sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 7 - Revista da Editora Betel


AULA EM 14 DE FEVEREIRO DE 2016 – LIÇÃO 7
(Revista: Editora Betel)

Tema: Cultivando o Diálogo, a renúncia e a tolerância

Texto Áureo: Provérbios 1.2
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição procure direcionar para o casal cristão, ainda que a lição em muitos momentos se refira a todos os casais. O professor deve adaptar a aula para à necessidade de sua congregação.
- “compreensão do que o outro pensa e sente”, isso quer dizer que produz conhecimento sobre o outro, leva a intimidade.
- “não se pode agir sempre como se gostaria”, essa é uma verdade que quando a pessoa entende ela passa a renunciar coisas em benefício próprio e a buscar aquilo que é de interesse do casal e da família.
- “sentimento de que todos falham”, quando se entende isso passamos a tolerar o nosso conjugue, tolerar suas falhas e inconstâncias.
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1. A eficácia do diálogo na comunicação
- “Sem um transmissor”, transmissor é aquele que fala num diálogo.
- “receptor”, é aquele que ouve no diálogo, quer dizer que no diálogo a pessoa reveza entre receptor e transmissor.
- “O monólogo não é suficiente para duas pessoas”, em alguns casamentos ocorrem o monólogo, quando um fala e outro ouve, mas não escuta, parece até não estar presente.
- “várias formas de comunicação”, sinais, gestos e até mesmo um olhar pode comunicar algo, mas nada supera o diálogo.
- “quem tem uma boa comunicação se sobressai”, quem sabe se comunicar pode conseguir boas oportunidades na vida e tem mais chance de ter um bom casamento.

1.1. Ouvir e falar no momento certo 
- “desarma o silêncio diabólico”, é o silêncio que prejudica o casal, que os afasta um do outro. Um bom diálogo pode acabar com esse mal.
- “se renova o compromisso”, quando o casal conversa a relação fica em dia, eles se sentem mais próximos e mais unidos.
- “tempo de falar e tempo de ficar calado”, esse é o diálogo perfeito, as brigas ocorrem quando os dois querem falar e disputar quem está certo e provar que o outro está errado.

1.2. Promover a edificação
- “de forma clara e objetiva”, sem meias palavras, enigmas, dissimulação, fingimento, teatrinho, piadinhas e outros recursos daqueles que não sabem conversar.
- “edificação”, é a solidificação das bases do casamento.
- “o que ela está pensando nem as suas necessidades”, se o conjugue não souber isso, como será possível ajudar, como poderá se aproximar, muitos casamentos se acabam quando as pessoas brigam e se fecham, impedido a reconciliação.
- “coisas passadas que fizeram mal ao casal deve ser evitado”, coisas como discussões anteriores, suspeitas de infidelidade, ou até mesmo uma infidelidade, mas da qual já tenha havido um concerto, são casos que alguns conjugues trazem a tona por muito tempo nas discussões futuras.   

1.3. Verdade, educação e respeito
- “ocorrer com verdade”, o casal não pode dar lugar a mentira, pois uma mentirinha leva a uma mentir maior e assim por diante.
- “um vício na comunicação”, muitas pessoas a tratam como coisa sem importância e se acostumam a ela, ficando incapazes de conversar sem proferir algumas mentiras.
- “Não pense que a verdade irá ferir”, professor, talvez nem todos os alunos concordem com isso, mas é necessário ensinar que a verdade vale muito mais para um casal. Ainda que ela doa um pouco, mas é necessária.
- “transmitida com amor e com educação e respeito”, deve-se escolher o momento adequado e a forma de falar.
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2. A vida é marcada por renúncias
- “renuncie-se a si mesmo”, renuncie a suas próprias vontades.
- “negociar com o nosso conjugue”, isso para que seja feito debaixo de um acordo mútuo entre o casal. Se não conseguir o acordo, então é melhor renunciar.

2.1. O fortalecimento da harmonia
- “renúncia de posições radicais”, há ocasiões em que um dos conjugues não concorda com um procedimento ou uma opinião, nesse caso é bom reavaliar a sua posição, pois talvez a posição foi afirmada com poucas informações ou com um ponto de vista diferente. Cada um deve rever seus conceitos sobre algo que divide o casal.
- “se esvaziar de si mesmo”, se esvaziar de opiniões particulares, de ponto de vista próprio e modo de pensar individualista.
- “trabalhar em benefício da união”, para isso o individualismo deve cair, pois os dois são uma só carne.
- “forma grosseira, agressiva e ignorante de tratar”, muitos não medem as palavras que saem da boca, ferem as pessoas e acreditam estarem corretas. Muitos casamentos se acabam devido a anos de acúmulos de ofensas e desrespeito nas palavras.

2.2. Um dever para os casados
- “abrir mão do individual em benefício do mútuo”, pensar mais naquilo que é benéfico para o casal e para a família. Quando os casados não fazem isso, aumenta-se a possibilidade de brigas e até de separação.
- “saindo a hora que bem quer”, deve haver sempre acordo e o conjugue deve estar a par do que ocorre com o outro.
- “quando tinha liberdade de fazer o que queria”, como afirma Luiz de Camões sobre o amor: “é querer estar preso por vontade”.
- “para se tomar uma decisão inteligente”, nesse caso a decisão inteligente é deixar as amizades incompatíveis com o casal e fortalecer aqueles que colaboram com a edificação do casamento.

