sexta-feira, 7 de setembro de 2018

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 11


AULA EM 9 DE SETEMBRO DE 2018 - LIÇÃO 11
(Revista Editora Betel)

Tema: O Cativeiro Babilônico
Texto Áureo: Lm 5.16

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nessa lição procure situar os alunos no contesto histórico, fale sobre a divisão do reino e a tomada do Reino do Norte só para eles se encontrarem na lição.
"quinhentos anos depois, o governo monárquico fracassou", esse governo já vinha fracassando bem antes disso e isso significa que a forma de governo monárquico não era a melhor forma de governo, a forma que o Senhor tinha em mente era a mais correta.

1. A invasão babilônica

1.1. A primeira invasão
- "quando o rei Nabucodonosor lutou contra o rei Jeoaquim", Nabucodonosor invadiu Judá e tomou várias cidades e ao que tudo indica não houve uma resistência por parte do reino.
"Nesta ocasião, foram levados os nobres de Judá", ao que parece a ideia de Nabucodonosor era atingir a nobreza e ao mesmo tempo adquirir mais qualidade para o seu reino.

1.2. A segunda invasão
- "A nação estava completamente vulnerável e fragilizada", essa invasão aconteceu logo após o rei Joaquim filho de Jeoaquim assumir o trono, ele ficou apenas três meses no trono.

1.3. A terceira invasão
"o exército babilônico fez uma brecha nas muralhas", eles sitiaram a cidade por uns três anos e só conseguiram invadir por causa dessa brecha que romperam na muralhava, por isso Deus fala essa palavra a Ezequiel:
"E busquei dentre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; porém a ninguém achei." Ez 22.30
"excetuando os mais pobres, que ficaram para servir como fazendeiros", a terra de Judá ficou sendo um província de Babilônia e nenhum povo ou novo rei poderia se apoderar dela sem o consentimento do império babilônico.

- "os seus filhos foram mortos e os seus olhos foram vazados", as ultimas coisas que Zadequias viu foram seus filhos serem mortos na sua presença, isso demonstra de forma terrível o que pode ocasionar com a família quando negligenciamos o Senhor, e o pior é que isso acontece com os pais estando vivos para presenciar.


Fig 1. Região do Iraque hoje, mapa de Babilônia da época.
2. A vida no cativeiro babilônia

2.1. Conhecendo um pouco da Babilônia
- "ocupava um espaço de treze quilômetros quadrados atravessado pelo rio Eufrates", isso é menor do que muitos municípios brasileiros, essa nação fica onde hoje é o Iraque próximo à cidade de Hilla. Fig 1.


2.2. A vida social do povo na Babilônia
- "um grupo seleto, que tinha algum preparo a ser aproveitado na Babilônia", a ideia de Nabucodonosor não era uma escravidão semelhante a do Egito, mas apenas uma deportação para aumentar a qualidade do povo babilônico e da nação.
"foram conquistando espaços e se tornando pessoas mais ricas", como eles não foram levados para serem escravos, mas para aproveitar seus ofícios em Babilônia, puderam conquistar respeito e riquezas, claro que nem todos gostavam dos judeus em Babilônia, mas mesmo assim se estabeleceram no reino.

2.3. Os exilados e a sua vida religiosa
- "a maioria dos judeus ficou para sempre livre das práticas idólatras", a situação extrema de cativeiro, levou eles apensarem na sua identidade de povo de Deus e isso mudou para sempre o comportamento do povo em relação a Deus.
"relata que o profeta estava às margens do rio Quebar", ele ficou entre os pobres cativos, Deus manteve três profetas, Daniel non palácio de Nabucodonosor, Jeremias entre o restantes dos habitantes de Judá e Ezequiel entre os pobres cativos.
"mas, também anunciava que Deus restauraria o Seu povo",  a ideia era manter a esperança acesa entre o povo de Deus, para a fé não morrer.

3. A importância do cativeiro para Israel

3.1. O reverdecimento da profecia messiânica
- "Com o estudo sistemático da Lei", após o cativeiro houve um clamor popular pelo estudo da Palavra de Deus, eles identificaram que foi o afastamento do único Deus que  os conduziu àquela tragédia, por isso pediram a Neemias que os ensinasse a Lei.
"E chegado o sétimo mês, e estando os filhos de Israel nas suas cidades, todo o povo se ajuntou como um só homem, na praça, diante da porta das águas; e disseram a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da lei de Moisés, que o SENHOR tinha ordenado a Israel." Ne 8.1
"começaram a atentar para as profecias messiânicas, esperando a restauração", tiveram a fé alimentada pala palavra, agora não viam mais a nuvem da glória de Deus e nem o maná do deserto, mas tinham fé pela palavra escrita e revelada.
"criaram um protótipo de rei terreno", devido ao domínio dos inimigos sobre eles começaram a interpretar as Escrituras como lhes convinha, começaram a esperar um rei que os livraria das mãos dos seus inimigos.

3.2. O surgimento das sinagogas
- "Foi neste período que surgiram as sinagogas", pela ideia do comentário da lição as sinagogas surgiram durante o cativeiro babilônico, mas na verdade elas surgem no período pós exílio, quando o povo retorna a terra prometida e reconstroem as muralhas, após isso vão à Esdras e pedem que seja lido o livro da Lei perante eles Ne 8.1-3, então Esdras institui o ensino das Escrituras ao povo, criando os centros de estudos, as sinagogas.
"A sinagoga substituía o culto do templo, que estava impedido por cauda da distância e da destruição", foi ordenado que em cada cidade houvesse esses centros de estudos, pois nem todos poderiam se deslocar para Jerusalém para estudar, com a sinagoga aumentou-se as cópias dos livros sagrados, por isso temos essa Palavra nos dias atuais.

3.3. A Diáspora
- "A Diáspora teve um valor inestimável", eles saíram, mas levaram seus costumes, rituais e tradições, com isso a crença judaica se propagou por diversas regiões do mundo antigo, chegando até a Europa. 
"abrindo assim, mais tarde, caminho para o cristianismo", os judeus que estavam dispersos em diversas regiões do mundo, iam à Jerusalém anualmente para celebrar a páscoa e muitos ficavam até o pentecostes e foi numa dessas que viram o Espírito Santo batizando uns 120 cristãos em Jerusalém e naquele dia quase três mil pessoas se converteram, retornando para suas regiões levando a semente da Palavra de Deus.
Houve também uma outra diáspora no ano 70 da nossa era devido à destruição de Jerusalém.

Conclusão
"de que o Senhor Deus não tolera os erros do Seu povo", o Senhor na verdade não tolera que o Seu povo viva no erra e passe a gostar de estar no erro.  Para não nos perder o Senhor permite que certas adversidades aconteçam.
- Corrija o questionário;
- Faça a revisão.


Pr Marcos André

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