quinta-feira, 20 de março de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 12 - Revista da Editora Betel


AULA EM 23 DE MARÇO DE 2014 – LIÇÃO 12
(Revista: EDITORA BETEL)

Budismo, e o Seu Crescimento Sutil e Silencioso

Texto Áureo: Isaías 64.6
  
INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição mostre como Budismo é falho como religião.
- “Sem ortodoxia”, ortodoxia significa a aplicação da correta doutrina.
- “crença divina”, ou seja, os budistas não creem em Deus.
- “ganharam contornos populares”, quer dizer que o país ganhou novos tipos de cidadãos.
- “imigrantes japoneses”, pessoas que deixaram o Japão para trabalhar no Brasil. Na imigração, famílias inteiras que eram contratadas na Europa e Ásia que se fixavam e viviam em comunidades.
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1. Origem e História do Budismo
- “casta dos sacerdotes”, na Índia a sociedade é dividida em castas, assim existe além da casta dos sacerdotes, a casta dos comerciantes, dos guerreiros e dos servos e operários.
- “religião védica”, seguidores dos vedas, uma espécie de códigos escritos a mais de 700 anos antes de Cristo.
- “que o Budismo surgiu”, nota-se que ele surgiu nas camadas mais populares da nação indiana.

1.1. O Fundador do Budismo
- “cercado de opulência”,cercado de luxo e de esplendor.
- “conheceu sofrimentos que jamais imaginou”, ele desenvolveu a empatia, que é se colocar no lugar do próximo a fim de entender sua dor e imaginar: “E se fosse comigo?” essa é a empatia que muitos crentes estão precisando.
- “nos tornamos o caminho”, na verdade ele procurava uma forma de fugir da realidade e da grande verdade do universo, que deixou Pilatos com uma grande dúvida João 18.38 A realidade é: “o homem está perdido e arruinado, sem solução em si mesmo” e a grande verdade é: “o homem precisa de um mediador que o leve ao Criador de todas as coisas, esse Mediador é Jesus.”
- Gautama não descobriu a verdade ele descobriu uma forma de fugir dela!

1.2. O Budismo e sua grande influência no mundo
- “chegou ao sudeste asiático e se difundiu”, esses países que são citados aqui são ainda hoje de grande maioria budista, eles receberam o budismo e nunca abandonaram.
- “primeiro século da Era Cristã”, período da Igreja primitiva em que foram escritos os evangelhos.
- “religião oficial”, isso ocorre quando o governo declara reconhecer uma determinada religião e concede-lhe facilidades, como isenção de impostos. Em muitos casos os governos passam a reprimir outros movimentos religiosos contrários à religião dominante.

1.3. Livro Sagrado do Budismo
- “idioma páli”, idioma simplificado do sânscrito, falado pelas classes mais populares da índia.
- “Autodisciplina”, é a doutrina para a prática da ascese, que é a mortificação do corpo com jejuns e outras privações.
- “regras monásticas”, são as regras para se viver em monastério, em isolamento.
- “chegou ao Ceilão”, uma antiga colônia portuguesa, é o atual Sri Lanka. 
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2. A Teologia Budista

2.1.  O Budismo e o ensino sobre Deus.
- “acreditam em vários deuses”, então dizemos que eles são politeístas.
- “a existência deles é transitória”, isto é, passageira, são deuses mortais.
- “passam pelo ciclo do renascimento”, dessa forma os seus deuses viriam a morrer e renascer.
- “é uma prova clara que existe um ser Criador”, na verdade não há uma prova clara sobre a existência de um ser Criador, mas nós podemos sentir a sua presença e existe lógica incontestável da criação e além de tudo isso nós acreditamos pela fé.
2.2. O Budismo e o ensino sobre a salvação
- “Quatro Nobres Verdades”, são verdades de fato, mas não são as verdades que liberta, como o Budismo propõe.
- “retidão pessoal não é suficiente diante de Deus”, não é por nossas obras, mas pela obra que o Senhor mesmo fez em nosso lugar, ou seja, pela obra da cruz.
- “capaz de transmitir salvação”, as leis e normas são apenas para qualificar os erros humano. O que Salva o ser humano é a graça de seu criador.

2.3. O Budismo e o ensino sobre o pecado
- “está ligado ao desejo”, note que para eles o pecado está no interior do homem, nos seus desejos, nisso eles se aproximaram de certa forma da doutrina bíblica.
- “que deve ser eliminado”, se referindo ao desejo, certamente eles estariam no caminho certo, mas falta o ingrediente principal para se libertar do pecado. Além de mortificar a carne o ser humano precisa ter comunhão com Aquele que realmente liberta do pecado, o Filho do Homem.
- “penetrou na própria natureza humana”, comprova o que dissemos, que o pecado se apegou à natureza humana e o homem passou a ser escravizado por ele. Só um Libertador pode reverter esse quadro.
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3. Os Principais Ensinos do Budismo
- “autoridade transcendental”, autoridade que transcende ou que passa através dessa natureza para outra, espiritual.
- Embora eles admitam existir um mundo espiritual, eles acreditam que a solução para os problemas do homem está aqui mesmo no plano físico.

