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sábado, 8 de fevereiro de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 6 - Revista Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2014 - LIÇÃO 6
(Revista: Central Gospel - nº 37)

Tema: A DIVINDADE DE CRISTO
  
Texto Áureo: Gálatas 4.4,5
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição apresente Jesus como Deus, convide os alunos a reverenciar o Seu nome, a terem mais respeito em Sua casa e a darem mais ouvidos à Sua Palavra.
- “também era Deus”, o Verbo era Deus e estava com Deus, Jesus não se transformou no Verbo e nem recebeu o verbo.
- “imensurável”, que não se pode medir.
- A divindade de Jesus é uma das doutrinas mais combatidas desde o início do cristianismo, pois se Jesus não fosse Deus, toda a pregação do evangelho seria sem fundamento e tudo não passaria de uma falácia.
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1. A DIVINDADE DE CRISTO NO ANTIGO TESTAMENTO

1.1. No advento da queda
- “e o seu descendente”, se referindo a descendência da mulher, note o pronome possessivo “seu” que se refere a terceira pessoa, pois Deus(1ª pessoa) estava falando com a serpente (2ª pessoa) se referindo a mulher (3ª pessoa).
- Note também que Deus não disse descendente deles (homem e mulher) porque não haveria participação do homem na vinda do Redentor, apenas da mulher.
- “pagar a pena”, se refere a pena consequente do pecado (a morte), como a humanidade estava pecadora, toda ela deveria morrer para se fazer justiça. Mas Jesus morreu no lugar da humanidade e assim satisfez a justiça.

1.2. Na predição de seu Nascimento virginal
- “que a virgem conceberia”, naturalmente se uma mulher concebesse então ela não era mais virgem, quando ele diz que uma virgem conceberá, mostra que seria algo milagroso e inédito, os profetas esperavam que em algum momento aparecesse uma virgem grávida. Porém sabemos que José ao saber do fato, temeu pela vida de Maria e preferiu ocultar o fato de que uma virgem apareceu grávida Mt 1.19.
- “Emanuel (Deus conosco)”, muitos se perguntam por que os profetas o chamaram de Emanuel, mas quando anunciou o nascimento disse que ele se chamaria Jesus Mt 1.21? A resposta é que Emanuel apresentava para os judeus que o Messias seria o próprio Deus presente entre eles, pois isso era tudo o que eles queriam, foi o que Moisés pediu a Deus Ex 33.15, mas o nome Jesus (Deus salva), expressa o que a humanidade inteira precisa, de um Deus que a liberte.
- “indubitável”, que não se pode duvidar.

1.3. Na predição da localidade do seu nascimento
- “patentes”, que pode ser notado, observado, participado.
- “já habitava os tempos”, é só ler o versículo de Miqueias 5.2 com a classe para comprovar isso.

1.4. Na descrição profética de seus nomes
- “governo”, aquele que regerá o mundo inteiro com vara de ferro e reinará eternamente.
- “Maravilhoso Conselheiro”, aquele que é o exemplo máximo de vida cristã, cujo os passos podem ser seguidos e todas as Suas palavras são de sabedoria.
- “Deus forte”, aquele a quem foi dado todo poder e a quem foi colocado mais de doze legiões de anjos a Sua disposição, caso Ele quisesse Mt 26.53.
- “Pai da eternidade”, aquele que possibilitou ao homem passar a eternidade com o Criador e que disse de si mesmo “Eu sou o alfa e o ômega” Ap 22.13
- “Príncipe da Paz”, aquele que nos deu a paz com Deus Rm 5.1.

1.5. Na descrição profética de Seu perfil sofredor
- “o Messias foi rejeitado”, conforme pode se notar ao ler a referencia de Isaías 53.3-5 é um retrato falado de Cristo pregado na cruz.
- “voluntariamente”, não foi obrigado, Ele poderia, a qualquer momento ter evitado a crucificação, e não precisaria nem mostrar o Seu poder, somente com simples argumentos Pilatos não o teria entregue Lc 23.20.

2. A DIVINDADE DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO
- “maneira sobeja”, com sobras, quer dizer que falaram bastante da divindade de Cristo.
- “autor da carta aos Hebreus”, está dessa forma porque ninguém sabe quem escreveu essa carta. Por muito tempo se suspeitou de Paulo, mas depois de analises na estrutura linguística chegou-se a conclusão que não poderia ser Paulo o seu autor.
- “doutrina basilar”, uma doutrina base, a divindade de Cristo é uma doutrina essencial para a existência do Cristianismo.

