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sexta-feira, 22 de junho de 2018

ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 13


AULA EM 24 DE JUNHO 2018 - LIÇÃO 13
(Revista CPAD)

Tema: Ética Cristã e Redes Sociais


Texto Áureo: 1Co 6.12

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição fale de forma prática, demonstrando coisas que geralmente se realiza nas redes sociais, coisas onde muitos crentes erram e outros acertam.
"Com o surgimento das redes sociais tudo o que acontece é divulgado e comentado instantaneamente", até aqui o comentarista está enfatizando como a internet por meio das redes sociais aproximou as pessoas, ainda que de forma inconsistente, e sobressai o fato de que tudo que fazemos pode ser compartilhado instantaneamente para muitas pessoas em qualquer parte do mundo.
"vivemos um estágio em que as pessoas se relacionam mais virtual que presencialmente", ha situações que precisamos chamar a atenção de alguém com quem estamos conversando para deixar o celular e nos dar ouvidos, às vezes, as pessoas preferem falar com alguém pelo whatsapp do que presencialmente.

I – REDES SOCIAIS

1. O que é a rede social?
"cuja finalidade é conectar e integrar pessoas", em termos mais técnicos seria uma rede de socialização, onde há possibilidade de fazer as pessoas se interagiram entre si, por mais longe que estejam.
"A rede social moderna surgiu no início do século XXI", o aumento do alcance das redes sociais foi o estrondoso a partir da adição da tecnologia dos smartphones.
"iabilizou aos usuários o encontro de amigos do passado", algumas atividades que podem ser realizadas por meio das redes sociais são de grande valia, como de reencontrar pessoas de nossos relacionamentos antigos, se torna uma grande ferramenta para a evangelização.

2Uma oportunidade para o Evangelho.
- "é por natureza um ser social e gregário", são características que Deus escreveu na alma humana, ele tem dificuldades de viver só, gregário é o adjetivo que expressa qualidade do que vive em grupos, serve para descrever animais que anda em bandos.
"se manifesta intensamente na rede social", isso se dá pela grande facilidade de se relacionar por esse modo, pois ninguém quer ter muito trabalho, ninguém quer investir muito e por ser extremamente barato mandar uma curtida ou uma mensagem de texto ou voz então as redes sociais são largamente utilizadas.
"devem ser ocasiões de discipular pessoas, momentos de se falar do amor de Deus", há pessoas que passam grande parte do tempo conectadas nas redes sociais recebendo e enviando inutilidades e fake news (notícias falsas) para o crente em Cristo esse tempo deve ser aproveitado para evangelizar, é preciso ser crente também nas redes sociais.

3. O uso da rede social.
- "mas não o honram com seu perfil na rede social", nos perfis de alguns crentes não é possível identificar se a pessoa é de Deus ou não, é como se a pessoa andasse pela rua com os mesmos comportamentos mundanos dos ímpios, alguns usam as redes para desferir provocações, instigar a desavença entre irmãos, falar mal de líderes e de igrejas, etc.
"Uns a utilizam como uma fonte de ostentação", se refere a pessoas que fazem questão de mostrar o que possui, aparelhos que compram, coisas que tem em casa, lugares onde frequentam, etc. Ainda que a intenção que tenha seja pura, ainda que "ninguém tenha nada a ver com a nossa vida", nós somos representantes do Reino de Deus aqui na terra, e não consigo imaginar o nosso Senhor ostentando-se diante de ninguém.
"E ele lhes disse: Mas vós, quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse: Tu és o Cristo.E admoestou-os, para que a ninguém dissessem aquilo dele." Mc 8.29,30
- "usar de discernimento nesse mundo virtual, avaliando todas as coisas sob a ótica cristã.", significa entender nossa posição e não se comportar como se fosse um descrente assumindo uma outra face quando estamos online.

