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domingo, 22 de julho de 2012

INTERPRETAÇÃO BÍBLICA - O Espinho na Carne



Considere o texto a seguir:

“E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar.
 Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim.
 E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.”   2 Co 12.7-9

Nesta passagem o apóstolo Paulo está afirmando que devido as grandiosas revelações que o Senhor lhe concedeu, foi permitido, pelo próprio Senhor, que Satanás o afrigisse com algo.
O Senhor teria permitido isso para que Paulo sempre fosse humilde e sempre dependente de
Deus.
A questão mais discutida é: O que seria esse “espinho na carne” de Paulo?
Ninguém até hoje conseguiu comprovar nenhuma tese sobre esse termo, o que se tem são somente suposições, vejamos algumas:

 Já se cogitou que fosse alguma tentação carnal, mas essa tese já caiu por terra a muito tempo uma outra suposição seria de que Paulo sofresse de epilepsia, porém não se sustenta mais essa hipótese.

A nota de estudo da Bíblia Vida Nova afirma que talvez fosse alguma doença como a malária ou possivelmente problema nos olhos devido ao texto de Gl 4.15:
“Qual é, logo, a vossa bem-aventurança? Porque vos dou testemunho de que, se possível fora, arrancaríeis os vossos olhos, e mos daríeis.” Gl 4.15

  Martinho Lutero acreditava que o “espinho na carne” fosse devido as perseguições dos próprios judeus.
O Manual Bíblico da SBB, nos afirma que apesar de ser uma obra de Satanás, foi um meio que o Senhor usou para manter seu servo humilde.

O estudo da Bíblia Dake procura derrubar a tese de que seja alguma enfermidade, devido a palavra “espinho” ser usada na Septuaginta referindo-se aos opositores do povo de Deus.
“Mas se não lançardes fora os moradores da terra de diante de vós, então os que deixardes ficar vos serão por espinhos nos vossos olhos, e por aguilhões nas vossas virilhas, e apertar-vos-ão na terra em que habitardesNm 35.55
Também o texto de Ex 28.24

Conclusão
Chegamos ao parecer de que a hipótese mais aceita para o espinho na carne do apóstolo Paulo, é de que ele estivesse se referindo às perseguições sofridas tanto por Judeus como por gentios, aliás a perseguição que sofreu é o fato mais mencionado por Paulo em suas cartas.
Os opositores de Cristo lhe colocaram uma coroa de espinhos, mas o que eles pensavam que era para o mal se tornou para o bem de toda a Terra.

Marcos André - Professor

PODEM MANDAR AS TESES E SUPOSIÇÕES
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segunda-feira, 25 de junho de 2012

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio - Lição 1 - Revista da CPAD


AULA EM 1º DE JULHO DE 2012 - LIÇÃO 1
(Revista: CPAD)

Tema: “No Mundo Tereis Aflições”
  
Texto Áureo: Jo 16.33
  
INTRODUÇÃO
- Amado professor(a), comece cumprimentando os alunos por começarem
mais um trimestre com uma nova lição.  Apresente os temas para despertar
o interesse neles para esse trimestre.
- Comente após essa leitura que, achar que o crente não passará sofrimentos
é permanecer menino no evangelho.
- Comente também que o importante para o crente crescer integralmente, é
manter o equilíbrio. Pois muitos crentes acreditam que no evangelho
não se pode sofrer, enquanto outros acham que sempre deverá haver
sofrimento e que sem sofrimento há alguma coisa errada.
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1. AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE

1. De ordem natural.
- Comente com a classe que a enxurrada que houve na região serrana do Rio de
Janeiro em janeiro de 2011, levou as casas e as vidas de muitos crentes. Naquela
ocasião quem não havia aprendido que o crente também sofre as aflições
por calamidades naturais devem ter demorado para se recuperarem do
conflito mental.

2. De ordem econômica.
- Existem também aqueles irmãos que se envolvem em dívidas e depois
ficam achando que o inimigo está se levantando.
- Por outro lado existem os pregadores da teologia da prosperidade que
afirmam abertamente que não podemos passar nenhum tipo de aflição
econômica, que devemos determinar sobre nossas finanças e se
nada acontecer é devido a nossa falta de fé.
- Comente que existem também os irresponsáveis que afirmam que
se entregarmos nossos dízimos o Senhor nos recompensará financeiramente.
- Isso estimula uma barganha com Deus, ensinando os crentes a darem
esperando receberem.

