quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 4


AULA EM 22 DE JANEIRO DE 2017 – LIÇÃO 4
(Revista: Editora Betel)

Tema: Lições que Aprendemos Com as Gerações Passadas

Texto Áureo: Rm 15.4
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição você deve focar o coração dos alunos para que eles não sejam tentados a tomar as mesmas atitudes do povo que deixou o Egito e foi reprovado no deserto. Use os fatos para mostrar para eles as consequências e a importância de se aprender com as experiências daquele povo no deserto.
- “A história da humanidade está repleta de exemplos”, comece comentando que é sábio da nossa parte aprender com os erros e acertos dos outros e para isso é importante examinarmos os nossos antepassados.
- “Deus está a nos privar de seus embaraços”, quer dizer que Deus não iria colocar as experiências passadas nas Escrituras somente para registro, Ele tem a intenção de nos livrar de suas consequências danosas.
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1. Fracassos versus vitórias
- “Durante quarenta anos, desde a saída do Egito”, isso porque o livro de Deuteronômio foi escrito ao final desses quarenta anos no deserto.

1.1. Uma nova mentalidade.
- “Durante quatrocentos e trinta anos esse povo esteve sob o pesado jugo”, na verdade não foram durante todos os 430 anos que o povo esteve escravo, eles eram hóspedes no Egito e assim permaneceram até subir ao trono um faraó que não conhecia a história de José. Êx 1.8
- “para que confiassem nEle como seu Deus”, os sinais e as maravilhas seriam um memorial para aquela geração e para as posteriores até hoje.
- “deveriam, em suas mentes libertar-se”, eles seriam livres, mas deveriam se considerar e agir como pessoas livres. Assim como os crentes que são libertos hoje das garras do pecado devem agir como homens livres desse mal.

1.2. A nova vida exigia obediência.
- “marcas indeléveis na vida daquela geração”, “indelével” significa inextinguível, duradouro, indestrutível. Assim eram as marcas que a escravidão deixou neles.
- “cresceram sem qualquer perspectiva de uma vida de paz”, havia apenas uma promessa dada a Abraão e reforçada por José de que o Senhor visitaria o Seu povo e os tiraria do Egito. Gn 50.25
- “amadureceriam na fé”, na caminhada com Deus, andando e vivendo as experiências com o Senhor. Assim também deve ser hoje, os crentes precisam amadurecer na fé em Deus.
- “para aperfeiçoá-los na fé e tornar-se mais íntimo deles”, Deus quer relacionamento conosco e para que isso aconteça é necessário haver interação, e para que haja interação deve haver as adversidades, pois sem elas pouquíssimos são os que buscam ao Senhor.
- “Sejamos sempre confiantes e pacientes”, estamos em um tempo de ceticismo e impaciência, peça um aluno para ler:
“Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” 1 Pe 5.7

1.3. Dependência e gratidão.
- “sentimento de gratidão por alguém que nos livrasse”, o que sentiríamos por essa pessoa? Deus nos livrou do julgo do pecado e da morte.
- “foram todos dizimados”, significa que foram reduzidos à décima parte, se referindo ao fechamento do mar vermelho onde foram sucumbidos os exércitos do Egito.
- “a importância de se guardar o mandamento”, o povo estava às vésperas de conquistar a terra prometida e para que tivessem sucesso deveriam guardar os mandamentos do Senhor.
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2. Caminhos seguros
- “Eles estavam diante do novo”, toda mudança requer algum sacrifício, deixar a zona de conforto não é algo fácil é difícil e amedronta.

2.1. Aperfeiçoar e não reprovar.
- “Deserto não significa rejeição, nem tampouco morte”, não quer dizer que Deus rejeitou o povo quando mandou eles seguirem para o deserto.
- “A próxima geração deveria entender”, a geração que saiu do Egito colocou Deus a prova, aborrecendo o Senhor dez vezes Nm 14.22, por isso não herdaram a terra. Mas aquela nova geração que se levantou no deserto e iam aprender pelas ordenanças escritas nos livros.
- “o propósito original era honrá-los”, mostrar que era um povo forte e de um nome forte, foi o que aconteceu quando entraram em Jericó, todos estavam com temor dos filhos de Israel. Veja as palavras de Raabe a prostituta de Jericó:
“O que ouvindo, desfaleceu o nosso coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o Senhor vosso Deus é Deus em cima nos céus e em baixo na terra.” Js 2.11
- “estavam presos na alma e sentiam-se tentados a retornar”, quem caminha com o desejo de voltar, não está apto ao Reino do Céu.

2.2. A motivação dos corações.
- “Deus sempre soube o que estava acontecendo no coração daquele povo”, Deus não elaborou um novo projeto quando o povo rejeitou a promessa após o retorno dos espias enviados por Moisés, Ele já sabia que o povo fraquejaria, mas o Senhor não interfere em nossas escolhas, deixou a história seguir e só entrou na terra prometida com os fieis.
- “Deus não resgatou aquele povo do cativeiro para coloca-los em outro”, de um cativeiro físico para um cativeiro espiritual, para o Senhor mais interessa nos livrar do cativeiro da alma.
- “mostrar-lhes como se portavam diante dEle”, transformando em ações o que estava em seus corações, pois o Senhor poderia ter impedido todas as atitudes erradas deles, mas se fizesse isso seus corações estariam ainda presos e nem eles e nem as gerações futuras aprenderiam alguma lição.

