sábado, 15 de outubro de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇOS - Subsídio da Lição 3


AULA EM 16 DE OUTUBRO DE 2016 – LIÇÃO 3
(Revista: Editora Betel)

Tema: A música e a adoração 

Texto Áureo: Sl 9.2
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição
- “É sua transcendência”, é quando ele passa ou tem contato com o plano espiritual ou outra dimensão. Quando alguém passa do plano físico para outro plano qualquer, então se diz que ele transcendeu.
- “metafísico”, é aquilo que está além da física, que no nosso caso é o campo espiritual.
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1. A música e sua relação com o sagrado
- “conscientes desse poder, usamos a música para manipular sentimentos e emoções”, se refere ao fato de uma canção com sua letra causar efeitos nas pessoas, que as levam a terem desejo de se prostituírem, de adulterarem, de usarem drogas, etc..

1.1. A presença da música no culto.
- “Desde as mais remotas épocas e culturas, até hoje”, não sabemos em que momento se começou a usar a música, mas sabemos os primeiros coutos começaram em Gn 4.26 quando a geração de Sete começou a invocar o nome do Senhor.
- “que vai se alargando a tal ponto de suprimir o lugar da Palavra”, o que é um problema, pois a Palavra é que desvenda os segredos e ensina o ser humano e o aproxima de Deus.
- “não deve ser a essência do cultuar, mas parte do processo”, é possível um culto sem música, mas não possível um culto sem a Palavra.

1.2. A música como testemunho.
- “essa verdade: a música como testemunho!”, quer dizer que a música ser para divulgar a Palavra de Deus dando testemunho do Evangelho de Jesus.
- “Uma das melhores formas de testemunhar é através da música”, Notamos que a música alcança muitas pessoas, uma canção bem elaborada e bem sentimental que fala da obra de Cristo pode atingir muitas pessoas não cristãs.
- “para destruir as prováveis contradições entre o ser que canta e o que vive (Ef 5.19).”, leia com a classe essa referência:
“Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração;” Ef 5.19 Ela fala de cantar no coração, adorando de coração através da música, percebemos que alguns cantores tem vida dupla, cantam no palco, mas fora dele desprezam a Deus.

1.3. A música entre o sagrado e o comum.
- “capacidade de estar no meio, entre o sagrado e o comum”, ela é executada tanto no céu como na terra. É tocada na Igreja e fora dela.
- “aprendendo a tocar músicas de Bach, Beethoven, Mozart”, é um ponto para comparação, o comentarista está falando de alunos simples tocando músicas de gênios como Beethoven e Bach.
- “O comum tocando o extraordinário”, o comum se refere aos alunos das orquestras de igrejas de periferia. E extraordinário se refere às músicas daqueles artistas consagrados.
- “Apesar dessa distância, tocamos e cantamos coisas do céu”, essa é a comparação com os alunos tocando as músicas clássicas. Quando Deus dá um louvor para um servo, ainda que ele grave por uma gravadora da Terra, esse louvor pertence ao céu.
- “Mesclamos, pela ação do Espírito Santo”, mesclar quer dizer “misturar”, significa que o Espírito Santo mistura nossa frágil existência com a grandiosidade da adoração celestial, resultando em maravilhosos louvores.
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2. O problema dos estilos musicais 
- “o pecado se projeta em suas ações, em seu meio”, quer dizer que muitas coisas que o ser humano caído faz em relação a música difunde a sua natureza pecaminosa.

2.1. O perigo das influências.
- “ela é muito mais influenciada do que influenciadora”, esse é um grave problema, pois o estilo cristão de executar melodias deveria ser imitado e não imitar.
- “músicos cristãos que copiam os padrões mundanos da música”, são cantores que passam a cantar um estilo como o funk, por exemplo, por ser muito apreciado entre os jovens do mundo. É possível também vermos cantores cristãos plagiando musicas do mundo para fazerem seus hinos.
- “tudo aquilo que zomba da fé”, alguns estilos musicais são usados por ímpios para atacar e escarnecer a fé cristã evangélica.
- “cúmulo de parodiar "sucessos" mundanos.”, parodiar significa colocar letras próprias numa melodia mundana, tem se espalhado nas redes sociais essas paródias, e alguns cantores e grupos as executam nos cultos.
- “o músico por excelência, está disposto a nos ensinar”, só que para aprender com ele é necessário ter intimidade com Ele.