3. De ordem física.
- Comente que Eliseu inclusive sofreu com de uma doença e não foi
curado 2 Re 13.14.
- “também atingem os salvos”, se as doenças não atingissem também os
salvos, certamente seriamos relaxados com nossa saúde estragando nosso
corpo com má alimentação e descontrole. As doenças atingem também
o povo de Deus para que sempre nos lembremos de cuidar da nossa saúde.
- Convém acrescentar que os servos de Deus dificilmente sofrerão
enfermidades oriundas do pecado como DST e AIDS por exemplo.
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2. PORQUE O CRENTE SOFRE
           
           1. A queda.
- Por meio da queda do homem, a morte entrou no mundo, e com ela as
enfermidades.  
- Quando aceitamos a Jesus, a nossa natureza é modificada pela ação
regeneradora do sangue de Cristo, porém estamos ainda com a natureza
humana corrompida pelo pecado de Adão.
- Lembre aos alunos que a maior obra do Sangue de Cristo é nos purificar
da ação destrutiva do pecado, mas não nos livra de ser pecador, para
deixarmos de ser pecador precisaremos passar pela morte ou pelo
arrebatamento, quando então a nossa natureza será modificada e esse
corpo deixará de ser corruptível para incorruptível 1 Co 15.23 e 15.54.

2. A degeneração humana.
- Comente que a geração atual está em comparação, muito mais
muito mais pervertida do que a do tempo de Noé e no tempo de
Ló em Sodoma, é também muito mais violenta, mais vingativa
e mais rebelde.
- Se não fosse as misericórdias do Senhor, já teríamos sido destruídos,
nós todos os habitantes da Terra.

3. O novo nascimento e o sofrimento.
- “nascido de novo”, é o nascimento do Espírito mencionado em Jo 3.6.
- “concupiscência”, recomendo que você pergunte aos alunos:
O que é concupiscência? Ouça as respostas deles e apresente a tua.
R: Concupiscência é o desejo exagerado da carne.
Ex: sono, sexo, apetite, nada disso é pecado, mas se houver exagero
se torna concupiscência.
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3. O CRESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES

1. A soberania divina na vida do crente.
- Você pode começar essa parte com a pergunta: O que é soberania divina?
É a característica que Deus tem de fazer o que Ele quer, quando Ele quer,
Ele não precisa de ninguém para tomar suas decisões, Ele é soberano.
- Essa soberania ocorre na vida de uma pessoa, quando essa pessoa entrega
sua vida ao Senhor.
- Existem crentes que mesmo fazendo parte dos membros de uma
igreja, não deixam Deus ser sobreano em suas vidas, pois querem
tomar decisões na frente de Deus.

2. Tudo coopera para o bem.
- A questão principal aqui, é saber que tipo de bem é esse.
Esse bem é principalmente na área espiritual, e para que ocorra
às vezes é preciso que o Senhor feche algumas portas. Por isso
devemos confiar, quando o Senhor permitir que algo aconteça de ruim
é porque Ele tem um propósito maior no final.

3. Desfrutando a paz do Senhor.
- “paz de Cristo”, lembre que a paz de Cristo não é a mesma do
mundo Jo 14.27, mas é uma paz com Deus Rm 5.1, pois o Senhor pagou
nossa dívida para com o Pai.
- No mundo teremos aflições, estaremos carregando a nossa cruz e o
mundo nos odiará por sermos de Cristo.
- “excede todo entendimento”, é uma paz que o mundo nunca entenderá.
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CONCLUSÃO
- Sugiro que você conclua falando que somos peregrinos nesta Terra,
nosso lugar não é aqui, nosso descanso está reservado para a Santa Cidade.
- Se somente fizermos planos aqui, então teremos que mudar a prática
do evangelho e viver outro evangelho, o que não leva pro céu.

 Boa aula!
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Marcos André - professor

domingo, 24 de junho de 2012

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdo da lição 1 - CPAD

1º de Julho de 2012
Revista da CPAD 

Tema: No Mundo Tereis Aflições 

TEXTO ÁUREO
“Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33).