II. O PERIGO DA RELAÇÃO DESCARTÁVEL E AS NOVAS TECNOLOGIAS

1. A distorção da felicidade.
- "as pessoas publicam uma vida perfeita e um mundo repleto do felicidades", é como se houvesse uma disputa para ver quem é mais feliz, e isso também é um tipo de ostentação.
"admira exageradamente a própria imagem e que nutre uma paixão excessiva por si mesmo", a prática da auto adoração é uma idolatria conforme a palavra de Deus e o que se ama demais pode perder a salvação.
"buscar uma felicidade fútil, em meio a fotos montadas e a sorrisos falsos", deve-se haver um grande cuidado para não se expor demais, nem com excesso de tristeza e nem com felicidade exagerada, o crente deve ser discreto como o Mestre.

2. O isolamento e a solidão.
"ter vários relacionamentos virtuais e, ao mesmo tempo, a ausência de contato humano", o principal argumento é que muitos relacionamentos virtuais não suprem a falta do vínculo humano, existem certos fatores na proximidade humana que não são substituídos por palavras. 
"Essa falta de equilíbrio tem desencadeado crises emocionais, ansiedades e isolamentos", a solidão não se trata somente com troca de informações nas redes sociais, é possível uma pessoa falar muitos escrevendo ou gravando áudio e se sentir solitária, não é a quantidade de palavras, mas sim as palavras certas, aquelas que aliviam e essas só se fala aos amigos, a meia voz, no pé do ouvido, seguido de um abraço e uma oração.

3. Relações sociais efêmeras.
...

4. A falsa sensação de privacidade.
- "até a divulgação de notícias falsas e difamatórias", esse é um pecado viral mais comum entre os crentes, é praticado até por líderes e ministros, quando repassam uma informação falsa ou difamatória sobre alguém. Ex. às vezes recebemos notícias assim: "FOTO - Esse homem está assaltando na região tal, se alguém o vir denuncie, por favor repassem para todos os seus contatos, vamos alertar o povo." então o crente ingênuo repassa, na maioria das vezes é fake news e a pessoa começa a sofrer represálias por parte da população, já houve casos de morte por linchamento.

III. A REDE SOCIAL A SERVIÇO DO REINO DE DEUS

1. O bom testemunho nas redes sociais.
...

2. O uso correto da evangelização.
...

CONCLUSÃO
- Faça a revisão
- Corrija o questionário
                                            
Pr Marcos André

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ARTIGO - Hebreu, judeu, israelita e israelense – qual a diferença?


Tanto na Bíblia, quanto nos escritos modernos, usamos algumas palavras distintas para nos referir ao povo de Israel. Na maioria das vezes tomamos inconscientemente estas palavras como sinônimas, sem atentar para o significado histórico que cada uma delas possui. Vejamos:

HEBREUS – Não se sabe ao certo a origem desta palavra e o porquê de seu uso. Presume-se, mas sem uma prova conclusiva, que o termo “hebreus” seria uma forma de designar um povo semita, descendente de Éber, neto de Sem e antepassado de Abraão (Gn 10.24; 11.16).

Fato é que “hebreus” não deriva etimologicamente de Abraão exatamente (embora a sonoridade das palavras pudesse sugerir isso), pois até mesmo Abraão é chamado de “hebreu” (Gn 14.13). Todavia, desconhecemos qualquer uso desta palavra que não seja a partir de Abraão, e sempre é usada na literatura judaico/cristã para se referir ao povo da promessa, que descendia de Isaque, filho de Abraão com Sara.

JUDEU – O termo judeu só começou a ser usado a partir do cativeiro babilônico, para se referir aos do reino do Sul de Israel (que incluía as tribos de Judá e de Benjamim, após a divisão de Israel em dois reinos) e que tinham sido levados para o exílio nos dias de Nabucodonosor. Nessa época, “judeu” era sinônimo de “hebreu”, como se pode ver em Jeremias 34.9.

A primeira ocorrência da palavra “judeus” na Bíblia está em 2Re 16.6. “Judeu”, portanto, seria uma forma de se referir àquele que é de Judá, ou que está de alguma forma ligado a esta tribo (por exemplo, sacerdotes da tribo de Levi ou, em menor número, membros de outras tribos que residiam no reino de Judá). No Novo Testamento, a palavra é usada para designar os moradores da área que, antes, incluía o reino de Judá, ou seja, a região da Judéia; território este ocupado essencialmente pelo remanescente do cativeiro babilônico.

