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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD JOVENS SUBSÍDIO - Lição 4 / 1º Trim 2026


AULA EM 25 DE JANEIRO DE 2026 - LIÇÃO 4
(Revista Editora CPAD)

Tema: O Deus que justifica

 

TEXTO PRINCIPAL 
“Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.” (Rm 5.1).

RESUMO DA LIÇÃO
O jovem cristão, que entende a realidade da Justificação pela fé, vive com ousadia, gratidão e santidade, sabendo que foi perdoado, regenerado e capacitado para vencer em Cristo.

LEITURA DA SEMANA
SEGUNDA — Rm 5.1 Temos paz com Deus por Jesus
TERÇA — Rm 4.3 É Deus quem justifica
QUARTA — Rm 8.1 Quem está em Cristo não vive mais debaixo da condenação
QUINTA — Rm 8.16 O Espírito Santo confirma a nossa nova identidade
SEXTA — Rm 8.17 Herdeiros de Deus
SÁBADO — 2Co 5.17 A Justificação nos dá uma nova vida

OBJETIVOS
APRESENTAR o que é a Justificação pela fé;
EXPLICAR como Deus justificou Abraão;
CONSCIENTIZAR sobre o livramento da culpa e das consequências eternas do pecado.

INTERAÇÃO
[...]

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
[...]

TEXTO BÍBLICO

Romanos 4.1-8.
1 — Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne?
2 — Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus.
3 — Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.
4 — Ora, àquele que faz qualquer obra, não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida.
5 — Mas, àquele que não pratica, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça.
6 — Assim também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras, dizendo:
7 — Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos.
8 — Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado.

COMENTÁRIO DA LIÇÃO
INTRODUÇÃO 
Professor(a), nesta lição veremos uma doutrina essencial para a vida cristã, pois muitos novos convertidos deixam a obra de Deus por não a entender mais detalhadamente. E nesse material de apoio vamos aumentar as tuas opções de assuntos para a ministração, dando mais qualidade para a aula.
A doutrina bíblica da Justificação pela fé é uma das verdades centrais da fé cristã. Segundo as Escrituras, ela ensina que a salvação não se baseia em méritos humanos, mas exclusivamente na justiça de Jesus Cristo. Assim, é Deus quem nos justifica. Nesta lição, estudaremos a Justificação como parte essencial da obra redentora e refletiremos sobre seu significado prático para aqueles que creem na obra consumada pelo Senhor Jesus.
Convém acrescentar nesta introdução, que se tornar justo significa estar livre de condenação, ou seja, quer dizer que a pessoa não tem crime que lhe possa ser imputado. 
No meio secular, se uma pessoa cumpriu pena por um crime no passado, essa pessoa está livre da justiça, pois o seu crime já foi punido. E no contexto cristão segue o mesmo princípio, isto é, se uma pessoa pagou por seus pecados, então foi justificada diante de Deus, no entanto, o preço pelo pecado é a morte, sendo assim o pecador deve morrer, e é aí que entra o sacrifício de Jesus, pois Ele morreu no lugar dessa pessoa.

I. O QUE É A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ

1. Conceito. 
A palavra “justificação” refere-se à mudança na condição do pecador diante de Deus. Antes, estávamos mortos “em ofensas e pecados” (Ef 2.1), mas, ao experimentarmos a Justificação, nossa posição é completamente transformada: de culpados, Deus nos declara inocentes; de condenados, Ele nos absolve. Isso acontece por causa da obra satisfatória de Cristo no Calvário e mediante a fé nEle (Rm 1.17).
Por isso, fomos “justificados pela fé” e, assim, “temos paz com Deus” (Rm 5.1). Isso significa que Deus nos concede a justiça de Cristo quando cremos (Rm 3.21-26). Portanto, é Deus quem justifica o pecador.
O detalhe é o seguinte: É Deus quem justifica, mas isso não acontece inexplicavelmente, existe um processo para que essa justificação ocorra. Pra começar, a justificação faz parte de um plano maior, que chamamos de "Plano da Salvação", elaborado antes de o homem pecar no Éden e a justificação é o meio pelo qual, o homem se torna apito a alcançar a salvação. O processo pelo qual veio a nossa justificação foi a crucificação de Cristo. Conforme o comentarista afirmou, a justificação não depende do ser humano, ou seja, não é uma obra humana, mas sim, divina.  