2.1. O apóstolo João
- “o eterno verbo de Deus”, João escreveu o seu evangelho para a Igreja em todas as épocas e nações, por isso ele trás um conceito inédito o “verbo” dessa forma a mensagem da divindade de Jesus seria melhor compreendida por qualquer um que a lesse.

2.2. O apóstolo Paulo
- “deidade de Cristo”, é o mesmo que divindade de Cristo.
- É bom saber que para os judeus Jesus não é o Cristo, pois eles sabem que o Cristo é o mesmo que Messias e sabem também que o Cristo é Deus, pelo texto de Isaias, mas eles acreditam que Jesus tenha sido somente um profeta.

2.3. Na Carta aos Hebreus
- “preexistência de Cristo”, essa doutrina afirma que Jesus já existia na eternidade com o Pai.
- “tempos mais remotos”, como os hebreus (judeus) conheciam a manifestação do Senhor pelas Escrituras o autor dessa carta procura apresentar Jesus como sendo o participante das decisões e ações de Deus nos tempos antigos.
- “exaltação junto ao Pai”, se refere à ascensão ao céu e ocupação do Seu lugar a destra de Deus.
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3. PROVAS DA DIVINDADE DE CRISTO
- “dá sentido às Escrituras”, obviamente se Jesus não fosse Deus, o Novo Testamento não se encaixara perfeitamente no Antigo. Haveria muito mais divergências e teorias do que há hoje.
- “ao que Jesus ensinou”, somente Jesus sendo Deus explica os Seus ensinamentos, veja esse: “Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;” Mateus 5:39  somente um Pai amoroso pede que seus filhos vivam em paz uns com os outros. Qualquer outro mandaria revidar, mas o Senhor Jesus mostrou o quanto Ele semelhante ao Senhor dos Exércitos.

3.1. As alegações de Jesus
- Nesses versículos Jesus declara ser um com o Pai, de estar unido a Ele como um só, quem vê um, vê também o outro. Dessa forma podemos buscar a Jesus através do Espírito Santo, que chegando a Ele chegaremos ao Pai.

3.2. Os atributos divinos na pessoa de Cristo
- “onipotência”, note que a referência ocorre depois que Cristo ressuscitou e não antes. Entendemos que antes da ressurreição Ele não estava revestido desses atributos, pois Ele havia se despido deles.
- “onisciência”, professor(a) cuidado com a pergunta inteligente: se Jesus era onisciente, como Ele não sabia o dia do arrebatamento? Mc 13.32 A única resposta é: Jesus não estava revestido dos atributos incomunicáveis ao homem, como onipotência, onisciência e onipresença.

3.3. Os nomes divinos
...

3.4. As obras de Cristo
- “o perdoador de pecados”, em toda a Bíblia somente Jesus perdoa pecados. Em João 8 quando os acusadores da mulher adúltera foram se retirando, somente Jesus ficou, pois Ele era único que estava em condições de atirar pedras, mas ao invés disso Ele usou uma grande característica de Deus, a misericórdia.
- As obras de Jesus são diferentes de todos os profetas que existiram no passado, são obras de quem é Deus, veja o que Ele disse acerca do sábado:
“Porque o Filho do homem até do sábado é Senhor.”, Mt 12.8

CONCLUSÃO
- “apologistas da fé”, significa defensores da fé, aqueles que usam de argumentos dentro e fora da Bíblia para defender a fé cristã.
- “não passa de um louco”, ele quis dizer que, ou acreditamos que Jesus é Deus ou não acreditamos em mais nada. Não existe meio termo.
- “nem quis nos deixar essa opção”, Jesus sempre se apresentou como quem tem toda autoridade e domínio. Falou de Sua Igreja sabendo de tudo o que iria acontecer e como ela se espalharia pelo mundo.
- Jesus é o Homem Deus que mudou a história da humanidade para sempre, que dividiu o mundo em antes e depois Dele, que nunca pegou numa arma, mas reuniu um exército de valentes que dão a vida por Ele. Tem um nome conhecido no céu, na Terra e no inferno, só Deus faz isso, Jesus faz porque Ele é Deus.
- Convide os seus alunos a reverenciá-lo como Deus.
- Faça o resumo, apresentando os pontos mais importantes aprendidos. 

Boa aula!


Marcos André – professor

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