ISRAELITA – é o termo para se referir aos “filhos de Israel”, ou seja, os que trazem o sangue de Jacó em suas veias. Jacó recebeu de Deus um novo nome (Gn 32.28), quando ao final da luta no vau de Jaboque passou a também chamar-se Israel (embora não tenha havido abandono do uso do nome Jacó).

“Israelita” ou “filho de Israel” são termos comumente usados a partir da residência de Jacó e sua família fixada nas terras do Egito, quando José era governador (Ex 1.7).

ISRAELENSE – não é um termo bíblico, mas um adjetivo pátrio que se refere ao cidadão do moderno Estado de Israel, independentemente da sua origem étnica ou credo religioso, e que desfruta de todos os direitos que as leis deste país concedem aos seus cidadãos, bem como estando sob o dever de cumprir todas as obrigações que lhe são inerentes. Desde 1948, quando foi fundado o Estado de Israel, este título passou a ser aplicado a todos que possuem cidadania israelense, mesmo que não sejam descendentes de Israel (Jacó), o grande patriarca do povo (etnia) israelita. Ou seja, é perfeitamente possível ser israelense e não ser hebreu ou judeu.

CURIOSIDADE – ORIGEM DO VERBO “JUDIAR”

Segundo o professor de Língua Portuguesa e mestre pela PUC-Rio, Sérgio Nogueira, judiar significa “escarnecer, fazer sofrer, atormentar, maltratar”. O verbo judiar é formado de “judeu” mais o sufixo “iar”. É, portanto, um verbo de carga depreciativa, pois seria “tratar como os judeus foram tratados”, ou seja, “maltratados como os judeus”(numa possível referência histórica aos maus-tratos feitos aos judeus ao longo dos séculos, mas especialmente durante o governo tirânico de Adolf Hitler, que matou cerca de 6 milhões de judeus no holocausto nazista). Linguistas dizem que embora muitos estudiosos da linguagem não associem judiar ao sofrimento dos judeus, o uso do verbo deve ser evitado, sendo uma palavra que carrega em si uma carga preconceituosa. Seria o que muitos chamam de palavra “politicamente incorreta”.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 20 de junho de 2018

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 13



AULA EM 24 DE JUNHO DE 2018 - LIÇÃO 13
(Revista Editora Betel)

Tema: Em Cristo somos mais do que vencedores

Texto Áureo: Tg 1.22

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nessa lição inicie explicando aos alunos que estamos dentro de uma batalha espiritual entre as forças do Senhor e as forças das trevas, inclusive nós somos parte do exército de Deus.
"Enquanto aguardamos a bem-aventurada esperança (Tt 2.13)", se refere à segunda vinda de Cristo, também chamada de "Vinda em Glória" por isso Paulo fala:
"Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo;" Tt 2.13
- "momentos difíceis e travamos ferrenhas lutas espirituais", são as adversidades a que estão sujeitas todos os homens e não só os crentes,também as tentações, que prejudicam somente os crentes e são muitas as tentações.

1. A realidade da batalha espiritual.

1.1. O início da batalha espiritual.- "a origem e realidade da batalha, o grande vencedor", o texto mencionado já previa o vencedor dessa batalha, que seria Jesus pisando a cabeça da serpente, no caso a batalha espiritual começou no jardim do Éden.
"Todo o restante da Bíblia é o registro progressivo do cumprimento desse versículo", essa batalha continuou após o jardim do Éden e perdurou até Jesus, que veio a seu tempo e derrotou as forças do mal.
"relatos de constante oposição e tentativas de exterminar o povo judeu", esse é reflexo da batalha, Satanás tentando exterminar o povo de onde ele sabia que um dia nasceria um que lhe pisaria a cabeça. 

1.2. Deus revela como terminará.- "até que chegue o glorioso dia, quando, então, não haverá mais lágrima, morte, dor ou maldição", isso se refere à vitória final sobre o inferno, Jesus já o venceu na cruz e o derrotará novamente, dessa vez de forma definitiva.
"a perspectiva de batalha, sofrimento e vitória é evidente", ou seja desde a Queda o ser humano está em constante luta, com Deus, com Satanás, com o mundo e com sigo mesmo. Na verdade o inimigo está por trás de tudo. 

