sábado, 5 de novembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 6


AULA EM 6 DE NOVEMBRO DE 2016 – LIÇÃO 6
(Revista: Editora Betel)

Tema: O amor que adora a Deus 

Texto Áureo: 1 Co 13.3
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição se aprofunde no conhecimento do amor ágape, suas característica, assim poderá fazer comentários além do conteúdo do esboço.
- “entre o amor teórico e o prático”, sugiro que comece perguntando aos alunos: o que é amor teórico? E depois, o que é amor prático? Uma boa resposta seria: amor teórico é aquele que só se fala, onde a pessoa diz que ama apenas com palavras. Amor prático é aquele onde a pessoa expressa o amor com atitudes práticas, com gestos que levam o outro a entender que há amor.
- “contexto de grandes discursos, grandes tratados sobre o amor”, se referindo ao amor de Deus (ágape), quer dizer que existe muito conhecimento desenvolvido sobre esse amor.
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1. O que é o amor?
- “atração ou um impulso passional”, passional é aquilo que está ligado a paixão. Aqui está afirmando que alguns confundem esse sentimento com amor.
- “passou a significar uma atividade sexual antes”, o comentarista se refere à expressão: “fazer amor”. Quer dizer que as pessoas relacionam o termo “amor” ao ato sexual.
- “Esse amor tem trazido ódio”, se referindo ao amor como ato sexual.
- “O amor ágape é muito mais do que emoção”, é o amor de Deus, um tipo de amor cuja a característica principal é, incondicional.
- “É amaro indigno”, é amar independente da pessoa merecer ou não, é incondicional.

1.1. Características do amor que não adora a Deus.
- “Amor sectarista”, sectarista se refere a secção, algo separado, à parte, seria um amor somente à uma pessoa ou grupo de pessoas.
- “configura em amor faccionado”, a palavra faccionado vem do termo “facção” que significa “divisão”, aqui se refere a um amor dividido do todo, ou seja um amor dado somente a um tipo de pessoa. Se os crentes amarem somente aos irmãos da igreja estarão praticando o amor faccionado.
- “Amor formalista”, é o amor formal, que existe para cumprir formalidades.  
- “Amor secularista”, a palavra secularista vem do termo “secular”, que significa tudo que é relacionado ao mundo, ao sistema mundano.
- “Amor legalista”, é o amor que existe para cumprir preceitos legais, não surge no coração, por exemplo, a pessoa se esforça para amar por ser irmão de sangue, ou por congregar na mesma igreja, etc.
- “embora nenhum deles negue que O adore”, esses tipos de amor relacionados aqui não afirmam expressamente que não adoram a Deus, mas as atitudes que eles promovem demonstram claramente o que sentem em relação ao Criador.

1.2. O amor que adora a Deus
- “superior a todos os dons extraordinários”, quer dizer que se uma pessoa não tiver nenhum dom extraordinário, mas tiver o amor, então já possui o suficiente.
- “é melhor do que o dom de línguas”, para os pentecostais, o dom de línguas é a confirmação do batismo com o Espírito Santo, mas para a Palavra de Deus o amor é a confirmação da habitação do Espírito Santo na vida do servo de Deus.  
- “por causa da sua perpetuidade”, porque os dons mencionados passarão com o tempo, mas o amor ficará para sempre na vida eterna com Deus.
- “O apóstolo Paulo menciona cinco dons espirituais”, se refere aos dons que o apóstolo está mencionando em 1 Co 13 para comparar com a excelência do amor, pois o apóstolo cita nove dons em 1 Co 12.8-10.

1.3. A ausência do amor distancia a Igreja da verdadeira adoração.
- “cisões e divisões por causa dos dons”, o mais correto é afirmar que ela estava cheia desses defeitos por serem seus crentes imaturos no amor de Cristo, não foram os dons a causa da divisão.
- “buscava os dons do Espírito, mas não o fruto do Espírito Santo”, houve um tempo e ainda há algumas igrejas que fazem isso no nosso país, porém chegamos a um tempo em que a maioria dos irmãos não buscam nem fruto e nem dons.
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2. Declarações sobre a ausência do amor
- “é a tradução da palavra grega “ágape””, na tradução de João Ferreira de Almeida ela foi traduzida como “caridade”, porque na época essa palavra representava melhor o amor de Deus.
- “o amor que flui diretamente de Deus”, o amor é conhecido em pelo menos quatro aspectos: ágape que é o amor de Deus, filos que é o amor de irmãos e amor, storge é o amor da afeição familiar, eros é o amor da atração física pelo sexo oposto, ou atração sexual.

2.1. Sem amor, eu ofendo os outros.
- “são exercidos em amor, eles edificam a igreja”, alguns usam os dons como os crentes da igreja em Corinto, para aparecerem, para mostrar que são mais espirituais do que os outros, etc.
- “quando não são usados com amor. Magoamos as pessoas”, sem amor a pessoa que recebe uma revelação sobre alguém a transmite com arrogância, com altivez, sem se importar com os sentimentos daqueles que estarão recebendo.
- “instrumentos que caracterizavam estes adoradores”, a ideia de Paulo era mostrar que naqueles objetos de adoração não havia amor e que se os crentes praticasse os dons sem amor, eles seriam parecidos com aqueles adoradores de ídolos.
- “som monótono e pesado incomodava as pessoas”, assim como alguém que não possui amor e tem muitos dons, ele incomoda mais do que agrada.

