quinta-feira, 28 de julho de 2016

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 5 - Revista CPAD - ADULTOS


AULA EM 31 DE JULHO DE 2016 – LIÇÃO 5
(Revista: CPAD)

Tema: A Evangelização Urbana e suas Estratégias

Texto Áureo: Mateus 11.1
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), para esta lição é bom você ter em mente as técnicas para a evangelização em áreas urbanas.
- “estratégias a serem usadas na evangelização”, as estratégias atuais para a evangelização nas cidades foram extraídas das Escrituras, porém elas são interpretadas das ações de Cristo com seus discípulos.
- “desafios enfrentados pelo evangelista nessas áreas”, se referindo à função específica de evangelista, que vai organizar os trabalhos de evangelismo na localidade da igreja.
- “resultará na difusão integral”, difusão é a propagação, ainda que o evangelismo não ganhe muitas almas para Cristo é importante que seja difundido no mundo.
- “discipulado”, é o ensinamento da Palavra, uma forma de manter as almas ganhas no Reino de Deus.
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I - ESTRATÉGIAS URBANAS DE EVANGELISMO

1. A estratégia de Jonas.
- “traçou uma estratégia simples”, a estratégia era a abordagem coletiva direta, ele saiu gritando pelas ruas principais.
- “Ele usou as vias principais da capital”, havia uma tradição de que os habitantes de Nínive acreditavam que surgiria um profeta de Deus vindo do mar e isso foi o que ajudou a aceitação da mensagem. Deus havia preparado esse ambiente.
- “evangelização de uma área urbana”, sabemos que Jonas foi sozinho, porém a situação dele era algo especial, não é recomendável evangelizar sozinho, Jesus enviou de dois em dois. Lc 10.1

2. A estratégia do Pentecostes.
- “israelitas de todas as partes do mundo”, o povo israelita havia sido espalhado por várias nações desde a época do cativeiro e quando fala de “todas as partes do mundo” se refere ao mundo conhecido naquela época que era somente Ásia e partes da Europa.
- “levaram a semente do Evangelho”, aproveitaram o ajuntamento de pessoas de várias partes, isso pode ocorrer durantes festas renomadas em alguns lugares do país.
- “eventos esportivos, artísticos e culturais”, as Olimpíadas do Rio de Janeiro é uma boa oportunidade para isso.
- “falantes de outros idiomas”, pode se treinar a abordagem simples nos idiomas mais conhecidos como o espanhol e o inglês.

3. A estratégia dos pioneiros.
- “Daniel Berg e Gunnar Vingren”, esses foram os dois missionários suecos que foram impactados pelo movimento pentecostal nos Estados Unidos e forma os pioneiros do pentecostalismo no nosso país.
- “escolheram a cidade de Belém, no Pará”, escolheram essa cidade por orientação do Espírito Santo em sonhos, se dependesse de qualquer pessoa seria escolhido o Rio de Janeiro ou São Paulo.
- “ore e estude detalhadamente a região”, eles também se esforçaram no aprendizado do idioma português, uma vez que nenhum dos dois sabia falar o nosso idioma.
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II - OS DESAFIOS DA EVANGELIZAÇÃO URBANA

1. Incredulidade e perseguição.
- “falsos obreiros anunciam um falso evangelho”, algumas pessoas veem no evangelho a oportunidade de ganhar dinheiro e usam isso com muita eficiência.
- “mercenários”, são os que estão na igreja somente a fim de ganhar dinheiro.
- “mensagem da cruz precisa ser pregada”, devido aos interesses mercenários, a mensagem da cruz tem sido substituída por outras de auto ajuda, prosperidade ou triunfalismo.
- “na virtude do Espírito Santo”, não com ferramentas humanas, como a eloquência, persuasão ou profundo conhecimento, mas pela revelação do Espírito Santo através da pregação de uma mensagem revelada.

