.

2.2.1. O livro da Lei
- “primeiro púlpito”, Esdras é um pioneiro no ensino da Palavra, e notamos que o primeiro púlpito não foi feito para pregar e sim para ensinar.
- “explanação de trechos lidos”, a palavra “explanação” aqui está mal colocada, a palavra mais correta é “explicação”, veja:
“ E leram no livro, na lei de Deus; e declarando, e explicando o sentido, faziam que, lendo, se entendesse.”, Ne 8.8 Foi na verdade uma aula, um estudo bíblico expositivo. O objetivo era fazer com que o povo entendesse o que estava escrito. Foi a primeira aula da história.

2.2.2. Jejum e oração
- “oração e contrição”, nessa reforma, o povo tomou consciência de toda a desgraça ocorrida foi devido ao afastamento da Lei e consequente afastamento de Deus.
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3. NEEMIAS, O COPEIRO DO REI
- “oficial de confiança”, nessa função Neemias provava o vinho ou qualquer bebida que se trouxesse ao rei. Se tivesse envenenado o copeiro morreria e a vida do rei seria preservada. O copeiro era um oficial da maior confiança do rei.
- “a fim de que Deus providenciasse uma solução”, de fato foi o Senhor quem providenciou a solução, porque Neemias não foi pedir nada ao rei, ele ficou quieto, mas não conseguia esconder sua tristeza.

3.1. A muralha de Jerusalém
- “presença imponente de tal estrutura”, Jerusalém fica em uma elevação montanhosa, e com aquela muralha ficava quase impossível ser conquistada.
- “encontrava-se exposta”, por isso os vizinhos eram contra a reconstrução da muralha, eles conheciam a história do povo de Deus.

3.2. Oposição e opositores
- “contingente de soldados persas”, havia o perigo de serem assaltados ou serem ameaçados por velhos rivais.
- “lhe davam o direito legal de reconstruir os muros”, somente o império poderia autorizar alguma província construir ou reconstruir muros.
- “medo e indignação”, ninguém ficava satisfeito vendo um povo poderoso reconstruindo uma muralha forte. Isso diminuía o poder e autoridade deles. Assim são todos os que se levantam contra alguém que cresce na empresa ou até mesmo no ministério eclesiástico.

4. OS ANOS DE SILÊNCIO
- “período intertestamentário”, quer dizer, entre testamentos, ou ainda período interbíblico.
- “anos de silêncio”, quer dizer que nesse período Deus não falou por meio de profetas e nem por meio de escrito inspirado.
- “inexistência de documentação canônica”, essa documentação canônica são os livros que fazem parte do Cânon bíblico. Os livros produzidos nesse período são considerados apócrifos, por não serem considerados inspirados.
A palavra apócrifo significa falso ou suspeito.

4.1. O domínio grego (332 a.C. – 167 a.C)
- “sob a liderança de Alexandre Magno”, esse general grego desenvolveu impressionantes técnicas de combate e simplesmente devastou todos os exércitos do mundo conhecido.
- “a língua helênica passou a ser o idioma internacional”, Alexandre o grande, como todo grego, considerava a cultura grega como a melhor e mais bela do mundo, por isso ele e seus generais se esforçavam em helenizar os povos conquistados, construindo bibliotecas e esculturas por onde passavam.

4.2. A independência macabeia (162 a.C. – 63 a.C.)
- “governador selêucida”, o império selêucida surgiu após a morte de Alexandre.
- “programa de helenização”, tinha como objetivo implantar a cultura grega e o culto aos ídolos gregos em Jerusalém.
- “ameaçou a destruir a religião”, a ideia de Epifânio era acabar com o culto a Deus.
- “liderança dos macabeus”, os macabeus foram um exército rebelde que era liderado por Judas Macabeu. Libertou Israel do domínio selêucida.
- A história dos macabeus está relatado nos livros apócrifos I e II Macabeus.

4.3. O domínio romano
- “cedeu espaço ao domínio romano”, os romanos dominaram o mundo assim como Alexandre fizera, porém eles aliaram ao seu poderio militar o aprimoramento da logística e a da política, isso permitiu que eles mantivessem liderança permanente em todas as regiões.
- “ambiente político propício ao advento do Messias”, na Bíblia esse período é chamado de “plenitude dos tempos” Gl 4.4
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CONCLUSÃO
- “o palco pós-exílico”, outro fator que foi excelente para o advento do Messias foi a instituição do ensino bíblico nas sinagogas, isso proporcionou que todos conhecessem as Escrituras e pudessem ser ministrados sobre os feitos do Messias.
- “Hoje, o Israel de Deus”, se refere aos crentes no mundo inteiro.
- Corrija o questionário e elabore o resumo e apresente a nova revista se já tiver em mãos.

Boa aula!


Marcos André – professor

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