terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

ESCOLA DOMINICAL PALAVRA E VIDA - Conteúdo da lição 8


Lição 8
Data: ___/___/_____ 


TEMA: PECADO: INVENÇÃO OU FATO?
Texto Básico: Gênesis 3; Romanos 5.12-21

Há uma história em que um homem estava totalmente decepcionado com tudo e com todos.
Até mesmo com a fé. Dizia ele que já durante anos havia feito vários pedidos a Deus e que nunca tinha obtido resposta como ele desejava. O sonho dele era ter uma grande casa, quase uma mansão, mas nunca conseguira. Decepcionado com sua vida espiritual, resolveu que mudaria de lado: passaria
para o lado do diabo. E assim fez com o intuito de receber o que ele tanto queria e que não tinha conseguido até aquele instante.
Fez então um pedido ao inimigo: queria a casa dos seus sonhos. Então o diabo respondeu e disse que não daria apenas a casa, mas também um trabalho, fama, enfim, tudo que o homem queria e algo mais. O homem ficou impressionado. Rapidez no atendimento e ainda acréscimo no que pedira.
As coisas foram acontecendo e o pedinte cada vez mais maravilhado. Um dia, o diabo o levou numa mansão. Uma casa para ninguém colocar defeito. Algo grandioso. E então disse: esta casa será a sua casa para fechar os seus desejos.
Só tem uma coisa, disse o inimigo, dou-lhe a casa, mas eu preciso de uma coisa em troca. Qual?
Perguntou o homem. Tudo aqui é teu: casa, móveis, decoração, enfim, tudo, tudo. Mas eu preciso de dois pregos na parede da sala e esses dois pregos serão meus e você não poderá mexer neles, muito menos tirá-los. O homem já seduzido e entusiasmado, disse:
O que são dois preguinhos em comparação com esta mansão. Negócio fechado! E assim foi.
O homem vivia um tempo de extrema alegria. A casa era tudo. Realização praticamente total. Um belo dia, ele chega em casa e encontra pedaços de carne pendurados no prego. Naquele prego! Estranhou, mas achou que aquilo não tiraria a sua alegria. No dia seguinte, mais carne. No terceiro dia, já percebia um incômodo. As carnes penduradas já estavam putrificadas. Estavam podres. O cheiro era insuportável. Mau cheiro e insetos tomavam conta do ambiente que se tornou inabitável. Resolveu chamar o seu doador e reclamou. O diabo disse: cumpri o que disse que faria. Fizemos um acordo. Dei-lhe a casa e disse que os pregos seriam meus e eu poderia fazer o que eu quisesse.
Um simples prego arruinou o ambiente da casa, trazendo mau cheiro e bichos insuportáveis. O pecado é assim! Cuidado com os “negócios” que fazemos na vida espiritual.

1 – A REALIDADE DO PECADO( Romanos 5.12 )

O homem pode decidir entre o bem e o mal. A coisa mais extraordinária no ser humano não é exatamente aonde ele vai quando é obrigado a ir, mas quando ele faz bem a sua escolha ao ter a oportunidade de escolher entre o bem e o mal. No caso do homem da história contada na introdução, ele escolheu o mal, escolheu pecar. O alvo do Criador de bem estar físico e espiritual foi desperdiçado pelo homem ao fazer sua escolha.
Se tudo que Deus fez foi muito bom, por que razão nos deparamos com tantas coisas que não são tão
boas assim? Por que encontramos um mundo repleto de violência, dor, sofrimento, luto, etc? Por quê? Esta tem sido um das muitas perguntas inquietantes na existência humana.
A resposta está em uma só palavra: PECADO.
O que é pecado? Existem várias maneiras de se considerar o pecado. Em suma, pode ser dito como sendo tudo aquilo que desagrada a Deus, que ofende o caráter de Deus. A realidade do pecado que encontramos na Bíblia é uma experiência explicitada e evidenciada na vida humana: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.” (Rm 5.12). Mesmo assim, a tendência do homem tem sido negá-lo, amenizá-lo ou interpretá-lo de outras maneiras.
A nossa história comprova a existência do pecado. Mas tem havido um esforço na elaboração de teorias como ateísmo, determinismo, hedonismo e outras, querendo tirar ou atenuar a realidade do pecado. Argumentam: se não há Deus, não há pecado. O homem não é livre, não fez escolhas, tudo foi determinado. Segundo esses ensinos, o pecado é resultado de algo ditado por impulsos íntimos e
circunstanciais, excluindo assim, a responsabilidade da escolha feita pelo homem.
Outros, enfocam que a vida é ditada pelo prazer: o foco é o prazer, sentir-se bem, não importa o custo
e os meios. O hedonismo tenta de todas as formas e argumentos esvaziar o conceito de pecado como
algo real; tenta, também, eximir o homem de responsabilidades em relação ao pecado e não apresenta suas respectivas consequências. Ensinam que o importante é o prazer e não importa se é certo ou errado. Esse ensino é muito presente na sociedade hoje.
A teoria da evolução, também, em certo sentido, além de outros distúrbios, esvazia o conceito de pecado. O que a Bíblia chama de pecado a evolução trata como sendo herança da vida primitiva, vida
animalesca.

2 – COMO O PECADO ENTROU NA VIDA HUMANA ( Gênesis 3.6 )
Ao ser criado por Deus, o homem recebeu muitos “bens, muitas coisas boas”. Deus deu a ele um lar
perfeito, o jardim do Éden, e ainda inteligência, domínio, matrimônio, enfim. Cercado de tantas coisas maravilhosas, o homem recebeu também a liberdade, que é um dos bens mais preciosos na vida, ainda que mais sérios e com tremenda responsabilidade. Mas o homem não soube
utilizar a preciosa liberdade de escolha. Fez mau uso dela. Decidiu mal.
Por influência externa, o homem escolheu desobedecer a Deus.
A essência do pecado é a desobediência e o egoísmo: “E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou
do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.” (Gn 3.6). Precisamos hoje ter cuidado. Satanás foi sutil e sagaz. O pecado sempre se apresenta dessa maneira. É preciso ter cuidado! A Bíblia diz que o diabo procura a quem tragar: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar;” (1Pe 5.8).
O diabo agiu com astúcia sugerindo ao homem refletir, colocando dúvidas naquilo que Deus havia dito e fazendo sugestões.
A Bíblia diz: Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. (Ef 6.11). É assim que acontece para que o pecado se desenvolva na vida humana. Ele usa métodos de convencimento. Podemos dizer, numa linguagem bem comum, que o diabo foi bom de papo. Até hoje ele é assim. Ele agiu e falou com sutileza, não com arrogância, imposição ou medo. Mas com oferta indutiva. A Bíblia diz que ele é astuto e o pai da mentira: “Quando ele
profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.” (Jo 8.44). A sutileza de Satanás abre caminho para o desejo impuro, impulsiona a desobediência e o egoísmo. Satanás levanta suspeita sobre a bondade de Deus, sobre sua retidão e santidade.
 
