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sábado, 17 de dezembro de 2016

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 12



AULA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2016 – LIÇÃO 12
(Revista: Editora Betel)

Tema: Quando a adoração perde o significado

Texto Áureo: Jo 15.42
  
INTRODUÇÃO
- Querido(a) professor(a), nesta lição você vai combater um dos maiores mal que há dentro de grande parte das igrejas, a adoração vazia, a falta do conhecimento de Deus.
- “imensa crise do esvaziamento”, se refere ao esvaziamento do conteúdo da verdadeira adoração ficando uma adoração vazia, a falsa adoração toma lugar.
- “Vivemos na era da técnica em detrimento a graça”, é o período atual onde os ministros de louvor se preocupam com o volume, com momento certo de entrar a música, a fala correta, as frases de efeito, a iluminação, a disposição das cadeiras, etc.
- “mas que não geram frutos de arrependimento”, esses frutos existem quando há mudança de atitude, tanto nos ministros quanto nos que adoram. Quando um louvor ou uma ministração não produz essa mudança de atitude, então serviu somente para emocionar e não para libertar.
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1. A crise do vazio
- “esforço para destruir a monstruosidade do vazio”, todos nós sentimos necessidade de Deus e quando participamos de eventos barulhentos, mas sem a presença de Deus, passamos então a sentir um imenso vazio na alma.

1.1. A distância entre ética e estética.
- “alimenta-se de um sofrimento secreto”, onde os ministros sentem que estão perdendo a essência da verdadeira adoração, mas não tem coragem de mudar.
- “apela à máscara. O teatro comportamental”, por não terem coragem de mudar ou por não quererem mudar, acabam por criar máscaras de verdadeira adoração. Fazem com que aquilo que é falso pareça verdadeiro.
- “também entre o adorador e Deus”, o adorador pensa estar próximo de Deus, porém não está por não está adorando de maneira correta.
- “profundo choque entre ética e estética”, ética fala daquilo que é correto e estética fala daquilo que é belo. O que é correto nem sempre é belo e vice-versa.
- “características de shows são mais viáveis do que o culto”, à algum tempo atrás o culto se fazia com os adoradores e o show era feito com os artistas. Porém agora os artistas invadiram nossas igrejas e fazem seus shows na hora do culto levando os adoradores a participarem de suas performances.

1.2. A perigosa via dos extremos.
- “melosidade sentimentalista que escraviza emoções”, o apelo aos sentimento que faz com que as pessoas se emocione e aja de acordo com essas emoções.
- “as lágrimas são forçadas, sequestradas de sua inocência”, esses ministros artistas forçam até arrancar lágrimas das pessoas, tudo pela técnica da emoção. “sequestradas de sua inocência”, significa tirada a força do adorador inocente por pensar que tudo está sendo feito pela unção de Deus.
- ““santifica” o ridículo”, classificam como santo as atitudes ridículas, que nos fazem de chacota para o mundo.
- “viciada numa espécie de adrenalina espiritual”, pessoas que acha aquilo que é normal sem graça e sem entediante, por isso vivem atrás de novidades e de coisas que movimentem ou que animem.
- “ao invés de preenchê-lo na presença do Altíssimo”, o vazio que todo ser humano tem dentro de si, só pode ser preenchido pela presença do Altíssimo da seguinte forma: oração, jejum e Palavra. Sem isso a pessoa pode ter carteira de membro e adorar extravagantemente, mas voltará para casa vazio.

1.3. A terrível inversão dos valores.
- “é rápida em inverter os valores”, é considerar aquilo que é certo como errado e aquilo que é errado como certo, veja o que a Bíblia diz:
“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” Is 5.20 São os que invertem valores.
- “orgulho vira virtude”, os crentes passam a achar bonito os cantores e pregadores esboçando palavras orgulhosas, passam a aplaudir esse comportamento.
- “É gritando a graça com a fúria da lei”, passando a ser legalistas ao invés de demonstrar a graça. Atualmente muitos crentes estão retornando a Lei com seus símbolos e comportamentos.
- “ser o dono do nosso próprio culto.”, fazer o culto nos nosso próprio jeito, não mais do jeito de Deus.
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2. A fixação dos resultados exteriores
- “corre atrás de resultados”, um resultado que muitos pastores desejam é de verem a casa cheia. Para eles se a igreja encher, então produziu um bom resultado.
- “Essa tentação do retorno”, tentação pelo resultado.

2.1. A interioridade negligenciada.
- “era da desvalorização das essências”, essência é aquilo que se é de verdade, isso não é muito valorizado hoje, para muitos o que importa é o que a pessoa tem e não o que ela é.
- “ignora-se a alma amordaçada”, se refere ao desejo da alma em gritar pelo nome de Deus e a pessoa a impede, amordaçando-a para não deixar o estrelismo. Esses artistas não suportam estar longe da fama.
- “sofrem por medo do esquecimento”, é o medo de serem esquecidos.
- “entram nos domínios de sua interioridade negligenciada”, passam a sentir o vazio e a solidão, pois se acostumaram a estar no centro das atenções.

