terça-feira, 23 de julho de 2019

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Lição 4


 O poder de Jesus Cristo sobre os demônios
28 de julho de 2019


Texto Áureo
"E, convocando os seus doze discípulos, deu-lhes virtude e poder sobre todos os demônios, para curarem enfermidades.", Lc 9.1

Verdade Aplicada
Os demônios são seres espirituais malignos, porém submissos aos limites estabelecidos por Deus em sua soberania.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Lc 4.33-36
33 – E estava na sinagoga um homem que tinha um espírito de um demônio imundo, e exclamou em alta voz,
34 – Dizendo: Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste a destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus.
35 – E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele, sem lhe fazer mal.
36 – E veio espanto sobre todos, e falavam entre si uns e outros, dizendo: Que palavra é esta, que até aos espíritos imundos manda com autoridade e poder, e eles saem?

Introdução
O plano da salvação não consiste apenas em perdoar e reconciliar o homem com Deus, mas habilitá-lo a viver vitoriosamente. Para isso, Jesus veio para destruir as obras dos espíritos das trevas e Lucas nos mostra uma gloriosa visão a respeito.

1. DEMÔNIOS, O QUE SÃO?
Eles são seres espirituais malignos, com várias designações e atividades múltiplas. Embora sejam invisíveis, agem no mundo e os seus efeitos podem ser notados, bem como a anulação deles pelo poder de Cristo Jesus. Para derrotá-los, é necessário conhecer o que a Bíblia revela a respeito deles e dos recursos espirituais que podem ser usados pelos discípulos de Cristo.

1.1. Designações comuns
Há no mundo dois tipos de espíritos criados por Deus, os que se mantêm fiéis ao Criador, que são os anjos santos, e os que se rebelaram. Os rebeldes são chamados de demônios por Lucas e demais evangelistas. Demônio vem do termo grego “daimon”, que o designa como um “espírito sobrenatural (de natureza maligna)”. Por isso, em algumas culturas eram adorados como divindades inferiores. No evangelho de Lucas, tais espíritos são chamados de “demônio imundo”(Lc 4.33)e “espíritos imundos”(Lc 4.36);denotando assim o seu caráter de imundície. Também são chamados de “espíritos maus” e “espíritos malignos”, por causa da malignidade e por serem causadores de doenças (Lc 7.21; 8.2).

1.2. Eles têm um chefe
Este ser que é considerado o líder dos demônios é chamado no evangelho de Lucas de diabo (Lc 4.2), de Satanás (Lc 10.18)e de Belzebu, o príncipe dos demônios (Lc 11.15). Tendo, respectivamente, os seguintes sentidos a partir dos termos em grego: “caluniador”, “falso acusador”; “adversário”; decorrente de “Baal-Zebube”, um deus de Ecrom –os fariseus o consideravam como o “maioral dos demônios”. O texto bíblico menciona que este ser tem anjos que o acompanham (Mt 25.41). Alguns outros textos bíblicos, utilizados por diversos comentaristas e teólogos, parecem indicar que Satanás se rebelou contra Deus (perdendo, assim, sua condição original em que foi criado) e alguns seres espirituais o acompanharam nessa rebelião, sendo expulsos do céu (Is 14.12-15; Ez 28.12-15; Ap 12.4, 7).

1.3. Demônios, os inimigos de Deus
Os próprios termos usados para designar estes seres espirituais, mencionados no tópico 1, já indicam que se tratam de seres contrários a Deus e ao Seu plano redentor para a humanidade: “maus” e “malignos”. Portanto, procuram a todo momento afligir e contaminar os seres humanos moral e espiritualmente. Procuram impedir que as pessoas entendam a mensagem do evangelho (2Co 4.4)e ainda promovem falsas doutrinas (1Tm 4.1). Na parábola do semeador, eles são representados nas aves que tiram do coração a semente da Palavra de Deus, impedindo que os homens deem fruto para o Reino de Deus (Lc 8.5, 12).

2. A NATUREZA DOS DEMÔNIOS
A natureza dos demônios resume-se em fazer oposição a Deus e ao homem. As atitudes reveladas no evangelho de Lucas, bem como em toda a Bíblia, provam e ilustram de modo categórico a natureza perversa que estes seres assumiram.

2.1. Eles são tentadores
O próprio príncipe dos demônios, o diabo, é o agente da tentação. Quando o Senhor Jesus se preparava para dar início ao seu ministério público, foi tentado pelo diabo (Lc 4.1-13). Mas, diferentemente do primeiro homem no Gênesis, o Senhor Jesus não caiu na tentação do diabo, mas o venceu. O diabo tenta a todos através de seus demônios, procurando desviá-los dos caminhos do Senhor Jesus (Lc 8.5, 13). Por isso, somos ensinados na oração do “Pai nosso” a pedir: “Não nos conduzas em tentação, mas livra-nos do mal”(Lc 11.4). Cada pecador é tentado por sua própria cobiça. Quando o pecado é consumado, gera escravidão e morte (Tg 1.14-15).Escravidão, pois os demônios passam a inflamar mais fortemente esse pecado gerado. Por isso precisamos orar para não entrarmos em tentação (Lc 22.40, 46).