3 – AS CONSEQUÊNCIAS DA QUEDA ( Gênesis 3.14-19 ) 
A queda do homem trouxe como consequência o juízo de Deus. Para a serpente: “... Porquanto fizeste
isto, maldita serás mais que toda a fera... E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gn 3.14-15). Para a mulher:
“Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.” (Gn 3.16). E para o homem: “... maldita é a terra por
causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida...No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.” (Gn 3.17-19). Quando Adão e Eva pecaram, eles se fizeram merecedores de punição pela desobediência e trouxe consequências para todos os envolvidos na queda. A Bíblia é clara e diz que: “O salário do pecado é a morte.” (Rm 6.23). O pecado gera culpa. A Bíblia diz: “Foram abertos os olhos e...” (Gn 3.7). Realmente houve conhecimento, mas diferente do que eles imaginavam e esperavam. Ao invés de se tornarem iguais a Deus veio sobre eles a punição.
 
PARA PENSAR E AGIR 
O pecado é real na vida humana. A Bíblia ensina assim e constatamos na experiência humana.
O pecado precisa ser tratado como pecado. Trouxe as piores consequências para o ser humano, trazendo morte, sobretudo a espiritual, com consequência de morte eterna. Não deixemos que o diabo
queira colocar pequenos “pregos” em nossa vida para pendurar imundície. O pecado é uma imundície na vida humana. Admitir que somos pecadores e buscar a solução em Deus é o caminho da vitória sobre o grande mal chamado pecado. Não subestime o pecado. Veja como algo sério a ser combatido com o sangue de Jesus. Não negocie nunca com ideias e conceitos filosóficos que querem esvaziar o sentido do pecado.
Pecado existe, sim. Viver no pecado, não!


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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL - Conteúdo da Lição 8




Lucas, o Ministério do Filho do Homem
___/___/____

Lições Bíblicas nº 57

TEXTO BÍBLICO BÁSICO

Lucas 4.14-21
14 - Então, pela virtude do Espírito, voltou Jesus para a Galileia, e a sua fama correu por todas as terras em derredor.
15 - E ensinava nas suas sinagogas e por todos era louvado.
16 - E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga e levantou-se para ler.
17 - E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito:
18 - O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração,
19 - a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.
20 - E, cerrando o livro e tornando a dá-lo ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fi tos nele.
21 - Então, começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos.

TEXTO ÁUREO
"Respondendo, então, Jesus, disse-lhes: Ide e anunciai a João o que tendes visto e ouvido: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e aos pobres anuncia-se o evangelho." Lucas 7.22

ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS
Caro professor, nesta lição, destacaremos algumas características marcantes do ministério de Jesus como Filho do Homem.
Ele é o exemplo maior a ser seguido por todos os que se identificam como Seus discípulos.
A excelência do ministério do Filho do Homem acha-se em Seu serviço prestado a outros; deste modo, todos os que quiserem ser eficazes, no sentido espiritual, devem imitá-lo (Lc 9.23).
No decorrer da aula, reforce para seus alunos a ideia de que todos os que servem a Deus são ministros em suas respectivas capacidades — não apenas os que exercem algum cargo eclesiástico na comunidade local. À medida que estiver ministrando a aula, faça com que seus alunos reflitam sobre como Jesus agia em Seu ministério e como nós temos seguido Seu exemplo nos dias atuais.
Que sua aula seja excelente!

Palavra introdutória
Ensino, milagres e oposição são características ligadas diretamente ao ministério de Jesus no Evangelho de Lucas.
Suas ações e manifestações sobrenaturais de poder chamaram a atenção de muitas pessoas para Si e, ao mesmo tempo, levantaram controvérsias em outros grupos. Seus atos ministeriais lembravam os profetas veterotestamentários (Lc 7.16); contudo, cada palavra e passo do Mestre demonstravam que havia algo mais nele: Jesus não era apenas outro homem que fazia predições por inspiração divina; na


realidade, Ele tinha uma missão, carregada de uma esperança profética, que evocava a chegada de um tempo especial de atividade de Deus entre o povo (Lc 4.18,19).
Esse é o tom dado por Lucas ao anunciar o ministério terreno de Cristo: imbuído de humildade, o Filho do Homem dedicou-se inteiramente à Sua obra; e, mesmo em face às inúmeras oposições que sofreu, permaneceu firme em Seu propósito.
_____________________

A palavra ministério tem sua
origem no latim, minister,
onde está presente o
comparativo minor, que
significa menor. Deste
modo, ter um ministério (ou
ser um ministro) é, antes
de tudo, tornar-se menor
que outros para servi-los. A
grandeza do ministério de
Cristo está nisto: mesmo
sendo Filho de Deus, Ele veio
como o Filho do Homem, a
fim de libertar os cativos e
reconciliá-los com Deus.____________________

1. UM MINISTÉRIO RECONHECIDO
Lucas mencionou a idade com que Jesus iniciou Seu ministério público: quase trinta anos (Lc 3.23) — era nessa idade que, no Antigo Testamento, os levitas davam início aos serviços ministeriais (Nm 4.47); e era nessa idade também que, segundo a tradição, um homem atingia a maturidade.
Desde os doze anos, o Filho do Homem estava ciente do Seu propósito (Lc 2.42-50); entretanto, Ele aguardou o tempo certo para exercer Seu ministério. Assim que deu início às Suas atividades ministeriais, Sua fama divulgava-se por todos os lugares, em redor daquela comarca (Lc 4.37).

1.1. O Pai afirma
Seria insuficiente as pessoas reconhecerem Jesus como alguém especial, sem que o reconhecimento de Deus fosse evidenciado. Por essa razão, antes de tornar-se célebre entre o povo, o Filho do Homem foi afirmado pelo Céu. Ao sair das águas batismais, no Jordão, o céu se abriu e ouviu-se a voz de Deus, que dizia: Tu és meu Filho amado; em ti me tenho comprazido (Lc 3.22). Este é o momento exato em que o Senhor identifica publicamente o Unigênito da Criação.

O ministério de Cristo começou com o aval celestial; foi o Deus Eterno quem validou a Sua missão. Isto nos faz lembrar de que nenhum reconhecimento humano supera o reconhecimento divino; ao contrário, ainda que não haja reconhecimento por parte dos homens, o reconhecimento de Deus habilita-nos para a missão.

