quarta-feira, 3 de junho de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 10 - Revista da Editora Betel


AULA EM 07 DE JUNHO DE 2015 – LIÇÃO 10
(Revista: Editora Betel)

Tema: Os Últimos Conselhos de Um Grande Líder

Texto Áureo: Romanos 12.2
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição se concentre nos conselhos de Moisés e como eles podem ser aplicados para nós hoje.
- “relembra os fracassos da geração passada”, a geração passada aqui é aquela que morreu no deserto. O livro de Deuteronômio foi escrito no ultimo ano do povo no deserto e é a reunião de vários conselhos e reafirmação de diversas leis.
- “ensina a nova geração a não cometer os erros”, essa nova geração nasceu no deserto, não viram o Egito, pois o povo que havia saído do Egito foi morrendo aos poucos no deserto, devido a desobediência a Deus.
- “caminhada errante pelo deserto”, na verdade a caminhada era direcionada pela nuvem da glória de Deus. Nm 9.17,18 dessa forma o Senhor é quem conduzia o povo, Deus fez eles demorarem os quarenta anos na caminhada.
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1. Quarenta anos de caminhada errante
- “cuidado muito especial em sua transição ministerial”, Moisés estava preocupado em como ia ficar o povo depois que ele partisse. Todo pastor e dirigente deveria ter essa mesma preocupação.

1.1. Observar o caminho..
- “loucura vivida por seus antepassados”, a ideia de todo estudo de fatos históricos é isso, em não repetir os mesmos erros. Quando aprendemos com nossos próprios erros, somos inteligentes. Mas quando aprendemos com o erro de outros, aí somos sábios.
- “observarem o que aconteceu a seus pais, amigos e parentes”, o principal fato foi o de não poder entrar e nem ver a tão sonhada terra prometida.
- “quarenta longos anos de provação”, foram quarenta anos aprendendo a viverem dependentes de Deus, pois eles foram sustentados com o maná todos os dias no deserto.
- “mas que fora escrava de sua própria mentalidade”, eles não se apartaram de seus pensamentos e concepções errôneas, saíram do Egito e o Egito não saiu de seus corações.

1.2. Guardar o mandamento.
- “se originaram na desobediência”, e por sua vez, a desobediência se originou por falta de fé e conhecimento de Deus. Quem não quer ser um desobediente deve se aproximar de Deus.
- “a fé é gerada pela verdade que ouvimos da parte de Deus”, isso quer dizer então que a fé não é produzida pela observação de milagres, pois o povo que viu o mar vermelho se abrir foi o mesmo que fez o bezerro de ouro.
- “isso só fazia diferença para eles no momento em que ocorria”, eles só ficavam alegres na hora do evento e depois se esqueciam rapidamente. O ser humano por si só, tem facilidade para esquecer os grandes feitos de Deus.
- “sem que tivessem a responsabilidade de respeitá-lo”, muitas pessoas ainda hoje querem Deus sem assumirem qualquer compromisso com Ele, ou seja, querem usar Deus.

1.3. Guiados por Deus através do deserto.
- “não deixou que eles acertassem o caminho”, lendo isso dá a impressão que Deus fez com que eles se perdessem, mas como foi dito, Deus foi quem conduziu eles.
- “andassem em círculos pelo deserto”, essa informação não é verdadeira, professor(a), não ensine isso. Se olharmos o mapa da trajetória do povo pelo deserto, vamos ver que eles foram normalmente pelo caminho, sem fazer círculo e nem passar no mesmo lugar, porém o Senhor os fazia parar por longos períodos de tempo.
- “Deus não revelou a entrada da Terra Prometida”, Deus conduziu eles para leste do mar morto e fez eles entrarem da mesma forma que saíram do Egito, atravessando as águas, só que agora seria as do rio Jordão. Deus não escondeu o caminho apenas não permitiu que eles entrassem antes da hora certa.
- “viver debaixo de uma sentença irrevogável”, se refere à sentença de que eles não entrariam na terra prometida.
“Não verão a terra de que a seus pais jurei, e nenhum daqueles que me provocaram a verá.” Números 14:23 Viveram o resto de suas vidas sabendo que nenhum deles entraria na terra prometida.
- “Josué e Calebe”, foram os únicos que saíram do Egito e entraram na terra de Canaã, devido a sua fidelidade no caso dos espias.
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2. Quarenta anos de humilhações.
- “de que todos tenham a leitura correta do que evitar”, para que ninguém fique às escuras, sem saber o que fazer e como fazer. Se alguém errar é porque quis errar.

2.1. Livres, vivendo como escravos.
- “que Deus os levou ao deserto para mata-los?”, essa era visão que eles tinham das situações que passavam, assim como Adão, as pessoas sempre tentam jogar a culpa em Deus por seus problemas.
- “mas suas mentes continuavam por lá”, uma situação semelhante a isso hoje, ocorre quando alguém está na igreja, mas vive pensando, admirando, e se relacionando com o mundo em que vivia antes de ser liberto.
- “se acostumaram tanto com as trevas da escravidão”, esse mundo tem tantos atrativos que muitos estão acostumados a ele. Existem muitos crentes que não aguarda a volta de Cristo, pois estão focados no aqui e agora.

