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quarta-feira, 27 de março de 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 13 - Revista da CPAD



AULA EM 31 DE MARÇO DE 2013 - LIÇÃO 13
(Revista: CPAD)

Tema: “A MORTE DE ELISEU”
  
Texto Áureo: 2 Rs 13.21
  
INTRODUÇÃO
- Amado(a) professor(a) esta é última aula desse trimestre, sugiro que você prepare uma pequena prova, ou uma pequena gincana de perguntas, para encerrar com chave de ouro esse trimestre. Converse com o seu superintendente, compre algum brinde e presenteie o melhor aluno. Assim você agregará valores à EBD.
   
- “sujeito a limitações comuns”, aprende-se aqui que nem sempre o Senhor vai curar todas as doenças, ensine que não existe esse negócio de determinar pra Deus como se Deus fosse nosso servo. Se o Senhor não quiser, tal enfermidade não será curada e ponto final.
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1. A DOENÇA TERMINAL DE ELISEU

1. A velhice de Eliseu.
- “idealizamos”, muitos homens de Deus são idealizados da maneira como as pessoas querem que eles sejam e atualmente alguns tem sido até idolatrados e essa idolatria parte também do povo. Muitos idolatram pastores, pregadores e cantores.
- A Bíblia sempre relata o lado humano dos grandes homens de Deus, para que fique bem claro de quem é o poder pelo qual eles foram usados.

2. O sofrimento de Eliseu.
- “com o mesmo vigor espiritual”, elogie esse vigor de Eliseu e compare a situação daqueles crentes que não podem sofrer nada que pensam logo em largar tudo e abandonar a obra de Deus.
- Comente que, ainda que a pessoa esteja velho e até mesmo doente, pode ser usado pelo Senhor, pois Ele trabalha de forma diferente de sorte que muitas vezes não entendemos.

2. A PROFECIA FINAL DE ELISEU

          1. A ação de Deus na profecia.
            - “jargão”, é uma frase de efeito que de tanto ser usada fica como frase característica uma instituição ou de uma cultura.
- “Eu profetizo sobre”, essa frase no imperativo não existe em lugar nenhum da Bíblia, pois ela passa uma vontade da pessoa que a pronuncia.
- “afetação humana”, demonstração de afeto expressando um desejo da pessoa em que o outro seja abençoado.
- “vontade soberana”, vontade que não depende do querer de mais ninguém, que não precisa dar satisfação e nem pedir autorização, essa é a vontade daquele que tem todo poder.

2. A participação humana na profecia.
- “faltou fé”, essa é a participação nossa na profecia de Deus para a nossa vida.
- “tratar-se de uma mera cerimônia”, talvez Jeoás pensasse que Eliseu já tivesse delirando ou ficando caduco. Às vezes achamos que Deus deve fazer as coisas do nosso jeito.
- “uma fé tímida”, pode se ter como exemplo aquela fé que investe pouco, que se dedica pouco, que fica com o pé atrás. Convide os alunos a se empenharem na fé: se Deus prometeu uma porta de emprego, vai se preparando para trabalhar. Se Deus prometeu um ministério, vai planejando a organização dele. Se Deus prometeu um casamento, vai arrumando um trabalho e uma casa para receber a benção.
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3. O ÚLTIMO MILAGRE DE ELISEU

1. A Eternidade e fidelidade de Deus.
- “postumamente”, após a sua morte.
- “quando morre um homem de Deus”, existe um outro jargão que afirma: “Quem tem promessa não morre.”, na verdade isso é uma invenção dos triunfalistas, pois na realidade muitos homens piedosos como Eliseu tem morrido e outros estão morrendo desviados no tráfico de drogas, ou nos vícios. Quem está de pé deve se cuidar para não cair.
- Devido a importância que Eliseu tinha e da boa condição financeira de sua família, a sua sepultura deveria ser semelhante aquela de Jesus, cavada em rocha com uma pedra na entrada, de maneira que era só rolar a pedra e depositar o corpo. Porém já tinha um corpo lá, o de Eliseu.

2. A honra de Eliseu.
- “deixa em relevo”, para ser percebido indiretamente.
- “continua a ser lembrado”, embora esse milagre tenha sido no corpo físico, podemos entendê-lo espiritualmente. Mostra aqui que após a morte o Senhor zela por nós, Jesus falou para o ladrão na cruz: “Hoje estará comigo no paraíso.” Lc 23.43 Para o Senhor a nossa história continua no céu, e não como alguns pensam, em sono profundo ou sono da alma.
- O problema das pessoas é achar que a vida se resume a esse tempo presente somente.

4. O LEGADO DE ELISEU

1. Legado sócio-cultural.
- “um de seus maiores legados”, notamos anteriormente que a escola de profetas cresceu sob a supervisão de Eliseu.
“E disseram os filhos dos profetas a Eliseu: Eis que o lugar em que habitamos diante da tua face, nos é estreito.” 2 Reis 6:1

- “possuía influencia”, o legado de Eliseu é que após a sua morte os profetas passaram a ser mais respeitados e também a exercerem essa influencia. É provável que a partir daí surgem os profetas literários devido a estrutura que ganhou aquela escola de profetas.  

2. Legado espiritual.
- Acredito que o grande legado espiritual de Eliseu para todas as épocas foi o seu pedido ousado, de uma poção dobrada do Espírito sobre a vida de Elias. Isso nos mostra que não é errado querermos ser tão grandes espiritualmente como outros que o Senhor usa. É extremamente bom para o Reino de Deus, que os crentes se esforcem para pregar melhor, para curar mais, para manifestar mais dons espirituais, mais unção.
- Enquanto muitos ficam cobrando uma extrema humildade, não surgem jovens como Paulo, como Pedro, como Filipe, João Weslley, Moody e muitos outros.
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CONCLUSÃO
- “nunca deixou de ser servo”, Eliseu teve grandes oportunidades de ficar bem financeiramente, porém nunca quis privilégios no mundo, é triste ver pessoas como Geazi que se perdem diante de uma oportunidade que Deus não deu.
- “Devemos imitá-lo”, apesar de todos serem pecadores, existem pessoas que podem ser imitadas, Eliseu foi uma dessas pessoas. Seja você também uma dessas pessoas meu caro(a) professor(a).
- Faça o encerramento do trimestre agradecendo a todos e apresentando a próxima revista.
- Convide os alunos a estarem no próximo trimestre na EBD.

Marcos André – Superintendente e professor

Boa Aula!


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2 comentários:

  1. Se joão Ferreira de Almeida realmente errou que foi inspirado por Deus,então posso perfeitamente questionar e analizar as recentes interpretações.

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    1. Com certeza irmão, todos os intérpretes tem o direito de errar, você deve aprofundar o seu estudo para chegar o mais próximo possível do que o escritor quis dizer. E sobre a inspiração, João Ferreira não tinha a mesma inspiração dos autores, ele tinha um talento e o aperfeiçoou para traduzir as Escrituras.

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