2.3. Deve partir dos dois lados
- “que a renúncia tenha pista dupla”, quer dizer que quando um observa a renúncia do outro deve também renunciar, e se o outro não renunciar, o mais consciente deve dar o primeiro passo.
- “não pode agir com machismo”, o machismo é a ideia de que o macho tem sempre a prioridade, que está sempre a frente e que é melhor em tudo relegando a mulher a inferioridade. Alguns com esse pensamento prejudicam o casamento com ideias radicais e decisões unilaterais.
- “dando honra à mulher, como vaso mais frágil”, dando importância a ela, protegendo, cuidando e zelando pelo seu bem estar.
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3. A tolerância requer paciência
- “aceitar o cônjugue com a sua personalidade”, isso porque não há no mundo duas pessoas iguais, temos personalidades diferentes.
- “É suportar as imperfeições”, serve a mesma explicação, pois não há no mundo ninguém perfeito. Todos cometem erros. O mais comum é as pessoas imperfeitas exigirem perfeição dos outros, isso porque se julgam perfeitas ou melhores.
- “esperar crescer e adquirir maturidade”, o conjugue não deve esperar que o outro demonstre maturidade com apenas dois, três ou quatro anos de casado, isso é um processo gradativo que pode ser mais rápido ou mais lento dependendo de cada um.
- “estágios probatórios para o casamento”, quer dizer que os noivos ou namorados devem provar o outro para decidir se é o caso casar ou não.
- “conviver com algumas situações”, uma delas é conjugue professar uma outra religião ou não professar religião nenhuma, ter vícios ou não abrir mão de certas coisas prejudiciais que fazia antes, isso deveria ser visto antes de casar, agora é necessário suportar.

3.1. Tolerar as tradições do cônjuge
- “tradições que envolvem a família”, são costumes antigos que surgiram desde o tempo da infância, ainda na casa dos pais e o conjugue deve entender isso e aceitar desde que não fira o respeito à família e a Palavra de Deus.
- “passaram de geração para geração”, eram costumes dos avós que os pais faziam, e que agora o conjugue faz. Um exemplo disso pode ser o almoço de família no dia das mães, o amigo oculto do natal ou uma visita anual a algum lugar importante para a família.
- “muitos preservam as comidas típicas”, às vezes o conjugue vem de famílias de região de interior ou descendente de imigrantes e possuem comidas totalmente diferentes do outro.
3.2. Tolerar as limitações do cônjugue
- “depois não conseguimos mais avançar”, cada um tem uma estrutura, e pode ou não suportar situações que outros não suportam.
- “mais longe nos estudos”, quem tiver maior grau de estudo deve ter o cuidado de não desmerecer o outro intelectualmente. O conjugue é quem ajuda a outro a conquistar e a manter o status que alcançou.

3.3. Tolerar as imperfeições do cônjugue
- “um cacoete”, é uma mania ou vício corporal que parece estranho e às vezes incomoda o conjugue.
- “ajudá-lo a corrigir as falhas com amor e respeito”, ocorrem ocasiões em que o conjugue é impaciente com o outro, tentando corrigir forçadamente usando de arrogância nas palavras.
- “temos um defeito que ela não tem”, é importante cada um atentar primeiro em seu próprio defeito e pedir a ajuda do conjugue, pois assim ele poderá aceitar a ajuda quando lhe for oferecido.
- “Nunca podemos pensar que somos perfeitos”, na verdade todos tem a consciência de que não é perfeito, mas alguns acreditam ser melhores do que os outros.

CONCLUSÃO
- “cultivar atitudes”, fazer coisas, não ficar somente nas palavras, organizar eventos, como almoço, jantar, passeios, etc.
- “diálogo”, um almoço em família num restaurante é um ótimo lugar para conversar com a família. Deve se evitar o uso de redes sociais durante esse tipo de evento.
- Faça o resumo e corrija o questionário.

Marcos André – professor

Boa Aula!

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2 comentários:

  1. DIALOGO RENUNCIA E TOLERANCIA

    Não existe um manual de regras que garanta um bom relacionamento no casamento, cada casal tem a sua própria personalidade, portanto nem sempre o que dar certo no meu casamento dará certo no casamento de outra pessoa. É muito comum as pessoas às vezes posarem como exemplo perfeito, achando que se as outras pessoas agirem como eles agem serão tão felizes como eles são, mas as coisas não são tão simples assim. Nessa lição de amanhã da nossa EBD iremos estudar sobre este tripé; conversa, renuncia e tolerância, no meu ponto de vista são bases fundamentais para uma boa convivência, pois casamento é conviver, e logo vem a questão; como posso conviver com uma pessoa se eu não consigo desempenhar uma conversação? Em um dialogo não teremos as soluções completas para tudo, mas muitos problemas poderão ser resolvidos em uma simples conversa franca.
    Renuncia, a ordem do casamento já começa com uma sentença de renuncia: ...deixará pai e mãe, se moço e a moça não estiverem dispostos renunciar seus modus vivendi de solteiros estão fadados a terem um casamento fracassado.
    Tolerância, antônimo de tolerância é intransigência, tem muitos coisas que as vezes temos que engolir a seco, no casamento o homem não pode ser aquela pessoa truculenta achando que é o dono da esposa e nem a mulher de maneira alguma pode se portar como a Jezabel em que ela fala e o broco se cala. Como pode se perceber os três pontos se complementam um ao outro.
    MAIS DETALHE SOBRE ESTE ASSUNTO AMANHÃ NA EBD

    ABRAÇO A TODOS.
    IRMÃO EVALDO

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    1. Ufa!, graça a Deus consegui dar uma parada pra respirar. Foi um final de semana atarefado, mas sei que terei a recompensa eterna.
      Obrigado por mais esse comentário meu querido amigo!

      Deus te abençoe e te guarde!

      Paz.

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