quinta-feira, 11 de agosto de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio para a Lição 7 - Revista Betel


AULA EM 14 DE AGOSTO DE 2016 – LIÇÃO 7
(Revista: Editora Betel)

Tema: Jesus Incentiva a Prática da Vida Devocional

Texto Áureo: Hebreus 12.11
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição se aprofunde nas práticas devocionais que a lição está relatando para que possa ensinar com convicção.
- “práticas devocionais”, comece perguntando aos alunos: o que são as práticas devocionais? Ouça as respostas e veja se são parecidas com essa: são práticas que mostram nossa devoção a Deus, veja se os alunos sabem quais são essas práticas, são elas, a oração, jejum, a leitura da Palavra, a caridade, o evangelismo etc.
__________________________________________
1. A respeito do dar esmolas.
- “ela deve ser endereçada a Deus”, significa a pessoa fazer pelo pobre como se tivesse fazendo por Deus.

1.1. Um ato feito ocultamente.
- “primeira prática da piedade judaica”, essa prática era incentivada na Lei e a Igreja de Jesus herdou isso do judaísmo, praticando largamente em Jerusalém nos primeiros anos da igreja primitiva.
- “aposentadoria ou plano assistencial”, não havia no mundo o conceito de estado protetor do cidadão como existe hoje, por isso não havia programas sociais para proteção dessas classes.
- “na porta do templo de Jerusalém”, os pobres viam nos religiosos a oportunidade de ajuda. Na época a Igreja convidava essas pessoas a deixarem as ruas e entrarem para a comunidade cristã, que os acolhiam e os integravam a um novo povo.

1.2. O ato de “ser visto pelos homens”.
- “visando glorificação humana”, é impressionante como depois de milhares de anos que os evangelhos foram escritos, ainda alguns irmãos se comportem como esses religiosos.
- “recebermos o louvor por aqui”, se refere à pessoa ser parabenizada, aplaudida, elogiada pelos atos devocionais que fez.
- “tem uma conta bancária em que ajunta os seus tesouros”, fazendo alusão ao tesouro ajuntado no céu que Jesus recomendou. 

1.3. Como dar esmolas.
- “regulamentou como fazê-lo”, regulamentar é fazer constar no regulamento.
- “não procure recebe-la tão depressa”, atualmente existem os que fazem tudo visando um benefício material.
- “querem ser vistos por todos”, muitos são os que buscam isso e com o advento das redes sociais isso ficou mais fácil ainda.
- “motivação correta”, ao estar fazendo pelo reino de Deus e pelas almas, essa é a motivação correta.
_____________________________________________
2. A respeito da oração

2.1. Orar a Deus e para Deus.
- “sejam como representações teatrais”, Jesus se referia às orações feitas em públicos para se amostrar, isso serve para as orações com palavras bonitas e pré-fabricadas que alguns crentes insistem em fazer.
- “será destituída de galardão nos céus”, as recompensas que receberemos após o arrebatamento da Igreja são chamadas de galardões, para aqueles que usam de hipocrisia hoje será perdido o galardão.
- “entrar no nosso aposento e ali derramarmos nossas súplicas”, é uma oração particular e de intimidade, não que as orações feitas na igreja são condenadas, mas a oração em particular leva à intimidade.

2.2. Orar a Deus sem vãs repetições.
- “uma expressão clara da alma”, a oração deve ser como uma conversa com o nosso melhor amigo, por isso devemos expor nossa alma para o Senhor, contar os segredos.
- “Os pagãos presumiam”, se refere aos povos gregos, alguns judaizantes imitavam a forma de orar deles. Sabemos que no catolicismo existem orações prontas que os praticantes fazem repetidamente, mas de acordo com esse alerta de Cristo isso não é correto.
- “convenceriam a divindade”, se referindo às divindades para as quais os gregos oravam.
- “nada impede que se ore e se repita um mesmo assunto”, fazer a mesmo petição a Deus não é falta de fé, falta de fé é não fazer nenhum petição.

