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sábado, 13 de junho de 2015

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio da Lição 11 - Revista da Central Gospel



AULA EM___DE______DE 2015 - LIÇÃO 11
(Revista: Central Gospel - nº 42)

Tema: DE VOLTA PRA CASA

Texto Áureo: Jeremias 29.10
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 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição veja como alguns ensinamentos são extraídos para os nossos dias, se concentre neles.
- “tenha retornado com Zorobabel”, não referência a quem conduziu o primeiro grupo, mas quando Esdras chega a Jerusalém Zorobabel era o governador. De fato Zorobabel é da linhagem de Davi, por isso podemos supor que ele tenha conduzido o primeiro grupo de libertos.
- “copeiro Neemias”, copeiro era uma função de extrema confiança dos reis,
não sabemos a profissão de Zorobabel, sabemos porém que Esdras era sacerdote.
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1. O IMPÉRIO BABILÔNICO
- “cativeiro babilônico”, é bom contextualizar os alunos. O Reino do Sul foi invadido pelo exército de Babilônia e o povo foi levado cativo para o reino de Babilônia, permanecendo lá por setenta anos.
- “impérios assírio”, esse império era forte antes de Babilônia e foi ele que levou o Reino do Norte ao cativeiro.
- “medo-persa”, esse foi a união de dois reinos, a Média e a Pérsia, liderado por Ciro.

1.1.  A política internacional do Antigo Oriente
- “expatriação”, é o afastamento de sua pátria, foi quando a maior parte do povo foi conduzida ao cativeiro.
- “quando o império persa dominou Babilônia”, foi na ocasião da escrita na parede no banquete de Belsazar Dn 5
- “Império Persa”, na verdade era o Império Medo-persa, mas aqui aparece somente Império Persa, devido a Pérsia ser o reino mais forte e mais influente do que a Média.
- “comunidades judaicas continuaram a existir em Babilônia”, Ester fazia parte de uma dessas comunidades. Não somente em Babilônia, mas o povo judeu organizou comunidades em diversos países do mundo antigo, por isso no dia de pentecostes havia tantos estrangeiros e Jerusalém.

1.2. A profecia de Jeremias
- Jeremias estava em Jerusalém porque não foi levado cativo com os outros, ele aconselha ao povo a suportarem o castigo de Deus e a levarem suas vidas da melhor forma que pudessem. Ás vezes precisamos entender a prova e obedecer o tempo de Deus para o seu término.

1.3. A resposta do povo
- “fez com que eles se tornassem próspero”, o povo judeu sempre foi abençoado e aqueles seguiram os conselhos de Jeremias e decidiram reconstruir suas vidas, conseguiram prosperar. É necessário para o servo de Deus não se concentrar na dor das adversidades, mas sim analisarem o aprendizado e como conquistar benefícios pelo favor do Senhor.
- “apenas alguns milhares de pessoas”, isso pode representar o preparo para o povo de Deus se encontrar com o Senhor no dia do arrebatamento. Alguns crentes buscaram prosperidade nesse mundo e a alcançaram, alguns estão em situação tão confortável que nem sequer pensam em arrebatamento.
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2. ZOROBABEL
- “coração de um rei pagão”, o Senhor chega a chamar Ciro de ungido Is 45.1, mostrando que Deus usa quem ele quer. Quem receber uma palavra profética de alguma pessoa indigna ou não, peça a Deus a confirmação, não julgue a profecia pela vida do profeta.

2.1. O decreto de Ciro
- “reverenciava o Senhor”, não se pode afirmar que ele tenha sido salvo, mas sabemos que o Senhor tem seus vasos em diversos lugares. Deus pode usar um ímpio com boas condições para ajudar seu povo.
- “optaram por deixar o conforto”, esses são nobres, decidiram abandonar suas casas em um local seguro, rico e bem estruturado para irem a Jerusalém levantarem o Templo em uma terra que estava em ruínas e cheia de inimigos por toda parte.

2.2. A importância dos egressos
- “reabilitar muitas cidades”, quando se fala de Judá pensamos logo em Jerusalém, mas existiam muitas outras cidades que também foram arruinadas.
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3. O TEMPLO
- “eles decidiram construir um altar”, isso para poderem retornar imediatamente o culto ao Senhor, porque eles entenderam que o cativeiro veio devido à idolatria e afastamento de Deus. Primeiro fizeram o altar e em seguida o Templo, o muro ficou por ultimo.

3.1. O início da construção do Templo
- “pareciam tão diminutas”, eles não tinham o recurso para fazer a obra que Salomão fez, por isso fizeram uma casa bem pequena.
- “ao lembrarem da glória da anterior”, esses anciãos haviam visto a primeira casa antes do cativeiro. Lembranças de tempos gloriosos podem arrancar lágrimas de nossos olhos, por isso devemos fazer como os jovens que se alegraram em ver os alicerces da nova casa. É melhor ter esperança do que viver de lembranças.

3.2. Os opositores dos egressos
- “inimigos de Israel”, eram governantes de províncias que conheciam a história do povo de Deus, e temiam que eles se tornassem fortes de novo e dominassem toda a região.
- “edificando um fortaleza”, todos os povos da região deveriam se manter submissos ao império persa, essa acusação era para fazer com que o império desconfiasse dos judeus.

3.3. Os arautos do Senhor
3.3.1. Ageu
- “exortação e encorajamento”, o alvo era encorajar o povo a retornar a construção do Templo.
- “maior que a do primeiro”, alguns eruditos a creditam que essa glória se refira a riqueza que foi investida na reforma que Herodes fez naquele Templo. Outros afirmam que o texto está profetizando que o Messias pisaria ali, apontando Ele como o Desejado das nações. Ag 2.7 ARC

3.3.2. Zacarias
- “alcançar as autoridades civis”, Zacarias exorta os líderes a trabalharem com ânimo para serem exemplo para o povo. E também a viverem em santidade para Deus usá-los. Professor(a), lei a referência para os alunos entenderem o teor da profecia de Zacarias, que também era um profeta escatológico.

3.4. A oposição de Tatenai
- “Tatenai – um sátrapa”, os sátrapas foram constituídos por Dario e estavam debaixo da autoridade de Daniel Dn 5.1-2

3.5. O rei Dario
- “conferir os registros oficiais”, eram as crônicas do reino, registros de atos do rei.
- Dario foi o rei que autorizou posteriormente a Neemias ir para Jerusalém para reedificação dos muros e foi o mesmo que lançou Daniel na cova dos leões. Dn 6 Dario temia a Deus.
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CONCLUSÃO
- Corrija o questionário e elabore o resumo.

Boa aula!

Marcos André – professor

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