terça-feira, 1 de dezembro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 10 - Revista da CPAD - ADULTOS


AULA EM 06 DE DEZEMBRO DE 2015 – LIÇÃO 10
(Revista: CPAD)

Tema: A Origem da Diversidade Cultural da Humanidade

Texto Áureo: Gênesis 9.26,27
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), para esta lição recomendo que você dê uma lida minuciosa em todo o capítulo dez de Gênesis.
- “primeira civilização humana”, se referindo à civilização antes do dilúvio que falava um só idioma, facilitando assim a proliferação da corrupção.
- “os exemplos de Caim e Lameque alastraram-se”, além da facilidade da língua eles tinham também a longevidade, viviam até uns novecentos anos estendo as suas maldades a muitas gerações. Mas o Senhor também cuidou disso reduzindo a expectativa de vida para 120 anos. Gn 6.3
- “Temendo um novo dilúvio”, demonstrando total falta de fé nas palavras do Senhor que afirmara que não enviaria outro dilúvio. Gn 9.11
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I - A TORRE DE BABEL
- “Babel”, significa “confusão”, essa cidade mais tarde veio a se chamar Babilônia, atualmente ficaria no Iraque. Toda a região onde se encontra o Iraque hoje se chamava Mesopotâmia na anitiguidade.

1. O monolinguismo.
- “falava o arameu”, o arameu foi a língua que mais tarde veio a ser chamada de aramaico. Arameus eram os povos que habitavam a região da mesopotâmia após a confusão das línguas.
- “belíssima língua hebreia”, é o hebraico, que ficou notável pelos belos recursos poéticos e variedades de termos.
- “os israelitas voltariam a usar o aramaico”, isso porque os babilônicos falavam essa língua e em setenta anos eles foram influenciados pela cultura linguística desse povo.

2. Uma nova apostasia.
- “por outro, propagava com a mesma rapidez as apostasias”, note como foi fácil para eles se rebelarem devido a facilidade para se comunicarem uns com os outros.
- “misturada ao medo”, medo de um novo dilúvio.
- “cujo cume toque nos céus”, com essas palavras não significa necessariamente que eles quisessem tocar no céu, mas sim que eles queriam uma torre que fosse maior do que qualquer outra existente, (pela arqueologia foram encontradas fundações de outras torres naquela região, as quais eram chamadas de zigurate). O Zigurate de Babilônia foi destruído por Xerxes em 478 a.C. É provável que eles tivessem medo de não dar tempo para construir um barco em caso de um novo dilúvio, por isso eles teriam uma torre já pronta.
- “para que não sejamos espalhados”, a torre também serviria de marco para que ninguém construísse sua casa muito longe dela.

3. Um monumento à soberba humana.
- “buscavam agora concentrar-se num lugar alto e forte”, a velha ideia humana de independência de Deus, de proteger-se por seus próprios meios, eles não sabiam que se o Senhor não guardar a cidade em vão se construirá torres, muros e se colocará sentinelas.
- “edificamos dispendiosas torres, onde a confusão é inevitável”, professor(a), veja se você entendeu a interessantíssima ideia do comentarista: quando não obedecemos a ordem de Jesus para evangelizar, edificamos dispendiosas torres, que seriam “igrejas belas e caras”, onde a confusão é inevitável, ou seja vários crentes que não evangelizam se tornam problemáticos e soberbos dentro das nossas belas igrejas.
- “Cada um fala a sua língua”, pode se entender que cada um busca os seus próprios objetivos.
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II - A CONFUSÃO DE LÍNGUAS

1. Uma cidade à prova d'água.
- “era bastante avançada”, não é qualquer um que constrói uma torre e ainda mais naquele período em que nenhuma ciência havia sido desenvolvida.
- “uma fortaleza impenetrável”, não havia outros povos sobre a Terra, então eles não estavam se preocupando com os inimigos, apenas com outro dilúvio.
- “Deus lhes frustraria os objetivos e cumpriria sua vontade”, às vezes é necessário termos nossas vontades frustradas para fazermos a de Deus.
- “Se houvesse algum dilúvio, escalariam a torre”, nas últimas tsunamis que assolaram o mundo os prédios se sustentaram bem diante da correnteza das águas, mas não se sabe se uma torre daquela suportaria um dilúvio.