2.2. Sem amor, eu nada sou. 
- “possuidores de certos dons eram pessoas extremamente importantes”, ainda hoje muitos crentes são agem assim, acreditam que possuir dons significa ser muito espiritual e vem as pessoas que manifestam os dons como importantes no Reino de Deus.
- “faz com que o cristão perca o seu significado diante de Deus”, Deus é amor e os servos de Deus devem manifestar o amor de Deus,ou seja, quem está cheio de Deus em sua vida, então está cheio de amor.
- “Deus não pode usar...um cristão sem amor”, há uma certa controvérsia sobre essa afirmação, pois vimos Deus usando homens como Balaão e outros, que demonstram nem um pouco de amor.
- “Não importa se as línguas são humanas ou angelicais”, de acordo com a Bíblia existem línguas faladas pelo Espírito que são humanas At 2.8 e outras que são angelicais.

2.3. Sem amor, eu não ganho nada.
- “se volta para os atos de misericórdia e dedicação”, se referindo às palavras de Paulo a partir do verso 3 de 1Co 13, onde ele fala sobre o sacrifício do próprio corpo. Veja:
“E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.” 1 Co 13.3
- “Será que tais atos não são inerentes valiosos aos olhos de Deus?”, estenda essa pergunta aos alunos, pode perguntar assim: não seria de um grande valor para Deus alguém entregar sua fortuna para os pobre, mesmo sendo sem amor? A resposta é não!
- “podem ser motivados por uma teologia errada”, a teologia da prosperidade pode ser um exemplo de erro, algumas pessoas dão fortunas para alguns ministério esperando receber em dobro, não por amor da obra e nem dos pobres.
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3. Evidências do amor que adora a Deus 
- “O maior e incomparável amor é o amor de Deus”, a única forma de amor que a Bíblia demonstra que se aproxima um pouco do amor de Deus é o amor de uma mãe, mas o Senhor afirma que se uma mãe esquecer de amamentar seu filho, Ele não se esquece de nós Is 49.15. Então o amor Dele é maior.

3.1. Exemplos práticos do amor que adora.
- “não dão a mínima atenção ao ferido”, para eles as suas tarefas religiosas são mais importantes do que aqueles que são mais importantes para Deus.
- “desiste de suas urgências”, passa a dar atenção ao que é mais importante. Geralmente os religiosos agregam em sua vida muitas tarefas religiosas e deixam de perceber o que é mais importante.
- “atenção a esse desconhecido”, geralmente as pessoas amam a seus conhecidos e fazem o bem aqueles que poderiam retribuir, esse não é o amor de Deus.
- “Esse “amor” adora a Deus, porque é o “amor prático””, quer dizer que esse amor engrandece e exalta o nome de Deus diante das pessoas por ser prático, por ser demonstrado com atitudes práticas.

3.2. O amor de Jesus pela mulher pecadora.
- “e ainda com um tom de “suposta adoração””, porque sendo um mandamento da lei, as pessoas acreditavam estarem agradando ao Senhor.
- “igualou esse pecado com os pecados dos seus acusadores”, Jesus conhecia seus corações e por isso mostrou que os pecados deles eram maus e só porque não estavam sendo apedrejados não os tornava melhor do que ela. Foi uma pedrada na consciência.
- “O amor de Jesus não condenou, não acusou”, no tempo da Graça a maior pregação é o amor de Deus, no tempo da Graça os pecados são registrados para o Juízo Final. Se Deus determinasse a salvação pelas nossas obras, então as igrejas estariam vazias, por isso a salvação será determinada pela inscrição do nome no Livro da Vida. Ap 20.15  

3.3. Davi e o seu amor prático por Mefibosete.
- “mas o amor prático foi em sua busca”, um amor pelo amigo de Davi. Não bastou para Davi o registro histórico do seu amor por Jônatas, mas deveria haver alguma atitude prática nesse sentido.
- “a tal ponto de ser conhecido como um homem segundo o coração de Deus”, pois tinha um amor semelhante ao de Deus no seu coração, ainda tenha errado algumas vezes.

CONCLUSÃO
- “que amou verdadeiramente com atitudes fica um legado”, é algo que fica para o futuro, pois as palavras se perdem com o tempo.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. A quem o amor é superior?
R: A todos os dons extraordinários (1Co 13).

2. Do que a igreja de Corinto estava cheia por causa dos dons?
R: DE rachaduras, cisões e divisões (1Co 1.12; 3.3-5; 12.12-31).

3. O que Paulo ensina em 1 Coríntios 8.1?
R: Que o amor edifica (1Co 8.1).

4. Qual é o maior e incomparável amor?
R: O amor de Deus (Jo 3.16).

5. Como Davi era conhecido?
R: Como um homem segundo o coração de Deus (At 13.22).

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