2. O ato da Justificação. 
O ato de justificar é uma obra invisível, que muda a nossa condição de pecadores, herdada desde o Éden. Trata-se de uma obra milagrosa, já que, contra o pecado, não há nada que possamos fazer por nós mesmos. Mas quando cremos em Cristo e em sua obra consumada no Calvário, nossa condição humana é transformada diante de Deus. Na Regeneração, nossa vida interior é profundamente restaurada (2Co 5.17); na Justificação, nossa posição diante de Deus é completamente alterada (Rm 8.1). Assim, Deus olha para nós e, sob o seu olhar, está a justiça do seu Filho, Jesus Cristo. Isso é a graça de Deus em ação!
Ou seja, a justificação não é uma ação que percebemos, e o outro processo para a salvação da alma humana mencionada neste subtópico é a regeneração, e essa ação nós percebemos, pois ocorre de forma contínua no interior, mas refletindo no exterior do ser humano. 
Assim, no momento da conversão, a pessoa é justificada pelo sacrifício de Cristo, mudando sua posição de condenado para salvo e a partir daí começa a ocorrer a regeneração no interior desse novo convertido. 
Convém lembrar que, quem opera a regeneração é o Espírito Santo:
"Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo,", Tito 3.5

3. Uma experiência real. 
A doutrina da Justificação não é apenas uma teoria, mas uma experiência real. Quando você compreende que foi justificado pela fé, passa a viver com uma nova identidade, tanto psicológica, no tocante às emoções e à personalidade, quanto espiritual. Não há razão para viver como alguém condenado. Não há por que carregar culpa que o pecado colocou sobre nós. A Justificação pela fé encoraja você a viver como alguém perdoado, aceito e capacitado para servir a Deus no poder do Espírito Santo (Rm 8.1). Portanto, se você crê em Cristo e em sua obra consumada no Calvário, viva com gratidão e ousadia, sabendo que sua culpa foi retirada — e, pela graça, Deus o aceitou (Rm 5.1). Por isso, não aceite viver como alguém condenado, mas alegre-se por ser justificado e amado. Viva essa verdade com fé e esperança.
[...]

SUBSÍDIO I
[...]

II. DEUS JUSTIFICOU ABRAÃO

1. O exemplo do pai da fé. 
Em Romanos 4.1-8, o apóstolo Paulo usa o exemplo de Abraão para ensinar a doutrina da Justificação pela fé. O texto explica que, muito antes da Lei ser dada, Abraão já havia crido em Deus — e por causa dessa fé, Deus o declarou justo (Rm 4.3). Isso mostra que o ensino bíblico de ser salvo pela fé não começou no Novo Testamento. Desde o Antigo Testamento, Deus já estava revelando que o caminho da salvação não depende do que fazemos, mas da fé nEle. Abraão não foi escolhido por merecimento, mas porque confiou em Deus. Nesse contexto, a fé ocupa um lugar central no plano divino de salvação.
A diferença na obra de justificação do Antigo Testamento para o Novo Testamento, é que Jesus ainda não havia sido entregue por nós, assim, era apenas uma promessa, mas tanto no Antigo quanto no Novo Testamento o meio pelo qual nós alcançamos essa justificação é a fé. No Antigo Testamento a pessoa precisava crer nas promessas de Deus, já no Novo Testamento a pessoa precisa crer na pessoa de Cristo e na Sua obra na cruz.
Convém acrescentar que, Abraão é o nosso pai da fé, porque foi o primeiro a crer em algo que não via, isto é, na promessa de Deus:
"1 Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne?
2 Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus.
3 Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.", Romanos 4.1-3 

