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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio - Lição 11 - Revista da Editora Betel


AULA EM 16 DE DEZEMBRO DE 2012 – LIÇÃO 11
(Revista: EDITORA BETEL)

Tema: “Paulo e o Bom Combate da Oração”
  
Texto Áureo: Cl 2.1
  
INTRODUÇÃO
            - Professor(a), apresente a vida de oração do apóstolo Paulo para incentivar seus alunos a orarem também.
            - “dons espirituais”, cogita-se que Paulo teria os nove dons espirituais mencionados em 1 Co 12.8-10. Até mesmo porque ele escreve sobre eles, ou seja, se ele escreve é porque conhece bem esses dons.
- “combatente fervoroso”, orar é entrar numa luta, por isso somos comparados a combatentes de Deus, soldado de Cristo.     

1. O EXEMPLO DE PAULO NA ORAÇÃO

1.1. Paulo um combatente da oração
- Aqui você pode comentar que assim como Roma era forte pela guerra, também o servo que ora será, pois também a vida de oração é uma batalha espiritual, comente com a classe, que no mundo espiritual ocorre uma guerra quando oramos, isso pode ser observado no caso de Daniel e seu propósito de oração veja Dn 10.13, aqui o príncipe da pérsia, provavelmente era um anjo caído da classe dos “principados” que guerreou contra Gabriel e depois com Miguel.

1.2. Paulo e demais companheiros de combate
- “disciplina”, disciplina é a capacidade de seguir regras, no caso da oração Paulo seguia regras que ele mesmo se impôs, quanto a horário, período de oração e local. Disciplina de oração é quando nós colocamos as regras e a seguimos, pode ser chamado também de autodisciplina.  
- “companheiros de oração”, um ensinamento muito útil que aprendemos das cartas de Paulo é que ele não fazia nada sem seus colaboradores, para tudo ele tinha irmãos e amigos que o ajudavam. É muito fácil atualmente encontrarmos irmãos centralizadores que fazem tudo sozinho, isso é prejudicial para o evangelho e até para o próprio irmão.

1.3. Orando no Espírito
- “orar motivado”, seria orar pela força do Espírito Santo, ocorre ocasiões em que oramos e o Espírito vai nos lembrando dos irmãos e dos problemas que estão ocorrendo, dessa forma vamos orando pela motivação dEle.
- “ir além de sua limitação”, quando estamos orando e damos lugar ao Espírito, pedindo por todos que Ele nos lembrar, esquecemos o cansaço e perdemos a noção de tempo, passamos além da nossa capacidade.
- “oração em línguas”, quando se chega ao nível de oração através do Espírito Santo então o servo do Senhor começa a orar também em línguas estranhas, numa ligação perfeita com o Senhor.
- Estimule seus alunos a buscarem essa prática de oração, pergunte a eles quanto tempo eles dispensam a oração, cada um poderá dizer como é sua prática de oração, como essa é uma pergunta pessoal, não insista caso alguém não queira dizer.
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2. COMBATE DE PAULO EM ORAÇÃO                           
- “falta de intimidade com o céu”, comente que atualmente o povo de Deus tem se envolvido em muitos entretenimentos (TV, Internet, jogos, passeios) deixando um pouco de lado a prática de oração, no século XXI multiplicaram-se as opções de divertimento e atividades, com isso muitos crentes deixam-se levar ficando a oração e Palavra de Deus em segundo plano em suas vidas.
- “o espírito imundo sabe”, alerte aos alunos sobre o perigo de não ter uma vida de oração, peça para alguém ler At 19.13-16. Pode comentar também que aquele que ora, fica conhecido no céu e também no inferno, pois sua oração combate a Satanás e seus demônios.

            2.1. Derramando o seu coração pela igreja
            - “fez questão de escrever”, Paulo era um ensinador por excelência, o fato de ele ter escrito suas orações se deve ao desejo de mostrar ao povo a necessidade de orarmos uns pelos outros.
- “devemos chorar pelas nossas igrejas”, pelo texto de Gn 12.3; 27.29 e muitos outros, nos dão a entender que o Senhor abençoa a quem intercede pelo povo de Deus, orando pelas igrejas, por pastores, ministérios e pelos irmãos.
- “prestes a desabar”, essa avalanche que se refere essa parte, fala das leis que tramitam na câmara e no senado federal, por exemplo a PLC 122, que é conhecida como Lei de Homofobia*, que se for aprovada e sancionada, tornará crime qualquer manifestação de homofobia, detalhe algum homossexual que for impedido de tomar Santa Ceia, poderá acusar o pastor da igreja de praticar homofobia.  
           * homofobia – repúdio ou aversão aos homossexuais.