2.2.Eles possuem pessoas e animais
Os demônios encontram-se numa condição desesperadora, diferente da qual Deus os criou. Eles encontram alguma espécie de alívio quando habitam em pessoas e até animais. Lucas ilustra este fato com o caso do endemoninhado de Gadara (Lc 8.26-27, 32). Quando eles são expulsos de alguém, eles buscam repouso. Não encontrando, retornam para a antiga pessoa em que habitavam. Caso encontrem a pessoa disponível espiritualmente, levam consigo mais demônios, tornando o estado da pessoa pior do que antes (Lc 11.24-26). Por isso, devemos orar e apoiar os novos convertidos.

2.3.Eles são agentes de enfermidades
Os espíritos imundos atuam com diferentes especialidades. Os demônios fazem parte de hostes infernais especializadas em todo tipo de maldade. Lucas, o médico amado, não explora profundamente o assunto, mas aponta os demônios como agente da tentação, causadores de discórdias e de enfermidades (Lc 11.14-26;13.10-16). Convém entender que a enfermidade é um princípio contrário à vida. Trata-se de um princípio de desordem e morte no organismo. E, se este princípio não for derrotado, gera sofrimento, dor e óbito. Quando Jesus expulsou um espírito de enfermidade, certa mulher que andava encurvada passou a andar direito, pois Ele veio para trazer vida abundante (Lc 13.16; Jo 10.10).

3.COMO JESUS LIDOU COM OS DEMÔNIOS
Assim como a luz elimina as trevas, não há qualquer acordo entre o Senhor Jesus e os demônios. Ele veio para desfazer as obras deles entre os homens. Embora Jesus estivesse na condição humana, estava também na condição de servo de Deus para confrontá-los, expulsá-los e outorgar aos Seus discípulos autoridade sobre eles.

3.1. Jesus expulsou os demônios
Os demônios agem de diferentes modos em relação às pessoas. Eles podem habitar, possuir, enfermar e até matar as pessoas (Jo 10.10). Nem sempre alguém chega ao nível de possessão em que perde os sentidos, como foi o caso do gadareno. No entanto, eles podem silenciosamente habitar em pessoas, causando males, por exemplo, como um espírito de enfermidade semelhante ao que afligiu aquela mulher por dezoito anos (Lc 13.11). Contudo, que fique claro que todos os que buscaram ajuda em Jesus foram libertos. Tais espíritos tornaram-se intrusos e foram expulsos das suas vidas (Lc 8.2-3).
 
3.2.Jesus ensinou sobre os demônios
Ao analisarmos os evangelhos, constatamos ensinos e citações do Senhor Jesus acerca dos demônios para os Seus discípulos. Ele os ensinou tanto pelo exemplo, como de modo teórico também. Logo de início, o Mestre teve que expulsar um demônio de um homem numa sinagoga (Lc 4.33-36). Aos discípulos, ensinou como os demônios guerreiam para desviar um novo discípulo da fé (Lc 11.24-26); no caso do lunático (Lc 9.37-45), ensinou que há castas de demônios que apenas saem com jejum e oração (Mt 17.21). Também ensinou sobre o destino final do diabo e seus anjos (Mt 25.41).

3.3. Jesus deu poder e autoridade sobre os demônios
Há certa ênfase na descrição de Lucas quando Jesus diz: “E, convocando os seus doze discípulos, deu-lhes virtude e poder sobre todos os demônios”(Lc 9.1). Note que Jesus diz “virtude”, do grego “dunamis”, que é a capacidade, habilidade para lidar contra os demônios, mas também “poder”, do grego “exousia”, que também é traduzido por autoridade em algumas Bíblias. Depois de enviados, os setenta discípulos retornam jubilantes pela autoridade para expulsar os demônios (Lc 10.17). Depois da ressurreição, Jesus deu-lhes a promessa de revestimento de poder “dunamis”para pregar as boas novas. Ela inclui o poder para a expulsão de demônios (Mc 16.17; At 5.16). Não devemos temer, mas saber que, embora essa autoridade tenha sido dada à Igreja, há casos que exigem preparo espiritual no que se refere à libertação.

CONCLUSÃO
Os demônios não são forças, fluidos ou criação da mente humana. São seres reais, pessoais e estão em ação. Devemos conhecer seus ardis para não sermos enganados (Ef 6.12; 2Co 2.11). Todos os discípulos de Cristo são envolvidos na batalha espiritual, mas o Espírito Santo está conosco para nos equipar e preparar. Não devemos ter medo, pois a vitória está garantida em Cristo Jesus.