1.2. Os anjos reconhecem
Os anjos também reconheceram e serviram ao ministério do Filho do Homem — das 16 citações que Lucas faz sobre anjos, em seu Evangelho, 12 estão atreladas a Jesus. Observe.
Gabriel, que é citado em Daniel 8.16 e 9.21, foi quem anunciou a Maria que ela traria ao mundo o Salvador.
Em Nazaré, o mensageiro de Deus declarou à jovem: o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus (Lc 1.35b).
Após o nascimento de Jesus, um anjo apareceu aos pastores de Belém, acompanhado por uma multidão dos exércitos celestiais (Lc 2.13), e anunciou-lhes: na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor (Lc 2.11).
Jesus, ao triunfar no episódio da Tentação, foi servido por anjos (Mc 1.13).
Enquanto estava em agonia no Getsêmani, apareceu-lhe um anjo do céu, que o confortava (Lc 22.43).

1.3. Os demônios temem
Merece destaque a autoridade com que o Filho do Homem enfrentava os demônios.
Ao longo do registro lucano de Atos, encontramos relatos de feitiçaria e ilusionismo (práticas comuns no mundo antigo; conf. At 8.9-25; 13.4-12; 16.16-19); entretanto, o evangelista fez questão de destacar que Jesus diferia de todos esses engodos, pois agia com autoridade em Seu ministério, fazendo com que os demônios o temessem. Em Lucas, os demônios, ao perceberem a aproximação de Jesus, manifestavam-se dizendo:
“Bem sei quem és: o Santo de Deus” (Lc 4.34); “Tu és o Cristo, o Filho de Deus” (Lc 4.41); “Que tenho eu contigo Jesus, Filho do Deus Altíssimo?” (Lc 8.28).
O Filho do Homem não invocava qualquer lista de divindades, não recitava fórmulas de encantamento e não fazia uso de qualquer outra parafernália mística. Uma simples frase de repreensão era suficiente para fazer calar o Maligno: cala-te e sai (Lc 4.35)!

2. UM MINISTÉRIO QUE BUSCA E SALVA O PERDIDOA partir da narrativa de Lucas, é fácil perceber que determinadas classes de pessoas receberam atenção especial do Mestre. Observe:
mulheres — a palavra mulher aparece dezenas de vezes em Lucas, e isso é impactante para uma cultura social e religiosa em que as mulheres não recebiam o devido valor (Lc 7.12,13; 8.1-3; 43-48; 23.27,28); pobres — muitas parábolas do Evangelho de Lucas fazem contraste entre riqueza e pobreza ou salientam necessidades econômicas (Lc 7.41-43; 11.5-8; 12.13-21; 15.8-10; 16.1-13; 16.19-31; 18.1-8); crianças (Lc 8.49-56; 9.46-48).
Lucas deixa claro que o Filho do Homem agiu como defensor dos desfavorecidos.
______________________
As parábolas que aparecem
em sequência no capítulo
15 do Evangelho de Lucas
são um quadro em cores do
que representa a missão do
Filho do Homem: a ovelha,
a dracma e o filho pródigo
estavam perdidos e foram
achados e restaurados.
Os ensinamentos inclusos
nessas parábolas corroboram
a declaração de Jesus: O Filho
do Homem veio buscar e
salvar o que se havia perdido
(Lc 19.10).______________________

2.1. Seu ministério transpôs barreiras
2.1.1. GeográficasLogo no início do Seu ministério público, Jesus anunciou que Sua missão não se restringia a uma área geográfica específica (Lc 4.43). O Messias transpôs barreiras territoriais e fez milagres em terras gentílicas, não medindo esforços para restaurar pessoas necessitadas. Certa ocasião, Ele enfrentou uma tempestade no mar da Galileia, para que pudesse libertar um jovem possesso por uma legião de demônios na terra dos gadarenos (Lc 8.22-39).

2.1.2. ReligiosasO conflito religioso existente entre judeus e samaritanos, à época, não impediu que o Filho do Homem exercesse o Seu ministério. Em determinada ocasião, Ele passou pelo meio de Samaria (Lc 17.11) e curou dez leprosos de uma só vez (Lc 17.12-14). Quando foi operar tal milagre, Jesus não fez distinção entre leprosos judeus, galileus ou samaritanos, Ele simplesmente curou todos eles. Lucas fez questão de registrar que o samaritano foi o único que voltou para agradecer.

2.1.3. CulturaisEntende-se por cultura o conjunto de tradições transferidas de geração a geração, oriundas dos costumes de um povo. Entre os judeus contemporâneos de Jesus, a transmissão cultural era observada ao extremo, a ponto de pessoas serem sentenciadas à morte em caso de rompimento de dado costume (At 6.14; 16.21). Entretanto, tais barreiras culturais jamais impediram Jesus de anunciar a salvação a qualquer necessitado.
Mesmo diante de conflitos entre a cultura judaica e a cultura helenista (relativa à Grécia antiga) — imposta pelo império romano —, o Salvador recebia os gregos (Jo 12.20-23), fazia refeições com publicanos (Lc 5.29,30) e dava atenção às rechaçadas mulheres (Lc 7.36-50; 8.43-48).

3. UM MINISTÉRIO DE ANUNCIAÇÃO DO ANO ACEITÁVEL DO SENHORApós a Tentação, indo para Nazaré, onde fora criado, [Jesus] entrou, num sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler (Lc 4.16 ARA) — naquela ocasião, fora-lhe dado o livro do profeta Isaías para recitar (cap. 61; conf. Lc 4.17). Ao término da leitura, o Filho do Homem declarou: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos (Lc 4.21); pois Ele fora ungido pelo Espírito para anunciar o ano aceitável do Senhor (Lc 4.18,19).
_______________________
A Era da Graça, o tempo em
que vivemos, é o ano aceitável
proclamado por Jesus.
Em Sua segunda vinda, o
Filho do Homem proclamará
o dia da vingança do nosso
Deus (Is 61.2b). Note que
o tempo aceitável compreende
um ano, e o tempo da
vingança, um dia; isto nos
permite afirmar que a graça
de Deus é infinitamente
superior à vingança que Ele
empreenderá.
_______________________

