sábado, 10 de novembro de 2018

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 6



AULA EM 11 DE NOVEMBRO 2018 - LIÇÃO 6
(Revista CPAD)

Tema: Sinceridade e arrependimento diante de Deus
Texto Áureo: Mt 23.12

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição você falará da sinceridade na oração e humildade, em contra mão a meritocracia da oração, meritocracia é a ação com base no merecimento, onde muitos acreditam que merecem algo de Deus porque fazem algo para Deus. Conduza a aula com base na prática, mostrando aos alunos como é praticar essa conduta do publicano. 

I – INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DO FARISEU E DO PUBLICANO
O objetivo de Jesus com essa parábola é mostrar como deve ser a atitude  de quem fala com Deus, como ele deve se julgar, pois até mesmo o fariseu tinha defeitos e jamais deveria se julgar em melhor situação que o publicano.

1. O fariseu.
Aqui vale explicar que o farisaísmo surge no tempo da revolta dos macabeus, por volta do século II a.C. foi um grupo religioso que apoio a revolta. É chamado de seita por ser um grupo à parte do ramo principal do judaísmo, eram ultraortodoxos e pregavam o cumprimento total da Torá e das tradições judaicas.

2. O publicano.
Os publicanos eram visto como os corruptos da época, com certeza nem todos eram assim, mas a maioria era e por isso se julgava a todos. Existem algumas profissões hoje que se classificariam nessa classe, como a prostituição por exemplo, e algumas atividades também seriam os publicanos de hoje, como os traficantes.
O publicano já carregava o rótulo de traidor, pecador e inimigo do povo de Deus. Mateus foi um publicano.

3. A oração.
Eles estavam no mesmo ambiente, mas não estavam próximos, o fariseu jamais aceitaria ser visto ao lado de um publicano, e faz uma oração própria dos fariseus, é possível que fosse aquelas orações pré fabricadas que às vezes se faz nas igrejas hoje. O publicano orou com o coração, expôs como se sentia seu coração, um pecador.
II. A HIPOCRISIA DO FARISEU

1. A postura do fariseu no momento da oração.
Aqui Jesus aponta um erro comum nas orações dos religiosos, que é orar para falar ou mostrar algo aos que estão presentes, vemos isso nas nossas comunidades cristãs às vezes. Alguns irmãos se expões na oração, fazem comentários sobre outros irmãos e muitas vez falam coisas até repetitivas. A postura demais religiosa é prejudicial.
Ainda que alguém não use as palavras do fariseu, ela pode acabar se julgando justo demais por suas práticas religiosas e é aí que está o perigo.


2. Uma “oração comum”.
Vale a pena explicar que Jesus usa essa oração comum ao farisaísmo para caracterizar bem o aspecto religioso da oração que Deus rejeita, assim o povo todo estava vendo que aquela oração que eles costumeiramente ouviam era na verdade rejeitada por Deus, e que a oração que Deus aceita é a oração do coração contrito, como a do publicano.

3. A oração arrogante.
Essa oração arrogante é carregada de legalismo, próprio dos fariseus, mas na verdade não é difícil encontrar crentes que se exaltam na presença de Deus e que fazem orações com outros absurdos, como a oração ao contrário, onde a pessoa pede para Deus colocar algum impedimento na vida de outro irmão, e também a oração determinista, onde um crente determina algo para Deus, como se Deus fosse o servo e nós os senhores.

III. A SINCERIDADE DO PUBLICANO 

1. A oração do publicano.
Pergunte à classe, o que o publicano esperava de Deus?
Se demorarem a responder, comente que o pecador chegou a pedir isso nas suas palavras, espere mais um pouco, então diga ou confirme a resposta de alguém, o publicano falou: "tem misericórdia de mim..." ele só contava com a misericórdia de Deus, não se concentrou em pedir bençãos, curas, nem qualquer outra coisa.

2. Sinceridade e arrependimento. 
Essa oração do publicano é a oração do coração contrito onde a pessoa está com o coração amargurado pela tristeza de sua condição de pecador, a Bíblia garante que Deus não rejeita esse tipo oração, veja:
"Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito." Sl 34.18
"Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.", Sl 51.17

3. A oração aceita.
Isso explica um pouco porque os fariseus odiavam a Jesus, pois Ele os envergonhava em público, colocando sua hipocrisia e falsa religiosidade em xeque diante de todos, mas ninguém ousava nada contra Ele, pois o povo o aprovava e muitos o tinha como o Messias prometido.
Um grande ensinamento da parábola é que a humilhação é um dos segredos para se receber a misericórdia de Deus. Os outros são confessar e deixar. Pv 28.13 E outro ainda é praticar misericórdia. Mt 5.7

CONCLUSÃO
Os religiosos legalistas são excelentes para condenar os pecados dos outros, mas são incapazes de olharem para os seus próprios pecados. 
Faça a revisão.
Corrija o questionário.


Pr Marcos André

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