VERDADE PRÁTICA

Mesmo sofrendo as consequências da queda, sabemos que Deus está no controle de todas as coisas.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

João 16.20,21,25-33.

20 - Na verdade, na verdade vos digo que vós chorastes e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes; mas a vossa tristeza se converterá em alegria.
21 - A mulher, quando está para dar à luz, sente tristeza, porque é chegada a sua hora; mas, depois de ter dado à luz a criança, já se não lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo.
25 - Disse-vos isso por parábolas; chega, porém, a hora em que vos não falarei mais por parábolas, mas abertamente vos falarei acerca do Pai.
26 - Naquele dia, pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai,
27 - pois o mesmo Pai vos ama, visto como vós me amastes e crestes que saí de Deus.
28 - Saí do Pai e vim ao mundo; outra vez, deixo o mundo e vou para o Pai.
29 - Disseram-lhe os seus discípulos: Eis que, agora, falas abertamente e não dizes parábola alguma.
30 - Agora, conhecemos que sabes tudo e não precisas de que alguém te interrogue. Por isso, cremos que saíste de Deus.
31 - Respondeu-lhes Jesus: Credes, agora?
32 - Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só, mas não estou só, porque o Pai está comigo.
33 - Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.

INTRODUÇÃO
O crente em Jesus pode vir a sofrer? Se a resposta for não, então por que o sofrimento assalta-lhe a vida? Neste trimestre, estudaremos as “aflições do tempo presente”. Veremos que elas, conforme ensinou Jesus (Jo 16.33), são uma realidade inevitável até mesmo na vida do crente mais fiel. Mas da mesma forma como Ele padeceu, porém triunfou, nós também poderemos vencer todas as batalhas. E, assim, cresceremos integralmente na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo.

I. AS AFLIÇÕES DO TEMPO PRESENTE

1. De ordem natural.
 Presenciamos uma desordem nunca antes vista na natureza. Apesar dos falsos alarmes, não podemos ignorar a devastação provocada pela ação irresponsável do homem. A Bíblia diz que a criação geme e está com “dores de parto” pelo que o ser humano tem-lhe feito (Rm 8.22). Quantas calamidades nos abatem por causa da degradação ambiental. São tragédias assombrosas que ceifam milhares de vidas. As poluições nos lagos, rios e mares, e as ocupações em áreas de riscos contribuem para a ocorrência de tragédias. Tais aflições também afetam os crentes fiéis.

2. De ordem econômica. 
Outra aflição que se abate sobre o mundo é a de ordem financeira. A crise econômica internacional empobrece países, nações e famílias. Quantos não deram cabo da própria vida porque, da noite para o dia, descobriram que perderam todos os bens? Em nosso país, milhões de pessoas sobrevivem com menos de um salário mínimo. A pobreza, a fome e a miséria continuam a flagelar vidas ao redor do mundo, inclusive as dos servos de Deus (Mc 12.41-44).

3. De ordem física.
 Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, doenças como câncer, hepatite, hipertensão arterial, depressão e obesidade são consideradas as pragas do século XXI. Essa informação traz-nos algumas indagações: Será que o crente fiel não é vítima de câncer? Ou não desenvolve a depressão e não sofre de hipertensão arterial? Não precisamos de muito esforço para reconhecer que as enfermidades também atingem os salvos e são consequência da queda (Rm 6.23). Mesmo cientes de que as doenças acometem igualmente o servo de Deus, é impossível ignorar que há enfermidades de natureza espiritual e oriundas de práticas pecaminosas (Mt 9.32,33; Jo 5.14,15).

II. POR QUE O CRENTE SOFRE

1. A queda.
 O sofrimento é algo comum a todos os homens, sejam ímpios sejam justos. Uma razão para a existência do mal é aqueda humana. Deus fez um mundo perfeito (Gn 1.31), mas a transgressão de Adão trouxe a tristeza, a dor e a morte (Gn 3.16-19; Rm 5.12). Por isso, todos estão igualmente sujeitos ao sofrimento (Rm 2.12; 8.22).

2. A degeneração humana.
 Com a queda no Éden, o homem sofreu um processo de degeneração moral, social e espiritual. Tal degradação, observada na vida de Caim (Gn 4.8-16), Lameque (Gn 4.23,24) e de toda aquela geração, levou Deus a destruir o mundo pelo dilúvio (Gn 6.1-7.24). O relato bíblico mostra claramente a corrupção humana e o aparecimento do ódio, da violência, das guerras e de todos os atos que contrariam a vontade divina. Não é exatamente essa a situação da sociedade atual? A humanidade acha-se em franca rebelião contra Deus (Rm 3.23).