3.1. O ano aceitável do Senhor
A expressão ano aceitável do Senhor, em Isaías 61, é uma alusão ao Ano do Jubileu, quando (por propósito divino), as dívidas entre o povo eram perdoadas (Lv 25.8-55). Jesus fez uso dessa referência para anunciar o desígnio de Seu ministério.
Diferente do Ano do Jubileu, o ano aceitável do Senhor não representa qualquer ano no calendário civil. Trata-se, na realidade, de uma referência à era da salvação, que teve início com o advento do Messias. Em essência, essa é a mensagem que Jesus estava anunciando em Lucas 4.18,19.
O Ano do Jubileu israelita acontecia a cada cinquenta anos, ou seja, a cada ciclo de sete anos sabáticos. O propósito maior dessa data era equilibrar o sistema econômico da nação: nessa ocasião, os escravos eram libertos e retornavam ao convívio com suas famílias; as propriedades que haviam sido vendidas eram devolvidas aos primeiros donos; e todas as dívidas do povo eram canceladas. A terra permanecia em repouso, enquanto os homens e animais descansavam e se alegravam em Deus.
Jesus anunciou o ano aceitável do Senhor e, em Seu ministério, realizou o que prometera, não em termos políticos ou econômicos, mas no sentido espiritual. Com a Sua chegada, os pobres de espírito receberam as boas novas de salvação; os quebrantados de coração foram curados, e os cativos, libertos; os cegos recobraram a visão; e os oprimidos tiveram suas cargas aliviadas.
É importante destacar que Jesus terminou a citação do texto veterotestamentário pouco antes das palavras finais ditas por Isaías em seu livro: e o dia da vingança do nosso Deus (Is 61.2b); isto porque o Messias sabia que viria a este mundo duas vezes: a primeira para salvar os homens; a segunda, para julgá-los.

CONCLUSÃO
Reconhecido por muitos, perseguido por outros tantos, porém, ungido e aprovado por Deus-Pai: assim foi o ministério do Filho do Homem.
Que o Espírito Santo nos ajude a compreender que a aprovação e a capacitação necessárias para darmos continuidade à nossa missão não podem estar embasadas em reações alheias, mas, sim, naquilo que Deus nos diz por intermédio da Sua Palavra (Lc 10.1-12). Se direcionarmos o foco da nossa visão para as barreiras que se opõem, provavelmente ficaremos estagnados. Sejamos, pois, resolutos como Cristo, crendo que é Ele quem nos garante a vitória (Lc 24.45-47).

ATIVIDADE PARA FIXAÇÃO
1. O que significa o ano aceitável do Senhor, em Lucas 4.19?
R.: Trata-se de uma referência à era da salvação, que teve início com o advento do Messias.

Fonte: Revista Lições da Palavra de Deus n° 57

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ESCOLA DOMINICAL CPAD JOVENS - Conteúdo da Lição 8

As guerras no deserto
24 de Fevereiro de 2019


TEXTO DO DIA
“Ó Deus, nós ouvimos com os nossos ouvidos, e nossos pais nos têm contado os feitos que realizaste em seus dias, nos tempos da antiguidade” (Sl 44.1).

SÍNTESE
Ainda que os inimigos sejam muitos, fortes e bem preparados para a guerra, se buscarmos a Deus em oração e lhe obedecermos, agindo com fé e coragem, eles serão derrotados.

INTERAÇÃO
Professor(a), a conexão entre os educadores e os alunos, deve ser plenamente cultivada. Numa escola secular isso acontece mediante os encontros diários e, assim, os laços de amizade têm mais possibilidades de florescerem. No caso da Escola Dominical, os professores devem agir proativamente para alcançar esse fim. Inúmeras estratégias podem e devem ser articuladas entre os docentes, de maneira que a classe se transforme em um lugar de aprendizado e comunhão. Este, sem dúvida, é o mais expressivo desafio dos docentes. Você pode propor que todos se reúnam na residência de um dos alunos, algum dia da semana, quando debaterão os aspectos mais interessantes da lição da semana. Se possível, inclua um lanche nessa programação.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor(a), inicie a aula lendo com os alunos Deuteronômio 3.11. Fale a respeito das medidas da cama de Ogue, rei de Basã, a qual era de ferro e media aproximadamente 4 metros de comprimento por um metro e oitenta de largura, segundo as medidas daquele tempo. Explique que por essas dimensões, podemos afirmar que Ogue era bem mais alto que Golias. Ele foi um dos últimos reis da raça de gigantes. Depois, leia com a turma 1 Samuel 17.4 e compare as medidas de Ogue com Golias. Golias tinha quase três metros de altura. Depois peça aos alunos que com uma ou duas palavras, definam o sentimento que possivelmente invadiu o coração dos filhos de Israel ao saberem que iriam guerrear contra homens com o tamanho de Ogue.

TEXTO BÍBLICO

Números 21.31-35.
31 — Assim, Israel habitou na terra dos amorreus.
32 — Depois, mandou Moisés espiar a Jazer, e tomaram as suas aldeias e daquela possessão lançaram os amorreus que estavam ali.
33 — Então, viraram-se e subiram o caminho de Basã; e Ogue, rei de Basã, saiu contra eles, e todo o seu povo, à peleja em Edrei.
34 — E disse o SENHOR a Moisés: Não o temas, porque eu to tenho dado na tua mão, a ele, e a todo o seu povo, e a sua terra, e far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom.
35 — E de tal maneira o feriram, a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo, que nenhum deles escapou; e tomaram a sua terra em possessão.

COMENTÁRIO DA LIÇÃO

INTRODUÇÃO
O capítulo 20 do livro de Números começa com a morte de Miriã e termina com a morte de Arão, tendo o povo pranteado durante 30 dias. Agora, de forma súbita, o rei de Arade, com seu exército, ataca os israelitas, alcançando vitória na batalha. Algo emocionalmente devastador. Israel, então, buscou o Senhor e fez um voto, ao que o Altíssimo atendeu e deu-lhes a vitória. Em seguida, mais uma vez, faltou água pelo caminho e o povo murmurou, tendo Deus enviado serpentes que matavam as pessoas. Mas o Senhor, novamente, trouxe livramento e cura. Depois desse grave problema, surgiu uma guerra inesperada: uma forte nação vizinha quis destruir Israel, mas o Todo-Poderoso concedeu outro grande êxito ao seu povo.

I. A VITÓRIA DEPOIS DO LUTO

1. Perdas imprevisíveis.
Depois da morte de Miriã e Arão, o rei de Arade entendeu que a intenção dos hebreus era de atacá-lo, pois eles seguiam pelo “caminho dos espias”, ou seja, estavam marchando para conquistar terras, o mesmo itinerário seguido quase quatro décadas antes. Para piorar a tristeza dos hebreus, alguns homens foram aprisionados. Isso nunca tinha acontecido antes.

Perdas imprevisíveis, injustas agressões, nalgumas vezes, servem para tirar os filhos de Deus do imobilismo, da inércia e do comodismo. Aquele era o momento de se tomar uma nova atitude, de se buscar um novo começo com Deus. Eles teriam forças para isso?

2. Compromisso com Deus.
“Então, Israel fez um voto ao SENHOR, dizendo: Se totalmente entregares este povo na minha mão, destruirei totalmente as suas cidades” (Nm 21.2). Aquela nova geração que entraria em Canaã, talvez pela primeira vez tenha dado um salto de fé, resolveu confiar no Senhor. A partir desse momento, a desesperança, derrota e morte, tão patente em Números 20, desaparece completamente. Surge um novo compromisso com Deus. Eles não poupariam nenhuma das cidades desobedientes, por amor ao Senhor.