1.3. Vivendo na esperança da vitória.
"No final, a vitória (como anunciada no início da peleja)", é a vitória anunciada em Gn 3.15 que iniciou na cruz e se consumará definitivamente no Armagedom.
"entrou pelos ouvidos das primeiras criaturas de Deus como uma bendita esperança", é a esperança de que estamos lutando do lado vencedor, pois já foi determinado a vitória do Senhor Jesus. Um crente nunca precisa temer as forças do mal.
"somente no Novo Testamento há mais ênfase quanto ao aspecto espiritual", porque o judeu não compreendia muito bem a operação nas regiões celestiais, que havia levado tantos homens de Deus cometerem pecados terríveis. Foi Jesus quem trouxe todo o conhecimento da batalha e suas consequências.
"há vislumbres deste aspecto já no Antigo Testamento", é interessante ler alguma dessas referências com os alunos e pode mencionar como consequência dessa batalha alguns fatos, como Davi ordenando a contagem do povo em:
"Então Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel.", 1 Cr 21.1

2. Princípios bíblicos da batalha espiritual.


2.1. Discernindo a natureza da batalha.
"Novo Testamento enfatiza o caráter espiritual da batalha", mostrando como ela se processa no campo espiritual e seus reflexos no mundo físico.
"mas usando armas espirituais", sempre a Bíblia está ensinando que algumas coisas que fazemos no campo material age diretamente na batalha que ocorre no mundo espiritual, é a oração, a intercessão, a imposição de mãos, a unção com óleo, o jejum, a leitura bíblica, a adoração, etc.
"Nossa luta não é contra seres humanos, mas contra as “hostes espirituais da maldade”, alguns crentes imaturos não recebem isso muito bem, ficam chateados com parentes, amigos e até irmãos em Cristo, alguns são enganados por Satanás com profecias mentirosas de que os irmãos em Cristo estão conspirando contra eles para lhes derrubar, "puxar seu tapete" Isso é cantado em louvores modernos incitando o povo a ficar contra e desconfiados dos próprios irmãos dentro da igreja.

2.2. Na força e no poder do Senhor.
...

2.3. Deus estabelece limites.
- "“Não danifiqueis...até que...” – Indica controle", nos textos de Apocalipse vemos Deus ditando os acontecimentos do tempo do fim, quer dizer que tudo está nas mãos Dele, e se Ele disser "basta!" então todo o mal cessará.
"quando acabarem o seu testemunho", o comentarista está usando o bom exemplo de fidelidade das duas testemunhas do Apocalipse para comparar com a postura infiel de alguns, admoestando os crentes a serem fieis, professor(a) tenha cuidado com esse tipo de exemplo fora de contexto, pois pode surgir algum argumento contrário e aí você não saberá como sair. Veja o argumento possível: o comentarista afirmou: "nada pode frustrar os planos de Deus na vida daqueles que permanecem em Cristo", então o que aconteceu com as duas testemunhas de Ap 11? Se tornaram infiéis?

3. Princípios e promessas aos vencedores.

3.1. É possível vencer.
- "Em Cristo somos “mais do que vencedores”, há um contexto espiritual, quer dizer que somos vencedores sobre o pecado.
"vencem as provações atuais por aquilo que Deus já realizou em favor deles", quer dizer que não será uma ação futura, nossa vitória já foi conquistada, nós já somos vencedores, não seremos no dia do Juízo Final, nós j´s somos.

3.2. As causas da vitória. 
...

3.3. Promessas e recompensas.
- "A Bíblia é repleta de promessas divinas", essas promessas servem para animar e sustentar os servos de Deus nos momentos de dificuldades espirituais. Quem espera no Senhor renova suas forças.
"“Ao que vencer”. O verbo expressa uma ação continuada", ação continuada, ou seja, vencer a batalha na qual está inserido e já está lutando. Essa expressão "Ao que vencer", é usada sempre para nunciar um promessa.  

