sábado, 26 de dezembro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 13 - Revista da CPAD - ADULTOS


AULA EM 27 DE DEZEMBRO DE 2015 – LIÇÃO 13
(Revista: CPAD)

Tema: José, a Realidade de Um Sonho

Texto Áureo: Gênesis 41.38
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição comece parabenizando a classe pela chegada ao final do trimestre, em especial aos que conseguiram assistir a maioria das aulas.
- “começou com um sonho”, muitos hoje falam dos sonhos de José, mas convém lembrar que os sonhos dele foram dados por Deus.
- “do sonho à realidade”, ensine que sempre existirá um caminho entre os sonhos e a realidade. Nessa estrada vamos adquirir as experiências para vivermos as realizações dos nossos sonhos.
- “José soube esperar com paciência”, na verdade José nunca imaginou que um dia ele seria governador do Egito.
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I - A HISTÓRIA DE JOSÉ
- “amigo de Deus”, esse é um título que foi dado a Abraão e é referenciado na carta do apóstolo Tiago. Tg 2.23

1. Filho da afeição.
- “a esposa amada de Jacó”, Jacó teve quatro esposas de quem lhe saíram os doze filhos da promessa, mas Raquel foi o seu grande amor, isso gerava ciúmes nas outras e não foi diferente com os filhos, pois José era um filho preferencial.  
- Podemos notar que José tinha uma atenção especial de Jacó e isso fez a diferença na sua vida adulta, pois ele conseguiu absorver a fé de seu pai e de seu avô.

2. Filho da decisão.
- “firme atitude diante de Labão, seu sogro”, Jacó trabalhava num regime de exploração na casa de Labão por amor de sua esposa Raquel, mas com o nascimento de José ele chegou a conclusão de que nada o prendia àquele lugar.
- “mexeu com a alma do patriarca”, conhecemos histórias de filhos que mudam completamente a vida dos pais, esse foi um caso semelhante.
- “à casa de Isaque, seu pai”, retornar à terra da promessa. Jacó era extremamente ligado às promessas feitas por Deus à Abraão e Isaque.

3. Filho dos sonhos.
- “relata o primeiro deles aos irmãos”, sabemos que isso se constitui em um erro, relatar algo dado por Deus para aqueles que não tem a mesmo visão. Porém sabemos que José não tinha nenhum experiência nisso.
- “terás domínio sobre nós”, esse sonho e o segundo foram realizados quando toda a família de Jacó e seus irmãos foram para o Egito e viveram sobre o governo de José.
- “Por causa disso, seus irmãos vieram a odiá-lo”, foi um ódio em silêncio, José provavelmente não sabia do grande rancor que havia no coração dos seus irmãos, pois se José soubesse, jamais seria pego de surpresa no campo. Infelizmente nunca sabemos o que se passa na cabeça daqueles que nos invejam.
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II - UM ESCRAVO CHAMADO JOSÉ

1.  O preço de um jovem.
- “cotação do mercado para a compra de um escravo”, o preço era de trinta ciclos de prata. Esse valor foi definido pela Lei, que só surgiria 450 anos mais tarde, a referência não é válida aqui.
 No entanto os irmãos de José queriam se livrar do problema e por isso ofereceram um valor baixo para um escravo.
- “pessoas socialmente aviltantes”, pessoas que dão vergonha, que causam desonra.

2. A pureza de um jovem.
- “tudo o que o jovem hebreu punha-se a fazer prosperava”, note que essa prosperidade não era para o homem de Deus, mas para Potifar, apenas a honra ia para José e não observamos José reclamando por isso. Existem situações que precisamos nos contentar somente com a honra e não com o bem material.
Deus.
- “José,...guiava-se por uma ética superior”, essa ética ele trazia da casa de seus pais, mesmo longe dos olhos de seus pais ele continua seguindo a ética que aprendeu.
- “Os Dez Mandamentos ainda não haviam sido decretados”, embora os judeus ainda não tivessem a Lei eles seguiam muitos dos preceitos da Lei. Essa é uma obra do Espírito Santo.

3. A prisão de um jovem.
- “deixou-lhes as vestes nas mãos, e fugiu nu”, a nudez era algo muito vergonhoso para um hebreu, mas ele preferiu a vergonha de estar nu diante das pessoas que a vergonha se estar em pecado diante de Deus.
- “é capaz de semelhante reação”, atualmente vemos crentes caindo facilmente caindo pelo pecado da lascívia e sensualidade, hoje falta muito esse revestimento da graça.
- “a fim de salvar as aparências”, parece que Potifar não queria escândalos envolvendo sua casa e por isso abafa o caso mandando José para a prisão em vez de mandar executá-lo.
- “entrega-lhe o cuidado dos outros presos”, dentro do cárcere José era um auxiliar do carcereiro. Nesse caso sobressaiu a honra de José e a confiança.
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III - UM LUGAR DE REFÚGIO PARA ISRAEL

1. O intérprete de sonhos.
- “interpretou-os fidedignamente”, interpretou com fidelidade, não inventou e nem usou artimanha para agradar. José deu até a data em que ocorreria a realização.
- “o padeiro-mor, enforcado”, José teve que dar uma interpretação ruim para um deles. Atualmente existem pessoas que omitem o que há de ruim para falar em um visão ou revelação de Deus.
- “atribuía este poder não a si, mas ao Senhor”, os que honram ao Senhor são honrados pelo Senhor. Nisso o seu ministério era parecido com o de Daniel, pois Daniel também atribuía o poder de interpretar sonhos a Deus. Hoje alguns crentes que possuem dons, como o de curar por exemplo, alegam que só em suas igrejas ocorrem curas, como se o dom fosse deles.

2. Um economista de excelência.
- “entregou-lhe também um plano econômico”, com esse plano José mostrou conhecimento administrativo e econômico que o fez entrar para o governo.
- “entre os quais, os hebreus”, note que a ida de José para o Egito já começava a fazer sentido.
- “imediatamente José como governador do Egito”, em um sistema democrático Faraó teria um série de dificuldades para colocar José como governador.

3. O salvador de seu povo.
- “Não somente perdoou as ofensas”, José tinha condições de se vingar de seus irmãos, mas decidiu perdoar a todos.
- “como interpretar as adversidades”, ele entendeu que havia um motivo para tudo aquilo ter acontecido.
- “para conservar vossa sucessão na terra”, para que a família dele não fosse apagada da terra pela fome. José soube que tudo era providência de Deus, até mesmo as adversidades.
- “instala seus familiares na terra de Gósen”, uma terra na região fértil do delta do Nilo, que pertencia ao Egito.
- “uma grande e poderosa nação”, o poder dos hebreus estava na quantidade de homens em condições de irem para a guerra.
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CONCLUSÃO
- “em bênçãos e livramentos”, algumas vezes o Senhor permite a adversidade para nos mostrar o Seu poder.
- “sonhos que nos dá o Senhor”, alguns crentes abandonam seus próprios sonhos e seguem aqueles que Deus lhes deu, outros permanecem nos sonhos antigos e deixam os de Deus de lado.
Elabore o resumo e apresente aos seus alunos.
Marcos André – professor

Boa Aula!

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