sábado, 6 de agosto de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 6 - Revista Betel


AULA EM 7 DE AGOSTO DE 2016 – LIÇÃO 6
(Revista: Editora Betel)

Tema: As bem-aventuranças do Reino de Deus

Texto Áureo: Mateus 5.1
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição procure analisar os aspectos práticos das bem aventuranças, como elas se aplicam na nossa vida diária. Os alunos terão interessa na aula se observarem a aplicabilidade da lição.
- “permanente da perfeita satisfação”, seria um estado de felicidade espiritual.
- “pelos súditos do Reino”, são aqueles que tem Jesus como o seu rei, como o Senhor de suas vidas, pois Jesus veio salvar a todos e muitos aceitam essa salvação, mas não querem recebê-lo como rei.
- “precisam aprender dEle como serem felizes”, as bem aventuranças são praticas de vida diária que muitos não praticam acreditando que podem ignorar e vivem uma vida cristã sem aproveitar a felicidade verdadeira.
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1. A descrição das bem-aventuranças
- “e de nos realizarmos como súditos do Reino”, aqueles que praticam as bem aventuranças estão cumprindo as recomendações do Rei e por isso são identificados como súditos do Reino.

1.1. A primeira tríade das bem aventuranças.
- “humildes de espírito”, espírito aqui se refere a “ânimo” são os que possuem um ânimo humilde, não se refere à estilo de vida pobre.
- “e não os soberbos desse mundo”, para deixar claro que ser humilde de espírito não significa baixar a cabeça para os soberbos desse mundo como alguns pensam.
- “os que choram, não por tristeza comum”, se lermos dentro do nosso contexto vamos entender que se refere a qualquer tipo de tristeza, porém no contexto judaico da época de Cristo havia um grande lamento pelo reino de Israel que estava sob domínio de Roma, entendia que era um choro pelo povo de Deus.
- “capazes de manterem a força da paciência”, nos tempos atuais essa paciência tem um significado maior, pois o mundo está cheio de violência e impaciência.

1.2. A segunda tríade das bem-aventuranças.
- “fome e sede de justiça”, é o servo de Deus que quer fazer o que é certo e não passa a mão por cima, não favorece ninguém, não julgam com parcialidade e não aceitam propina.
- “deve ser tão forte como a fome”, quando alguém sente fome não se distrai e não se sente a vontade enquanto não se alimenta.
- “não insensíveis à miséria alheia”, a palavra misericórdia significa numa interpretação mais etimológica, “cordialidade com o miserável”, é ter compaixão com os que sofrem.
- “cultivam internamente o temor a Deus”, que possuem o temor de Deus no coração, que não se mostra ter temor, mas o tem de verdade na alma.
- “terão uma visão beatífica”, a promessa é de que verão a Deus.

1.3. A terceira tríade das bem-aventuranças.
- “preferem a paz do que a uma “boa demanda””, demanda aqui é solicitação ou exigência, algo que defendemos e por isso discutimos e debatemos e fazemos guerras.
- “maturidade suficiente para reconciliar inimigos”, os que buscam a paz e a reconciliação, esses tem maturidade para saberem que é mais proveitoso abrir mão de um orgulho ou uma demanda para se manter a paz do que prosseguir na guerra e perder boas amizades ou dividir grandes ministérios.
- “participantes da natureza divina”, assim são os filhos, ou seja, de mesma natureza dos pais, mesmo DNA, mesma essência. Os pacificadores acalmam uma contenda entre irmãos, apaziguam enquanto outros colocam lenha na fogueira, pois querem ver o circo pegar fogo, esses talvez sejam filhos do diabo.
- “sofrem perseguição por causa da justiça”, é a justiça divina de fazer o que é certo, o que é integro, o que é correto, esses são rechaçados e boicotados até mesmo em algumas igrejas, pois buscam a justiça de Deus.
- “perseguição por amor a Cristo”, são os que se declaram servos de Cristo diante do mundo e por isso não são aceitos. Isso ocorre muitas vezes quando um crente defende sua fé em Cristo na escola ou no trabalho. 
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2.  De quem são as bem-aventuranças?

2.1. Dos que pertencem ao Reino dos Céus.
- “é estar dentro ou fora do Reino”, na situação não se pode considerar meio dentro ou meio fora, deve se definir por uma posição, ou dentro ou fora.
- “aspecto presente e porvir do Reino de Deus”, esse é o aspecto tempo, pois não basta estar dentro, mas também se manter dentro.
- “dentro do Reino pelo novo nascimento e obediência”, o novo nascimento atende o aspecto situação, porque mostra a posição da pessoa, nasceu de novo e a obediência atende o aspecto tempo, pois mantém a pessoa no Reino.
- “Qual a sua situação em relação ao Reino de Deus?”, essa pergunta deve ser feita aos alunos e deixe que eles respondam, convide-os a olharem para si mesmos.