3. O novo nascimento e o sofrimento.
 A experiência pessoal e genuína do novo nascimento gera no crente uma natureza oposta a da queda (1 Jo 5.1,19). Entretanto, apesar de ter nascido de novo, o crente em Jesus não deixa de experimentar o sofrimento, pois, como disse Agostinho de Hipona: “A permanência da concupiscência em nós é uma maneira de provarmos a Deus o nosso amor a Ele, lutando contra o pecado por amor ao Senhor; é, sobretudo, no rompimento radical com o pecado que damos a Deus a prova real do nosso amor”. Assim, experimentamos o sofrimento porque habitamos um corpo que ainda não foi transformado, mas que espera a sua plena glorificação (1 Co 15.35-58).

III. O CRESCIMENTO E A PAZ NAS AFLIÇÕES

1. A soberania divina na vida do crente.
 A soberania divina na existência do crente garante-lhe que os olhos de Deus sondem-lhe a vida por inteiro. Somos em suas mãos o que o vaso é nas mãos do oleiro (Jr 18.4). Por isso, você pode falar como o salmista: “Eu me alegrarei e regozijarei na tua benignidade, pois consideraste a minha aflição; conheceste a minha alma nas angústias” (Sl 31.7). Querido irmão, querida irmã, não se desespere! O Senhor, Criador dos céus e da terra, cuida inteiramente de você e dos seus, porque “a terra é do Senhor e toda a sua plenitude” (1 Co 10.26).

2. Tudo coopera para o bem.
 A vontade de Deus para as nossas vidas é boa, perfeita e agradável (Rm 12.2). O escritor aos Hebreus reconhece que o Senhor, muitas vezes, usa a provação para corrigir-nos e fazer brotar em nossa vida o “fruto pacífico de justiça” (Hb 12.3-11). No exercício desse processo, crescemos como pessoas e servos de Deus, aprendendo na faculdade das aflições da vida. Assim, podemos dizer inequivocamente que “todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto” (Rm 8.28).

3. Desfrutando a paz do Senhor.
 Olhar para o sofrimento e a aflição humana e, paradoxalmente, desfrutar da paz de Cristo, parece-nos loucura! Mas não o é quando entendemos que Deus age segundo o conselho da sua vontade, visando sempre o bem e o crescimento dos seus filhos. O deserto da vida não é percorrido sob a ilusão mágica da “sombra e água fresca”, mas com os pés firmes na realidade desértica do sol escaldante (Rm 5.1-5; Fp 4.7). Nesse interregno, porém, desfrutamos a bondade, a misericórdia e a proteção do Criador dos céus e da terra. Mesmo vivendo em um mundo de aflições, podemos experimentar a paz que excede todo o entendimento e cantar em alto e bom som o coro do hino 178 da Harpa Cristã: “Paz, paz/ gloriosa paz/ Paz, paz/ perfeita paz/ desde que Cristo minh'alma salvou/ tenho doce paz!”.

CONCLUSÃO
Neste mundo, estamos sujeitos às aflições e sofrimentos de qualquer espécie. A vida cristã envolve períodos difíceis e trabalhosos. No entanto, se a nossa expectativa estiver na soberania de Deus e no seu bem, desfrutaremos, mesmo que andemos em aflição, da mais perfeita e sublime paz de Cristo. Que ao longo desse trimestre, o Todo-Poderoso ilumine-lhe a mente e o coração para deleitar-se em sua eterna e maravilhosa graça. Amém!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

ESCOLA DOMINICAL - Esboços da Revista Editora Betel 3º Trimestre


Conteúdos do ano de 2011Clique Aqui! 
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Conteúdos 2º Trim de 2012Clique Aqui!