Ainda que não haja informações a respeito do poder bélico do rei de Arade, o relevante é que Israel decide, desde aquele momento, confiar no Senhor. Uma nova página na história daquela geração estava sendo escrita. Um capítulo no qual ainda seriam vistos erros horríveis, mas era um sinal de que o treinamento do deserto já estava surtindo efeitos positivos. Davi disse: “Antes de ser afligido, andava errado; mas agora guardo a tua palavra” (Sl 119.67).

3. Oração atendida.
“O SENHOR, pois, ouvira a voz de Israel e entregou os cananeus, que foram destruídos totalmente, eles e as suas cidades […]” (Nm 21.3). Enfim, surge o primeiro feito na história daquela geração trazendo alegria e regozijo, satisfação pessoal, alegria íntima, pois Deus ouviu a voz de Israel. Qualquer vitória, naquelas circunstâncias, seria muito celebrada, haja vista ser um grande feito, pelo simbolismo, pela mudança de trajetória espiritual.

O Senhor conhece bem o seu povo, e, certamente, caso Israel sofresse mais uma derrota naquele momento, consistiria em uma tragédia, com consequências emocionais inimagináveis. O povo (e sobretudo Moisés) não suportava mais tanta decepção.

II. UM POUCO DA VIDA NO DESERTO

1. Uma murmuração cultural.
Poucos dias antes, os israelitas tinham demonstrado uma grande fé e receberam uma grande vitória, mas agora, diante da escassez de água, voltam a murmurar contra o Senhor e Moisés. Nesse ponto do livro de Números, quase toda a geração que saiu do Egito havia falecido, entretanto os hebreus mantêm os mesmos argumentos, o mesmo tom das murmurações de seus pais (Nm 21.5).

Como repreensão, o Senhor enviou serpentes venenosas que matavam as pessoas e, mais uma vez, Israel procurou ajuda de Deus. Em resposta, o Altíssimo determinou que Moisés confeccionasse uma serpente de bronze; em seguida a colocasse no alto de uma haste e aqueles que olhassem para ela seriam curados. Deus, em sua longanimidade, mais uma vez, deu um grande livramento ao seu povo. A nova geração estava aprendendo como andar com Deus no deserto. O mesmo desafio se impõe aos cristãos, atualmente, em todo o mundo.

2. A dificuldade recorrente.
Depois da solução do problema com as serpentes, o povo saiu a peregrinar por inúmeros lugares e, quando chegaram em Beer, ao que tudo indica, o povo teve sede. Não há nada mais comum no deserto do que a escassez de água, dificuldade essa que é potencializada se a necessidade é sentida por milhões de pessoas, como no caso de Israel.

Entre uma guerra e outra, além da murmuração e consequente envio das serpentes por Deus, mais uma vez, falta água; só que, desta vez, as pessoas não resmungam. Sentem a aflição, mas resolvem ficar caladas. Diante disso, o Senhor chamou Moisés e ensinou uma nova maneira para prover o que faltava: mandou o povo ficar junto e, em vez de murmurar, cantar. O Altíssimo estava apontando o caminho para uma vida de provisão na sua presença.

3. O poder do louvor.
Deus ofereceu uma extraordinária experiência de provisão. Com as pessoas cantando juntas, em coro, Deus fez com que do poço seco brotasse água que dessedentou toda aquela multidão. O cântico era muito simples, e não possuía nenhum poder mágico, mas a fé do povo moveu o coração de Deus e o milagre aconteceu (Nm 21.17,18). O poder de Deus atuou por intermédio do louvor, como aconteceu em inúmeros episódios da história do povo de Deus.

A vida de cada cristão é permeada por pequenos milagres e livramentos, provisões, curas, diariamente. Afinal o justo viverá da fé e os milagres acontecem de forma inesperada e de maneira perfeita em sua vida.

III. A VITÓRIA SOBRE O MAIS FORTE

1. Seom, rei dos Amorreus.
Números 21.21-32 narra a guerra contra Seom, rei dos amorreus. Foi uma batalha intensa e fora do comum, sempre mencionada em outros momentos, juntamente com o conflito seguinte (contra Ogue, rei de Basã), não como um feito heroico do povo, mas como um grande milagre realizado pelo Senhor, porque esses povos eram mais fortes e preparados do que Israel. As guerras enfrentadas pelos israelitas fizeram com que eles se tornassem mais confiantes no Senhor.

2. Ogue, rei de Basã.
Com a mesma importância histórica nacional, encontra-se também a guerra contra Ogue, rei de Basã. Deuteronômio 3.4,5 diz que foram conquistadas 60 cidades que eram protegidas por altos muros, portas e ferrolhos, além de muitas outras sem muros. Deus disse a Moisés que não temesse nessa batalha (Nm 21.34), porque, de fato, Ogue era um gigante (Dt 3.11) mas, está escrito: “Operando eu, quem impedirá?” (Is 43.13).

Números 20 trouxe histórias de infortúnios para Israel e também para Moisés, mas no capítulo seguinte o quadro é diferente. O ambiente de triunfo e alegria, pelas proezas realizadas, tomou conta de todas as tribos de Israel, e ninguém falava noutro assunto, conforme relata Flávio Josefo.

3. Uma recompensa importante.
As batalhas contra Seom e Ogue deixaram um legado, uma herança, um direito, para os israelitas. Eles agora tinham uma possessão, embora fosse aquém do rio Jordão. Toda bênção deve ser celebrada; se veio de Deus, enriquecerá e não acrescentará dores (Pv 10.22).

Deus traz bênçãos em meio às provações e, não poucas vezes, também acontece o contrário: permite surgir uma prova no meio da bênção. Neste caso, o povo estava sendo provado há aproximadamente 40 anos e o Senhor, depois de permitir muitas dores e lágrimas, propiciou conquistas que levantaram o ânimo e a fé do povo. Bom lembrar, porém, que tudo começou a mudar quando os hebreus, em Beer, não murmuraram pela falta de água mas, juntos, debaixo da orientação de Moisés, cantaram ao Senhor (Nm 21.17,18).

CONCLUSÃO
A caminhada com Deus será sempre cheia de aventuras, surpresas e sobressaltos. Nunca haverá monotonia em nossa caminhada até o céu, pois, o Senhor deseja nos levar a um patamar sempre mais alto. Israel aprendeu essa importante lição durante sua longa temporada no deserto. Deus permite em nossa caminhada guerras e conflitos com o propósito de nos moldar e nos preparar para adentrarmos na Terra Prometida, a Nova Jerusalém.

