terça-feira, 26 de abril de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 5 - Revista da CPAD - ADULTOS


AULA EM 1º DE MAIO DE 2016 – LIÇÃO 5
(Revista: CPAD)

Tema: A MARAVILHOSA GRAÇA
Texto Áureo: Romanos 6.14
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição busque atentar nas coisas práticas que podemos aprender do conteúdo. Coisas que serve para o dia-a-dia dos alunos.
- “mas o que significava isso na prática?”, como vivemos com isso? O que isso altera na vida da pessoa que recebe essa justificação.
- “não procurou filosofar”, Paulo não tenta usar termos que ressalte a teologia e o conhecimento, mas ele fala o que interessa ao ser humano de forma objetiva e clara.
- “abolindo o domínio do pecado”, os que não estão em Cristo vivem como escravos, não conseguindo abandonar práticas que sabem ser prejudicial.
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I - OS INIMIGOS DA GRAÇA

1. Antinomismo.
- “método de diatribe”, como foi explicado em outras aulas é o método da exposição por diálogo, onde parece que o escritor está conversando com o leitor.
- “antinomistas”, são os que professam o antinomianismo que é a crença de que não há leis morais que Deus espera que os cristãos obedeçam. A afirmação dos antinomistas é que Jesus teria cumprido toda a Lei por nós e por isso não teríamos mais obrigações de cumprir nenhuma lei moral.

2. Paulo não aceita e não confirma o antinomismo.
- “a graça não impõe limite algum”, essa é a ilusão de liberdade dos antinomistas, acreditam que são livres para fazer o que querem, inclusive pecar.
- “ser socialmente aceito até mesmo dentro das igrejas”, esses pensamentos liberais tem estado na cabeça de muitos irmãos, que passam a viver uma vida cristã semelhante ao mundo. Atualmente a santidade é mais pregada do que praticada.
- “"vestido" de uma roupagem espiritual”, passando a impressão de que é algo de Deus.
- “ser relativista quando se utiliza da expressão "não tem nada a ver"”, o relativista acredita que as verdades fundamentais da Palavra de Deus são relativas, dependendo do momento e da situação. Essa expressão “não tem nada a ver”, é muito usada por muitos irmãos que buscam pretexto para fazerem o que é errado. Na verdade eles não são antinomistas declarados, mas praticam o antinomismo.

3. Legalismo.
- “o judeu legalista”, e o judeu que vive pela Lei, na época de Paulo eram todos os judeus não salvos pelo evangelho, o problema é que alguns sendo salvos, não se adaptavam à graça e não a aceitavam nos cristão, tentavam impor os rituais da Lei a todos. Paulo sempre os contradizia.
- “não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça?”, essa é uma pergunta retórica de Paulo para combater a teoria antinomista, de que Jesus cumpriu a Lei por nós e por isso podemos pecar a vontade.
- “levaria o legalista a argumentar”, se Paulo não esclarece esse ponto ele seria logo acusado de pregar contra a Lei.
- “o judaísmo associou com o Decálogo”, o decálogo são os Dez Mandamentos, nas tradições do judaísmo, esses dez mandamentos receberam incrementos, o caso mais evidente é o do mandamento de guardar o sábado, as tradições judaicas acrescentaram tantas coisas que uma pessoa ficava impedido de carregar qualquer objeto na mão.
- “Os legalistas criaram como desdobramento da lei 613 preceitos”, isso não é um erro gritante, pois esses preceitos foram retirados da Lei de Moisés.
- “o cristão não ficou sem parâmetros espirituais”, a Lei de Moisés é a base da Graça de Cristo, pois essa só foi possível com aquela. Jesus veio salvar aquele que a Lei condenou, logo, se não houvesse Lei, não haveria condenação e também não haveria Graça. Por isso Paulo afirma que a Lei é boa. 1 Tm 1.8
- “mesmo sem se submeter à letra da Lei de Moisés”, com a Graça de Cristo o crente não se submete à letra da Lei, mas guarda seus parâmetros morais.
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II - A VITÓRIA DA GRAÇA

