sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 4


AULA EM 22 DE JANEIRO DE 2017 – LIÇÃO 4
(Revista: CPAD)

Tema: Alegria, Fruto do Espírito; Inveja, Hábito da Velha Natureza

Texto Áureo: Fp 4.4
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição esclareça sobre a alegria e sobre a tristeza na vida do crente e alerte sobre os males da inveja, sempre incentivando a pessoa a buscar o fruto do Espírito.
- “alegria, como fruto do Espírito”, pois existem alegrias passageiras que não são fruto do Espírito Santo, são motivadas por conquistas advindas do esforço humano apenas.
- “não depende das circunstâncias”, não depende que algo muito bom aconteça para que a sintamos, nós a possuímos em nosso interior pelo Espírito de Deus.
- “dificuldades e tribulações, podemos ter alegria”, as dificuldades nos trazem tristezas passageiras, porém a nossa alegria é constante. Todo crente pode sentir tristeza em alguns momentos de sua vida, isso não é errado, mas sua alegria é permanente em seu interior.
- “que faz parte da natureza adâmica”, essa natureza permanece ainda dentro de nós, mortificada pelo Espírito Santo, porém se não vigiarmos ela retorna com força e por isso observamos alguns crentes caindo nas armadilhas de Satanás e manifestando a inveja.
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I - FÉ PARA SUBIR O MONTE DO SACRIFÍCIO

1. A alegria do Senhor. 
- “não depende dos bens materiais”, muito crentes não foram ensinados a esse respeito e vemos muitos deles sendo oprimido pelo maligno acerca de bens materiais, veja o que Asafe diz em Salmo 73.2,3
- “daria uma alegria permanente”,  se referindo obviamente ao Espírito Santo que habitaria dentro dos servos de Deus produzindo esse fruto.
- “que resulta da comunhão com Deus”, somente o Espírito Santo pode combater contra as obras da carne e produzir o fruto em nós, mas se deixarmos de orar, jejuar e ler a Palavra, então ele se retira de nós e perdemos esse bem estar.
- “dizendo que tal ato traria alegria”, ele se referia a essa alegria, pois Jesus entrando em Jerusalém marca o Seu recebimento como Rei e todo aquele que recebe o Senhor Jesus como Rei recebe também essa alegria.
- “no fato de que seu nome já foi escrito no Livro da Vida”, o próprio Jesus nos mandou a não nos alegrarmos nem com as obras maravilhosas que fazemos pelo Espírito, mas pela salvação de nossa alma. Lc 10.20

2. A fonte da nossa alegria.
- “melhor presente que o Senhor já nos concedeu”, precisamos valorizar isso e assim nos alegrar por Ele.
- “está com o seu coração triste e pesaroso”, infelizmente alguns cristãos são extremistas e não aceitam que o crente passe por tristezas nem sequer pela perda de ente queridos, mas isso é absolutamente normal, o que não é normal é o crente entrar em desespero ou ficar com mágoa no coração.
- “mesmo sofrendo, alegravam-se em Deus”, quando se fala de sofrimento daqueles irmãos está se falando principalmente de perda de vidas.
- “cantavam hinos de louvor a Deus”, não entraram em desespero e nem ficaram magoados com ninguém, pois estavam em uma missão e aquele comportamento lhes rendeu a conversão do carcereiro.

3. A bênção da alegria.
- “o crente em Jesus Cristo não perde a paz”, se referindo a paz com Deus, pois a nossa vida é de constante guerra contra as hostes de Satanás.
- “é estabelecida mediante a oração, a leitura da Palavra e o jejum”, aqui está se falando de vida devocional, a vida prática com Deus. Atualmente existem pessoas que se dizem cristãs, mas não tem essa vida prática, são os crentes nominais, que servem apenas para fazer estatísticas do Ibope.
- “ainda que não houvesse provisão, ele se alegraria no Senhor”, essa é a conclusão da oração de Habacuque, às vezes não concluímos nossa oração assim, às vezes determinamos pra Deus (rsrsrsrs) ou somente pedimos coisas o tempo todo.
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II - INVEJA, O DESGOSTO PELA FELICIDADE ALHEIA

1. Definição. 
- ““que designa inveja” é utilizada em todo o Novo Testamento”, que onde encontrarmos essa palavra no Novo Testamento, foi usada uma única palavra no original, ou seja, possui apenas um único significado.
- “dor intensa (interior), diante do sucesso do próximo”, por não possuir igual, ou por não ter o mesmo. Em alguns casos a inveja chega a ser tanta, que a pessoa possui situação financeira melhor, mas o simples fato de o outro estar alegre a incomoda.
- “Provérbios 14.30 diz que “a inveja é a podridão dos ossos””, os ossos são os órgãos mais interior da estrutura humana e responsáveis pelo sustento do peso do corpo, significa dizer que o invejo tem problemas em sua estrutura, não tem forças no seu corpo e vive emocionalmente abalado.
- “adoece emocionalmente”, parece haver ligação entre a inveja e o surgimento algumas doenças psicossomáticas.
- “tem a sua origem em Satanás”, quando o homem caiu e teve seus sentimentos corrompidos ele passou a ter sentimentos semelhantes aos de Satanás, por isso o invejoso lembra muito o Diabo. Isso é terrível.


