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sábado, 15 de março de 2014

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 11 - Revista da Central Gospel


AULA EM___DE______DE 2014 - LIÇÃO 11
(Revista: Central Gospel - nº 37)

Tema: A PRISÃO E O JULGAMENTO DE JESUS
  
Texto Áureo: Isaias 53.5
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição mostre passo a passo como Jesus foi preso, julgado e condenado, esclareça pequenos pontos que passam desapercebidos pelos crentes.
- “augusta Vítima”, se referindo a Cristo é claro, o adjetivo “augusta” significa: digna de respeito e veneração.
- “processo religioso”, quando Jesus é apresentado diante dos judeus para julgarem os seus “erros” religiosos.
- “processo civil”, quando Jesus é apresentado diante do procurador de Roma para ser julgado quanto a inflações civis que tenha cometido.
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1. JESUS NO GETSÊMANI
- “reunião no cenáculo”, provavelmente foi a casa de Maria mãe de João Marcos, autor do livro de Marcos.
- “monte das Oliveiras”, nesse monte haviam muitas oliveiras (árvore que dá a oliva) e ali era produzido azeite.

1.1. O início do sofrimento
- “Getsêmani”, esse nome significa “lagar de azeite”, ou “prensa de azeite”, ali provavelmente havia as prensas de azeite para a produção desse óleo. Foi ali que Jesus dobrou o seu joelho em meio ao cheiro do azeite que era produzido naquele orto o nosso Senhor foi prensado pela angústia.
- “minha alma está cheia de tristeza”, isso nos mostra que o sofrimento Dele começou fora do jardim, Jesus foi atormentado pelo que Ele sabia que ia passar.
- “factível”, algo que pode ser realizado, a emoção de Jesus era algo normal para um ser humano. Jesus não estava com medo da morte, mas Ele sofreu pela angústia do que ia passar nas mãos dos romanos e pelo fato de ser rejeitado pelos seus conterrâneos.

1.2. Os discípulos dormem
- “apavorado”, pode parecer um adjetivo impróprio para Jesus, mas se refere ao tem pavor e á assim que o texto descreve Ele naquele momento Marcos 14.33.
- “até a morte”, esses termos tem a função de comparação, para mostrar qual o tipo de sofrimento que Ele estava passando, seria parecido com alguém que está prestes a morrer.
- “para vigiar”, os discípulos entenderam que Jesus tinha pedido para que eles ficassem atentos para caso chegasse alguém, mas como eles estavam acostumados a sempre orar ali e nunca acontecer nada, então eles ficaram relaxados e o sono logo veio. Jesus repreendeu eles em termos espirituais para que lutem contra o relaxamento da carne. Conclui-se que a vigilância que Jesus se refere é contra o pecado, com o alerta de que a carne é fraca. Marcos 14.38

1.2.1. Dois episódios extraordinários
- “o suor de sangue”, talvez Lucas seja o único a relatar por ser médico e entender bem o que estava havia ocorrido, o processo de suar sangue é raro, mas é possível e a medicina o chama de hematidrose, pode ocorrer em situações extremas de estresse e pavor.

1.3. O messias é preso
- “uma guarnição de soldados romanos”, Jesus foi preso pelos poderes religiosos e civis, provavelmente os fariseus pediram o apoio do procurador Pilatos para prender alguém acusado de insurreição contra a autoridade romana. O procurador romano estava ameaçado por César para que controlasse a região contra as revoltas religiosas.

2. O JULGAMENTO RELIGIOSO
- “sumo sacerdote deposto”, ele foi deposto por Roma segundo informação da Bíblia de estudos Vida Nova, os romanos permitiam que as províncias praticassem a religião, mas arbitrava quem seriam as autoridades religiosas.
- Os sacerdotes deveriam estar de acordo para que Ele fosse condenado religiosamente e assim pudesse ser levado ao procurador romano.

