terça-feira, 8 de dezembro de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 11 - Revista da CPAD - ADULTOS


AULA EM 13 DE DEZEMBRO DE 2015 – LIÇÃO 11
(Revista: CPAD)

Tema: Melquisedeque Abençoa Abraão

Texto Áureo: Gênesis 14.19
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição faça a comparação entre a fé de Abraão e a nossa, ressalte as semelhanças. Foi uma fé em um Deus invisível, que creu numa promessa e se moveu de seu lugar em direção a uma terra prometida que seria mostrada por Deus.
- “nem biografia possui”, quer dizer que não tem nada escrito sobre ele ou sobre sua vida e obra.
- “sacerdote do Deus Altíssimo”, de cara, chame a atenção dos alunos para o fato de existir um sacerdócio fora do povo judeu que naquela época não existia ainda como nação.
- “Se a história é pequena, a teologia é grande”, quer dizer que o conhecimento teológico acerca de Melquisedeque é maior do que se narra da vida dele. A teologia fala sobre uma ordem sacerdotal diferente da mais conhecida que é a de Arão.
- “na antiga Jerusalém”, vemos que Jerusalém já existia, ainda que não fosse de posse dos judeus, notamos também que Deus já tinha uma obra com essa cidade.
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I - MELQUISEDEQUE, REI DE SALÉM

1. Rei de Jerusalém.
- “rei de justiça”, interessante, um rei de justiça num reino de paz, é o que Deus quer para o Seu povo. Deus quer que cada pessoa tenha em Sua presença, a paz e a justiça.
- “difundir o conhecimento divino”, um sacerdócio divino no mundo serve para que a humanidade tenha o conhecimento do seu Criador. Por isso dizemos hoje que somos sacerdotes do Senhor, para levar o conhecimento de Deus ao mundo e de Sua obra em favor do ser humano.

2. Sacerdote do Deus Altíssimo.
- “a receber o título de sacerdote”, o sacerdócio de Arão somente seria instituído séculos mais tarde. Sacerdote é aquele que intercede pelo povo junto a Deus.
- “cuja continuidade era assegurada hereditariamente”, quer dizer que o sacerdócio passava de pai para filho. No caso de Arão ele era o sumo sacerdote, que é um cargo de liderança sacerdotal, geralmente era passado pela primogenitura.
- “o de Melquisedeque é eterno”, semelhante à Jesus que tem um sacerdócio eterno.
- “Com um único sacrifício”, mais uma semelhança com Jesus. Por isso dizemos que Melquisedeque é uma figura de Cristo, ou tipo de Cristo.

3. Figura de Jesus.
- “Jesus tem uma genealogia que, em Mateus”, Jesus vem de uma genealogia, pois ela termina nele, já que ele não teve filhos. A genealogia narrada por Mateus vai até Jesus, pois foi escrito para os judeus e era preciso passar o conhecimento de um Jesus filho de Abraão e o Messias prometido.
- “em Lucas, vai até ao próprio Deus”, Lucas era mais pesquisador que Mateus e sua obra foi escrita para os gregos, por isso havia a ideia de apresentar Jesus como o homem perfeito descendente do próprio Deus.
- “Moisés foi inspirado a não registrar-lhe”, sabemos que Moisés recebeu as histórias do Antigo Testamento para poder narrar no livro de Gênesis, mas foi o Espírito Santo quem deu a inspiração do que deveria ou não ser registrado.
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II - ABRAÃO, O GENTIO
- “tão gentio quanto eu e você”, gentio significa estrangeiro, o termo foi usado para designar aquele que não pertencia ao povo judeu. Aqui Abraão é chamado de gentio porque ele fazia parte de um povo que não conhecia a Deus.

1. O pai da nação hebraica.
- “através da qual pudesse redimir a humanidade”, uma nação através da qual Ele traria a Lei que seria uma preparação para a vinda do Salvador do mundo.
- “Abraão era semita”, ou seja, descendente de Sem.
- “era testemunhar ao mundo acerca do amor, da justiça e da Palavra”, Jesus veio com a missão de transmiti ao mundo essa mensagem chamada de Evangelho, para que todos os povos da Terra saibam que existe um Deus no céu trabalhando em salvar a humanidade.

2. O pai dos crentes.
- “o gentio Abraão creu”, creu em um Deus invisível do qual não há nenhuma imagem de escultura ou representação física. Abraão creu numa promessa e seguiu um caminho.
- “um homem justo e perfeito”, se refere a um nível de perfeição aceitável, não aquele que imaginamos de alguém sem pecado como era Jesus. Abraão era um homem imperfeito que tinha uma fé perfeita.
- “creem em Deus, à semelhança de Abraão”, quer dizer que acreditam num Deus invisível e seguem uma promessa, e não o abandonam nos momentos em que não ouvem a Sua voz.
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III - A OCASIÃO DA BÊNÇÃO
- “formar um exército para libertar o sobrinho”, note que o referido exército era minúsculo, dando a entender que Deus deu o livramento.

1. Objetivo da visita.
- “com os dízimos de seus bens pessoais”, Abraão demonstra uma honra a Deus, ele não deu daquilo que teria conseguido com facilidade, mas deu do que ele considerava o melhor.
- “Verdadeira adoração e serviço”, adoração por ele estar honrando um homem de Deus como representante do Senhor, isso é honrar ao Senhor. O serviço é por ele estar cooperando para a obra de Deus naquela cidade.

2. A autoridade de Melquisedeque.
- “não podia ser interrompido pela morte, pois é eterno”, ainda que Melquisedeque viesse a morrer o seu sacerdócio permaneceria, pois é eterno.
- “que haveria de ser exercido por Cristo”, Jesus não recebeu o cargo de Melquisedeque, como acontecia com o sacerdócio da ordem de Arão. Jesus apenas recebeu o sacerdócio daquela mesma ordem.

3. A simbologia da visita.
- “simbologia da morte de Jesus Cristo”, simbolizando os elementos da Santa Ceia, simbolizando Jesus trazendo ao Seu povo (Igreja) o pão (Seu corpo) e o vinho (Seu sangue).
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CONCLUSÃO
- “fomos alcançados com a bênção de Melquisedeque”, a benção do sacerdote eterno.
- “temos um Advogado para com o Pai”, não somos perfeitos no sentido literal da palavra, por isso precisamos de um advogado, o nosso Senhor. Mas é importante ficarmos atentos, pois em breve Ele será promovido a juiz. Jo 5.22, Ap 20.11-15.
Elabore o resumo e apresente aos seus alunos.
Marcos André – professor

Boa Aula!

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