2. A torre que Deus não viu.
- “teve de baixar à terra para vê-la”, todos sabemos que o Senhor não precisaria vir para ver o que estava acontecendo, pois ele é onisciente, o fato de o texto afirmar que Ele desceu serve para dar uma linguagem inteligível aos homens. Por outro lado serve também para dar o entendimento de que a torre não chegou nem perto do céu.
- “Senhor não tivesse intervindo”, notamos que o Senhor não estava nem um pouco a fim de ficar destruindo a humanidade toda vez que essa se corrompesse, por isso agora Ele iniciaria Suas intervenções para eleger um povo que carregaria o Seu nome e traria a maior de todas as bênçãos para a humanidade, a Graça do Senhor Jesus Cristo.

3. Quando ninguém mais se entende.
- “na planície de Sinear, o multilinguismo”, na mesopotâmia, onde se encontra o atual Iraque, onde também foi edificado o Jardim do Éden. Onde começou a vida também começou a variedade de línguas. Muitas línguas que existem hoje não surgiram ali, são derivações que foram aparecendo com o tempo. Muitas outras línguas morreram na trajetória da humanidade.
- “descendentes de Noé foram apartando-se uns dos outros”, embora o texto não fale, é provável que na divisão das línguas tenham ficado um mínimo de dois que falassem o mesmo idioma.
- “mais tarde, o hebraico”, comprovando que houve o surgimento de novos idiomas depois de Babel.
- “que Pelegue tenha nascido nesse período (Gn 10.25)”, a referência fala que nos dias de Pelegue a terra se repartiu, segundo os teólogos essa é uma evidência do fenômeno da tectônica de placas, que afirma que a Terra era inicialmente um único continente, ou um supercontinente denominado de Pangeia, conforme o geólogo Alfred Wagener e outros autores. Aos poucos ela foi se separando, é provável que nos dias de Pelegue tenha havido um grande terremoto que tenha acentuado essa divisão ao ponto de ser relatado nos textos bíblicos.
- “Deus permitiu que os idiomas conservassem evidências de um passado, já bastante”, significa dizer que há evidências em todas as línguas existentes no mundo de que tenham surgido de uma mesma raiz etimológica, ou seja, um idioma original, fato esse comprovado através de estudos linguísticos.
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III - A MULTIPLICIDADE LINGUÍSTICA E CULTURAL
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1. Linguísticas.
- “geralmente antagônicos a Deus”, aqueles que são contra Deus, pelos estudos escatológicos essa será uma das ações do anticristo no mundo, ele tentará reinar sobre todos os povos.
- “Homens como Stalin e Hitler teriam certamente dominado toda a terra”, algumas coisas que parecem ruins na verdade foram enviadas para se evitar um mal muito maior. O Senhor estava cuidando da humanidade, como cuida de nós e às vezes é necessário nos fechar algumas portas.

2. Culturais.
- “uma cultura e costumes bem característicos”,  cultura aqui significa o conjunto de elementos que caracterizam um povo incluindo o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos dos indivíduos.
- “Estado totalitário mundial”, estado totalitário é aquele que concentra em seu poder todos os aspectos da vida pública, regulando sobre tudo e todos.
- “reinará absoluto por apenas 42 meses”, quer dizer que nem o anticristo conseguirá se manter no poder por muito tempo.  

3. Geográficas.
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CONCLUSÃO
- “não impediu a proclamação do Evangelho”, isso porque a ordem de sair por todo o mundo, não era só para aqueles apóstolos que a ouviram da boca de Jesus, mas permanece registrado na Bíblia para todos o que aceitam a Cristo como Salvador. Se somente os primeiros discípulos saíssem a pregar eles não conseguiriam pelas barreiras culturais e geográficas.
Elabore o resumo e apresente aos seus alunos.
Marcos André – professor

Boa Aula!

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