2.2. Paulo dependia da oração
- “quanto maior o número de pessoas”, eis aqui uma explicação para o fato de Deus operar de acordo com as orações dos irmãos: O Senhor deseja que estejamos preocupados uns com os outros e ajudando uns aos outros, por isso ele condicionou a liberação de suas bênçãos de acordo com a união da igreja em oração. Assim Ele fez também com o perdão em Mt 6.12 
- “meio de promoção pessoal”, se refere aos irmãos que oram por si mesmo e pela sua própria família, não intercedem pela igreja, nem pelos irmãos em Cristo.


2.3. Paulo e a intercessão de seus discípulos
- “cobertura de oração”, pode ser comparado com a infantaria avançando no campo de batalha, ela é coberta pelos tiros de artilharia, os tiros da artilharia acertam o inimigo a distancia permitindo que a infantaria chegue e encontre os adversários desbaratados e confusos. A cobertura de oração funciona como essa artilharia.
Detalhe: esse professor que vos escreve serve na artilharia do Exército Brasileiro.
- Paulo sente a necessidade dessa cobertura, pois ele era a infantaria de Cristo, ele queria avançar no campo de batalha, mas precisava da oração dos irmãos.
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3. ENSINOS DE PAULO SOBRE A ORAÇÃO

3.1. Perseverança
 - “oração perseverante”, é a oração de quem não desiste, é oração com propósito, da qual o crente não para de orar enquanto não recebe a resposta.
 - Neste sub tópico tem várias recomendações de Paulo nas cartas, que fazem parte da doutrina da oração.

3.2. Intensidade  
 - “algemado a um soldado”, não há base bíblica para afirmar que Paulo estivesse algemado a um soldado, o que mais se aproxima é o texto de At 26.29, porém Paulo estava no tribunal, provavelmente em casa ele não usasse nem as cadeias (algemas) não há base para tal afirmação.
gio.
- “atenção total e intensidade”, numa batalha a intensidade é manter sempre o ataque, não recuar, não dar tempo para inimigo se reorganizar, assim o combate espiritual deve ser intenso também. Tem obreiros que pregam, Deus abençoa, almas se convertem, depois chegam em casa e relaxam, quando deveriam ir para o joelho bombardear o inferno, após a multiplicação dos pães, Jesus subiu ao monte para fugir das honrarias e para buscar mais em oração Jo 6.15. Tem obreiros que fazem o contrário disso.
                     
3.3. Coração aberto para dar oportunidades
- “campanha de oração ininterrupta”, toda oração deve ser ininterrupta, o problema das campanhas é que são sete semanas, e depois? O povo de Deus deve ser orientado a ora sem cessar, orar sempre, não diminuir o ritmo nem a intensidade.
 servos.  
- “que estava por vir”, a carta a Timóteo descreve como estaria a obra de Deus no futuro, como seriam trabalhosos os dias que viriam, a intensão principal de Paulo é que a são doutrina se mantivesse firme, não se perdesse. Será que hoje Paulo estaria satisfeito com a maioria das igrejas? Para essa pergunta todos sabem a resposta.
- “parafraseando”, parafrasear é explicar a passagem com outras palavras mais fáceis de se entender. Foi o que o comentarista fez no texto entre aspas, explicou 1 Tm 1.1,2 com outras palavras.
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CONCLUSÃO
- Excelente conclusão, não deixe de ler com a classe.
- Veja se você pode acrescentar uma experiência pessoal sobre oração atendida.
- Conclua convidando os alunos a mudarem seus hábitos de oração, apresente uma proposta para eles.

 Boa aula!

Marcos André - Professor
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Um comentário:

  1. o senhor é um ungido de DEUS!
    diaconisa Carmelina, superintendente e professora da EBD.

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