Conclusão
- "o resgate do ensino de que este mundo não é um parque de diversões para os discípulos de Cristo", é preciso resgatar essa verdade que alguns tentam esconder, os servos de Jesus vivem no meio de lobos e das tentações, somos estrangeiros nesse mundo. Precisamos estar sempre prontos para as adversidades da vida.
- Faça a revisão e corrija o questionário. 


Pr Marcos André

Contatos Pr Marcos André: palestras, aulas e pregações: 21 969786830 (Tim e zap) 21 992791366 (Claro)

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ESCOLA DOMINICAL PALAVRA E VIDA - Conteúdo da Lição 1


LIÇÃO 1

RESGATANDO O CUIDADO COM A FAMÍLIA
Texto Bíblico: 1Timóteo 5.8


Todas as nossas lições tratarão de resgate de valores na família. Desta maneira, iniciaremos falando sobre cuidados, pois se não houver o entendimento sobre o cuidado que se deve ter para com a família, nenhum outro valor a ser resgatado despertará interesse. Creio que todos concordam que estudar maneiras de se viver melhor em família seja algo muito importante. Se levarmos em conta que nossas famílias estão, nesses últimos tempos, sob um ataque intenso e constante das trevas, perceberemos que tentar encontrar maneiras de protegê-las e fortalecê-las se torna uma tarefa urgente e constante. Jesus conta uma parábola para nos sensibilizar a respeito das “tempestades” que vêm contra nossa casa: “Caiu a chuva, vieram as enchentes, e o vento soprou com força contra aquela casa” (Mt 7.25 – NTLH). Essa previsão de Jesus está acontecendo em nossos dias de maneira intensa. Nossas casas, hoje, estão sendo açoitadas, sem tréguas, por fortes ventos de destruição. Há ataques contra a família vindo de todos os lados e o tempo todo. É urgente que nos posicionemos com firmeza, a fim de resistirmos às investidas das trevas contra nossas famílias. Essa parábola de Jesus tornou- -se perceptiva a todos. As “tempestades” estão batendo forte! Qual casa irá resistir? Muitas já foram destruídas. Quem teve seu lar destruído por uma “tempestade” lamenta a sua perda e a falta de prudência na sua construção e proteção. Precisamos cuidar de nossas famílias!

1. Cuidar da família é o primeiro testemunho de um crente
Todo crente em Jesus Cristo tem prazer em testemunhar do seu Senhor. Todo crente quer ser usado como um vaso de honra nas mãos de Deus. Porém, o que a Palavra deixa claro é que o testemunho do
crente começa dentro do seu lar, no cuidado com sua família. O texto básico desta lição é muito contundente, diz que se um crente não cuida da sua família é pior do que um não crente. Cuidar da família é algo tão importante que está relacionado diretamente com a fé, ou seja, quem não cuida da família está negando as orientações das Escrituras, logo, está negando a fé.

2. Como cuidar?
Quando se fala em cuidado da família, o primeiro pensamento que pode ocorrer é em relação à violência, principalmente nos centros urbanos. Naturalmente que este nível de proteção também é necessário, pois a Bíblia diz que o sensato se protege e o insensato acaba mal: “A pessoa sensata vê o perigo e se esconde; mas a insensata vai em frente e acaba mal.” (Pv 22.3 – NTLH). No entanto, há um nível de cuidado que se dá, não no plano físico, mas no emocional e espiritual. Todo membro de uma família, que já tenha maturidade suficiente para entender o valor da mesma e a consciência de que precisa fazer a sua parte para o bem do lar, deve se empenhar no cuidado para com a sua família.