QUESTIONÁRIO
1. Como é chamado o líder dos demônios no evangelho de Lucas?
2. O que ocorre quando o pecado é consumado?
3. Por que precisamos orar?
4. No caso do lunático, o que Jesus ensinou?
5. Como os setenta discípulos retornaram?

Fonte: Revista Betel

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segunda-feira, 22 de julho de 2019

ESCOLA DOMINICAL CPAD JOVENS - Lição 4


O RELACIONAMENTO DO CRISTÃO COM O ESTADO E COM OS SUPERIORES
28 de julho de 2019



TEXTO DO DIA
“Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores e para louvor dos que fazem o bem” (1Pe 2.13,14).

SÍNTESE
As Escrituras ensinam que o cristão deve se submeter às autoridades constituídas, porque toda autoridade provém de Deus, com o propósito de punir o mal e beneficiar a vida em sociedade.

INTERAÇÃO
A Primeira Epístola de Pedro contém recomendações para a vida devocional, mas também para a vida pública. Nesta segunda parte de sua Carta, ele oferece verdadeiros princípios sobre como o cristão, enquanto cidadão deste mundo, deve se relacionar com as autoridades e superiores hierárquicos. Tais princípios são atemporais, oferecendo hoje diretrizes valiosas para a participação política e interação dos seguidores de Cristo com o Estado. Saber aplicar corretamente tais princípios é essencial para o testemunho público da Igreja, pois, do contrário, a Igreja corre o risco de adotar um modelo de envolvimento inadequado com o poder público, seja de completa subordinação ou de tentativa de dominação a ele. Desse modo, considerando que a desilusão com a política e com o poder público são características do tempo presente, assim como a secularização — que visa afastar os crentes da esfera pública, esta lição é propícia para conscientizar os jovens crentes sobre temas como engajamento político, cidadania cristã, democracia e participação profética no processo eleitoral.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Prezado(a) professor(a), o que você acha de usar no Tópico II desta lição a dinâmica “tempestade de ideias”? Para tal, peça que os alunos opinem a respeito dos desafios do relacionamento do cristão com o Estado. Registre as ideias em um painel ou lousa, sem censurá-las. Essa atividade deve demorar aproximadamente 5 a 10 minutos. Na sequência, à luz do conteúdo da lição, e com base em outras pesquisas sobre o tema, explique como tais desafios podem ser vencidos segundo os princípios bíblicos.

TEXTO BÍBLICO

1 Pedro 2.11-23.
11 — Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências carnais, que combatem contra a alma,
12 — tendo o vosso viver honesto entre os gentios, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no Dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem.
13 — Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior;
14 — quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores e para louvor dos que fazem o bem.
15 — Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo o bem, tapeis a boca à ignorância dos homens loucos;
16 — como livres e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus.
17 — Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai o rei.
18 — Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor ao senhor, não somente ao bom e humano, mas também ao mau;
19 — porque é coisa agradável que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendo injustamente.
20 — Porque que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas, se fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus.
21 — Porque para isto sois chamados, pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas,
22 — o qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano,
23 — o qual, quando o injuriavam, não injuriava e, quando padecia, não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente.

COMENTÁRIO DA LIÇÃO

INTRODUÇÃO
Nesta seção de sua carta, Pedro passa a tratar de aspectos práticos da vida cristã, especialmente sobre deveres e responsabilidades sociais. Nitidamente, a epístola petrina demonstra a dupla cidadania dos discípulos de Cristo. Ao mesmo tempo que somos chamados de peregrinos por causa de nossa cidadania celestial, Pedro conclama os crentes a se submeterem livremente a todas as autoridades legítimas, numa clara alusão à cidadania terrena. A mensagem que o apóstolo está transmitindo é que, não importa o tipo de governo humano, seja monarquia ou república, toda autoridade provém de Deus. Desse modo, o governo civil, assim como o tudo mais na vida, está sujeito à lei do Criador. Este é o tema da presente lição.

