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quarta-feira, 24 de junho de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsidio da Lição 13 - Revista da CPAD


AULA EM 28 DE JUNHO DE 2015 – LIÇÃO 13
(Revista: CPAD)

Tema: A Ressurreição de Jesus

Texto Áureo: Lucas 24.5
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição procure apresentar as comprovações de que Jesus ressuscitou e afirme a promessa de que seremos como Ele é.
- “como um ser moralmente livre”, livre para tomar suas decisões, que usa o livre arbítrio. Deus em momento nenhum tocou no livre arbítrio humano. Ele elaborou um plano perfeito para habilitar o homem a estar em sua presença mesmo tendo o livre arbítrio.
- “a doutrina da ressurreição”, a doutrina da consiste na afirmação de que os mortos serão ressuscitados assim como Cristo ressuscitou. Como base para essa doutrina temos as ressurreições operadas no Antigo Testamento e as do Novo Testamento, além das prometidas na escatologia.
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I - A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO 

1. No Contexto do Antigo Testamento.
- “um morto torna à vida quando toca os ossos”, nesse caso não houve nem oração, a ressurreição ocorreu pelo simples fato de o morto ter sido lançado sobre os ossos do profeta Elizeu, mostrando assim que o poder estava impregnado nos ossos de Elizeu.
- “poder de Deus para dar vida aos mortos”, Professor(a), é interessante perguntar para a classe a diferença entre ressurreição de mortos e reencarnação.
- A resposta é que a ressurreição consiste em retornar a vida com o mesmo corpo, transformado ou não. E reencarnação é retornar a vida pelo processo natural de nascimento. A ressurreição é uma doutrina cristã e reencarnação é uma doutrina espírita.
- “poderoso para até dos mortos o ressuscitar”, Abraão foi o primeiro a ter esse conhecimento, ele creu em um Deus que tudo pode, num tempo em que as pessoas acreditavam em ídolos que nada podiam fazer.

2.  No contexto do Novo Testamento.
- “advento da Nova Aliança”, vale a pena se certificar de que todos os alunos estão cientes do que seja a Nova Aliança. Pergunte a eles e depois afirme: é a aliança do sangue de Cristo.
- “demonstrada em sua plenitude”, quer dizer demonstrada de forma plena, de forma completa. Isso porque no Antigo Testamento só mostra o poder de Deus em fazer resurgir dos mortos e a promessa do resurgimento do Messias, mas em o Novo Testamento essa doutrina é ensinada apresentando Jesus como a primícia dos que dormem 1 Co 15.20 e se Ele é a primícia é porque haverão outros como ele. E a Palavra afirma que seremos como Ele é 1 Jo 3.2
- “várias pessoas sendo ressuscitadas”, claro que essas ressurreições não são como a de Jesus, pois elas ressuscitaram e morreram de novo.
- “as pessoas ressuscitadas morreram novamente”,  ACABARAM SAINDO NO PREJÍZO PORQUE PASSARAM PELA MORTE DUAS VEZES (BRINCADEIRA!) DISCONTRAIA A CLASSE.
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II – A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

1.  Uma ressurreição literal.
- “literal”, aquilo que é entendido ao pé da letra, de forma simples e objetiva, Ele ressuscitou e pronto! Quer dizer que o texto não está falando de algo figurado, mas um fato real.
- “tocai-me e vede”, Jesus queria provar que se cumpriu Nele a profecia. Isso dá uma ideia de como será o corpo dos remidos, um corpo que pode ser tocado.

2. Uma ressurreição corporal.
- “apesar de transformado, Cristo ressuscitou com o mesmo corpo físico”, o corpo de Jesus não estava do mesmo jeito que os discípulos conheciam, tanto que eles tinham dificuldade em reconhecê-lo. Jesus estava com o corpo transformado pela ressurreição. Nós teremos o corpo também transformado, veja:
- “Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;” 1 Coríntios 15:51

- “Lucas põe em relevo...registra Jesus comendo”, quer dizer que ele põe em destaque. Parece que Lucas dá ênfase às características do Jesus ressurreto, talvez para mostrar o quanto Ele está vivo e é acessível a quem o busca.
- “toda a fé cristã é falsa se a ressurreição de Jesus não aconteceu”, não haveria evangelho se Ele não tivesse vencido a morte e ressuscitado. Hoje o Evangelho é uma boa nova de salvação, mas se Jesus não tivesse ressuscitado seria apenas uma admiração a um grande sábio da antiguidade. Ele teria destaque nos livros de história apenas. Mas Ele ressuscitou e sua mensagem é Poder de Deus.
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III - EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS 