3. Cuidamos da família quando a colocamos em primeiro lugar
A família é o bem mais importante que nós temos na vida. Apenas Deus vem antes da família, tudo o
mais vem depois. Quando um marido zela pelo seu casamento, tratando sua esposa como a pessoa mais importante de sua vida, ele está cuidando da família. Da mesma maneira, quando uma esposa dá atenção prioritária a seu marido, ela está cuidando da sua família, pois não há família segura se o relacionamento conjugal estiver fora dos trilhos. Um dos maiores cuidados que os pais devem ter para com os filhos é o bom exemplo na vida conjugal.
Quando os pais investem tempo na convivência com seus filhos, mesmo que tenham que sacrificar outros afazeres, eles estão cuidando da família. Os filhos vêm antes dos amigos. É lamentável quando
os pais sacrificam o relacionamento com os filhos para dar tempo aos amigos. Essa é uma inversão triste e perigosa, mas infelizmente, não rara. Os pais precisam compreender que seus filhos são prioridade. Precisam investir neles o melhor do seu tempo e o melhor de seus recursos.
Priorizar a família é tão importante que a Bíblia diz que, se um homem deseja ser pastor e dirigir uma Igreja, ele primeiro deve dar o exemplo no cuidado com sua família. “Este ensinamento é verdadeiro:
se alguém quer muito ser bispo na Igreja, está desejando um trabalho excelente... deve ser um bom chefe da sua própria família e saber educar os seus filhos de maneira que eles lhe obedeçam com todo o respeito. 
Pois, se alguém não sabe governar a sua própria família, como poderá cuidar da Igreja de Deus?” (1Tm 3.1,4 e 5 – NTLH).

4. Cuidamos da família quando respeitamos a individualidade de seus membros
Mesmo que saibamos que o cuidado com a família precisa ser prioridade de toda a sociedade, isso não impede que cada um cuide bem do ambiente interno de sua família. Esse cuidado parte do não exigir do outro a perfeição, saber equilibrar as expectativas em relação a cada um, sem querer fazer cumprir apenas a vontade pessoal.
Cada pessoa tem a sua maneira particular de ser, umas são mais extrovertidas, outras mais introvertidas, ambas merecem cuidado e respeito na sua maneira de ser.
Os filhos são diferentes uns dos outros. Os pais não devem exigir que reajam da mesma maneira, mas devem respeitar a cada um do seu jeito, inclusive respeitando as limitações de cada um. O cônjuge precisa ser tratado com respeito e cuidados especiais. Devemos ficar atentos porque há muita expectativa em torno do casamento. Homens e mulheres se casam esperando que o outro lhes atenda exatamente naquilo que desejam. Mas não se pode esquecer que cada pessoa tem seu perfil, suas virtudes, mas também seus limites. Os filhos devem respeitar a autoridade dos pais que foi dada por Deus e estes não devem irritar seus filhos na maneira de educá-los.

5. Cuidamos da família quando vivemos com moderação
Os excessos são perigosos. A moderação em toda a maneira de viver deve ser nosso alvo de vida.
A moderação tanto serve para os excessos, quanto para a postura e comportamento. Em relação aos
excessos, devemos evitá-los em todos os sentidos. Precisamos buscar o equilíbrio na vida em família. Vejamos alguns exemplos:
Mulheres muito exigentes com a limpeza da casa provocam nos filhos o interesse pela rua ou pela casa dos amigos; pais muito exigentes com as notas da escola provocam desânimo nos filhos que não conseguem atingir a nota máxima; cônjuges que exigem muito do outro provocam desinteresse em caminhar juntos. Pessoas muito nervosas, que perdem a paciência com facilidade, membros da família que gritam dentro de casa com os outros, pessoas que não relevam pequenos deslizes do outro, traz desarmonia na família.
Sem moderação no comportamento de seus membros, a família se sente desprotegida, pois o ambiente em que está instalada é o de medo ou de hostilidade. “Seja a vossa moderação conhecida de
todos os homens. Perto está o Senhor” (Fp 4.5 – ARA). Moderado, do grego epieikes significa razoável, cordato, tendo também ideia de gentil, não briguento. Pode conter também a ideia de paciência, de saber suportar adversidades sem perder a razoabilidade.
Cuidamos da família quando vivemos com moderação!

Para pensar e agir:
- O ambiente do seu lar transmite segurança nos relacionamentos?
- Você tem liberdade para ser quem é, sem sentir constrangimento no seu lar?
- Você transmite segurança aos demais membros de sua família com seu jeito de ser?
- Sua família é prioridade em sua vida?
- Acha que o cuidado com a família é algo a ser resgatado em sua casa?
- O que você tem feito, ou pretende fazer, para garantir que seu lar seja um ambiente de segurança e respeito para todos?