I. A CONDUTA EXEMPLAR DOS PEREGRINOS

1. Abstendo-se das paixões carnais.
Em tom amoroso, Pedro se dirige aos crentes como peregrinos e forasteiros. Enquanto cidadãos de uma pátria distante, os crentes precisam abster-se das paixões carnais que guerreiam contra a alma (v.11). Abster-se aqui tem o sentido de manter-se continuamente longe, afastado dos desejos pecaminosos. Por causa da sua natureza pecadora, o homem se encontra numa luta interna da carne contra o Espírito (Gl 5.17). Se por um lado, queremos obedecer a lei moral de Deus, por outro, somos inclinados a cumprir os desejos da nossa velha natureza, conforme Paulo descreve em Romanos 7.15-25. Não obstante, isso não significa que tais desejos sejam absolutamente incontroláveis e que estejamos sujeitos somente aos nossos institutos naturais. A vitória contra o pecado começa, primeiramente, com o reconhecimento de nossas fraquezas morais. O cristão não pode se esquecer das armadilhas do seu coração (Jr 17.9,10) e que as suas percepções não são plenamente confiáveis. Somente com a ajuda do Santo Espírito o crente é capaz de vencer essa guerra interna. O segredo para vencermos os desejos pecaminosos está em andarmos segundo o mover e o poder do Espírito (Gl 5.16).

2. Abstinência cristã.
A abstinência é uma virtude cristã. Uma vez exercitada, ela leva o cristão a abdicar não somente do consumos de bebidas alcoólicas e de substâncias entorpecentes, mas de toda atividade que provoque algum tipo de dependência. Numa era caracterizada pela sensualidade e por vários tipos de compulsão, inclusive de smartphones, jogos, seriados e mídias sociais, saber se privar de algumas condutas e práticas é crucial para que tenhamos uma vida de acordo com a vontade do Senhor.

Recomendado pelas Escrituras, o jejum é um importante hábito de abstinência (Mc 9.29; At 10.30). Apesar de negligenciado por alguns crentes e desconhecido por outros, o jejum é disciplina espiritual sadia, pela qual nos concentramos nas coisas espirituais em detrimento da vontade do nosso corpo físico.

3. Exemplos de conduta.
Pedro prossegue instando os cristãos a manterem uma conduta exemplar no meio dos descrentes (v.12). Naquela altura, os discípulos de Jesus eram falsa e injustamente acusados de diversos crimes e delitos. Em vez de argumentar com palavras, eles deveriam provar a sua inocência e integridade moral por meio de uma vida exemplar, relevada nas boas obras. Afinal, ações valem mais que palavras, e do verdadeiro cristão espera-se que seja exemplo em tudo (1Tm 4.12) e em todos os ambientes da sociedade.

Pense!
Não deixe que pequenas derrotas contra a carne façam você perder o foco de toda a batalha espiritual.

Ponto Importante
Apesar de negligenciado por alguns crentes e desconhecido por outros, o jejum é disciplina espiritual sadia, pela qual nos concentramos nas coisas espirituais em detrimento da vontade do nosso corpo físico.

II. O CRISTÃO E O ESTADO

1. Submissão às autoridades.
Seguindo o raciocínio do tópico anterior, uma importante maneira de o cristão ser exemplo é submetendo-se às autoridades constituídas. Assim como o apóstolo Paulo (Rm 13.1-3), Pedro igualmente enfatiza que toda autoridade foi estabelecida por Deus (vv.13,14). As autoridades constituídas, reis, governantes, legisladores, magistrados e outros detentores de poder, portanto, receberam de Deus delegação para exercerem suas atividades, seja para promover o bem (instituir políticas públicas, por exemplo), seja para coibir o mal (aplicar a justiça, condenar os criminosos etc). O ensino subjacente é que Deus domina sobre toda a sua criação e o objetivo desse poder é o bem de todos. Afinal, sendo um Deus amoroso, Ele zela pela ordem das coisas criadas (1Co 14.33), pela boa convivência entre os homens (Hb 12.14) e pela obediência à sua própria lei (Jz 2.16,17).

2. Obediência ao Estado.
Em nossos dias, vivendo sob um regime democrático de direito, a Igreja submete-se à autoridade e às leis emanadas do Estado. O que é o Estado? É o povo organizado política e juridicamente, que exerce sua soberania dentro de um território. Disso se denota que é incompatível com a fé cristã uma conduta de rebeldia, revolução e desrespeito à ordem pública. Por princípio, o cristão é um cidadão exemplar, pois, além de exigir os seus direitos, é cônscio dos seus deveres com a sociedade e com o poder público. Em sua conduta diária, é dever do crente atentar para o cumprimento das leis e regras impostas, não somente as de natureza penal, mas também as civis, trabalhistas, fiscais, trânsito, ambientais, eleitorais etc.

Todavia, considerando que a autoridade do Estado é delegada e derivada, a obediência a ele não é cega e sem limites. Jesus disse que devemos dar a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus (Lc 20.25). A única autoridade absoluta é Deus. Logo, sempre que o governo confrontar os princípios morais e espirituais contidos nas Escrituras, o cristão deve se preocupar em obedecer mais a Deus que aos homens (At 5.27-29). Nas Escrituras e ao longo da história muitos servos de Deus foram presos ou morreram exatamente por desobedecerem a leis e a ordens injustas de reinos e governos perversos. “A lealdade ao reino de César é condicional, mas a lealdade ao Reino de Deus é absoluta” (Bíblia de Estudo Pentecostal). O seguidor de Cristo honra ao Rei, mas teme a Deus (v.17).