1. A graça destrói o domínio do pecado.
- “reinou desde que entrou no mundo”, entrou no mundo com a Queda do homem e reinou porque domina o ser humano.
- “dominou também os que estavam sob sua égide”, quer dizer que o pecado dominou tanto os de fora da Lei como os de dentro da Lei, pois até os que estavam sob a égide da Lei pecavam.
- “que não sirvamos mais ao pecado”, o que Paulo quer dizer é que nossa nova natureza não é dominada pelo pecado, ainda que pequemos esse pecado não nos controla, pois Cristo nos libertou.
- “esse tirano foi destronado”, ele foi expulso do trono que tinha na vida das pessoas, atualmente só é dominado pelo pecado quem não recebe Jesus como salvador, porque só Jesus é capaz de tirar o pecado do trono da vida de cada um.
- “dom inefável”, inefável é aquilo que não se pode explicar com palavras, aqui está se referindo à Graça, pois só se pode entendê-la se vivenciá-la.

2. A graça destrói o reinado da morte.
- “caracterizaram-se pela morte”, devemos sempre considerar dois tipos de morte, a morte física e a morte espiritual. Tanto uma como outra é consequência do pecado. Nem sempre vem a morte física para os que estão sob o domínio do pecado, porém a morte espiritual é certa.
- “o salário do pecado é a morte”, quer dizer que a morte é o pagamento para todos os que se deixam dominar pelo pecado.

3. A graça e os efeitos do pecado.
- “nas catástrofes naturais”, enchentes, quedas de barragens, desequilíbrio ambiental são frutos da corrupção e da ganância humana.
- “destruiu seu principal trunfo - o poder sobre a morte”, quer dizer que o pecado tinha poder de matar, mas com a graça de Cristo esse poder não pertence ao pecado. Hoje nós cometemos pecado, mas não somos dominados pelo pecado e nem ele pode nos matar. Ainda hoje existem pessoas morrendo pela ação do pecado, mas isso ocorre porque rejeitaram a Graça de Jesus.
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III - OS FRUTOS DA GRAÇA

1. A graça liberta.
- “tendes o vosso fruto para santificação”, essa passagem é uma exortação aos que foram libertos, para que produzam frutos para a santificação. Pois desde aquela época já se lutava contra o evangelho teórico sem prática de devoção.
- “quem comete pecado é escravo do pecado”, essa passagem não deve ser entendida ao pé da letra, pois nem todos os que pecam são escravos de fato, veja:
“Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” 1 Jo 1.10
Devemos entender que o texto de Jo 8.34 está falando daqueles que aceitam pecar, que não estão buscando forças em Cristo para se libertar do pecado.
- “o escravo não possuía domínio sobre o seu arbítrio”, quer dizer que o pecador não manda em si mesmo.
- “o "pecado não terá domínio sobre nós”, o crente liberto consegue resistir às tentações do pecado, não fica preso, isso é liberdade do pecado.

2. Exigências da graça.
- “vós considerai-vos como mortos para o pecado”, essa é uma exigência da Graça. Precisamos atendê-la e nos afastar do local onde o pecado exerce domínio. O crente que está sempre próximo ao pecado acaba se afeiçoando a ele.  

3. A graça santifica.
- “justificação”, essa justificação reconcilia a pessoa com Deus, tornando-a justa diante de Deus. Quando erramos com alguém passamos a estar em dívida com essa pessoa, precisamos nos justificar com ela e às vezes nossas palavras não são suficientes para nos justificar, então é necessário que outra pessoa interceda por nós ou pague a nossa dívida. Assim fez Cristo com a sua morte na cruz.
- “nos separou para Deus”, passamos a não ser mais do mundo, apesar de estarmos nele.
- “é conhecido como santificação posicional”, quer dizer que assumimos a posição de sermos salvos em Cristo.
- “Essa é a graça progressiva”, é a santificação que vai operando progressivamente em nós.
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CONCLUSÃO
- “viver segundo a recomendação de Tito”, na verdade devemos dizer: “segundo a recomendação que Paulo fez a Tito”, pois esse é uma carta que Paulo escreve à Tito.
- Faça um resumo e passe com os alunos.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Marcos André – professor
Boa Aula!

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