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terça-feira, 19 de junho de 2018

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 13




AULA EM___DE______DE 2018 – LIÇÃO 13
(Revista: Central Gospel - nº 54)

Tema: A Bendita Esperança
Texto Bíblico Básico:

Romanos 8.16-25
16 - O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.
17 - E, se nós somos filhos, somos, logo, herdeiros também, herdeiros de Deus, e coerdeiros de Cristo; se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.
18 - Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.
19 - Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.
20 - Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
21 - na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
22 - Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.
23 - E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.
24 - Porque, em esperança, fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê, como o esperará?
25 - Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos.

Texto áureo: Tt 2.13
 _________________________________________
 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição exorte os alunos a não deixarem a esperança enfraquecer, é interessante orar nesse sentido no início da aula e depois no fim, passe a aula toda levando os alunos a isso.
"a esperança do cristão em relação à vida futura", ou seja, ao que ocorrerá no futuro, o Arrebatamento da Igreja, o nosso destino final. Atualmente existem um número grande de crentes que não aguardam a volta de Cristo, alguns pregadores não pregam sobre o assunto, por não ser assunto do interesse dos grandes congressos.
"é uma caminhada em direção ao céu, onde passará a eternidade", se entendemos que o céu é o lugar da eternidade e que aqui a vida passa rápido, então deveríamos dar uma maior atenção a ele.

_______________________________________________
1. DESCREVENDO A ESPERANÇA


1.1. O que é esperança?
- "a glória futura que há...não é comparável às aflições deste mundo", Paulo ao ensinar isso, chama a atenção para os crentes firmarem a esperança em algo melhor, porque o mundo tem muitos atrativos que disfarçam toda a maldade que ocorre no mundo inteiro. Nesse exato momento crianças estão sendo aliciadas ao tráfico, moças estão sendo estupradas, homens estão sendo mortos nas guerras, jovens estão morrendo de fome e tantas outras atrocidades que ocorrem por aí.
"não deve deixar sua esperança desvanecer quando os sofrimentos ou adversidades se apresentam com grande vulto", para alguns que já alcançaram a maturidade, são nesses momentos que a esperança se torna forte, mas para aqueles que ainda são imaturos ainda carece de alguém estar cuidando para que não se perca essa esperança.

1.2. Como obter a esperança?
- "É a comunhão com Deus que faz o crente entender os mistérios ocultos ao homem natural", conforme o crente vai entendendo, e aqui entra a importância do estudo e da vivência na obra de Deus, ele fica mais firme na sua esperança e mais confiante na sua fé, as provas e adversidades não o abalam na carreira que Cristo o colocou. 


1.2.1. A esperança é o alento do cristão
- "quando a tribulação bate à pota, a fé arrefece", quer dizer que a fé esfria, lembrando que esses são os crente imaturos falado anteriormente, que não conhece ainda o significado da salvação. Quando um crente adquire o conhecimento do Senhor, a revelação da cruz, passa a ocorrer o contrário, a fé dele se fortalece nas adversidades.


1.2.2. Visando a um objetivo eterno
- "Pedro comparou-nos a peregrinos e forasteiros neste mundo", não somos proibidos por Deus de fazer planos nessa vida e de lutar por eles, mas devemos estar conscientes de que Jesus pode voltar a qualquer momento e teremos de deixar tudo pra trás.
"porquanto estamos sujeitos a tentações, fraquezas e a outros tantos empecilhos", os dias atuais são muito complicados as tentações tiram mais crentes da Igreja do que as perseguições, é necessário que os crentes tenham intimidade com Deus para que não se esqueçam da promessa do Senhor, "vou preparar lugar...".

2. AS RECOMPENSAS DA ESPERANÇA

2.1. A esperança no presente
- "Ele acrescenta aos Seus santos todas as coisas necessárias", quer dizer que Deus dá o sustento e o que mais for necessário para que o crente possa exercer sua fé e sempre tenha a esperança de que se Ele pode dar o que é necessário então pode dar o que pedimos.
"O Senhor sempre suprirá as necessidades dos Seus servos fiéis", caso alguém tenha passado por momentos difíceis como passou Jó, deve se lembrar de que até mesmo a Jó não faltou o alimento, ainda que com tanto sofrimento.