3. Liberdade do cristão.
Independentemente da forma de governo, o cristão é livre (v.16). A liberdade é um princípio essencial no Cristianismo, e serviu de base para a formatação dos valores do mundo Ocidental. Assim, ao se submeter à autoridade do Estado, o cristão não o faz na condição de escravo, mas de pessoa livre. Todavia, a liberdade não pode ser utilizada como pretexto para a prática de atos maliciosos. Ela jamais pode conduzir ao escândalo ou como justificava para dar lugar à carne (1Co 8.9, Gl 5.13). Ainda que sejamos livres, nem tudo nos convém (1Co 10.23).

III. O CRISTÃO E OS SEUS SUPERIORES

1. A submissão aos senhores.
Tendo tratado do relacionamento do salvo com as autoridades, o apóstolo passa agora ao âmbito dos relacionamentos privados. Ele admoesta os servos cristãos a se submeterem aos seus senhores (v.18). Pedro emprega o termo grego oiketai, que designava o escravo doméstico, uma espécie de empregado ou servente da casa. A menção deles nas páginas do Novo Testamento é um claro indicativo da posição de igualdade humana que eles ocupavam na comunidade de fé (Ef 6.5; Fm 16; Gl 3.28). Enquanto a sociedade os tratava com desprezo, para os cristãos eles são irmãos em Cristo, dignos de receberem ensinamentos.

Numa época em que havia no Império Romano mais de 60 milhões de escravos, dentre os quais muitos cristãos, o conselho era para que eles se portassem com respeito aos seus superiores, tanto em relação aos bons quanto aos maus. Tal conselho somente pode ser compreendido pelo verdadeiro súdito do Reino de Deus, cujo padrão de comportamento é completamente inverso ao do mundo. Qualquer pessoa pode obedecer a um superior justo e humano, mas somente o cristão, por amor a Cristo, é capaz de respeitar alguém perverso e ímpio.

Por certo, hoje as relações de trabalho são muito diferentes. Os empregados gozam de maior liberdade e possuem uma série de direitos trabalhistas assegurados. Assim, ao aplicarmos o ensinamento de Pedro para a vida contemporânea, devemos ter em mente o princípio ali contido: submissão por amor ao Senhor (Ef 6.5). Portanto, o empregado cristão submete-se ao seu patrão ou chefe principalmente porque teme e ama a Deus.

2. Seguindo os passos de Jesus.
Por que devemos ter esse tipo de comportamento? Porque temos em Jesus o melhor modelo de conduta diante do sofrimento e da perseguição. Mesmo tendo sido ultrajado, maltratado e injustiçado em nosso lugar, não revidou ou ameaçou seus algozes. É Ele quem o cristão deve imitar e seguir os passos. O seu ensinamento é claro: “[…] Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem!” (Mt 5.44). A lógica do seu Reino é diferente da dos homens, mas vale a pena trilhar os passos do Mestre!

3. A crise de autoridade.
Vivemos um tempo de verdadeira crise de valores e referenciais. Uma característica nociva da pós-modernidade é exatamente a perda da noção de autoridade, com alunos que não respeitam professores, filhos que se insurgem contra os pais e jovens que confrontam diretamente os mais velhos. Esse tipo de rebeldia fragiliza os relacionamentos e provoca verdadeiro caos na sociedade. Por essa razão, o princípio da submissão à autoridade que se extrai da mensagem da carta em estudo é muito atual, servindo como valiosa diretriz para a vida em comunidade.

Temos em Jesus o melhor modelo de conduta diante do sofrimento e da perseguição. Mesmo tendo sido ultrajado, maltratado e injustiçado em nosso lugar, não revidou ou ameaçou seus algozes.

CONCLUSÃO
É marca indelével do verdadeiro cristão o exercício da boa cidadania. O crente honra a Deus respeitando as leis do governo civil e contribuindo para o bem comum. O testemunho cristão começa em Jerusalém, mas alcança os confins do mundo (At 1.8). Assim como os cristãos primitivos abalaram o mundo de sua época, chegando a Roma, a capital política do mundo de então, ainda hoje os seguidores de Cristo tem a incumbência de agirem como sal da terra e luz do mundo, como uma religião verdadeiramente profética na esfera pública.

ESTANTE DO PROFESSOR
NASCIMENTO, Valmir. Entre a Fé e a Política. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2018.

HORA DA REVISÃO

1. Por que a abstinência pode ser considerada uma virtude?
Porque, uma vez exercitada, ela leva o cristão a abdicar não somente do consumo de bebidas alcoólicas e de substâncias entorpecentes, mas de toda atividade que provoque algum tipo de dependência.