2. Enfermos.
- “tomadas de enfermos e doentes terminais”, além de viciados, mendigos e outros tipos de enfermidades psicossomáticas.
- “funeral do filho único de uma viúva”, nessa ocasião Jesus ressuscitou o filho da viúva e salvou ela de se tornar uma pedinte, pois aquele filho era a garantia que ela tinha de sustento.
- “desenvolver capelanias hospitalares”, a operação de milagres e maravilhas é uma ferramenta da evangelização. A Igreja não pode ficar somente no campo da formalidade social.

3. Endemoninhados.
- “casos difíceis de possessão demoníaca”, conforme a Palavra alerta que existem castas de demônios que só são expulsos com jejum e oração Mt 17.21 e outros que são legiões de demônios.
- “jejuar e ter uma vida santa”, houveram diversas ocasiões em que os demônios envergonharam os servos de Deus por não estarem com a vida no altar, uma dessas ocasiões está registrada na Palavra de Deus At 19.15
- “não pode fazer da libertação dos oprimidos um espetáculo”, se referindo às ocasiões em que os ministros ficam conversando com os espíritos e fazendo perguntas sem necessidade.
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III - COMO FAZER EVANGELISMO URBANO

1. Treinamento da equipe.
- “já podia contar com uma equipe”, ninguém consegue fazer nada sozinho, é necessário que os líderes busquem no povo de Deus pessoas aptas para o trabalho de evangelização.
- “Acompanhava-os, também, Lucas”, esse Lucas foi o autor do livro de Atos, por isso a obra missionária com Paulo ficou tão conhecida, mas outras frentes missionárias existiam com Marcos, Barnabé e Apolo.
- “Filipos, a Tessalônica e a Bereia”, foram as primeiras cidades da Europa a serem evangelizadas.
- “por intermédio de outros obreiros”, com isso entendemos que a obra de Deus não é exclusiva de uns, mas todos podem ser usados. Uns semeiam e outros regam, mas é Deus dá o crescimento.

2. Estabelecimento de postos-chave.
- “Paulo buscava uma sinagoga”, em cada cidade sempre havia uma comunidade judaica que mantinha a tradição de leitura e estudo das Escrituras no dia do sábado.
- “de onde iniciava a proclamação do Evangelho”, Paulo tinha a facilidade para falar aos judeus e a partir daí poderia evangelizar também os gentios.
- “Pode ser a casa de um crente”, ao se chegar num local distante é interessante se apresentar a alguma família cristã ou igreja existente, para dar início à evangelização.

3. Acompanhamento do trabalho.
- “como responsável para cuidar dos novos convertidos”, era exatamente dessa forma que Paulo trabalhava e sempre ele organizava visitas a igreja estabelecida.
- “até que amadureçam o suficiente”, existem pastores que não investem no amadurecimento dos irmãos, não querem que eles aprendam a caminhar por si só, mas esperam que sejam sempre dependentes deles.
- “Fortaleça-os na fé, na graça e no conhecimento”, esse discipulado é atividade da evangelização,
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CONCLUSÃO
- “personalizadas”, que tenha a personalidade da zona urbana a ser atingida.
- Faça uma revisão da aula com os alunos.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Respostas:
  
Qual a estratégia de Jonas?
O profeta não dispunha de tempo para percorrer toda Nínive, por isso, traçou uma estratégia simples, porém eficaz: “E começou Jonas a entrar pela cidade caminho de um dia, e pregava, e dizia: Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida” (Jn 3.4).

Fale sobre a estratégia do Pentecostes.
E, quando da descida do Espírito Santo, eles ouviram a mensagem da cruz em sua própria língua. Ao retornarem aos seus lugares de origem, levaram a semente do Evangelho que, mais tarde, germinaria congregações e igrejas.

Qual a estratégia adotada por Daniel Berg e Gunnar Vingren?
Orientados pelo Espírito Santo, Daniel Berg e Gunnar Vingren escolheram a cidade de Belém, no Pará, como ponto de partida para a sua missão no Brasil.

Quais os desafios da evangelização urbana?
Incredulidade, perseguição, enfermos, endemoninhados.

Que providências podem tornar bem-sucedida a evangelização urbana?
Treinamento da equipe, estabelecimento de postos-chave e acompanhamento do trabalho.

Pr Marcos André – professor

Boa Aula!

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