2.2. A difícil conciliação entre a agenda pessoal e a intimidade com Deus.
- “muitos vivem escravizados pelas agendas”, os artistas gospel fazem uma extensa agenda e se prendem a ela não tendo nenhum tempo para a igreja local.
- “os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação”, esse é o hino escrito nº 126 da Harpa Cristã escrito por Frida Vingren.
- para manter a imagem de santos”, muitos dos artistas gospel sucumbem ao pecado mantendo a máscara da santidade, mas quando estão longe dos olhos das pessoas cometem os mais tristes pecados.

2.3. E quando o resultado não vêm?
- “Se o resultado não acontece”, quer dizer se a igreja não enche, se o povo não colabora, se não tiver muitas agendas para cumprir, etc.
- “fabrica deuses com extrema velocidade”, nesse caso aqui é o mesmo que ídolos.
- “leva a tentação de manipular falsos resultados”, começam a inventar que num show compareceram 5 mil pessoas quando na verdade foram só mil, ou que numa ministração se converteram a Jesus umas 50 pessoas quando na verdade foram somente umas dez pessoas a frente para receberem oração.
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3. A escravização do verbalismo
- “geografias demarcadas, era um jeito estabelecido de adorar”, a mulher Samaritana queria muito mais do que saber onde era o lugar certo da adoração, ela queria saber qual povo estava certo, quem era ouvido por Deus e qual o jeito certo de adorar.
- “o império do tecnicismo”, atualmente as pessoas acreditam nas técnicas, na forma e regras, mas Deus não olha para as técnicas e sim para o coração.

3.1. A problemática gospel.
- “música, consumo e entretenimento”, essa tríade da cultura gospel seduz muitos crentes, nesse estilo existe o comércio gospel que lucra bem, os artistas gospel se enriquecem e o povo se entretêm, todos saem ganhando, menos o Evangelho puro do Senhor Jesus Cristo.
- “seu discurso é profundamente distante de sua prática.”, nas adorações em êxtase eles choram e gritam entronizando Deus em suas vidas, porém ao acabar o culto colocam Deus num lugar de seus corações chamado “Lo-debar”.

3.2. Muita criatividade, pouco bom senso.
- “O conceito de profecia foi banalizado”, quer dizer que se tornou algo comum e sem a devida importância.
- “numa espécie de animismo eclesiástico”, o animismo é a crença de que tudo tem alma, vida e está interligado por uma força superior, dessa forma basta profetizar e acontecerá.
- “corredor do fogo, mãos ungidas, etc”, essas coisas mencionadas são o que os teólogos chamam de crendices baseadas no legalismo e na superstição.
- “mas sim, uma vida íntegra, humilde e digna”, a chave para aceitação de Deus está no coração do adorador, se ele tiver um coração arrependido, então o Senhor receberá a adoração.

3.3. A tentação da sofisticação.
- “leva essa geração à fuga da simplicidade”, Deus ouve a adoração por mais simples que seja, ainda que não tenha polidez, bom timbre ou boa execução musical.
- “carregar no apelo do marketing”, usar as técnicas adequadas, falar com eloquência, colocar música mais elaborada, com acordes de difícil execução.
- “alimentam a teatralização da própria existência”, a pessoa passa a imaginar e a elaborar doutrinas em cima de tudo que existe, fazendo complexas novidades com as coisas antigas. Hoje se ouve um pregação que afirma as mesmas coisas que Jesus falou, porém é passada em forma de show. Dessa forma Jesus não iria agradar certos públicos em certas igrejas hoje.

CONCLUSÃO
- “carecemos de bases sólidas, firmes na rocha”, nesse caso a melhor coisa é as igrejas voltarem-se para a Palavra, para os sermões expositivos e para os louvores de adoração sincera.
- “tenha liberdade para nos podar”, podar é o ato de cortar os ramos inúteis para que os que produzem frutos possam produzir mais. Dessa forma é necessário que Deus corte de nós o que é inútil para que aquilo que em nós dá fruto possa frutificar mais ainda.
- Faça o resumo para a revisão e corrija o questionário.

QUESTIONÁRIO

1. Como a falta de sentido é percebida?
R: Na forma como se pretende adorar: do exagero ao sufocamento, os extremos vão fazendo a rotina da adoração do vazio (Jo 4.23-24).

2. O que é a Igreja sem Deus?
R: Acúmulo de vazio (Jo 15.6).

3. Qual a verdade que precisa ser resgatada com urgência?
R: Aquilo que o Espírito Santo não quer fazer, marqueteiro nenhum pode produzir! (Gl 6.7).

4. O que muitos ainda carregam?
R: A síndrome da mulher samaritana: “Jerusalém ou Gerizim?” (Jo 4.20).

5. O que Deus procura?
R: Homens e mulheres de coração aberto (Jo 15.5).

Marcos André – professor


Boa Aula!

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