Lição:1 - 3º Trimestre - Editora Betel
Data: 1º Julho 2012
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Lição:
Data: 8 Julho 2012
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Lição: 
Data: 15 Julho 2012
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Lição:
Data: 22 Julho 2012
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Lição: 
Data: 29 Julho 2012
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Lição:
Data: 5 Agosto 2012
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Lição: 
Data: 12 Agosto 2012
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Lição: 8
Data: 19 Agosto 2012
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Lição: 9
Data: 26 Agosto 2012
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Lição: 10
Data: 2 Setembro 2012
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Lição: 11
Data: 9 Setembro 2012
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Lição: 12
Data: 16 Setembro 2012
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Lição: 13
Data: 23 Setembro 2012
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Lição: 14
Data: 30 Setembro 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012

ESCOLA DOMINICAL - Esboço e Subsídio - Lição 9 - Revista Betel




AULA EM 27 DE MAIO DE 2012 – LIÇÃO 9
(Revista: EDITORA BETEL)

Tema: “As Sete Taças da Ira de Deus”
  
Texto Áureo: Ap  15.1
  

INTRODUÇÃO
           - Professor, procure se preparar para perguntas que surgirão, pois a
             matéria de escatologia é a que mais gera perguntas.
            - Comente que o Senhor é longânimo  e sempre está dando chance
            para a humanidade.
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1. CURIOSIDADES INICIAIS

1.1. O anjo de coroa na cabeça e foice na mão
-  Explique que o Senhor Jesus é aquele que traz o Juízo, esse aspecto
do ministério de Cristo foi anunciado por João Batista Lc 3.17.
- Embora o verso 17 apresente “outro anjo” a foice é do Senhor
Jesus.
- Apresente a teoria que está na revista do professor, de que poderá
haver  ainda um grupo de pregadores poderosos no período da Tribulação.

1.2. A colheita final.
- Antes de vir o Juízo haverá os eventos da Grande Tribulação
que trará o pagamento para a descrença e a impiedade da humanidade.
- “adoradores da Besta”, todos aqueles que receberam a marca da
Besta.
- “lagar”, local onde se pisa as uvas para extrair o suco.
- Por esse motivo não devemos hoje, separar o joio do trigo, o tempo
da colheita está chegando e a separação será feita.

1.3. Os três anjos e a proclamação do evangelho
- “sem testemunho”, durante toda a história da humanidade houve
um testemunho da lei de Deus.
- “a igreja falsa mundial”, embora não seja mencionada aqui, por motivos
éticos, a maioria dos teólogos evangélicos interpretam que essa falsa igreja
mundial figurada por Babilônia seja a igreja Católica Romana. Sugiro que
se você for de mesmo parecer, tenha cautela ao falar, pois na sua classe
poderá ter alguns visitantes simpatizantes ou praticantes do catolicismo.
- “sou evangélico”, em tempos de tranquilidade religiosa, como acontece
no Brasil, aparecem muitos crentes de carteira, que não tem compromisso
com Cristo. Esses desrespeitos terão fim no arrebatamento e na Tribulação.
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2. OS ANJOS DAS SETE TAÇAS DA IRA DE DEUS
            - O Senhor tem dado tempo para toda a humanidade se arrepender,
quando os juízos forem cumprido na humanidade, eles serão um
acumulado de séculos de impiedade e provocações a Deus.
     
           2.1. Eles saíram do Templo no céu
- “templo terrestre”, comente que as medidas e a planta do templo
foram dadas pelo Senhor a Moisés. Provavelmente o Senhor não teria
dois modelos de templo e isso pode ser comprovado pelas referências
nesse tópico.
- “combater...injustiças”, o Senhor requer de nós que sejamos justos
e quando aparece na Palavra acerca de juízo, vemos o Senhor cobrando
da sua Igreja em primeiro lugar Ez 9.4-6.
 
2.2. Eles estão vestidos de linho fino
- “linho puro”, significa que não tem mistura com outros tecidos, nem outras
cores.
- “justiça dos santos”, se o linho puro é sem mistura de tecidos, a justiça dos
santos também deve ser sem mistura com a justiça dos ímpios.

2.3. Peito cingido com cinto de ouro
- Mais uma vez vemos a justiça de Deus sendo ressaltada.
- Alta Corte, parece ser a corte judaica onde se reunião os sacerdotes com
as funções de juízes, na época de Jesus essa Alta Corte se chamava Sinédrio.   
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3. OS ALVOS DAS QUATRO PRIMEIRAS TAÇAS
- Ainda dentro do período da Grande Tribulação.
- Serão eventos na natureza, para expelir toda a iniquidade, será como uma
purificação do planeta. Como preparo para o Milênio.
- “Os alvos”, são os elementos da natureza.