2.3. Como orar eficazmente.
- “esboço do conteúdo daquilo que devemos orar”, quer dizer que devemos tê-la como modelo para as nossas orações.
- “Santificado seja o teu nome”, também mostra que devemos honrar nome de Deus diante de todos.  
- “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade”, pode se entender assim: “Venha o teu reino”, mostra que devemos receber e aceitar o governo de Deus sobre a nossa vida, e “seja feita a tua vontade” mostra que devemos ter obediência ao Senhor, aceitar o que Ele quer e não o que queremos fazer.
- “uma petição pela alimentação”, não somente isso, mas é uma declaração da dependência de Deus pelo que é mais básico e insubstituível na nossa vida que é o alimento.
- “como perdoamos os nossos semelhantes”, é uma condicionante e Jesus convidando o seu povo a aceitar e até pedir essa condicionante do perdão de Deus, cada um deve pedir “Pai só me perdoe se eu tiver perdoado o meu irmão!”
- “E não nos induzas a tentação”, declarando que nossa vida está nas mãos do Senhor e por isso as tentações vem pela permissão Dele.
________________________________________
3.  A respeito do perdão e do jejum

3.1. A importância do perdão na oração.
- “precisará do perdão do seu próximo”, não quer dizer, porém, que estamos atrelado ao nosso próximo, mas que estamos atrelado à nossa conduta para com o nosso próximo, dessa forma devemos fazer a nossa parte buscando o perdão.
- “caso perdoemos do íntimo o nosso ofensor”, são dois lados, perdoar ao ofensor e pedir perdão a quem nós ofendemos, isso é concerto, devemos nos concertar com o próximo.

3.2. O que evitar no jejum.
- “a aparência de que jejua”, é o mesmo que evitar a demonstração de espiritualidade através do jejum, vivemos em um tempo onde as pessoas gostam de demonstrar e alguns tentam demonstrar espiritualidade, parecendo que jejuam.
- “Aqueles atores buscam palmas”, já não bastasse tantas heresias nas igrejas atualmente, ainda aparecem os hipócritas religiosos que gostam de demonstrar que são mais espirituais do que os demais.

3.3. O jejum eficaz.
- “o jejum é uma arma secreta”, o jejum altera o interior do servo de Cristo, mortificando sua carne e elevando sua força espiritual, e como arma secreta deve ser usado secretamente.
- “tristeza pelo pecado, ou preparo para maiores desafios”, não há uma regra básica para o jejum apenas sabemos que ele deve ser para a dedicação total num propósito específico.

CONCLUSÃO
- “nos ensina usando contrastes”, o contraste é a mostrar algo para que se apareça o seu oposto, pode ser mostrar o mal para que demonstre o bem.
- “mostra a forma errada e a certa”, Jesus apontou o erro dos fariseus para ensinar a forma correta de fazer.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. Segundo a lição, qual era a primeira prática da piedade judaica?
R: Dar esmolas (Mt 6.1).

2. O que significa “ser vistos pelos homens”?
R: A prática de exercícios espirituais visando glorificação humana (Mt 6.2).

3. O que presumiam os pagãos com as vãs repetições?
R: Presumiam que seriam ouvidos (Mt 6.7).

4. O “Pai nosso” é um esboço de quê?
R: Do conteúdo daquilo que devemos orar (Mt 6.9-13).

5. O que se deve evitar no jejum?
R: Evitar a aparência de que se jejua (Mt 6.17).

Marcos André – professor

Boa Aula!

SE VOCÊ QUER AJUDAR ESSA OBRA, ENTÃO CLIQUE NO ANÚNCIO ABAIXO!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Todos os comentários estão liberados, dessa forma o seu comentário será publicado direto no CLUBE DA TEOLOGIA.
Porém se ele for abusivo ou usar palavras de baixo calão será removido.