sexta-feira, 9 de novembro de 2012

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio - Lição 6 - Revista CPAD


M

Tema: “Jonas – A Misericórdia Divina”
  
Texto Áureo: Jn 3.10
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a), a história de Jonas é bem conhecida, pois
foi reproduzida em muitos livros infantis, dessa forma você não terá
muitos problemas, mas é bom se preparar bem.
- “milagre maior”, ainda hoje, a conversão deve ser visto como o maior
milagre. Observa-se que no meio do povo de Deus se valoriza muito mais
os milagres de curas e as profecias, do que as conversões das vidas.
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1. O LIVRO DE JONAS

1. Contexto histórico.
- “império Assírio”, esse foi o império que invadiu o Reino do Norte no
tempo do rei Sargão II em 722 a.C.
- “dez tribos”, esse era o Reino do Norte. Explique aos alunos rapidamente
sobre a divisão do reino e o surgimento das dez tribos, se tiver dúvida
leia o capítulo 12 de 1 Reis.

2. Vida pessoal.
- “fugir para Társis”, parece algo absurdo e até mesmo idiota, alguém
fugir da presença do Senhor, porém na atualidade isso ocorre o tempo
todo. Um dos ensinamentos desse livro é que Jonas teve uma ideia
coerente, para fugir daquela responsabilidade ele teria de sair da
presença do Senhor. Muitos tem tido a ideia de Jonas, mas parecem
não conhecer o desfecho dessa situação.

3. Estrutura e mensagem.
- “estilo biográfico”, é o estilo onde o autor conta a própria vida, ainda
que a narrativa esteja na 3ª pessoa.
- “anunciam...a ressurreição”, a obra da ressurreição é mostrada no
fato de Jonas ter permanecido três dias no ventre do grande peixe,
comparando com Jesus ficando três dias no ventre da terra, o próprio
Jesus foi quem passou essa analogia Mt 16.4.
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2. O GRANDE PEIXE
           
            1. Contexto histórico.
            - “interpretação tradicional”, Essa interpretação que chama de baleia
            o grande peixe influenciou também a tradução de João Ferreira de Almeida.
            - “Mt 12.40”, essa é a única referência onde aparece a palavra “baleia”,
porém está sendo explicado aqui que o termo no original usado na
Septuaginta é “monstro marinho”, a palavra baleia foi usada por João
Ferreira de Almeida, pois na época em que ele traduziu o Novo Testamento
esse era a “interpretação tradicional”.  
            - Nesse subtópico explica-se que o termo original não se referia
a baleia, dessa forma não convém chamar de baleia, o certo é grande peixe.         

2. Interpretação.
- “interpretado como alegoria”, alegoria é a figura de linguagem que usa um
uma fantasia para exemplificar verdades, um fato alegórico é aquele que não
existiu servindo apenas para ilustrar a mensagem que se quer passar. Certamente
a história de Jonas não foi assim.
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3. A MISERICÓRDIA DIVINA

1. A conversão dos ninivitas.
- O livro de Jonas serve como exemplo que seria a Graça de Cristo. Além
dos exemplos colocados nesse tópico você pode acrescentar:
- Jonas se levanta após três dias no ventre do peixe, simbolizando Jesus.
- Jonas corre o país com uma mensagem de arrependimento e anúncio
do Juízo divino, simbolizando a Igreja.
- “consequência de sua fé”, isso porque eles acreditaram em uma
mensagem na boca de um homem, isso é a fé. Jesus inclusive classificou
a fé dos ninivitas em Lc 11.31

2. O arrependimento de Deus.
- “Em termos humanos”, ensine que Deus fala ao ser humano em uma
linguagem que este possa entender, dessa forma os profetas atribuíam
muitas características humanas a Deus, por exemplo quando se diz “os
olhos de Deus!” sabemos que Deus é espírito e que não tem olhos, mas
essa afirmação serve pra dizer que Deus vê tudo.

3. Explicação exegética.
- Veja se você consegue explicar essa parte.
- As versões tradicionais traduzem esse termo em Jonas 3.10 como
 “Deus se arrependeu” inclusive a King James. Porém na NVI aparece no
texto em inglês o termo “he had compassion” que traduzido fica:
“se compadeceu”, curiosamente o mesmo texto da NVI em
português aparece: “Deus se arrependeu”. Claramente temos um
erro na tradução da NVI para o português. 


4.  A JUSTIÇA HUMANA

1. Descontentamento de Jonas.
- “a razão do descontentamento de Jonas”, supõe-se que Jonas desejasse
a ruína daquele povo porque ele teria previsto que a Assíria destruiria o
Reino do Norte em 722 a.C. e dessa forma eles não atacariam Judá pois estariam
destruídos.
- A outra suposição mais aceita é de que Jonas julgasse que aquele povo não
era merecedor da misericórdia de Deus.
- Nota-se que Jonas fazia aquela obra por medo e por obrigação, mas o Senhor
ministrou ao coração do profeta para que ele alcançasse o amor.
- Muitos na casa de Deus fazem a obra por obrigação ou por ganância.

2. Jonas esperava vingança?
- Assim como o filho pródigo que ficou na casa do pai, não sabia aproveitar
das bênçãos que ele tinha ali, também alguns do povo de Deus estão na
igreja mas não tomam posse das bênçãos da liberdade, porém quando
vêem um obreiro se destacando, logo ficam enciumados e procuram
defeitos na vida do irmão.

3. Compreendendo a misericórdia divina.
- ...
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CONCLUSÃO
- Assim como Jonas atravessou o país anunciando a mensagem de Deus, Jesus
atravessou os séculos anunciando pela Igreja a mensagem de arrependimento.
- “elogiou a fé dos ninivitas”, Jesus estava mostrando qual a fé que é digna
de elogio de Deus, é aquela gerada no coração de quem ouve a mensagem e
crê. Não depende de milagres, não depende de receber vitórias, não depende
circunstâncias.
                                      

2 comentários:

  1. Muito bom este estudo,mim ajudou pastante,é bem simples e bem explicado. Paz do Senhor!!!

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  2. Valeu que Deus continue te abençoando meu irmão muito bom!!!!

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