2. Inveja, fruto da velha natureza.
- “ainda se deixam dominar por esse sentimento”, na verdade eles devem lutar para não se deixarem dominar pela carne, pois com o domínio dela vem esse e muitos outros sentimentos.
- “acabam prejudicando a Igreja do Senhor”, escandalizam obra de Deus, muitos novos convertidos e outros que estão visitando conseguem perceber um pouco de inveja no seio da comunidade cristã local.
- “Que o Senhor livre os nossos corações”, como foi passado anteriormente a regra é simples, basta se encher do Espírito Santo e o resto é com Ele. Ele produzirá o fruto do Espírito e combaterá a carne.

3. Os efeitos da inveja.
- “leva as pessoas a cometerem toda a sorte de maldade”, isso geralmente fora da igreja, pois dentro da igreja, no meio do povo a pessoa fica numa inveja silenciosa, se remoendo por dentro até um dia ser descoberta ou não.
- “por inveja que eles o venderam como escravo”, se uma pessoa alimentada por inveja não tem compaixão do próprio irmão de sangue, jamais terá por um irmão da igreja.
- “A inveja que Saul passou a alimentar em relação a Davi”, parece que no caso de Saul foi mais ciúmes do que inveja.
- “levado a Pilatos por inveja dos sacerdotes”, os sacerdotes sabiam que Jesus era da parte de Deus e o invejavam por ver que o povo o amava e pelas grandes obras que fazia.
“Porque sabia que por inveja o haviam entregado.” Mt 27.18 Eles alegaram um monte de acusações, mas até mesmo o ímpio Pilatos sabia que no fundo era inveja o que sentiam. A inveja de uma pessoa não engana ninguém.
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III - A ALEGRIA DO ESPÍRITO É PARA SER VIVIDA

1. A alegria no viver.
- “Ele nos exortou a ter bom ânimo”, nos mandou estar animados, a fazer a obra de Deus, a trabalhar para o Senhor. Somente alguém animado pode fazer essa obra em meio a tantas dificuldades.
- “Jesus deseja que tenhamos vitória sobre as aflições”, essas tristezas virão de uma forma ou de outra, o que importa é que continuemos a caminhada independente delas e para isso devemos ter alegria do Espírito Santo dessa forma estaremos animados.

2. Alegria no servir.
- “é um privilégio, por isso, o fazemos com alegria”, infelizmente existem os que fazem por obrigação, porém não é o correto. Talvez no início da caminhada alguém trabalhe por obrigação, mas ao aprender mais sobre Jesus e Sua obra na cruz, começa a fazer por gratidão.
- “querem ser servidos”, existe uma corrida grande para estar em destaque no meio evangélico, quem faz alguma coisa bem, logo luta para estar acima dos demais, porém não foi isso que Jesus nos instruiu.
- “Sua alegria e desprendimento para o serviço”, o que Jesus ensinou era uma novidade, pois os líderes espirituais da época sempre foram servidos pelos seus seguidores, porém Jesus trouxe a novidade de servir aos mais necessitados, mais leigos, mais carentes, etc.

3. Alegria no contribuir.
- “entregue seus dízimos e ofertas com alegria?”, ou por medo do devorador? Professor(a), cuidado nesse campo de dízimos e ofertas, pois há muitas contestações na forma como os líderes ensinaram até hoje.
- “é uma alegria e um privilégio”, não precisam os líderes esforçarem-se para arrancar dinheiro do povo, a pessoa que tem o Espírito Santo em sua vida fará as contribuições e entregará seus dízimos sentindo-se bem e alegres.
- “mas a disposição do nosso coração”, quando a pessoa oferta com alegria ela está demonstrando que não é avarenta, que não é escrava do dinheiro.
“E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas;
E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva;” Lc 21.2,3
A viúva estava ofertando mais, pois aquilo era caro para ela, mesmo assim não deixou de ofertar.
- “ou para barganhar com Deus, buscando ser abençoado”, rejeite o ensino da teologia da prosperidade de que se você der receberá em dobro ou receberá mais.
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CONCLUSÃO
- “que jamais venhamos permitir que a inveja tenha lugar”, cada crente deve analisar suas motivações e sentimentos, será que quando um irmã fala que recebeu algo ou que realizou um feito, sentimos alegria ou notamos um certo incômodo por não termos sido agraciados da mesma forma? Passe isso aos alunos.
- Faça uma revisão da aula com os alunos.
- Não deixe de corrigir o questionário.

Respostas:
   
Segundo a lição, o que é a alegria do Espírito?
A alegria do Espírito é um estado de graça e de bem-estar espiritual que resulta da comunhão com Deus.

Qual é a fonte de nossa real alegria?
Deus é a fonte da nossa alegria e de todas as dádivas que recebemos.

Defina inveja.
A inveja é uma dor intensa (interior), diante do sucesso do próximo; “a inveja é a podridão dos ossos”. Definitivamente, a inveja é um sentimento negativo que pertence à natureza adâmica.

A inveja é resultado do quê?
A inveja é fruto da velha natureza.

Como deve ser a nossa contribuição?
Devemos contribuir não com tristeza ou por obrigação, mas com alegria, pois Deus ama ao que oferta com contentamento.

Pr Marcos André – professor
Boa Aula!

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