1. Evidências diretas.
- “Os apologistas”, apologista é aquele que faz defesa da fé, eram alguns teólogos que no começo da história da Igreja defenderam a fé daqueles que ensinavam heresias. Atualmente o apologista é o estudioso de apologética.
- “Trata-se de uma evidência direta”, a evidência direta é aquela em que o relato bíblico afirma claramente que o Senhor ressuscitou ou que apareceu após ter sido crucificado.
- “encontro que dois discípulos, no caminho de Emaús”, esses discípulos não faziam parte dos doze, por isso a fé deles desfaleceu tão rápido e estavam se dirigindo a sua aldeia de origem.
- “com um corpo físico e tangível”, um corpo que pode ser tocado. Naquela ocasião Jesus pegou o pão e repartiu.

2. Evidências indiretas.
- “ provas indiretas”, são as que não estão descritas diretamente no texto apenas podemos deduzir dos fatos.
- “um grupo de discípulos desanimado”, a explicação disso é que os discípulos estavam com a fé abalada. Como Jesus havia morrido eles pensaram que tudo estava perdido e que tudo o que Ele ensinou talvez não passasse de uma bela utopia.
- “com uma ousadia nunca vista”, a partir do momento em que souberam que Jesus estava ressurreto, perceberam que Ele é o filho de Deus e a fé deles os impulsionou a se lançarem na obra de Deus.
- “expeliam os demônios e testemunhavam”, eles jamais poderiam fazer aquela obra se algo muito forte não os impulsionasse e isso é esse algo era a certeza de que Jesus está vivo.
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IV. O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS  

1.  Salvação e justificação.
- “A ressurreição de Jesus difere de todas as outras”, isso porque Jesus ressuscitou para não mais passar pela morte.
- “segundo Adão”, esse é um título dado por Paulo a Cristo, fazendo uma comparação análoga entre Cristo e Adão. Afirmando que o que Adão fez de errado, Jesus fez de certo.
- “sua ressurreição foi por "causa de nossa justificação", porque tendo Jesus ressuscitado, demonstra que o sacrifício é válido, isto é, mostra que Ele é poderoso para ter evitado a cruz, mas se entregou voluntariamente.

2. A redenção do corpo.
- “garantia de que os crentes também ressuscitarão”, significa que se Jesus pôde ser ressuscitado, então Ele tem poder para ressuscitar a todos.
- “se tornou as primícias daqueles que ressuscitarão”, as primícias eram os primeiros frutos da colheita que eram levados ao sacerdote na ocasião da festa das primícias. Jesus é representado por esse primeiro fruto e a colheita está sendo feita pelo mundo afora.
- “não precisamos mais temê-la”, o desconforto e receio diante da morte é compreensível, pois o ser humano não foi feito para morrer, a morte é uma consequência do pecado. Para os que não tem a esperança da salvação em Cristo, a morte é algo desconhecido e desesperador, mas para os servos de Deus ela é somente algo estranho que temos que passar.
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CONCLUSÃO
- “crença na ressurreição dos mortos não era consenso”, quer dizer que nem todos compartilhavam da mesma crença.
- “os gregos a ridicularizavam”, os gregos achavam ridículo o simples fato de alguém considerar a hipótese de uma ressurreição corporal.
- “a fim de que nenhum deles ficasse com dúvida”, os apóstolos seriam os divulgadores do evangelho e para isso eles não poderiam ter dúvidas, por isso Jesus sempre os esclarecia de forma especial.
- “o principal tema de sua pregação”, o tema central da igreja primitiva era Jesus, Ele era apresentado sempre como o Filho de Deus, o Messias, o Cristo e também aquele a quem Deus ressuscitou dos mortos. Atualmente existem muitos temas agregados na mensagem do evangelho e muitas igrejas deixam de anuncia a Jesus.
 - Elabore o resumo e apresente e não se esqueça de corrigir os exercícios.

Marcos André – professor


Boa Aula!

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