sábado, 30 de julho de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 5 - Revista Betel


AULA EM 31 DE JULHO DE 2016 – LIÇÃO 5
(Revista: Editora Betel)

Tema: O Ministério de Jesus Cristo na Região da Galileia

Texto Áureo: Mateus 4.18
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição procure mostrar aos alunos como fazer discípulos, usando o ensinamento de Jesus.
- “Jesus saindo do anonimato de uma carpintaria”, Jesus saindo do período de preparação, assim é o anonimato, um período de preparação para o chamado que o Senhor tem para cada um de nós.
- “até tornar-se extremamente popular”, e extremamente perigoso também, pois não tem como falar as verdades que Ele falava e não se tornar ameaçador. 
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1. O início do ministério público de Jesus
- “e com uma mensagem clara”, ninguém deve sair para uma tarefa com dúvidas no coração de qual é a obra que o Senhor tem para ele ou ela.

1.1. Jesus volta para a Galileia.
- “era governada por Herodes Ântipas”, esse Herodes Antipas era filho de Herodes, o grande, ele assumiu a Galiléia e a Peréia depois da morte de Herodes seu pai.
- “e judeus mistos”, eram estrangeiros que converteram ao judaísmo ou judeus que nasceram em outros países e foram morar em Israel tendo assim duas nacionalidades.
- “a Galileia das nações”, ou Galileia dos gentios como aparece em algumas versões inclusive na King James.
- “o Seu testemunho não foi aceito lá”, devido a incredulidade por causa de ele ter crescido ali. Quem viu a pessoa desde de criança tem mais dificuldade de aceitar quando Deus o usa para coisas grandes, essa é uma verdade factual.

1.2. A pregação de Jesus.
- “região considerada de trevas”, essa era a opinião dos judeus, eles a consideravam assim, os judeus de Jerusalém sempre discriminavam os de outras regiões, principalmente aquelas habitadas por povos mistos.
- “anunciou um novo dia por meio de Sua pregação”, era o começo de um novo tempo, um tempo de aceitação, de mudança da condenados para salvos em Cristo, de excluídos para incluídos.
- “veem de fato uma luz e se voltam para Deus”, até hoje ocorre dessa forma, os muitos se voltam para Jesus quando veem a luz no fim do túnel, quando estão na adversidade e observam que em Cristo há esperança.
- “e senso de urgência”, a nossa pregação segue esse modelo, damos o senso de urgência devido a iminente volta de Jesus.

1.3. Jesus e Sua equipe.
- “estar atento a possíveis discípulos”, Jesus é o modelo de liderança e nos ensina que devemos buscar pessoas para  nos ajudar nas obras que o Senhor colocou em nossas mãos.
- “procura de meros seguidores ou simpatizantes”, alguns crentes hoje querem ser apenas isso, por não dar muitos trabalho, não se comprometer muito, querem ser seguidores e não discípulos de Cristo.
- “aqueles que comporiam a Sua equipe de enviados”, Jesus iria para o Pai e enviaria o Espírito Santo, então a responsabilidade de anunciar o Reino ficaria com aquela equipe.
- “intelectuais ou pessoas de grande projeção”, apesar de não serem de grande projeção, havia alguns de elevada cultura, pois Evangelho é uma mensagem que deve atingir todas as classes, por isso necessita de indivíduos de variados níveis de educação, por isso Jesus reuniu um grupo de homens de variadas condições culturais, não eram pessoas da elite, mas haviam discípulos de conhecimento para falar à elite.  
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2.  Jesus chama ao discipulado
- “precisava de uma equipe que pudesse reproduzir a Sua mensagem”, a ideia era separar alguém para dar continuidade à obra e não somente isso, mas preparar outros discípulos.

2.1. O chamado.
- “conexão que Ele fazia daquele ambiente com a Sua missão”, Jesus usava os elementos do ambiente para ministrar, fazia analogias e contava parábolas do dia a dia deles.
- “viu nelas a mensagem do Reino”, os discípulos de hoje devem usar de estratégias semelhantes as de Jesus por serem extremamente eficazes.
- “ao treinamento de uma pescaria celestial”, professor(a), nesse momento você pode falar para a sua classe, que eles foram chamados a essa grande pesca e que o Senhor espera de cada um deles que se entregue totalmente e de uma vez por todas a essa importante missão.
- “morrem quando apanhados”, todos os peixes morrem do mesmo jeito, mas os que são apanhados e tratados são uteis para o alimento e os que não são cuidados apodrecem e para nada servem. As pessoas ganhas para Cristo ou morrem para o mundo e vivem para o Reino ou acabam não sendo cuidadas por igrejas que não tem compromisso com o Evangelho e apodrecem espiritualmente não servindo para mais nada. FORTE!

