sábado, 19 de novembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 8

EDITANDO

AULA EM___DE______DE 2016 – LIÇÃO 8
(Revista: Central Gospel - nº 48)

Tema: CULPA, A PRISÃO DA MENTE

Texto Áureo: 2 Co 7.10
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição dê atenção à interpretação de texto, pois o autor usa significados próprios específicos.
- “Culpas explícitas”, aquelas que vêm de erros que todos sabem.
- “reservadas ou silenciosas”, são as culpas que só nós sabemos ou somente a família sabe.
- “se alimenta da energia psíquica”, deixando o psicológico enfraquecido.
- “patologias psicofísicas”, são enfermidades que se originam na mente (psicológico) da pessoa e tem reflexos no corpo.
- “o sofrimento...advindo da culpa serviria a algum propósito construtivo?”, essa pergunta convém deixar no ar, para você trabalhar a questão na lição.
Desde já é interessante saber que a resposta é “sim” caso esse sofrimento possa ser canalizado a um fim útil.  
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1. TIPOS DE CULPA

1.1. Culpa objetiva
- “quebra de uma norma”, isso engloba qualquer tipo de norma, uma lei federal, um código de regras de um condomínio, um regimento da igreja ou firma, ou ordens verbais transmitidas pelo chefe e até mesmo as regras que um pai de família ordena a seus filhos.
- “arrepender-se de seus atos, atribui-se a ele a culpa”, enquanto ele não for pego nas suas infrações a culpa existirá na consciência, porém quando for pego as autoridades punirão o infrator e a culpa passa da consciência para o registro.
- “transgride seus próprios padrões”, existem casos em que um jovem determina para si mesmo que deve passar em algum concurso, por ser uma tradição familiar e ocorre de serem reprovados, ficam se culpando por longo tempo.
- “códigos estabelecidos por um grupo social”, a fila indiana é um exemplo disso, não existe um livro de regras para o procedimento em uma fila, mas sabemos que nela cada um deve aguardar a sua vez, quando alguém fura a fila e passa a frente dos outros comete um erro contra a sociedade e passa a ter uma culpa social.

1.2. Culpa subjetiva
- “apropriados”, são os sentimentos que merecemos de acordo com nossos erros. São benéficos quando nos fazem refletir sobre os erros e tentamos concertar e se prevenir para não erra de novo.
- “não são proporcionais a gravidade”, nesse caso o sentimento de culpa sai do controle, a pessoa começa a exagerar e afetar a mente.
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2. CAUSAS DA CULPA
- “atormentadas por sentimentos de culpa subjetivos”, isso porque esse tipo de culpa se refere ao sentimento de ter a culpa e tudo que envolve a área do sentimento afeta o psicológico.

2.1. Vivências anteriores e expectativas fantasiosas
- “começam a ser transmitidos na primeira infância”, a primeira infância vai desde a concepção do bebê até o início da educação formal, nesse período a criança aprende o que o papai e a mamãe não gostam até mesmo o que papai do céu castiga, é o sistema de castigo e recompensas.

2.2. sugestão social
- “atmosfera insalubre”, atmosfera aqui é tudo aquilo que nos rodeia, e “insalubre” é o que não é bom para saúde. Sendo assim “atmosfera insalubre” é o ambiente em que vivemos no mundo social, carregado de coisas que nos fazem mal, se referindo aos padrões sociais humanos.
- “implacável círculo vicioso”, quer dizer que conforma somos censurados, também nós censuramos outros para amenizar a culpa e assim vai gerando o círculo vicioso. O mundo é assim e esse comportamento social mundano se manifesta também em muitas igrejas.

2.3. Atuação do Espírito Santo
- “algo que o fez sentir-se devedor”, note que o sentimento de culpa vem antes da punição. Adão e Eva se escondem pelo temor ao Senhor e vergonha de sua nudez.
- “pode advir da ação do Espírito Santo”, quando o Espírito Santo começa a agir na vida de alguém, seja crente ou não, essa pessoa começa a sentir vergonha de ter erra ou de estar no erro.
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3. CONSEQUÊNCIAS DA CULPA

3.1. Adoção de mecanismos de defesa
- “mecanismos de defesa mentais”, são desculpas que a pessoa cria para si mesmo, tipo: eu sonego imposto porque o governo me toma dinheiro com a corrupção.
- “não tem consciência do fato”, não se importa ou não querem saber o que significa o erro cometido ou quais suas consequências.

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