ESTANTE DO PROFESSOR
JOSEFO, Flávio. História dos Hebreus. RJ: CPAD, 2012.


HORA DA REVISÃO

1. Quais as três guerras mencionadas em Números 21?
Guerras contra o cananeu rei de Arade; Seom, rei dos amorreus e Ogue, rei de Basã.

2. Em quais lugares mencionados em Números 21 faltou água para o povo beber?
Nos arredores da terra de Edom e em Beer.

3. Qual a solução, a fim de ficar vivo, para quem fosse picado por uma serpente no deserto?
Olhar para a serpente de bronze levantada por Moisés.

4. Cite um personagem bíblico, mencionado em Números 21, que era gigante.
Ogue, rei de Basã.

5. Aponte duas outras passagens bíblicas que tratam sobre a guerra contra Seom, rei dos amorreus.
Deuteronômio 2.34-37 e Juízes 11.19-26.

SUBSÍDIO I
“Embora os espias que Moisés tinha enviado 38 anos antes, tivessem passado e voltado a passar despercebidos, ainda assim a sua vinda e o seus afazeres, provavelmente, foram posteriormente de conhecimento dos cananeus, e os alarmaram, e os levaram a vigiar Israel e ter conhecimento de todos os seus movimentos. Agora, quando Israel pensava que estava dirigindo-se a Canaã, este Arade, pensando na sua política de manter a guerra a distância, lhes fez um ataque e lutou com eles. Mas ficou provado que ele se intrometeu para seu próprio prejuízo. Se tivesse ficado quieto, o seu povo poderia ser o último de todos os cananeus destruídos, mas agora eles seriam os primeiros. […] Seus primeiros soldados prenderam alguns israelitas desgarrados e os levaram prisioneiros (v.1). Isto, sem dúvida, o deixou cheio de orgulho, e ele começou a pensar que teria a honra de esmagar este formidável exército, salvando o seu país da destruição que tal exército ameaçava. Isto foi, um teste para a fé dos israelitas e simultaneamente uma repreensão a eles, por suas desconfianças e descontentamentos” (HENRY, Matthew. Comentário Bíblico do Novo Testamento: Antigo Testamento, Gênesis a Deuteronômio. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2010, p.516).

SUBSÍDIO II
“Siom, o seu rei, estava entre os mortos, e, como os mais valentes haviam morrido na batalha, os vitoriosos não encontraram mais resistência.

Assim foram os amorreus castigados pela sua imprudência no proceder e pela covardia no combate. Os hebreus tornaram-se os senhores do país deles.

Estavam as coisas nesse pé quando Ogue, rei de Galaade e Gaulanite, que vinha em socorro a Siom, seu amigo e aliado, soube que ele havia perdido a batalha. Como era muito ousado, não deixou de querer combater os israelitas e de se gabar da certeza de derrotá-los. Mas estes o desbarataram com todo o seu exército, e ele mesmo foi morto em combate. Era um gigante de enorme estatura, e o seu leito, que era de ferro e podia ser visto na cidade capital do seu reino, chamada Rabatha, tinha nove côvados de comprimento e quatro de largura. E Ogue não tinha menos coragem do que força.

Moisés, depois dessa vitória, atravessou o rio Jaboque, entrou no reino de Ogue e apoderou-se de todas as suas cidades, fazendo matar os habitantes mais ricos. Tão grande êxito não trouxe aos hebreus apenas vantagem momentânea, mas lhes abriu caminho para outras conquistas, pois tomaram sessenta cidades fortes e bem municiadas” (JOSEFO, Flávio. História dos Hebreus. RJ: CPAD, 2012, pp.206,207).

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ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Conteúdo da Lição 8

Nossa luta não é contra carne e sangue
24 de Fevereiro de 2019



TEXTO ÁUREO
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas, sim, poderosas em Deus, para destruição das fortalezas” (2Co 10.4).




VERDADE PRÁTICA
Por trás das aparências, há uma batalha espiritual invisível contra a Igreja.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Efésios 6.10-12.
10 — No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.
11 — Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo;
12 — porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.

HINOS SUGERIDOS
7, 56 e 527 da Harpa Cristã.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Uma das coisas que o Inimigo tem feito nestes últimos dias, por meio de uma perspectiva materialista de vida, é tirar de alguns crentes a perspectiva espiritual. Não podemos perder o senso espiritual esposado pelo apóstolo Paulo em uma de suas cartas em que ele afirma que a nossa luta não é contra o ser humano, mas contra principados e potestades. Há sim um mundo espiritual por trás do material. Isso não é uma concepção platônica; mas bíblica, ensinada pelo nosso Senhor, proclamada pelos apóstolos e confirmada pelo Espírito Santo. Aproveite essa oportunidade para, por meio da presente lição, deixar claro à classe sobre a importância de conhecermos as astutas ciladas do nosso Inimigo. Este ainda continua afazer estragos na vida de pessoas.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO
O tema da presente lição trata dos poderes ocultos das trevas e de como se proteger deles pela força do poder de Deus. Embora o apóstolo Paulo não apresente a origem nem a biografia do príncipe das trevas, ele nos ensina a importância de conhecer as astutas ciladas do nosso Inimigo. O Diabo já perdeu a peleja, mas continua fazendo estrago nesse período entre o início e o final da jornada da Igreja.

I. A INCLUSÃO DO TEMA NO FINAL DA EPÍSTOLA
Os três capítulos iniciais de Efésios são teológicos, e os outros três são práticos. Uma perfeita combinação de doutrina cristã e dever cristão, de fé cristã e vida cristã. Mas, de repente, o apóstolo Paulo nos surpreende com um “No demais”, encerrando a epístola com um assunto de vital importância: a luta contra o reino das trevas.

1. “No demais…” (v.10a).
O apóstolo Paulo parece usar essa expressão para introduzir a conclusão. Isso não é nenhuma anomalia, visto que Paulo emprega essa estrutura em outro lugar (2Co 13.11; 1Ts 4.1; 2Ts 3.1). Essa expressão aparece traduzida como: “Quanto ao mais”, na Nova Almeida Atualizada; e “Finalmente”, na TB (Tradução Brasileira). Mas não devemos perder de vista que o termo paulino significa, literalmente, “desde agora” (Gl 6.17). Que diferença isso faz? Muita. No caso do verso 10, a ideia é de que daqui para frente o conflito contra o reino das trevas será contínuo até o retorno de Cristo. Desse modo, o tema é atual, e a luta da Igreja continua contra as hostes infernais.