2.2. Os homens chamados ao discipulado.
- “chamou dois pares de pescadores”, se referindo a Pedro e André, irmãos de sangue, chamados em Mt 4.18
- “Deus vê em nós coisas boas”, o Senhor nos fez e sabe que cada ser humano, por mais dificuldade que tenha, pode ser grande nas mãos do Senhor, e nós nos julgamos sempre incapazes e por isso não acreditamos que poderemos faz coisas grandes.
- “Jesus estivera com os quatro pescadores antes”, isso explica o porque de eles atender prontamente ao chamado do Senhor, pois a semente já estava plantada em seus corações.
2.3. O preço do discipulado.
- “o seu sustento diário”, eles tinham uma difícil a tomar, ou ficar com o negocia da pesca e viver uma vida normal ou trabalhar para o Reino viver uma novidade de vida.
- “experimentaram a mensagem, o poder e a santidade”, embora eles não sabiam exatamente o que os esperava, eles sabiam que era algo grande e sublime. Assim muitos recebem a Jesus abandonando coisas essenciais em suas vidas, trocando por coisas do Reino.
- “questionaram o que receberiam em troca”, o interessante foi que a resposta de Jesus foi uma promessa de recompensa no Reino de Deus e não na Terra. Hoje uma resposta dessa frustraria muitas pessoas.
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3. As faces do ministério de Jesus
- “chamando outras pessoas para compor Sua equipe”, além dos doze Jesus tinha muitos outros, quase uns setenta.

3.1. Ministério da pregação e ensino.
- “desenvolveu um trabalho itinerante”, ministério que não é fixo ou que gira em torno de uma região.
- “ministério da Palavra através da pregação e ensino”, Jesus não fazia distinção entre pregação e ensino, Ele sempre estava ensinando, sempre ministrando para um ou para muitos.
- “instruía os Seus ouvintes”, naquela época não havia microfone e a preocupação de Cristo era em que as pessoas aprendessem verdades sobre o Pai e o Reino que eles não sabiam.

3.2. Ministério de cura e libertação.
- “as curas aconteciam”, eram os sinais que confirmavam a fé do povo, onde tem fé ocorre milagres,
- “resultado da palavra da fé ensinada e pregada”, Jesus ensinou que os sinais seguiriam aos que cressem no evangelho Mc 16.17, por entendemos que a operação de milagres está associada à pregação e ensino da Palavra de Deus.
- “coisa que ora causava admiração, espanto”, nem nas histórias que eles ouviam sobre os profetas do passado aconteciam tais maravilhas em larga escala.

3.3. A fama de Jesus em Seu ministério.
- “traziam os seus enfermos para serem curados”, a fama de Jesus correu longe devido às curas que realizava, dessa forma os que querem entrar no ministério de ensino devem saber que ele não atrairá muitas pessoas.
- “Decápolis”, era um conjunto de dez cidades.

CONCLUSÃO
- “raiz de uma terra seca para os religiosos”, raiz é a parte da planta que realiza a captação de água e nutrientes para seus frutos, dessa forma a raiz era a esperança de vida para a planta.
- “nem formosura por causa de Sua origem”, isso era porque eles julgavam Jesus por terem visto ele como carpinteiro aprendiz de José.  
- Faça o resumo e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. Quem era o governador da Galileia?
R: Herodes Ântipas (Mt 14.1).

2. Como Mateus descreve a Galileia daqueles dias?
R: Como região de trevas (Mt 4.16).

3. O que significa Cafarnaum?
R: Vila de Conforto ou vila de Naum (Mt 4.21).

4. Quem era o pai de Tiago e João?
R: Zebedeu (Mt 4.13).

5. Qual foi a orientação de Jesus para os Seus discípulos?
R: Que não saíssem dos termos de Israel (Mt 10.6).

Marcos André – professor

Boa Aula!

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