2.1. Anás
- “interrogatório perante Anás”, embora Anás não estivesse mais na função ele era ainda estimado pelos outros sacerdotes, deve ter sido esse o motivo pelo qual levaram primeiro à ele. Note que no verso 19 do capítulo 18, João o chama de sumo sacerdote e no verso 22 um dos servos dá uma bofetada em Jesus pela forma como Jesus respondeu a Anás, isso demonstra como ele era considerado.

2.2. Caifás
- “reunião clandestina”, a reunião em questão era do Sinédrio, mas essa reunião tinha regras para ocorrer, jamais poderia ser feita daquela forma.
- “base legal”, era algo dentro da lei de Moisés que desse base para que eles pudessem pedir a morte de Jesus.

2.3. O Sinédrio
- “o concílio se reunisse”, essa reunião não poderia ocorrer de madrugada como aconteceu.
- “responder quem Ele era”, Caifás e sua turma tinham inveja de Jesus, no fundo ele sabia que Jesus vinha da parte de Deus, mas eles achavam que Ele fosse um profeta e não o Filho de Deus. Era uma grave ofensa alguém se dizer filho de Deus. E Jesus não só fazia isso como também chamava Deus de “Aba”, que é uma forma carinhosa de se dirigir ao pai, significa “paizinho” ou “papai”
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3. O JULGAMENTO CIVIL
- “pena capital”, pena de morte, só o governador da província podia aplicar essa pena, pois ele era o representante de Roma na região.
- “ratificarem os julgamento”, confirmar o julgamento, pois eles já o tinham condenado sob a acusação de se dizer Filho de Deus.

3.1. De Pilatos para Herodes
- “transtornos políticos”, Pilatos queria se livrar do problema, pois parece que ele já estava com problemas com o imperador de Roma.
- Pilatos só poderia aplicar a pena máxima se as ações de Jesus fossem uma ameaça contra o império e suas autoridades.

3.2. De Herodes para Pilatos
- “ou respondia cousa alguma”, Herodes foi o único a quem Jesus não dá uma só palavra. Note que ele queria se entreter com algum milagre de Jesus, por isso entendemos que aqueles que buscam os milagres pela curiosidade de ver algo sobrenatural não vão ouvir uma só palavra de Jesus, pois Cristo não é entretenimento para ninguém.

3.3. O Veredicto final
- “último subterfúgio”, como a intenção de Pilatos era de soltar a Jesus ele então apresentou o pior prisioneiro, um homem que era temido até mesmo pelos judeus, para Pilatos não teria cabimento eles preferirem soltar Barrabás, um ladrão e assassino.
- “lavou as mãos”, até hoje a expressão “lavar as mãos” é usada em todo o mundo para dizer que a pessoa não tem envolvimento com determinada situação.
- “caia sobre nós e sobre nossos filhos”, de fato a cidade de Jerusalém foi destruída 37 anos depois pelos romanos, e foi feita uma verdadeira carnificina no meio dos judeus. Sofreram eles e seus filhos.
- Da destruição de Jerusalém que ocorreu no ano 70 da era cristã, só restou uma parte do muro que cercava o templo de Jerusalém, essa parte do muro está até hoje em Jerusalém e se chama muro das lamentações.
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CONCLUSÃO
- “testemunhas falsas”, nenhuma testemunha falsa serviu, pois Jesus foi condenado no Sinédrio diante de uma verdade que Ele disse, pois afirmou ser o Filho de Deus.
- “levaram de fato, Jesus à cruz”, deveria haver o motivo para a autoridade romana condenar Jesus, então a sentença foi por Ele ter se afirmado Rei dos Judeus, que também é uma verdade. Foram duas verdades que condenaram o Mestre.
- “como ovelha muda”, mostrando que estava indo por que queria, ele tinha mais de doze legiões de anjos só aguardando o momento de Ele chamar para arrasar com o lugar Mateus 26.53. Mas Cristo estava determinado a consumar o plano de Deus.
- Não esqueça do resumo, apresente os pontos mais importantes aprendidos e faça também o questionário da lição se der tempo. 

Boa aula!


Marcos André – professor

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