2.2. A humilhação tinha um propósito.
- “nem o estágio final de nossas vidas”, aqui o deserto está sendo comparado com as situações que os crentes passam durante a sua caminhada com Cristo. E o alerta de Deus é que esses desertos são passageiros.
- “A ordem era: lutem!”, mesmo em um deserto, com poucos recursos, o Senhor mandava eles para a batalha. Professor(a), comente com os alunos, que há situações em que os crentes estão precisando de uma palavra e o Senhor os envia para dar a Palavra, precisam de apoio e o Senhor os manda apoiar.
- “Deus queria que eles conhecessem”, o deserto é lugar de ensinamento e aproximação de Deus, crente que não passa por lutas tende a se esquecer de Deus.

2.3. Deixou ter fome, mas sustentou com maná.
- “carregamento direto da mesa de Deus, o pão dos anjos”, não se sabe ao certo como era o maná, mas é descrito em Ex 16.1-15 aparecia sobre a superfície do campo diariamente, não podendo ser armazenado para o dia seguinte. O nome vem do som da pergunta em hebraico “o que é isto?” foi a pergunta que os hebreus fizeram uns aos outros ao verem o maná Ex 16.15.
- “Então qual é a fome que Moisés está relatando?”, a fome a que Moisés está se referindo é a fome do alimento humano, o alimento que eles queriam. Tiveram fome dele e Deus deu o alimento que Ele queria.
- “consistia em testá-los, para saber se amavam mais a Deus”, na verdade o teste não é para provar nada para Deus, pois Deus já sabe de todas as coisas, mas servir de aprendizado para a própria pessoa e para humilhar a Satanás.
- “fome e sede de Sua presença”, todo servo de Deus é conduzido pelo Senhor a aprender isso a ter essa necessidade.
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3. Quarenta anos de milagres incontestáveis
- “lugar onde devemos buscar sinais e maravilhas”, não podemos viver dependentes de ver sinais de Deus, precisamos desenvolver a fé, e a fé só se desenvolve com Palavra que é o conhecimento de Deus.
3.1. Uma comida desconhecida de todos.
- “algo que somente havia na mesa de Deus”, não se sabia o que era, mas se sabia a procedência.
- “comida vil”, significa comida comum, comida qualquer.
- “Eles realmente nunca entenderam”, quer dizer que eles tinham a benção nas mãos todos os dias, mas não sabiam e não entendiam seu significado, tinham a benção da provisão. Assim ocorre hoje, temos as bênçãos de Deus todos os dias, que é a nossa saúde, nossa força e vigor para as lutas, além da proteção para nós e nossa família.

3.2. Um mesmo figurino durante quarenta anos.
- “A roupa nunca envelheceu”, eles andaram quarenta anos sem a necessidade de adquirir novas roupas, era a benção da provisão.
- “onde aprendemos a não viver de ostentações”, parece que a grande moda do mundo atualmente é a chamada “ostentação”. As músicas e a mídia pregam isso. As pessoas se satisfazem em mostrar o que possuem.
- “a ser simples, a depender daquele que está nos guiando”, infelizmente alguns ministérios vão na contra mão desse ensino. Afirmam que mostrar as bênçãos materiais é uma forma de evangelizar.
- “Antes da riqueza da Terra Prometida é preciso passar pela escassez”, na verdade havia uma luta para se tomar posse da terra, mas para vencer nessa batalha eles deveriam passar pela escola do deserto. Assim o Reino de Deus é conquistado a força, mas para vencer essa guerra precisamos aprender nos desertos da vida.

3.3. Aprendendo com os erros.
- “A tarefa de comunicar...não era de Deus”, temos que entender qual é a nossa tarefa e não esperar que Deus faça algo que é para nós fazermos. Deus já nos revelou o caminho da verdade, mas quem vai comunicar ao mundo somos nós.
- “comeram o maná da mesa de Deus e morreram”, porque não adianta participar da mesa de Deus e ser rebelde. Não adianta ter a carteira de membro, dizimar e participar de todos os eventos da igreja e ser um rebelde.
- “observar o que saía da boca de Deus”, ou seja, a Palavra do Senhor.
- “o maior perigo não reside nos inimigos, mas em não tê-los”, quando não temos as dificuldades a nossa frente, começamos a ficar relaxados na vida espiritual.
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CONCLUSÃO
- “a nova terra estava cheia de perigos ao redor”, na nova terra os hebreus enfrentariam um novo tipo de tentação, a sedução para a prática do pecado da idolatria, pois os deuses da terra de Canaã eram ainda mais atrativos do que os do Egito.
- “mas outro ciclo se iniciaria”, se refere à nova vida na terra prometida.
- Elabore o resumo e apresente a classe.

Marcos André – professor
José Evaldo Barbosa - Colaborador

Boa Aula!





2 comentários:

  1. A PAZ DO SENHOR Professor gostaria que o senhor nos mostrasse exemplos de rebeldia murmuraçao e idolatria nas igrejas de hoje. Vejo muitas pessoas cometerem dais praticas dentro das igrejas e nao dar conta do que estao fazendo. AMEM

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    1. A rebeldia tanto pode acontecer em relação a Deus como em relação à liderança, porém se alguém for rebelde contra a liderança, estará sendo também contra Deus. ex: Deixar de cumprir uma ordenação da liderança referente a obra de Deus, estará sendo rebelde.
      A idolatria também ocorre nas igrejas, quando reverenciamos algo ou alguém como se fosse tão importante quanto Deus. Fazem isso direto com alguns ministros e líderes.

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