quinta-feira, 23 de março de 2017

ATUALIDADE GOSPEL - Goleiro Bruno: “Não existe pecadinho e pecadão. Tudo é pecado”


O goleiro Bruno Souza, 32 anos, está recomeçando sua carreira no Boa Esporte, time de Varginha, região sul de Minas Gerais. Após ficar preso por seis dos 22 anos a que foi condenado pela morte de Eliza Samudio, mãe do seu filho, desde o final de fevereiro aguarda em liberdade o recurso contra sua condenação ser julgado em segunda instância.

Entre as diversas entrevistas que deu nos últimos dias, falando ao canal ESPN, o ex-jogador do Flamengo falou sobre sua mudança de vida. Ele aceitou Jesus e se converteu na prisão, tendo se batizado nas águas em 2012.

Na época, os pastores Anderson e Aline Duarte, líderes da Igreja Evangélica Restaurando Vidas, contam que o goleiro mostrava resistência e desconfiança nos cultos. Contudo, o jogador sempre demonstrou que queria mudar de vida.
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Em vários momentos da entrevista à ESPN, Bruno falou sobre Deus. “Não sou bandido. Cometi um erro. Grave? Grave. (…)Deus faz as coisas na hora certa, nunca me abandonou naquele lugar… Foi um choque para o Brasil inteiro, mas eu peço uma oportunidade de recomeçar a vida”, assevera.

Para ele é natural que volte a jogar agora que está fora da prisão. “Quando um pedreiro ou motorista saem, eles vão voltar para isso. A única coisa que eu sei fazer na vida é jogar futebol, por isso, não posso largar meu sonho. Peço oportunidade para as pessoas reverem, não vou parar, vou dar sequência à minha carreira, cara, eu vou, tenho coragem, o pior da minha eu passei”, afirmou.

Embora evite falar sobre o crime, cometido em 2010, disse que hoje é uma pessoa melhor. “O que passou, passou. “Você tem que se arrepender das coisas do passado e se tornar uma pessoa melhor. Não é porque você está no fundo do poço que tem que ficar lá, não. (…) É uma mancha que vou carregar para o resto da minha vida”. (…) A gente tem que falar de mais amor para as pessoas. Amor é Deus. Sei que Deus vai me colocar no lugar que tiver que colocar.”

Disse ainda que está preparado para críticas, mas tem na fé seu consolo. “O que importa para mim é o amor de Deus, pedi perdão a Deus, tive momento único com Deus”, insiste, sem dar detalhes.

Ao tentar mostrar que mereceria uma nova oportunidade no esporte, lembrou do caso envolvendo o ex-jogador Edmundo, que matou 3 pessoas num acidente de trânsito em 1995, mas continuou atuando nos gramados.

“Vou citar o caso de Edmundo, passou a carreira toda tentando superar, não sou a pessoa mais capacitada para julgar. É um cara que pego como exemplo. Dentro do estádio, vou ouvir muitas coisas? Vou, mas não estou comparando caso e caso. Não existe pecadinho e pecadão. Tudo é pecado”, sublinhou.
 
Fonte: Gospel Prime

2 comentários:

  1. Sua linha de raciocínio até pode ser considerada "correta" mas não leva em consideração o fato dele ser psicopata e não ter pagado por seus crimes perante a lei. Foi um assassinato e ocultação de cadáver, onde os restos mortais da vítima foram devorados por cães, fora a ordem dele em eliminar o próprio filho. Não acredito em um Deus que defende isso e condene a opção sexual dos outros, não tem nem comparação o que ele fez que você atenua chamando de pecado, aquilo foi uma barbaridade de uma mente doentia que não demonstra um pingo de remorso. Já conheci criminosos que se escondiam atrás da igreja se dizendo recuperados mas continuavam com suas perversidades. Temos que ter muito cuidado na hora de defender quem não tem defesa, quem finge se arrepender quando na verdade não pagou pelos seus crimes. Se puder, me cita alguma parte da bíblia em que Deus defende um homicida, sem abordar um contexto de guerra, que seja no mesmo contexto que o assassino bruno.

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    1. Meu querido, a reportagem não é minha, mas eu te digo que creio num Deus que transforma vidas, se o Bruno ainda é psicopata não sei, mas creio que a oportunidade de mudança é dada a todos.

      Interessante, você sabe quem sou eu, mas eu não sei quem é você. Assine seu comentário por favor.

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