2. “Fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder” (v.10b).
Jesus disse certa vez: “sem mim nada podereis fazer” (Jo 15.5). Paulo empregou a voz passiva para “fortalecei-vos”. Isso mostra que não se trata meramente de esforço humano, mas da completa dependência do Senhor Jesus. A expressão “força do seu poder” é um enérgico pleonasmo (figura de sintaxe pela qual se repete uma ideia com outras palavras para proporcionar elegância ou reforço à expressão), usado aqui para reforçar a magnitude do poder de Jesus. Esse poder provém do Espírito Santo (Ef 3.16); é a atuação da Trindade na vida da Igreja.

3. O emprego da figura de linguagem.
As figuras são recursos linguísticos que merecem atenção especial pela sua beleza e pelo seu papel na Hermenêutica. A anáfora é uma figura de linguagem que consiste na repetição de uma mesma palavra no começo de frases sucessivas com o propósito de enfatizar a afirmação. Aqui encontramos: “porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (v.12). Nessa anáfora, a preposição grega, pros, “contra”, é usada cinco vezes para reforçar a ideia de que a esfera principal de atuação do príncipe das trevas não é apenas como muitos pensam: a prostituição e o crime, mas principalmente no reino das religiões; trata-se, pois, de uma batalha espiritual.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
Para introduzir a aula desta semana, faça um resumo panorâmico da Carta aos Efésios com o auxílio do esquema abaixo:

II. A DEPENDÊNCIA DE DEUS
O apóstolo emprega uma metáfora militar para explicar o que subjaz no mundo espiritual que não é possível perceber na superfície. A presença de todas as mazelas na humanidade é real e indiscutível, mas a fonte de toda essa maldade Paulo esclarece nessa seção. Não pode haver vitória sem ajuda divina, e é esse o apelo apostólico.

1. Somente pelo poder de Deus.
Nenhum ser humano tem condições de, sozinho, enfrentar os demônios e sair vitorioso. Os demônios existem de fato, mas não passam de um inconveniente diante do poder de Jesus; são entidades destituídas de poder na presença do Senhor Jesus (Mc 1.23-26; 3.11). No entanto, os humanos não podem desafiá-los com suas próprias forças.

2. O revestimento da completa armadura de Deus (v.11a).
O verbo “revestir” é o mesmo que a Septuaginta usa para descrever o revestimento de Gideão pelo Espírito Santo (Jz 6.34). A metáfora “toda a armadura de Deus” significa que devemos usar todos os recursos espirituais que Deus nos dá. A armadura completa indica armas de defesa e armas de ataque, uma figura bem conhecida na época, visto que os soldados romanos estavam por toda parte.

3. Os métodos do Diabo (v.11b).
Paulo começa aqui a explicar a razão de o crente se fortalecer em Jesus e no seu poder e revestir-se de toda a armadura espiritual de Deus. A expressão “astutas ciladas” é methodeia em grego, que só aparece uma vez no Novo Testamento (Ef 4.14) e cuja ideia é de “esperteza, artimanha, armadilha”. O Senhor Jesus dá, pelo seu Espírito Santo, todos os recursos para o crente entender todas essas astúcias do Inimigo (2Co 2.11). O conhecimento da força do Maligno é uma poderosa arma tanto para o ataque como para a defesa.

SUBSÍDIO BÍBLICO
“No Verso 6.13, Paulo repete a exortação previamente enunciada em 6.11 (‘Portanto, tomai toda a armadura de Deus’) — desta vez, em vista de 6.12, isto é, das hostes de Satanás que estão envolvidas na guerra espiritual. Uma palavra diferente para ‘vestir’ (analabete) foi usada aqui, embora em 6.11 tenha sido utilizado o termo endysasthe (significando ‘estar vestido com’). Analabete significa ‘tomar’ de modo resoluto para que, mesmo debaixo do ataque mais rigoroso, o crente posso resistir ao inimigo e ‘estar firme’ em sua posição.

Paulo, por três vezes, exorta os crentes a ‘estarem firmes’ (6.11,13,14). Com isso, quer dizer que os crentes e a Igreja devem permanecer constantes e inabaláveis, ‘estando firmes’ quando a batalha espiritual for intensa, sustentando sua posição quando o conflito estiver se aproximando de seu final, sem serem ‘deslocados ou abatidos, porém mantendo-se firmes e vitoriosos em seus postos’ (Salmond, 3.385). Observe que diferentes aspectos de ‘estar firmes’ são enfatizados durante a passagem (6.10-20). Devemos ‘estar firmes’ (6.14a), na força do poder de Cristo (6.10), contra as ciladas do Diabo (6.11), com nossa armadura firmemente colocada (6.11a,13a) e em oração (6.18-20)” (STRONSTAD, Roger; ARRINGTON, French L. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. RJ: CPAD, 2003, p.1266).

III. CONTRA OS PODERES DAS TREVAS

1. Carne e sangue.
O apóstolo começa apresentando a luta interna do cristão: “porque não temos que lutar contra carne e sangue” (v.12a). O termo “carne” tem vários significados na Bíblia, mas a combinação “carne e sangue”, que só aparece três vezes no Novo Testamento (v.12; Mt 16.17; 1Co 15.50), parece indicar um significado físico. Nesse caso, essa combinação diz respeito à pessoa, ser humano, que pode ser o outro ou nós mesmos em conflito interno, no sentido de: “a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis” (Gl 5.17).

2. Os principados e potestades.
Os dois termos aqui, “contra os principados, contra as potestades” (v.12b), aparecem juntos pelo menos dez vezes no Novo Testamento. Os “principados”, archai, em grego, cuja ideia é primazia no poder; as “potestades”, exousíai, denotam liberdade para agir. O apóstolo Paulo emprega o termo tanto para os anjos (Rm 8.38; Cl 1.16) como para os demônios (1Co 15.24; Cl 2.15) investidos de poder. Desse modo, a expressão refere-se a governos ou autoridades tanto na esfera terrestre como na espiritual.

3. “Os dominadores deste mundo tenebroso” (v.12b — ARA).
A ARC emprega “os príncipes das trevas deste século”; a TB cita “governadores do mundo destas trevas”; e a Nova Almeida Atualizada mantém as mesmas palavras da ARA. O termo grego mais usado para “príncipe” é archon, que aparece 37 vezes no Novo Testamento, traduzido também como “governador”. É usado para se referir a Belzebu, “príncipe dos demônios” (Mt 12.24).

O apóstolo começa apresentando a luta interna do cristão: “porque não temos que lutar contra carne e sangue” (v.12a). para Satanás, como “príncipe deste mundo” (Jo 12.31; 14.30; 16.11); e, ainda, ao “príncipe das potestades do ar” (Ef 2.2). Mas, aqui, o apóstolo Paulo emprega um termo diferente, kosmokrátor, “senhor do mundo”, de kosmos, “mundo”, e krateo, “dominar”. O uso plural mostra que Paulo não está se referindo ao próprio Satanás, mas às hostes dominantes do mundo das trevas.

