terça-feira, 11 de setembro de 2012

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio - Lição 12 - Revista CPAD



AULA EM 16 DE SETEMBRO DE 2012 - LIÇÃO 12
(Revista: CPAD)

Tema: “As Dores do Abandono”
  
Texto Áureo: Sl 68.6
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), o problema que será tratado aqui tem
causado em muitos crentes, crises e complexos.   
- “consola-nos saber que”, ter conhecimento da natureza de Deus
nos trás consolação, muitos se desesperam quando se sentem abandonados
por desconhecerem que Deus nunca nos abandona.
- “Espírito Santo”, o Espírito Santo é chamado pelo próprio Jesus de
“o Consolador”, ou seja, Ele estará conosco nos momentos mais
difíceis de nossa vida, o problema é que muitos nunca conversam
como o Espírito Santo em oração, por isso não ouvem a sua voz
na hora da angústia.
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1. O ABANDONO FAMILIAR

1. Na doença.
- O que faz com que o doente continue reagindo, é o seu estado psicológico,
e quando ele é abandonado por sua família, então sua condição psicológica
fica abalada e o corpo sente, havendo grande probabilidade de seu estado
clínico piorar.
- Comente com ênfase e gravidade, que se algum aluno tem parente doente,
não o abandone, recomende que leiam isso: “Mas, se alguém não tem cuidado
 dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o
 infiel.” 1 Tm 5.8
- Comente também que cada um deve analisar a situação da seguinte forma:
“do mesmo jeito que esse parente está no leito e precisa de ajudo, um dia
pode ser eu ou um filho meu, e eu também precisarei de ajuda.”

2. No vício.
- A união da família em torno de um viciado pode salvá-lo. Antes de começar
qualquer processo de desintoxicação, deve-se abraçá-lo e mostrar-lhe que,
independente do que ele é ou o que tenha feito, sempre poderá contar contigo.
- Convém ressaltar que o vício, muitas vezes chega na vida de um jovem, que
tem sido deixado de lado pelos pais. Os pais devem acompanhar as atividades
dos seus filhos jovens, ficar atentos a amigos e mudanças de comportamento, 
abraçar, conversar e ajudar.

3. Na melhor idade.
- “chamada de melhor idade”, esse título foi dado devido ao aumento das
opções de lazer para o idoso atualmente. No final da década de 90 observou-se
o crescimento da população de idosos, a partir daí muitas empresas começaram
direcionar seus produtos a esse público e a mídia tem se ocupado em
divulgação das atividades para essa faixa etária.
-  Em algumas culturas os idosos são respeitas como os mais experientes
e mais sábios, são constantemente procurados para conselhos. Infelizmente
em nosso país os idosos são vistos como um peso. Há casos de violência
contra o idoso na nosso sociedade, por parte de familiares.
- “colocados em...asilos”, comente com os alunos que por melhor que seja
o asilo, nada se compara tratamento da família. Convém ao servo de Deus
cuidar dos pais e avós idosos.
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2. O ABANDONO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS
           
            1. No desemprego.
            - “verdadeiros amigos”, nessas horas nos são mostrados quem são
os falsos e os verdadeiros amigos.
- Na situação de desemprego fica ainda mais difícil conseguir a ajuda,
pois a ajuda é de ordem financeira. Existem irmãos que tem uma boa
palavra, exortam muito bem, oram e até jejuam, porém quando o assunto
é ajuda financeira a um irmão, nunca podem ajudar.
- Outros infelizmente comprometem sua renda de tal forma, que mesmo
tendo boa intenção, nunca conseguem ajudar ninguém, pois estão sempre
no vermelho. Ensine a classe que devem se programar para estarem sempre
em condições de abençoar financeiramente a alguém desempregado.

2. Da amizade.
- De todos os abandonos falados aqui talvez esse seja o mais forte, pois
nós não esperamos ser abandonados por amigos, esperamos sempre poder
contar com os amigos.
- “ninguém me assistiu”, infelizmente o apóstolo Paulo não teve a mesma
sorte que Noemi e Davi, com suas amizades. Ele sentiu na pele a dor de ser
abandonado.

3. Da igreja.
- O abandono por parte dos irmãos da igreja, ocasiona uma frustração e
desânimo na obra do Senhor, pois esperamos que a igreja nos ajude nesses
momentos.
- “não os visitam”, a visita é um poderoso evangelismo, existem irmãos
que quando são visitados se sentem reanimados a retornar a comunhão,
outros que estavam com o coração endurecido, são quebrantados.
-“olhemos também pelos missionários”, comente que todos nós somos
missionários em potencial, se ajudamos com oração e ofertas, então
receberemos galardão de missionário. Ainda que não pisemos o campo
missionário, podemos ser colaboradores desse importante ministério.
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3. O DEUS QUE NÃO ABANDONA

1. Na angustia.
- “caminhar quarenta dias”, no começo da caminhada de Elias no deserto
podemos notar que Deus estava alimentando ele, por isso ele teve força para
a longa caminhada. Assim também ocorre conosco nas nossas angustias, o
Senhor está nos alimentando.
- “achava ser o único crente”, Elias manifestou uma certa arrogância em
achar que ele era o único. Dessa forma também muitos irmãos que estão
angustiados e buscam isolamento, tendem a achar que são os únicos a
estarem certos, veem o erro em todos da igreja.
- Note que o Senhor trata Elias psicologicamente, a caverna é lugar de
tratamento, o Senhor nunca abandona, o silêncio de Deus faz parte de seu
tratamento.

2. O amigo.
- ...

3. A sua Igreja.
- “Consolador”, essa função do Espírito Santo é como a de alguém
que consola um órfão tentando mostrar para ele que não está sozinho e
que ele tem com quem contar.
- Recebeu e ainda hoje recebe esse consolador, aqueles que estão na
comunhão da Igreja, pois a promessa foi liberada para a Igreja.
- O problema de Elias foi resolvido pelo Senhor com uma receita simples,
Deus deu mais trabalho para o profeta, Elia teria que ungir dois reis e
um profeta, é impressionante mas essa fórmula ainda é eficaz hoje, quando
alguém se sente abandonado ou só deve se apegar a obra de Deus.
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CONCLUSÃO
- Separe alguma ilustração para esse estudo, algo acerca do consolo de
Deus para com seu servo.
- Reveja pontos importantes e ressalte o cuidado que o Senhor conosco.
- Procure lembrar se algum irmão em Cristo, tem deixado de ir a igreja,
veja se alguém foi visitá-los e convido os alunos a orarem por eles.

 Boa aula!

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