2. Segundo a lição, o que é o Estado?
É o povo organizado política e juridicamente, que exerce sua soberania dentro de um território.

3. Qual a postura do cristão se o governo confrontar os princípios morais e espirituais contidos nas Escrituras?
Deve se preocupar em obedecer mais a Deus que aos homens (At 5.27-29).

4. De que modo o cristão não pode usar a liberdade?
Não pode ser utilizada como pretexto para a prática de atos maliciosos.

5. Na sua opinião, qual o maior desafio do relacionamento do cristão com o Estado, hoje?
Resposta pessoal.

SUBSÍDIO I
“A Bíblia mostra-nos que, como cristãos, podemos viver sob qualquer forma de governo. Ainda que, como estrangeiros, nossos direitos sejam limitados no que diz respeito a esse mundo. Mas enquanto cidadãos dos céus, temos uma lealdade mais elevada, e isto deve colidir com nossas responsabilidades perante os potentados terrenos. Foi o que ocorreu quando o Sinédrio ordenou a Pedro e a João a não mais pregarem no nome de Jesus. Eles foram obrigados a declarar que lhes era necessário obedecer antes a Deus que aos homens. O próprio Jesus os tinha comissionado. Por isso, não podiam deixar de contar as coisas que haviam visto e ouvido (At 4.19,20).

Vejamos o exemplo do próprio Cristo. Num momento difícil, Ele evitou o choque com o poder imperial romano, ao recomendar: ‘Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus’ (Mt 22.21). A Bíblia é muito clara ao afirmar que Deus instituiu as autoridades terrenas para que mantenham a ordem e a legalidade (Rm 13.1-7).

A responsabilidade do cristão, enquanto residente temporário na terra, é submeter-se de boa vontade às instituições humanas. Assim o fazemos não porque tais instituições sejam boas. Elas podem estar muito distantes do ideal bíblico. O império romano em nada diferia das ditaduras modernas. Não obstante, Pedro e Paulo exortavam aos crentes a acatarem-lhes as leis. Assim procedemos, não para agradar ao governo, mas ao Senhor” (HORTON, Stanley M. 1 e 2 Pedro: A Razão da Nossa Esperança. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2012, pp.36,37).

SUBSÍDIO II

“Que vos abstenhais das concupiscências carnais (1Pe 2.11)

Pedro dedicou o resto deste capítulo e o início do próximo para explicar como você e eu ‘anunciamos as virtudes de Deus’. Basicamente, nós as anunciamos mais pela maneira como vivemos do que pelo que dizemos.

A primeira declaração de virtude que Pedro mencionou foi: ‘abster-se das concupiscências carnais’. Uma tradução melhor sugere que o cristão deve romper claramente ‘os impulsos naturais’ que o dominaram no passado. O adjetivo sarkikon, encontrado nesta expressão grega, sugere que os impulsos que Pedro tinha em mente não são impulsos para o pecado declarado, mas a inclinação natural de cada pessoa para preservar o seu bem-estar material e a sua individualidade. Pedro advertiu que esta preocupação com as coisas deste mundo ‘combatem contra a alma’. Quanto mais nós nos preocupamos com o universo material, menos nos preocupamos com o espiritual. As coisas desta vida devem ter pouco valor para o cristão, cujas esperanças estão fixas no retorno de Cristo” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Devocional da Bíblia. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2012, p.965).

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ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Lição 4

A MORDOMIA DA FAMÍLIA
28 de Julho de 2019




TEXTO ÁUREO
“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: […] porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15).

VERDADE PRÁTICA
A família é a primeira instituição criada por Deus e, por isso, é a nossa “primeira igreja”, pela qual devemos amorosamente zelar.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Josué 24.14,15; Efésios 5.22-25,28.

Josué 24
14 — Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do rio e no Egito, e servi ao Senhor.
15 — Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.

Efésios 5
22 — Vós, mulheres, sujeitai-vos a vosso marido, como ao Senhor;
23 — porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo.
24 — De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seu marido.
25 — Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela,
28 — Assim devem os maridos amar a sua própria mulher como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo.

HINOS SUGERIDOS
243, 432 e 531 da Harpa Cristã.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
O modelo tradicional da família está em sistemático ataque secular. É claro o incômodo de movimentos progressistas em relação ao modelo tradicional da família, como se fosse uma afronta valorizar o núcleo familiar constituído de um casal heterossexual, monogâmico e com gênero definido. A Palavra de Deus nos ensina a valorizar a família, e mais: deixa clara a missão dos pais em ensinar a criança no ambiente familiar tradicional (Dt 6.1-9). É vontade de Deus que cada criança tenha um pai e uma mãe para zelar por ela e cuidá-la. As infelizes exceções não podem subjugar um modelo instituído por Deus, que está dando certo ao longo dos séculos.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO
Na presente lição, veremos que a família é a base de nossa vivência. Nela, nascemos, criamo-nos e dela dependemos por toda a vida. Veremos que todo esse processo é o plano de Deus revelado desde o Gênesis. Nas Escrituras, a família é tão importante que o apóstolo Paulo classifica de “pior que o infiel” quem dela não cuida (1Tm 5.8). Assim, o propósito desta lição é mostrar que o amor de Deus pela humanidade faz com que todas as famílias da terra sejam o alvo de sua bênção (Gn 12.3).

