quarta-feira, 14 de março de 2018

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 11



AULA EM 18 DE MARÇO DE 2018 - LIÇÃO 11
(Revista Editora Betel)

Tema: As festas de Israel e o Ano do Jubileu

Texto Áureo: Lv 25.10

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nessa lição inicie falando algo sobre as festas judaicas, pois Deus as instituiu em memória para que os filhos de Israel nunca se esquecesse  de suas origens, e mostre como cada festa tem uma visão profético para o Novo Testamento.
- "para que o ser humano obtenha a libertação do pecado", desde que surgiu o pecado, ele tem o poder de aprisionar o ser humano, escraviza-lo, essa foi a libertação que Jesus trouxe para os homens. 

1. Festas: da Páscoa ao Pentecostes.
1.1. A Páscoa e a Festa dos Asmos.
- "Sabemos que o fermento é símbolo do pecado", devido ao seu poder de alterar a composição química da massa, também o pecado altera a composição humana criada por Deus, adulterando a matéria pura que Deus fez.
"nessas duas festas o fermento não podia ser achado nas casas dos judeus", Essas festas fazem memória à saída do Egito e na ocasião os judeus tiveram que sair apressadamente, antes de a massa do pão levedar, e como não tinha tempo para levedar então não puderam colocar fermento, dessa forma tiveram que comer pão sem fermento na saída do Egito, a falta do fermento nessas festas era para fazer memória disso.

1.2. A Festa das Primícias.

- "era uma oferta de movimento", era uma oferta movida, ou seja poderia ser movida pelo sacerdote, isso significa que ele e sua família poderia se alimentar com a oferta.
"era a colheita da cevada",  a cevada era usada para se fazer o pão, havia o pão de cevada e também o de trigo, parece que o de cevada era mais barato e o pão de trigo era melhor.
"nos tornou aceitos diante do Senhor Deus", a ressurreição tornou possível a pregação do Evangelho e Jesus compara a pregação do Evangelho a uma colheita mundial.
A ideia principal dessa festa era a gratidão e reconhecimento a Deus por ter dado uma boa colheita.

1.3. A Festa de Pentecostes.
"Nesta festa dois pães eram trazidos para oferta de movimento", nessa festa se comemorava o produto da terra, ou seja o pão que era fabricado com o que se colheu da terra.
"no dia de Pentecostes com o derramamento do Espírito Santo", simbolizando os primeiros produtos da terra, ou seja, as almas convertidas naquele dia.
"são um simbolismo dos judeus e gentios", o Novo Testamento divide a humanidade em dois povos, judeus e gentios e a pregação do Evangelho é tanto pra um como para o outro.
"agradecimento a Deus pelo início da colheita do trigo", o trigo era colhido depois e fazia o melhor pão, por isso se trazia o pão de trigo.

2. Festas: das Trombetas à dos Tabernáculos.

2.1. A Festa das Trombetas.
- "ainda terá o seu cumprimento na história da nação de Israel", note que o comentarista está apresentando uma visão profética de cada festas, como cada festa falava profeticamente a Israel, a Páscoa, Primícias, Pentecostes e Pães Asmos já se cumpriram profeticamente, mas a das Trombetas ainda não.
"pois representa a convocação da nação", assim como o Arrebatamento será uma convocação do povo de Deus.
"o som da trombeta estará presente", pelo anúncio da Palavra de Deus, no dia do Arrebatamento se ouvirá o som da trombeta, cumprindo o simbolismo da festa das trombetas. 


2.2. O Dia da Expiação.
- "a liturgia referente a este dia", liturgia se refere ao cerimonial como era realizado, geralmente ao se estudar esse ritual os comentaristas selecionam a analogia entre a liturgia e a obra de Cristo.
- "quando o pecado da nação será expiado", se referindo ao período do Apocalipse, ocasião em que Jesus salvará toda a nação.
"Cristo voltar com a Sua Igreja para reinar neste mundo", segundo a escatologia Jesus arrebatará a Sua Igreja e ao final da Grande Tribulação retornará com ela para se revelar e salvar Israel.
"o espírito entrou neles, e viveram", costuma-se usar essa profecia para qualquer situação e em qualquer época, mas o contexto nos mostra que o Senhor estava se referindo a nação de Israel e o que Ele vai fazer com o Seu povo.

2.3. A Festa dos Tabernáculos.
- "A Festa dos Tabernáculos era um período de alegria", era uma festa de gratidão e tinha o objetivo de lembrar ao povo o momento histórico em que passaram pelo deserto habitando em tendas, por isso o nome "tabernáculos".
- "sem a santidade não alcançarão os seus objetivos", assim como o povo se separou das nações do mundo caminhando quarenta anos no deserto também os judeus da época de Cristo deveriam se lembrar de se separarem, segundo a tradição eles habitavam em tendas por um período para comemorarem aquela festa, isso tipifica santidade. 

3. O Ano do Jubileu.

3.1. Resgatado por um parente.
- "seu parente mais próximo poderia resgatar a propriedade", isso era para que a herança continuasse com a família, pois a terra havia sido dividida quando Israel tomou Canaã, mas devido a pobreza alguém acabaria tendo que vender o que ganhou, por meio do resgate a família poderia ter de volta a herança.
"conforme o número de anos desde o jubileu", no ano do jubileu toda terra que foi vendida era devolvida à família original e as pessoas que foram feitas escravas para pagarem dívidas eram libertas, por isso o cálculos de resgate deveriam ser feitos com base nesse ano sagrado, pois se faltasse poucos anos para o jubileu estaria próximo da libertação então o preço seria outro.

3.2. O resgatador tinha que ter condição de pagar o resgate.
  
"que era calculado com os anos que faltassem para o ano do jubileu", isso porque no ano do jubileu seria devolvido de qualquer forma, por isso o preço seria diferente.
"que só poderiam ser resgatadas no primeiro ano", nesse caso a casa ficaria um ano inteiro até a pessoa conseguir comprar, mas se passasse um ano e ela não comprasse então a casa ficaria pra sempre com a pessoa que comprou, não retornaria no ano do jubileu.

3.3. O resgatador tinha que querer fazer o resgate.
"mas também tinha que desejar fazê-lo", essa condição tipifica Jesus como nosso resgatador, Ele quis pagar o preço do nosso resgate naquela cruz. Essa voluntariedade nos ensina a sermos também assim voluntários sempre na obra de Deus.

Conclusão.
- "viver uma vida socialmente agradável", as normas de Deus ajudava as famílias, dava igualdade social, justiça, ajuda aos carentes, etc. A Lei de Moisés é um modelo de código de conduta social muito rico.
- Faça a revisão e corrija os exercícios.


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