2. O lugar da fé. 
No plano divino, tanto o crer quanto o agir têm lugar na obra da salvação. No caso de Abraão, a fé dele foi determinante para sua justificação diante de Deus. Contudo, seus atos também fazem parte dessa economia salvífica, como expressão concreta da fé. Sim, Abraão só deixou sua terra porque, primeiro, creu na promessa de Deus (Gn 12.1). Na Justificação, o princípio é o mesmo: primeiro se crê; depois, o justificado manifesta, por meio de sua conduta, os frutos dessa fé. Por isso, a fé ocupa um lugar central no ato divino de justificar o pecador. Ela é o gesto de plena dependência de Deus para viver neste mundo.
Ou seja, não são as obras que conduzem a pessoa à fé, mas a fé a conduz às obras. Assim, se um cristão trabalha na igreja local, anuncia Jesus aos que estão próximos e dá o exemplo de servo de Cristo no seio familiar, ele só faz isso porque primeiro creu na obra de Cristo. E por essa fé, ele foi justificado, e a partir daí, essa pessoa começa a manifestar as obras dessa fé.

3. O sentido prático dessa doutrina. 
A principal implicação desse ensino é que a salvação não se baseia em uma performance meramente religiosa, sem vida e mecânica. Nossa salvação está firmada em uma confiança viva em Jesus Cristo. Por isso, essa fé não é passiva, inerte ou morta — ela produz frutos visíveis na maneira de viver. Uma vez justificados pela fé, desejamos andar no Espírito, viver no Espírito e nos comunicar no Espírito (Rm 8.5). Por isso, é uma bênção viver uma vida santa a partir de um encontro real com Deus mediante a fé em Cristo. Por outro lado, é uma maldição tentar aparentar uma “vida santa” sem ter experimentado a Salvação, a Regeneração e a Justificação em Cristo. Nesse caso, em vez de uma vida autêntica, o que resta é religiosidade vazia, profanação e autoengano. Temos vivido uma fé que transforma? Ou só tentamos manter uma aparência de fé?
Ou seja, em um sentido prático a justificação precisa ser demonstrada com frutos visíveis, por exemplo: alguém que aceitou Jesus como Salvador, entrou para o rol de membros de uma igreja, então essa pessoa deve praticar as obras que um salvo em Cristo pratica, anunciando o Evangelho; se afastando do pecado; evitando as más companhias; renunciando aos vícios; não proferir palavras torpes; ajudando ao próximo e outras práticas que são frutos de uma vida cristã. 
João Batista chamava esses frutos de frutos de arrependimento:
"7 E, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?
8 Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento.", Mateus 3.7,8
E note que os religiosos que não tinham esses frutos, ele chamou de "raça de víboras", será que temos esses frutos, ou somos raça de víboras?

SUBSÍDIO II
[...]

III. O LIVRAMENTO DA CULPA E DAS CONSEQUÊNCIAS ETERNAS DO PECADO

1. A Justificação traz um grande livramento. 
A doutrina bíblica da Justificação pela fé traz consigo o livramento da condenação eterna e da culpa que o pecado impõe sobre a vida humana (Rm 8.1). Vivemos em um mundo onde não faltam pessoas prontas para acusar, nem circunstâncias arquitetadas pelo Inimigo para escravizar vidas: vícios, traumas, erros e conflitos familiares. Tudo isso revela situações e ambientes em que o domínio do pecado ainda atua. Mas aqueles que estão em Cristo, uma vez justificados pela fé, já romperam essas amarras e foram completamente libertos.
[...]

2. Livres da culpa. 
A culpa causada pelo pecado oprime muitas pessoas que vivem aprisionadas no passado, marcadas por palavras ditas e ouvidas em meio a conflitos familiares; outras permanecem paralisadas no presente por causa das acusações relacionadas aos erros cometidos na vida. No entanto, a condenação que estava sobre nós foi anulada, vencida e apagada por Deus (Rm 8.31). E isso é suficiente! Trata-se de um chamado, não para a prática do pecado, mas para o privilégio de viver segundo os propósitos de Deus. Por isso, a culpa não tem mais domínio sobre quem foi justificado. Essa pessoa foi perdoada, liberta, regenerada e declarada justa diante de Deus.
Aqui está um dos motivos de se ensinar isso aos novos convertidos, pois, como dissemos antes, muitos deles retornam para o pecado ao não entenderem a justificação. O que acontece é o seguinte, quando alguém se converte, muitos parentes, vizinhos e colegas não aceitam, acreditando que a conversão é falsa, e que a pessoa está apenas fingindo ter sido transformada. E muitos desses antigos "amigos" e parentes proferem palavras, que muitas vezes são ofensivas, e se o novo convertido não receber a instrução sobre a salvação, regeneração e justificação, acaba por aceitar tais palavras, acreditando até mesmo que não tem mais jeito para sua vida e retorna para o mundo.
Mas devemos ensinar-lhes que na condição humana sempre iremos falhar, mas Deus está sempre pronto a nos receber e nos perdoar:
"Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.", Romanos 8.33