I. A FAMÍLIA NO PLANO DE DEUS

1. A instituição do casamento.
Antes de estabelecer a família. Deus instituiu o casamento. O Senhor Jesus confirmou essa instituição original e legal, conforme a Lei de Deus: “Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne?” (Mt 19.4,5; cf. Gn 2.24). Aqui está, de maneira clara, a origem do casamento como instituição divinamente estabelecida.

2. Origem da família.
O livro de Gênesis relata que a partir do homem e da mulher, Deus estabeleceu a família: “E Deus os abençoou e Deus Lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra” (Gn 1.28). Essa instituição é tão importante diante de Deus, que Ele a criou antes do Estado e, até mesmo, da Igreja. E foi a partir de uma família que o Altíssimo prometeu abençoar todas as demais: “E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3).

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO
Inicie a aula de hoje, perguntando: “Qual a origem da família?”. Ouça as respostas dos alunos. Estimule para que eles participem a fim de obter as respostas. Após ouvir as respostas atenciosamente, dê uma resposta unificada a partir da exposição do tópico. Aproveite este texto para corroborar a explicação: “O que é família? A família não é um grupo de pessoas rivais, alheias aos interesses umas das outras. Em termos de unidade, é o conjunto de todas as pessoas que vivem sob o mesmo teto, proteção ou dependência do dono da casa ou chefe, que visam ao bem-estar do lar; enfim que se comunicam, se amam e se ajudam. Essa convivência exige o uso e a aplicação de toda a capacidade de viver em conjunto, a bem do perfeito e contínuo ajustamento entre os membros da família e destes para com Deus. O convívio entre os familiares indica o grau e o nível das relações com o Pai e determina o curso do sucesso na família.

Vale lembrar que a família foi criada por Deus com elevados propósitos em todos os sentidos da vida, inclusive quanto ao número de filhos” (SOUZA, Estevam Ângelo. …e fez Deus a família: O padrão divino para um lar feliz. RJ: CPAD, 1999, p.30).

II. A MORDOMIA DA FAMÍLIA

1. Os princípios que regem o casamento cristão.
Há um manual de união matrimonial: a Bíblia Sagrada. Nela, encontramos princípios universais e atemporais para o casamento.

1.1. O princípio da monogamia. No plano original de Deus para o casamento, o princípio da monogamia está declarado assim: “Portanto, deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão ambos uma só carne” (Gn 2.24). Mas, infelizmente, após a Queda, o homem desviou-se do plano divino, e distorceu as diretrizes básicas de Deus para o matrimônio. Por exemplo, a Bíblia narra a história de Lameque, filho de Metusael, que deu início à prática da bigamia (Gn 4.19). Assim, com o passar do tempo, a poligamia também foi temporariamente aceita na comunidade hebreia.

Quando o ser humano se rebela contra a vontade monogâmica de Deus quanto ao casamento, um abismo passa a chamar outros abismos: incesto, homossexualismo, pedofilia, zoofilia, necrofilia e outras abominações semelhantes.

Diante de um quadro tão grotesco e estarrecedor, a Palavra de Deus impõe-nos o padrão monogâmico, heterossexual e indissolúvel como a vontade original do Criador para o matrimônio (1Co 7.1,2).

1.2. O princípio da heterossexualidade. Nas Escrituras, Deus definiu para o casamento o princípio da união heterossexual: um homem e uma mulher unidos para sempre sob as bênçãos divinas.

Quando Gênesis 2.24 estabelece o princípio monogâmico e heterossexual, o texto identifica o homem que deixa a casa do pai e da mãe, para unir-se à sua mulher, tornando-se “ambos uma só carne”. Ao lado da monogamia, a heterossexualidade é o princípio inegociável em qualquer tempo ou lugar. Entretanto, cabe aqui uma advertência bíblica e séria: esses dois princípios só sustentam o casamento se forem vividos sob a égide do verdadeiro e sacrifical amor de ambos os cônjuges (Mt 22.37-40; cf. Ef 5.22-25). Por isso, lute por seu amor; ame o seu cônjuge; renove os votos matrimoniais periodicamente.