2.2. O perigo da substituição da pessoa central. 
- “pessoa central do culto e da espiritualidade”, tudo dentro do culto deve convergir para Cristo, se uma pregação não o anunciar deve ser reputada como produto da mente humana e não do Espírito Santo, e se uma revelação não o declarar deve ser colocada em dúvida a sua procedência, da mesma forma se um louvor não O exaltar ou se o cantor aparecer mais do que Ele, deve ser evitado.
- “onde o grupo ou o músico se tornam a essência”, podemos observar isso quando é anunciada a presença de um cantor famoso e a igreja se enche de pessoas, muitas delas são ditas cristãs, mas não são adoradoras.
- “característicos pela celebração da performance”, nesses casos se conta muito aquilo que no mundo se chama de “presença de palco”.
- “assediado a gritos frenéticos e eufóricos”, é assim que uma geração começa a morrer espiritualmente.

2.3. O perigo de se escandalizar o evangelho.
- “Poucas coisas escandalizam mais do que performances musicais desvairadas”, muitas pessoas fazem comparação entre as danças executadas hoje e o que Davi fez ao entrar a Arca em Jerusalém 2 Sm 6.14 o texto diz que ele saltava com todas as suas forças. A crítica da rainha naquela ocasião foi de orgulho, pois Davi era o rei, por isso ela recebeu a maldição. A nossa crítica hoje é em relação ao pecado e não tem nada de orgulho.
- “não ferir sua alma, seus sentimentos, sua fé sincera”, para um novo convertido que estava desviado ou para um antigo irmão em Cristo que cresceu vendo os líderes adorando e a unção tomando a igreja hoje parece escandaloso e até pecaminoso alguns shows que fazem dentro das igrejas.
Veja esse comentário de Paulo sobre comidas supostamente oferecidas a ídolos:
“Por isso, se a comida escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize.”1 Co 8.13 Veja se pode ser aplicado também à música.
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3. A beleza da harpa cristã 
- “a história que baseia aquelas músicas é digna de nota”, muitos hinos foram escritos em momentos de grande aflição. Foram escritos por contemporâneos dos irmãos que deram origem à Assembleia de Deus no Brasil.

3.1. A teologia dos hinos da Harpa.
- “base de toda a chamada "teologia pentecostal" é uma base apenas, mas é muito boa para o entendimento. A teologia pentecostal é o conhecimento doutrinário que comprova a manifestação do Espírito Santo em forma de dons espirituais.
- “discorrer sobre o poder do sangue de Jesus”, pergunte aos alunos se eles sabem de algum hino da Harpa que fala sobre o poder do sangue de Jesus. Resposta, hino 491 e outros.
- “poesias melosas sem implicações práticas”, o bom da Harpa é que os hinos falam de experiências cristãs devocionais que vivemos em nossa caminhada.
- “Quem teve o privilégio de ser criado ao som desses hinos", infelizmente são pouco tocados, geralmente no início dos cultos, quando muitos irmãos não chegaram ainda e os poucos que estão na igreja não estão nem prestando atenção, alguns inclusive ficam conversando no momento dos hinos de abertura.

3.2. Os autores dos hinos da Harpa.
- “homens e mulheres perfeitos e imaculados, mas foram cristãos”, viveram num tempo em que ser cristão era uma aventura, se renunciava muitas coisas para ser taxado como doido, fanático e uma série de outros adjetivos pejorativos.
- “escrevia com base em suas profundas experiências”, literalmente viviam aquilo que pregavam. Não saiam cantando por aí, todos nas igrejas conheciam suas histórias.
- “não apenas na "testemunhologia mirabolante”, se refere a alguns ex-qualquer coisa ruim, que vive contendo seus testemunhos terríveis, que deveriam esquecer, porém alguns chegam a falar com um ar de orgulho, por terem sido grandes macumbeiros, feiticeiros de grande poder, maçons de elevado grau, etc.
- “eram pastores, missionários, servos de Deus”, panfletavam nas ruas, faziam orações nos lares e visitavam hospitais. Escreviam mais com a vida que com palavras.