4. Os lugares celestiais.
O apóstolo acrescenta ainda “contra as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais”. Parece que aqui Paulo coloca todos esses anjos decaídos num mesmo bojo. A expressão “lugares celestiais” indicada aqui é intrigante. Essas palavras, ou “regiões celestiais”, aparecem em Efésios para designar o céu, onde Cristo está sentado à destra de Deus, onde os salvos estão com Cristo (1.3,20) e onde habitam os anjos eleitos (3.10). Como podem essas hostes infernais estar nas regiões celestiais? Uma explicação convincente é que se trata da esfera espiritual invisível em oposição ao mundo material (Ef 1.3).

SUBSÍDIO DE VIDA CRISTÃ
“Jesus disse que era odiado sem motivo. Os verdadeiros filhos de Deus são revestidos de luz, de poder e do Espírito Santo, enviado lá dor trono eterno de Deus. O mundo não nos conhece porque não conheceu a Ele, de modo que o Diabo reúne todas as suas forças para batalhar contra Jesus e os seus santos. Porém é maior aquEle que está em nós que tudo o que está contra nós. O Senhor batalhará por nós, ainda que para isso Ele precise enviar todos os exércitos do céu. Quando o profeta Eliseu estava cercado pelos inimigos do Senhor, o servo dele foi tomado de pavor, porque tinha certeza de que eles seriam aniquilados. Ele levantou os olhos a Deus e disse: ‘Peço-te que lhe abras os olhos, para que veja’. Os olhos dele foram abertos, e ele olhou em volta e viu os exércitos do Senhor com cavalos e carros de fogo. Deus enviara toda a artilharia do céu para proteger apenas um profeta e o servo deste. Deus fará o mesmo por nós, se clamarmos a Ele” (ETTER, Maria Woodworth. Devocional. Série: Clássicos do Movimento Pentecostal. RJ: CPAD, 2003, pp.142,143).

CONCLUSÃO
Com base nas palavras do apóstolo Paulo, ficamos sabendo de que existem diferentes classes de espíritos maus que são enumerados aqui como “principados, potestades, príncipes das trevas, hostes espirituais da maldade”. O universo é um campo de batalha e nisso não precisamos enfrentar apenas o ataque de outras pessoas, mas também as forças espirituais que se opõem a Deus e ao seu Povo.

PARA REFLETIR
A respeito de “Nossa luta não é contra carne e sangue” responda:

O que as palavras “força do seu poder” reforçam?
A expressão “força do seu poder” é um enérgico pleonasmo usado para reforçar a magnitude do poder de Jesus.

Qual o significado da metáfora “toda a armadura de Deus”?
Significa que devemos usar todos os recursos espirituais que Deus nos dá.

A que se refere a combinação “carne e sangue”?
Parece indicar um significado físico.

A que se refere a expressão “principados e potestades”?
A expressão refere-se a governos e autoridades tanto na esfera terrestre como na espiritual.

Qual o significado de kosmocrátor (Ef 6.12)?
Significa “Senhor do mundo”.

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO
Nossa luta não é contra carne e sangue

O texto bíblico central para a lição desta semana encontra-se em Efésios 6.10-12, parte final da epístola. Assim, com o auxílio de um bom comentário bíblico do Novo Testamento (sugerimos o Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento, editado pela CPAD), o prezado professor e a prezada professora devem estudar bem o devido texto. Tenha em mente que a ministração desta lição é, especificamente, a exposição do texto de Efésios 6.10-12.

Sobre o tema da Batalha Espiritual em Efésios 6.10-12
O apóstolo Paulo inicia o trecho, ora mencionado, com a expressão “No demais” (v.10). A ideia aqui é de concluir um argumento desenvolvido para mencionar uma consequência que se aplica ao fato presente no restante do versículo: a necessidade de fortalecer-se no Senhor e em seu poder (v.10). Em seguida, o apóstolo introduz uma figura de linguagem através da imagem de uma armadura (v.11) e fecha com uma anáfora (por meio da preposição “contra”) onde o aspecto espiritual de nossa luta está ratificado (v.12). Fortalecer-se no Senhor, revestir-se com armadura e saber que a luta não é contra “carne e sangue” mostra que a Bíblia evoca uma verdadeira Batalha Espiritual.

Sobre depender de Deus
O segundo tópico da presente lição mostra-nos que devemos depender de Deus, sermos revestidos de sua armadura para vencermos as “astutas ciladas do Diabo”. O Inimigo sempre lança ciladas para desestabilizar nossa vida espiritual. Revestidos de poder, saberemos andar de maneira prudente. O Diabo tem seus métodos, ignorá-los é um perigo.

Batalhemos contra os poderes das trevas
O que são os poderes das trevas? É possível iniciarmos o terceiro tópico mostrando o que significa a expressão “lugares celestiais”. O próprio comentarista explica que se trata de um objeto no mínimo intrigante. A expressão na carta aos Efésios tem uma designação aos céus. Entretanto, a ideia de criaturas da maldade habitando nos mesmos lugares que os anjos celestiais é um paradoxo. O comentarista apresenta a solução dizendo que é coerente considerar este lugar uma esfera supraterrestre, isto é, a esfera espiritual invisível em oposição ao mundo material (Ef 1.3).

Principados, potestades, dominadores do mundo tenebroso, enfim, o Diabo e seus demônios. Nesse sentido, o universo é o campo de batalha do crente.

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domingo, 17 de fevereiro de 2019

ATUALIDADE GOSPEL - Polícia investiga grávida que fez aborto e postou selfie com feto


Mulher de 21 anos diz que sofreu um aborto espontâneo e havia enviado fotos para suas amigas

Uma moradora de Santa Maria, no Distrito Federal, está sendo investigada pela Polícia após cometer aborto e tirar uma selfie com o feto, postando a imagem em suas redes sociais.

O caso passou a ser apurado também pelo Conselho Tutelar após uma denúncia anônima feita na última sexta-feira (8).

“Recebemos uma ligação e uma mensagem no WhatsApp do Conselho Tutelar e fomos apurar e descobrimos que a imagem da mulher e do feto está circulando pelo aplicativo de mensagens”, afirmou o o conselheiro tutelar Hessley Santos ao G1.

O caso foi registrado na 33ª DP (Santa Maria) e será investigado pelo delegado Rodrigo Telho que adiantou que a mulher, já identificada, responderá pelo crime de aborto.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 16 de fevereiro de 2019

AVISO - Subsídios Concluídos para a Lição 7

OS ESBOÇOS PARA ESSE DOMINGO ESTÃO PUBLICADOS:

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AVISO - Conteúdos concluídos para a Lição 7

CONTEÚDOS PARA PARA A LIÇÃO 7 DAS PRINCIPAIS REVISTAS DA EBD:

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