2.1.1. Não é pecado desejar prosperidade 
"dotado por Deus de instintos para o seu bem viver", instintos são vontades relacionadas à natureza do ser humano, aquilo que o homem faz sem precisar que seja mandado fazer.
"desejar possuir algo valoroso e/ou esforçar-se para obter", é um instinto humano querer possuir coisas. Claro que esse sentimento aliado ao pecado do gênero humano deixaram o ser humano muito competitivo e avarento, por isso é necessário que haja controle.
"Jesus quer ver Seu povo saudável, alegre e cheio de esperança", ter  esperança que pode alcançar de Deus algo melhor, material ou espiritual é exercitar a fé e isso é bom para o crente.
"ele possui como se não possuísse", pergunte aos alunos o que eles entendem dessa frase, ouça as respostas e comente, basicamente significa "possuir sem que o bem lhe prenda", agindo como se não possuísse nada. O cristão deve estar pronto para deixar tudo pra trás ao ser chamado por Deus.

2.2. A esperança do porvir
"que ganha salário mínimo terá condições de adquirir um carro importado, e assim por diante", essas falas registradas aqui se referem à teologia da prosperidade que afirma que a pessoa vai se tornar próspero financeiramente e adquirir coisas inimagináveis se ela for fiel nas ofertas e dízimos, porém a realidade mostra que o Senhor nos abençoa no que for necessário para sustento da família, para viver dignamente. Na verdade quem quer possuir bons salários e boas oportunidades de emprego deve estudar, se esforçar, se disciplinar, planejar e acima de tudo trabalhar. 
"concede conforto e até riqueza a muitos", para todos os que Deus concedeu riquezas tiveram que trabalhar e lutar, só no caso de Jó que dobrou a riqueza sem fazer nenhum esforço, é um caso a parte, porque em Jó Deus opera a justiça, pois o Senhor permitiu que tudo fosse tirado dele. 

CONCLUSÃO
- "O Espírito Santo é o vitalizador da esperança cristã", quer dizer que quando essa esperança está enfraquecido o Espírito de Deus revigora ela no crente. Para alguns crente que perdem de vez a esperança é porque perderam o Espírito Santo primeiro.
- Faça a revisão e corrija a atividade proposta.

Pr Marcos André



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AVISO - Sequência dos Esboços da Lição 13

POSTAREMOS OS ESBOÇOS NESSA SEMANA NA SEGUINTE ORDEM:

PRÓXIMA LIÇÃO  CENTRAL GOSPEL BETEL - 3º CPAD

SOLICITAMOS QUE O AMADO USUÁRIO CLIQUE NESSA PROPAGANDA ABAIXO! Enquanto isso estamos trabalhando aqui nos esboços!

AVISO - Novos conteúdos para a Escola Dominical

Um bom dia e a paz de Cristo a todos os leitores e professores que acompanham o CLUBE DA TEOLOGIA. Já alcançamos a marca de 4 milhões de acessos, e estamos passando por melhoramentos no blog, com a ideia de reforçar os conteúdos e ampliar a área de abrangência mantendo sempre no foco do blog que está na área do ensino aprendizagem.

Com isso estaremos lançando as publicações de uma nova revista de escola dominical, a revista Palavra e Vida da Convenção Batista Fluminense. 



 A revista Palavra e Vida tem se mostrado um excelente material de Escola Dominical e o 2º trimestre desse ano traz o estudo para a família. 
O CLUBE DA TEOLOGIA espera poder colaborar com o ensino nas igrejas batista que adotam essa revista, queremos ser mais uma ferramenta no já exemplar ensino das igrejas batistas. Como sempre todo conteúdo será inteiramente grátis, pois o CLUBE DA TEOLOGIA não dispõe de sistema de recolhimento de valores para seus materiais publicados.

Deus abençoe a todos!

Pr Marcos André - Editor 

Gostaria de saber a opinião dos amados leitores!