segunda-feira, 13 de maio de 2013

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 7 - Revista da Editora Betel



AULA EM 19 DE MAIO DE 2013 – LIÇÃO 7
(Revista: EDITORA BETEL)

Tema: “O QUE GUARDA SUA BOCA CONSERVA SUA ALMA”
  
Texto Áureo: Ef 4.29
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição você poderá ensinar seus alunos a moderarem as palavras e vigiarem com o que falam.
- “falar demais”, falar em excesso não ouvindo os outros. Os que falam demais acabam falando o que não convém.  
- “equilíbrio”, é não inclinar para um lado específico, mas permanecer no meio termo sem cometer exageros.
- “o que não deveria”, deixando escapar segredos, ou gerando mal entendido por algo que tenha dito veja: Provérbio 10.19.

            1. O CUIDADO AO FALAR
- “vigiar sobre”, é tomar cuidado com aquilo que sairá da sua boca, pois a palavra mal falada não retornará.
- “falam sem pensar”, a pessoa deve pensar antes de falar, analisar se é ético, se é o momento adequado.
- “metralhadora”, esse termo é empregado porque a língua tem o poder de ferir assim como um tiro as vezes até mais.

1.1. Vigilância e prudência no falar
- “multidão de palavras”, no meio de muitas palavras que a pessoa profere pode passar uma ofensa, um desejo oculto, uma mentira, um preconceito, aquele que fala demais se expõe demais acaba deslizando e pecando no falar.
- “ou proibidas”, nós formamos opinião sobre tudo, às vezes opiniões preconceituosas ou até mesmo pecaminosas, pois somos falhos, por isso nem tudo que vem a mente deve ser dito.

1.2. A tentação de ouvir um segredo
- “resistir a tentação”, a natureza humana corrompida fez as pessoas ficarem curiosos em extremo.
- “compulsão em contar”, é aquele que sempre acaba falando o que deveria ser mantido em oculto.
- “contar a própria vida”, precisamos a prender a falar o que é necessário para a comunicação. contar os próprios planos, por exemplo é dar ao inimigo uma chance de preparar uma barreira para que não se realizem.

1.3. A tentação de falar um segredo
- “ser preservado”, muitos irmãos de ministério e até pastores falam demais e deixam escapar segredos de pessoas que estão passando situações difíceis.
- “confessam alguma coisa”, se a pessoa confessou algo significa que ela confia em nós, por isso não devemos ser infiéis, pois uma confiança quebrada dificilmente retorna ao que era. 
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2. CONSEQUÊNCIAS DE NÃO CONTROLAR A LÍNGUA
- “ficar calado”, aquele que fica calado diante de situações que não precisam de sua opinião, torna suas palavras interessantes e aguardadas. O que fala demais se torna banalizado pelos outros, deixa de ser interessante ouvi-lo e até entediante.
- “informações distorcidas”, são informações que foram aumentadas ou diminuídas da informação original, ocorre quando a pessoa que tem o costume de falar demais tenta passar uma informação sem a certeza se o que ouviu está certo.
- “infundadas”, o que não tem fundamento ou provas, ocorre quando alguém fala algo sobre outra pessoa e aquilo é mentira, então o falador passa adiante aquilo que não tem certeza.

2.1. Causam feridas difíceis de serem curadas
- “machucado”, uma palavra pode causar muitas feridas que podem originar um mágoa e a mágoa para ser removida dá muito trabalho.
- “não se importam”, são pessoas que ignoram a ética na comunicação, grandes oportunidades são perdidas devido a falta de ética nessa área.
- “ser lembrada por uma vida”, a propaganda negativa é mais eficiente do que a positiva, tudo de bom que alguém fala é logo esquecido devido a uma pequena falha que se comete com as palavras.
- “denigrem a imagem”, as palavras que denigrem a imagem de alguém geralmente vem em forma de pré-julgamentos ou informações falsas sobre a pessoa.

2.2. Matam sonhos e ideais
- “derrubam castelos”, a palavra castelo aqui é uma metáfora que significa “a construção de um sonho ou um ideal”, palavras mal colocadas podem derrubar sonhos e ideais de pessoas. Principalmente quando buscam apoio e só encontram críticas.
- “quebram relacionamentos”, pode ocorrer quando alguém semeia intrigas ou devido a muitas palavras que magoam. Relacionamentos muito sólidos geralmente são resistentes às palavras mal colocadas, mas se tal situação se repetir diversas vês pode minar qualquer relacionamento.
- “temperada com sal”, o sal torna a comida apreciável ao paladar, aqui o termo se refere às palavras que edificam, que animam e que orientam.
- “como maçãs de ouro”, metáfora usada por Salomão para representar o bem que a palavra dita na hora certa pode fazer. “maçãs de ouro”, pode significar algo belo, saboroso e que enriquece.  

2.3. Falam sem pensar nos resultados
- Esse tópico inicia com uma série de perguntas para a pessoa se questionar antes de falar o que está na cabeça. Toda palavra deve ser medida nesses moldes, pois depois de proferidas elas não voltam mais.
- “ferrolhos de um palácio”, ferrolhos são as peças que trancavam os portões dos antigos palácios do Velho Testamento. Essa parte do versículo completa a parte “a” que afirma ser difícil de conquistar um irmão ofendido. As contendas são como esses ferrolhos no coração de alguém.
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3. A MORTE E A VIDA ESTÃO NO PODER DA LÍNGUA
- “fartará seu ventre”, esse verso está afirmando que aquele que profere palavras que edificam também será edificado por elas e se foram para animar ele também será animado.  
- “a morte e a vida”, vemos isso acontecer diariamente no trânsito, onde muitas vezes um xingamento ou uma repreensão simples pode levar alguém a atirar em outra pessoa. 

3.1. A prestação de contas
- “frívola”, sem importância, inútil, são as palavras que não servem para nada.
- “ociosa”, que não produz nada, que não serve pra nada.
- “Dia do Juízo”, é o Juízo Final mencionado em Apocalipse 20.12. Não se sabe que instrumentos serão usados para apresentar tudo que foi dito, parece que os pecados cometidos passarão na mente do réu para que ele se lembre de tudo.

3.2. Quem não refreia a sua língua a sua religião é vã
- “engana seu coração”, engana-se a si próprio, geralmente aquele que comete pecado tem a consciência de que não é um bom religioso, porém o mesmo não acontece quando não se refreia a língua, porque a pessoa, com as palavras comete pecados que não se percebe, dessa forma engana seu coração.

3.3. Desculpas e justificativas de quem fala demais
- “falta de domínio próprio”, essa é a obra da carne responsável pelo não refreamento da língua, aquele que se mantém sempre na carne jamais conseguirá segurar a língua.
- “contar até dez”, é um recurso criado para que ninguém profira palavras estando nervoso, pois poderá ofender alguém.
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CONCLUSÃO
- “constrangimentos”, situações embaraçosas, sempre ocorrem por algo inconveniente que falamos, devido a falta de vigilância.
- “incoerente”, que faz algo que não está de acordo com aquilo que se prega.
- “enganando seu coração”, relembre aos alunos o que foi dito antes sobre isso no tópico 3.2.

Boa aula!

Marcos André – professor




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