quarta-feira, 25 de abril de 2018

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 5


AULA EM 29 DE ABRIL DE 2018 - LIÇÃO 5
(Revista CPAD)

Tema: Ética Cristã, Pena de Morte e Eutanásia


Texto Áureo: 1 Sm 2.6

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição ensine aos alunos as questões éticas ligadas a pena de morte e a eutanásia.
"em contradição a este pressuposto", o pressuposto do direito à vida, por ter sido Deus quem deu a vida a todos, então somente Ele tem o direito de tirá-la.
"e o direito à eutanásia", eutanásia é a morte provocado em paciente terminal por vontade dele, a fim de evitar a dor da morte pela enfermidade.

I – A PENA DE MORTE NAS ESCRITURAS
- "mas não normatiza o assunto", não o trata como norma.

1. No Antigo Testamento.
"a pena de morte aparece como punição retributiva", é a pena em retribuição a algo de errado que se tenha cometido, no caso aqui é a morte de alguém. Se alguém matasse deveria então morrer.
"punir com a morte o culpado por assassinato premeditado", era o assassinato com a intensão de matar, hoje conhecemos como crime doloso.
"ao menos duas testemunhas eram requeridas", isso foi determinado numa época em que Deus era consultado e falava no meio da congregação dos Filhos de Israel, se fosse hoje poderia aparecer testemunhas falsas e um pessoa morrer injustamente.

2No Novo Testamento.
- "apenas reconhece a existência da lei como dispositivo punitivo", Paulo reconhece a ação legítima do estado como como agente aplicador da punição.
"os acusadores comportaram-se de modo parcial", ao que parece já naquela época tinha-se a ideia de que o pecado de adultério era mais grave para a mulher do que para o homem.
"Cristo se recusou a participar deste juízo temerário e ilegítimo", pergunte aos alunos por que Jesus se recusou a definir a pena de morte para ela? A resposta é que Jesus sabia se tratar de uma armadilha, se Ele aprovasse que ela deveria morrer então a sua pregação sobre amor estaria comprometida a partir do momento em que Ele determinasse a morte de alguém.

II - EUTANÁSIA: CONCEITOS E IMPLICAÇÕES

1. O conceito de eutanásia.
- "também conhecida como “morte misericordiosa”, uma morte para poupar a pessoa de uma morte dolorosa e lenta. Basei-se na ideia de que a pessoa tenha o direito de tirar a própria vida.
"É o ato de matar o doente para não prolongar o grave quadro de seu sofrimento", para que seja eutanásia deve haver o consentimento do paciente, caso não houver é sacrifício e assassinato.
"A primeira consiste em desligar as máquinas e aparelhos", na eutanásia passiva a pessoa sofre a ação do que desliga os aparelhos e morre por lhe faltar o que é necessário para a vida. Na eutanásia ativa a pessoa sofre a ação de uma substância injetada em seu corpo.

2. As implicações da eutanásia.
- "a “eutanásia” é tipificada como crime no Código Penal Brasileiro", ou seja, a pessoa não possui o direito de tirar nenhuma vida, nem a sua própria.
"Ao paciente ou ao seu Plano de Saúde?", ficaria muito bom para o plano de saúde que deixaria de gastar com o doente terminal, é possível que a família também saia ganhando com o seguro de vida, dessa forma há o perigo da eutanásia se tornar um meio de se aliviar mais o bolso do que o paciente e a família.
"É lícito exterminar pessoas doentes?", já foi descoberto em hospitais a ocorrência de eutanásia não consentida, quer dizer, assassinato para abrir vagas na enfermaria. Se a eutanásia for admitida em nosso país pode acontecer de se estimular o extermínio de pacientes que não desejam morrer agora. 

III - A VIDA HUMANA PERTENCE A DEUS

1. A fonte originária da vida.
...

2. O caráter sagrado da vida.
- "desde o momento da concepção até o seu último instante de vida", por isso somos contrários à pena de morte. Alguns teólogos defensores da pena de morte usam os textos do livro de Josué, onde o Senhor dá a Josué ordem para matar pessoas de cidades inteiras. Afirmam que Deus delegou às autoridades o poder de tirar a vida e por isso apoiam governos tem o direito de aplicar a pena de morte.
"posto que esta é uma Ética de Cristo", é algo que está no sub consciente de todo ser humano, o Senhor Jesus ama a vida e jamais aceitaria a perda da fé e desistência da vida.

CONCLUSÃO    
"Atentar contra esse dom divino é colocar-se contra a soberania de Deus", por isso entendemos que o suicídio é um atendado contra Deus e por isso a pessoa perde a salvação. Por mais que a pessoa esteja em aperto ela não deve perder a fé e a esperança. Perder isso é perder a salvação.
"A atual ideologia que propaga o direito do homem em exterminar a própria vida", há uma dúvida no meio do povo, se é verdade que a pessoa que se mata vai direto para o inferno, entendo pela lógica que o suicida perde a salvação pelo fato de o último ato ter sido um pecado e após a morte não há mais obras, segue-se o juízo.  
- Faça a revisão e corrija o questionário.
Pr Marcos André

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2 comentários:

  1. Quando falamos da lei de moisés, temos que entender que ela se dividia em três partes: civil, cerimonial e moral.A parte que trata da pena de morte refere-se a lei civil, penso eu que isso foi estabelecido para satisfazer os anseios humanos, tal qual a lei do divorcio. Ao meu ver as leis são de responsabilidades dos legisladores, e cabe ao estado fazer cumprir, mas embora que o cristão more em um país onde a lei de pena de morte vigore, ele jamais deve apoia-la.

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    1. Amém meu querido amigo, obrigado pela colaboração nesse assunto, essa matéria requer do professor(a) um bom conhecimento da Lei de Moisés, mas é interessante também estar ligado nos argumentos variados tanto dos que defendem como dos que são contrários a pena de morte.
      Paz meu querido, Deus está no controle.

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