3.1. O solo
- “marca da Besta”, essa marca será um sinal na mão direita ou na testa
que possibilitará a todos que estiverem sob a autoridade da Besta.
- Já houveram teorias sobre essa marca. Ex. antes acreditava-se que seria
o número “666” inscrito na mão, na década de 80 acreditava-se
que seria um código de barras na testa dos homens, já nos anos 90, quando
surgiu a tecnologia do biochip, passou-se a crer que seja esse o material
para o sinal da Besta. Será um sinal para marcar o domínio da Besta sobre
o individuo que o receber.
- Diga que aqueles que não receberem a marca da Besta terão a marca de
Cristo e serão guardados dessas últimas taças. 

3.2. As águas
- Os cientistas introduziram na humanidade a mentira de que a vida surgiu
na água e evoluiu até chegar no homem, ironicamente as águas serão contaminadas
pelo símbolo da vida (sangue), e trarão morte a humanidade.

3.3. O sol
- Comente que o sol sempre esteve em equilíbrio em relação a Terra, a distancia
entre eles regulando a quantidade de calor que recebemos aqui. Esse equilíbrio
será quebrado de maneira que a Terra receberá mais calor, devido a diminuição
da distância (isso é só uma teoria).
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CONCLUSÃO
- Leia e comente os pontos mais importantes, recomendo que você faça as
perguntas do exercício, para fixar bem a lição.
- Pergunte aos alunos, onde eles estarão quando ocorrerem esses eventos.

 Boa aula!
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-PROFESSOR BUSQUE SEMPRE A PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS.
-PROCURE AGREGAR VALOR A SUA AULA, ELABORE QUESTIONÁRIOS,
PROMOVA DEBATES, ETC.

Marcos André - professor

domingo, 20 de maio de 2012

INTERPRETAÇÃO BÍBLICA - O Grande Sábado - Jo 19.31



Considere a seguir, o sublinhado no texto bíblico nas diversas versões: 

1. ARC 

“Os judeus, pois, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação (pois era grande o dia de sábado), rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados.”

João 19:31

2. ARA
“Então os judeus, para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele sábado, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem tirados” 

3. NVI
“Esse era o Dia da Preparação, e o dia seguinte seria um sábado especialmente sagrado. Por não quererem que os corpos permanecessem na cruz durante o sábado, os judeus pediram a Pilatos que ordenasse que lhes quebrassem as pernas e os corpos fossem retirados.” 

4. KJ (King James)
“The Jews therefore, because it was the preparation, that the bodies should not remain upon the cross on the sabbath day, (for that sabbath day was an high day,) besought Pilate that their legs might be broken, and {that} they might be taken away.” 
Traduçao do parênteses: “pois aquele dia de sábado era um grande dia”

   A parte sublinhada em cada uma dessas versões se refere ao sábado daquele fim de semana em que Jesus foi crucificado. Note que em cada uma delas há um adjetivo que classifica aquele sábado como “grande” ou “especialmente sagrado”, a única versão onde não dá essa ideia para aquele fim de semana é a ARC (Almeida Revista e Corrigida) onde lemos  (pois era grande o dia de sábado) dando a entender que se referia a qualquer sábado, podendo passar desapercebido o significado real daquele sábado.

   As referências mencionadas demonstram como aquele sábado era especial, vejamos a razão disso:

    O motivo é simples, a festa da páscoa naquele ano ia ocorrer naquele sábado por isso ele era uma sábado especial.

   A festa da páscoa que era uma festa fixa, isto é, não varia de data, somente nos dias da semana, pois a cada ano ela podia cair em um dia da semana diferente, e naquele ano ela ia ocorrer em um sábado. Isso explica a pressa dos judeus para que os condenados morressem logo.

  Hoje a festa da páscoa para o ocidente é móvel, pois é comemorada no domingo após a sexta-feira da paixão, por isso ela varia de data. 

  Convém observar que na NVI aparece o termo "especialmente sagrado", bem modificado do original para auxiliar o entendimento. Não é acréscimo pois não adiciona nada ao contexto, nem heresia pois não muda a interpretação.

Marcos André - Professor