3. O testemunho interior do Espírito Santo. 
Finalmente, a experiência da Justificação pela fé é acompanhada pelo testemunho interior do Espírito Santo (Rm 8.16). O jovem que compreende essa realidade espiritual caminha com firmeza, mesmo diante de pressões externas e dos inúmeros desafios ao longo da jornada cristã. Ele sabe que, se é filho de Deus, então também é herdeiro de Deus e coerdeiro com Cristo (Rm 8.17). Essa verdade impacta diretamente a nossa identidade como seguidores de Cristo neste mundo, pois é afirmada, em nosso coração, pelo próprio Espírito Santo.
Ter o Espírito Santo habitando em nosso interior é essencial para uma vida cristã saudável. Por isso, todo crente deve buscar a presença do Espírito de Deus em orações, jejuns e meditação na Palavra, isso acalma as tempestades interiores, curando traumas e desfazendo o efeito das palavras contrárias. O problema é que muitos ministérios não estimulam os jovens a buscar o batismo com o Espírito Santo; não organizam eventos de oração e nem retiros espirituais. Alguns ministérios buscam atrair jovens com festividades, rodízioa de pizza, festival de cachorro quente, cinema, etc., deixando os devocionais de lado.
O Espírito Santo habitando no interior do jovem dá a ele a certeza da paternidade divina:
"15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
16 O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.", Romanos 8.15,16

SUBSÍDIO III
[...]

CONCLUSÃO
A justificação é o alicerce sobre o qual se edifica toda a vida cristã. Ao crer em Jesus, somos declarados justos diante de Deus — não por nossos méritos, mas pela justiça de Cristo imputada a nós. Isso nos dá segurança, paz com Deus e acesso à vida eterna. Creia com todo o seu coração que você foi justificado(a) pela fé. Viva com ousadia e gratidão, sabendo que sua identidade não está no passado que você viveu, mas na nova posição que você tem em Cristo. E lembre-se: a fé que justifica é também a fé que santifica, sustenta e conduz à vitória.
Professor(a), após essa conclusão, se desejar siga estas instruções:
- revise, com a classe, os pontos e ideias mais importantes comentados;
- elabore e faça as perguntas se houver tempo;
- convide os alunos para a próxima aula falando da próxima lição, mencionando algo interessante que vai ser tratado.

HORA DA REVISÃO
1. O que significa ser justificado diante de Deus, segundo a doutrina bíblica?
Significa que Deus nos concede a justiça de Cristo quando cremos.
2. Por que a doutrina da Justificação não é apenas uma teoria?
A doutrina da Justificação não é apenas uma teoria, mas uma experiência real. Quando você compreende que foi justificado pela fé, passa a viver com uma nova identidade, tanto psicológica, no tocante às emoções à personalidade, quanto espiritual.
3. Qual é o lugar da fé no ato divino de justificar o pecador?
A fé ocupa um lugar central no ato divino de justificar o pecador. Ela é o gesto de plena dependência de Deus para viver neste mundo.
4. O que a doutrina bíblica da Justificação traz consigo?
A doutrina bíblica da Justificação pela fé traz consigo o livramento da condenação eterna e da culpa que o pecado impõe sobre a vida humana (Rm 8.1).
5. O que acompanha a experiência da Justificação pela fé?
A experiência da Justificação pela fé é acompanhada pelo testemunho interior do Espírito Santo, que confirma: “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.16).

Fonte: Revista CPAD Jovens

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