2.3. Uma desintoxicação em suas almas.
- “Durante quarenta anos o cardápio foi maná (Dt 8.3)”, o maná só cessou quando eles colheram alimento dentro da terra prometida. Js 5.12
- “conheceram o significado daquilo que comiam”, a palavra “maná” é uma expressão que significa “o que é isto?” porém tinha um significado espiritual e é desse significado que está se referindo aqui.
- “eles o chamaram de “pão vil””, significa “pão qualquer”, “sem valor”. Veja o que eles disseram:
“E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito para que morrêssemos neste deserto? Pois aqui nem pão nem água há; e a nossa alma tem fastio deste pão tão vil.”, Nm 21.5 Para um pai ouvir isso de um filho é terrível.
- “por não saber discernir o que vem da mesa do Senhor”, ou seja, não entender o que Deus nos envia, as palavras que nos fala, as bênçãos que nos dá.
- “na verdade são fontes purificadoras”, nós achamos ruim, mas na verdade é bom pra nossa saúde espiritual. Uma reprimenda do pastor, por exemplo, uma pregação exortativa, etc.

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3. As lições de uma porta fechada
- “a andar errante durante quarenta anos no deserto”, eles foram morrendo aos poucos durante a passagem desses quarenta anos, até que aquela geração toda acabou.

3.1. Uma geração foi condenada por causa da incredulidade.
- “o ápice da reprovação da geração que deixou o Egito”, o grande aprendizado deixado para nós por aquela geração é que se não tivermos fé desagradaremos ao Senhor e seremos reprovados na caminhada.
- “Eles viram a novidade da terra”, se referindo ao fruto da terra que os espias trouxeram a Moisés. Nm 13.27
- “se inferiorizando diante da situação”, se declaram ser pequenos diante deles, veja como disseram:
“Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.” Nm 13.33
- “mesmo tendo a fé exigida...foram sentenciados a andar errantes”, todos andaram errantes, mas Josué e Calebe tinham a promessa. Essa é a diferença entre o que crê em Deus e o que não crê.

3.2. Não faltou milagre.
- “findou e agora seus filhos iniciaram um novo”, uma geração que se movia por fé, que não viu o Mar Vermelho se abrir e nem as pragas no Egito, mas se alimentavam com o pão do céu.
- “lista uma série de acontecimentos que marcaram a geração passada”, aquela geração precisava aprender com os erros da geração passada e ter suas próprias experiências com Deus.
- “a roupa nunca envelheceu”, roupas e calçados duraram quarenta anos de caminhada no deserto.
- “nos dará o que necessitamos, não o que desejamos”, o que desejamos provém do coração e o coração é enganoso. Se uma pessoa tiver tudo que desejar seu final será de desgraça.
- “onde a dependência é a lição principal”, eles dependeram de Deus no deserto e ao final dos quarenta anos estavam instruídos na dependência do Senhor. Ninguém precisa aprender na pele o que é ser dependente de Deus, está tudo na Bíblia, precisamos agradecer e pedir a ele o “pão nosso de cada dia” todos os dias.
- “é preciso atravessar o deserto”, a Terra Prometida é o Reino de Deus e o deserto é o mundo. No mundo não tem nada que serve para nós, a não ser para nossa sobrevivência, por isso ele é um deserto para nós. Crentes que sonham com muitas coisas do mundo estão correndo risco de perderem a Terra Prometida.

3.3. Alertando a nova geração.
- “A lição era tomar o fracasso como exemplo”, essa é a sabedoria, aprender com os erros dos outros.
- “irmãos e parentes foram abatidos em quarenta anos”, tudo porque fraquejaram na hora de entrar na Terra da Promessa quarenta anos atrás.
- “O alerta era mudar de mentalidade”, se Deus falou para possuir a terra, então dessa vez, eles não olhariam os gigantes.
- “oportunidade que seus pais desperdiçaram”, jovens e crentes mais novos, temos hoje recursos que nosso antepassados não tiveram a internet, cursos teológicos diversos, uma infinidade de material cristão, etc, por isso hoje devemos combater com mais vigor.

CONCLUSÃO
- “jamais nos esquecer de quem é Deus e de como Ele age”, se alguém se esquecer disso corre o risco de cometer os mesmos erros do povo que deixou o Egito.
- “repetindo os mesmos erros”, Davi sofreu uma sentença terrível quando caiu com Bete-Seba e o impressionante é que tem cristãos que cem em semelhante pecado hoje, como se não houvesse Bíblia para ensinar que até mesmo homens segundo o coração de Deus podem acabar caindo em pecado se não vigiarem.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. Qual foi o pior problema dos filhos de Israel?
R: O Egito não sair de dentro deles (Rm 12.2).

2. O que aconteceria se Israel guardasse os mandamentos de Deus?
R: Viveriam; multiplicar-se-iam; entrariam na terra da promessa; e possuiriam a terra (Dt 8.1).

3. Qual foi o cardápio de Israel durante os quarenta anos no deserto?
R: Maná (Dt 8.3).

4. O que desagrada a Deus?
R: A ausência de fé (Hb 11.6).

5. Qual era a lição para a nova geração?
R: Tomar o fracasso como exemplo e seguir pelas coordenadas divinas (Dt 8.3).

Marcos André – professor

Boa Aula!


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