2.2. Os Dos que cultivam as virtudes do Reino.
- “poderiam ser consideradas como fraquezas”, essa visão é atual e mundana, pois no sistema mundano os fortes são os que demonstram fortaleza sobre as emoções, porém no Reino de Deus as atitudes falam mais alto, ainda que sejam com contrição e choro.
- “nunca entenderá as coisas do Espírito”, é um ônus para se seguir a fé, passamos como fracos e somos tachados de bobos.
- “porém ele as chama de fruto do Espírito”, podemos considerar dessa forma, pois só pelo Espírito conseguiremos praticar essas bem aventuranças.

2.3. Dos que sofrem pela justiça e por Cristo.
- “que Jesus fala não abre mão do sofrimento”, nenhum cristão deve achar que a vida com Cristo é de plena felicidade, haverá lutas e muitas dificuldades, pois o Senhor nos capacita a sermos lutadores.
- “idolatra a soberba e a autossuficiência”,  a soberba é a pessoa achar que é melhor do outra e a autossuficiência é não depender de ninguém, porém aprendemos com o Senhor que não somos melhor do que ninguém e somos inteiramente dependentes de Deus.
- “oposição velada”, é a oposição que ninguém declara fazer, mas que é feita de forma disfarçada.
- “o mundo se afastou de tal maneira de Deus”, no mundo opera a competitividade, a devassidão e o racionalismo de tal forma que seguir as bem aventuranças é ir na contra-mão da sociedade atual.
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3. Os porquês das bem-aventuranças.
- “são seguidas de oito porquês”, sendo nove bem-aventuranças uma delas ficou sem o “porque”, foi a ultimo que recebeu um mandamento ao invés de uma explicação.

3.1. As promessas aos felizes.
- “comunhão, da presença de Deus”, estar em comunhão com Deus é motivo de estar em paz, a pessoa se sente melhor ao fazer a vontade do Pai.
- “tornando essa pessoa um cristão nominal”, é um cristão só de nome, ou que se diz cristão, mas na realidade não tem uma fé que opera essas obras das bem-aventuranças.
- “tem um constante sentimento auspicioso”,

3.2. A alegria da esperança dos felizes.
- “sentimento que este passivamente torna-se recebedor”, quer é um sentimento que somente a pessoa pede a Deus e recebe sem que faça nada para consegui-lo.
- “Exultai e alegrai-vos”, é passado como um mandamento para os filhos de Deus diante da calúnia.
- “nem todos compreendem e obedecem esta palavra”, é necessário maturidade cristã para se entender e cumprir isso e isso nem todos possuem, aliás para todas as bem-aventuranças é necessário maturidade.
- “cheios de autopiedade”, é a pessoa se achar a mais sofredora, a mais perseguida e mais injustiçada.

3.3. O resultado da identidade dos felizes.
- “uma identidade de filhos de Deus”, o mundo faz um juízo inconsciente dos servos de Cristo. Por mais que nos persigam e que falem mal de nós, no fundo eles sabem que estamos no caminho certos e quando erramos eles logo nos apontam como falsos crentes, se sabem o que é falso é porque conhecem o verdadeiro.
- “os tornam parecidos com o Pai celestial”, os que seguem essas palavras de Jesus é confundido com Ele e todos saberão que é Seu discípulo.
- “brilharmos diante dos infiéis com boas obras”, existem religiões em que seus líderes mandam matar os infiéis, mas Jesus mandou demonstrarmos boas obras para eles.

CONCLUSÃO
- “quanto um compromisso ético”, um compromisso daqueles professam serem filhos de Deus, se todos seguirem essas orientações a igreja será um local agradável para todos.
- Faça o resumo e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. O que significa bem-aventurança?
R: Felicidade profunda (Mt 5.1-12).

2. O que a mentalidade natural nunca entenderá?
R: As coisas do Espírito (1Co 2.14).

3. De quem são as bem-aventuranças?
R: Dos que pertencem ao Reino dos Céus; dos que cultivam as virtudes do Reino; dos que sofrem pela justiça e por Cristo (Jo 1.12).

4. Quantos são os porquês das bem-aventuranças?
R: Oito porquês (Mt 5.1-12).

5. A alegria de Cristo em nós é resultado de quê?
R: De uma escolha, cultivo e obediência (Mt 5.12).

Marcos André – professor

Boa Aula!

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