3.1. O Nirvana
- “ficam atados às ilusões”, presos a essas ilusões
- “estado de absoluta paz”, essa seria a paz perfeita, mas não passa de uma ilusão, pois o ser humano não está em guerra só consigo mesmo, ele está em guerra principalmente com o seu Criador. Enquanto o ele não resolver o problema com o Senhor Deus ele jamais alcançará a verdadeira Paz.
- A Bíblia ensina que a verdadeira paz é a paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus. Romanos 5.1
- “definido como “Nirvana””, o Nirvana seria um estado de apogeu do ser, para os Budistas essa é a salvação.
- “beatitude”, significa felicidade suprema, num estado de gozo espiritual.

3.2. O Carma
- “encarnações e desencarnações”, semelhante ao espiritismo, sendo que no Espiritismo as sucessivas reencarnações servem para a alma evoluir enquanto no Budismo as reencarnações servem para a alma se libertar.
- “são transmitidas de uma vida para outra”, o carma seria as consequências de uma vida se repetindo na outra até a pessoa modificar sua atitude.
- “superação do “eu individual””, ao chegar nesse estágio a pessoa estaria liberta de fato e as consequências do carma acabariam.
- “eterno destino”, é o destina da vida eterna, quer dizer que o homem decide, durante a vida, onde vai passar a eternidade.

3.3. Os cinco Preceitos do Budismo
- “matar nenhum ser vivo”, eles supervalorizam até mesmo os insetos.
- “substâncias que embotem a mente”, a principal pregação budista é de libertação da mente e busca do Nirvana, por isso seria incoerente seus adeptos fazerem uso de substancias entorpecentes.
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CONCLUSÃO
- “no máximo, reprimir a natureza do “velho homem”, isso eles conseguem praticando suas doutrinas ascéticas de mortificação da carne, se privando de qualquer prazer. O problema é que eles ainda continuarão escravos do pecado. Aprendemos que a libertação do pecado não é deixar de pecar e sim deixar de ser escravo do pecado.
- Professor(a), explique que se o aluno souber a crença e como funciona a doutrina budista, ele saberá refutar as argumentações deles quando estiver evangelizando ou aconselhando.
- Repasse os pontos mais importantes para os alunos.
- Faça as perguntas do questionário.

Boa aula!


Marcos André – professor

7 comentários:

  1. Valeu varão esse comentario me salvou a aula domingo sera comigo.

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    1. Boa sorte irmão Elias, vou orar por você hoje.
      Paz.

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  2. Sou professora ha tres anos,me dedico pra ensinar as irmas e o clube da teologia tem me ajudado bastante,esclarecendo duvidas e nao falar asneiras na ebd.Deus te abençoe com ricas bençaos.paz do senho!

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  3. em 2011 o Senhor deixou um estudo "compreendendo os traumas emocionais", justamente os assuntos a serem abordados na próxima lição betel, confere?

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  4. Servirá de base, muito parecido com o que vai ser abordado na próxima lição. Tranquilo.
    Dá uma olhada na lição 02 da Betel "Enfermidades da Alma". O autor coloca Moisés com a doença do medo ao se dirigir a Deus que não era eloquente para falar com Faraó. Bem, acrescentou no final da revista dos professores que era para
    recomendar aos alunos medicação e terapia com psicólogo.
    Sentir-se inferior ou inadequado para uma tarefa a fazer neste caso a luz de uma correta interpretação e entendimento, tratava-se de RECONHECER A PRÓPRIA INCAPACIDADE E É PRÉ-REQUISITO PARA UMA VITÓRIA GENUÍNA, POIS SOMENTE QUANDO SOMOS LIBERTADOS DA AUTO-CONFIANÇA QUE DEUS PODE USAR-NOS PARA SUA GLÓRIA. Is 6.5, 2 Sm 9.6-13,Jz 6.15, Jó 42.6, Amós 7.14......SE fosse assim todos estes exemplos eram de doença do medo. auto-confiança soa com soberba. Estou preocupado com a próxima revista Betel. São muitos os casos de aplicação sem medida de termos e definições da psicologia misturadas com má aplicações hermenêuticas bíblicas. definitivamente não dá para ser "político" os professores de ebd neste trimestre. Devemos refutar com coragem antes que tomem como verdade o que presenciamos.
    paz

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