3.3. A simplicidade cativante da Harpa.
- “com isso, adulteram o hino”, os hinos da Harpa são de simples execução, com as primeiras, segunda e a terceira menor de cada tom até mesmo os mais simples instrumentistas conseguem executar.
- “adoração que flui da constatação da grandeza de Deus”, pergunte aos alunos que hino retrata essa afirmação do comentarista?
Resposta possível: hino 124 e 526.
- “Não vamos jogar fora a grandeza desses hinos!, nas igrejas Batistas existe o Cantor Cristão outro hinário de grande prestígio, porém esses cânticos antigos que contam a história do evangelho em nossa nação estão a ponto de serem relegados a mera formalidade dos cultos.

CONCLUSÃO
- “pontes que a música cria entre nós e os outros”, se refere a ligação que a música faz entre nós e as pessoas do mundo a quem devemos evangelizar.
- “e entre nós e Deus”, é a ligação entre nós os pequenos seres e o Todo Poderoso que habita nos céus.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. Por que culto sem Palavra não e culto?
R: Porque só podemos cantar com vida se a Palavra em nós abrir as portas do louvor (1Co 14.26).

2. Qual é uma das melhores formas de testemunhar?
R: A música (Ef 5.19).

3. Por que não precisamos copiar as manias mundanas?
R: Porque temos a criatividade e a arte que o Espírito Santo está disposto a nos ensinar (1Co 6.20).

4. O que Jesus afirma em Lucas 17.1?
R: “É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem.” (Lc 17.1).

5. O que é Harpa Cristã?
R: Ela é um lembrete musical das nossas origens (Pv 22.28).

Marcos André – professor


Boa Aula!

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9 comentários:

  1. A manhã eu vejo, hoje já passei varias vezes por aqui.

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    1. Pois é varão ainda estou com essa luta, veja como faz falta aquelas ajudas que o amado irmão e os outros faziam ao CLUBE DA TEOLOGIA. Saudades de vocês!

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  2. A pr.bom se os esboços e subsidios ficasse pronto nas sextas feiras daria mais tempo para nós aproveitar nas nossas aulas. Que são aos domingo dee manhã.( esboços betel) Deus continue te aabençoando grandemente.

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    1. Irmã Deyse estou me esforçando, mas ainda tenho dificuldades de tempo, espero resolver esse problema ainda esse mês.

      Paz de Deus irmã.

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  3. esses esboços são de uma ajuda sem igual..
    vamos estar orando pra que continue assim nos ajudando..

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    1. Obrigado irmão Israel, estamos juntos.
      Vou me esforçar mais.

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  4. CULTO RACIONAL

    Se o culto deve ser feito com raciocínio, a música faz parte do culto e, portanto deve ser executada racionalmente. Os acordes instrumentais têm por objetivo embelezar e ornamentar a melodia na voz do cantor, nunca o volume dos instrumentos deve exceder o volume da voz do cantor, são instrumentos que devem fazer o acompanhamento e não o cantor que deve acompanhar os instrumentos. Quando essa ordem se investe ao invés de som o temos é ruído.
    Irmão Evaldo

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    1. A paz irmão Evaldo, obrigado pelos seus comentários, Estou tentando me organizar pra concluir as publicações até as sextas feiras. Tem sido difícil, mas acredito que conseguirei. Obrigado por deixar esses comentários bem elaborados e que acrescentam o estudo.
      Gostei muito desse que fala sobre os assassinos da HC, achei muito interessante.

      Deus abençoe você e manda um abraço para sua digníssima esposa e filha.

      Paz.

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  5. OS ASSASSINOS DA HC
    A harpa cristã é o hinário oficial das Assembleias de Deus no Brasil, este hinário é composto por 636 hinos de muitos autores de diversos lugares e de diferentes épocas. Uma das primeiras causas que está levando a morte dessa obra de arte é justamente a falta de conhecimento dos que a executam, os puxadores dos hinos da harpa nos cultos se limitam a cantarem apenas cinco ou seis hinos dos seiscentos e trinta e seis existentes nela, mas por preguiça de ensaiarem outros hinos se amarram em alguns e o que vemos é sempre a repetição. Por achar que os hinos da HC são fácies os seus cantores não os aprendem corretamente e, portanto os cantam incorretamente, os ritmos dos hinos da harpa são de uma beleza esplendida, pois os seus autores eram pessoas que tinham exímio conhecimento musical, Paulo Macalão foi o maior executor desse projeto, a maioria dos hinos foram escritos e traduzidos por ele, e ele era um musico por excelência, e o que vemos hoje são pessoas cantando essa lindas melodias e harmonias, totalmente fora de ritmo e de tom.

    Irmão Evaldo

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