2. A prioridade da família.
A igreja local deve incentivar a mordomia da família de forma constante e efetiva. O cristão precisa ter as prioridades corretas da vida. Normalmente, há muitos crentes e, até mesmo pastores, que priorizam a seguinte ordem: a) Deus; b) igreja; c) esposa; e d) filhos. Qual o equívoco dessa ordem de prioridades?

Biblicamente, o crente deve priorizar (1) Deus; (2) sua própria vida; (3) seu cônjuge; (4) seus filhos; (5) e a igreja local. Ora, alguém poderá indagar: Mas a Bíblia não diz que devemos priorizar o Reino de Deus? (Mt 6.33). Sim, é verdade. Entretanto, dentro da economia divina, há uma hierarquia muita clara para que a mordomia com a família seja plenamente atendida.

A Palavra de Deus diz que se alguém não cuida de sua família não se encontra preparado para liderar a Igreja de Cristo (1Tm 3.4,5). É muito triste quando o obreiro encontra-se empenhado em ganhar outras famílias para Cristo, mas perde sua própria casa por falta de atenção, zelo e amor (1Tm 5.8).

3. O relacionamento entre pais e filhos.
Na mordomia da família, alguns cuidados devem ser tomados a fim de que os filhos sejam criados na “doutrina e admoestação do Senhor” (Ef 6.4). Eles são herança e galardão de Deus (Sl 127.3). Como sacerdotes do lar, os pais devem realizar o culto doméstico. É muito importante priorizar esse momento para instruir os filhos na Palavra de Deus. Além de zelo espiritual, os pais devem ser exemplos de amor conjugal, paternal e maternal.

SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
“A monogamia foi instituída pelo Criador, porém a poligamia foi criada pelos homens. O primeiro polígamo da história foi Lameque (Gn 4.19). A declaração bíblica ‘e apegar-se-á à sua mulher’ (Gn 2.24) fala da monogamia, isto é, o princípio do casamento de um homem com uma única mulher e vice-versa. […] O Novo Testamento restabeleceu o princípio monogâmico original da criação (Mt 19.5; 1Co 7.2; 1Tm 3.2).

Jesus disse que, se uma mulher casada for de outro homem, comete adultério contra o seu marido, se ele estiver vivo; e da mesma forma o marido, se for de outra mulher, comete adultério contra a sua mulher, se ela estiver viva (Mc 10.11,12). Jesus foi mais profundo, cortando o mal pela raiz, pela causa, e não pelo efeito. Ele declarou: ‘Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar já em seu coração cometeu adultério com ela’ (Mt 5.27,28). É verdade que nem sempre podemos impedir que as aves pousem em nossa cabeça, mas podemos impedir que ali façam ninhos. Ninguém está livre de ser sobressaltado por pensamentos pecaminosos, mas qualquer cristão pode perfeitamente impedir que esses pensamentos sejam cultivados (Cl 3.1-5)” (SOARES, Esequias. Casamento, Divórcio & Sexo à Luz da Bíblia. RJ: CPAD, 2011, pp.16,17).

III. A FAMÍLIA CRISTÃ SOB ATAQUE

1. O ataque do Estado materialista.
De um modo geral, os países são governados por homens materialistas e indiferentes ao bem comum. Muitos governantes tornam-se agentes do Diabo, visando a destruição da família e da Igreja de Cristo.

Por essa razão, temos de usar estratégias poderosas para vencer os ataques do Maligno: a valorização da Palavra de Deus no lar, o culto doméstico, a leitura de boa e comprovada literatura cristã e a constante vigilância e prática da oração. Que a Palavra de Deus norteie o nosso lar (Dt 11.18-21)!

2. O ataque da famigerada Ideologia de Gênero.
Engenheiros sociais modernos trabalham pela desconstrução da família criada por Deus. Karl Marx, um dos teóricos fundadores da doutrina comunista, disse que a família deveria ser abolida.

Dessa forma, o Diabo usa a “famigerada ideologia de gênero” para abolir os princípios que Deus estabeleceu para a família. Segundo essa diabólica ideologia, ninguém nasce com sexo determinado. A criança não nasce macho nem fêmea, pois ela “se torna homem ou mulher” por meio da construção social. Assim, quem constrói o sexo masculino e feminino é a sociedade. Esse é o maior ataque aos princípios de Deus para a família e para a identidade natural da pessoa (Gn 1.27,28).

3. Um ataque a Deus e à ciência.
Ao ensinar que ninguém nasce “homem” ou “mulher”, os engenheiros sociais procuram destruir a identidade natural e biológica do ser humano. E também ignoram por completo que Deus criou o “homem” e a “mulher” (Gn 1.26,27).

Essa teoria, além de ser um ataque frontal a Deus, também é uma violência à Ciência. A Biologia define uma pessoa masculina por causa de seu aparelho reprodutor masculino. Ou seja, há hormônios masculinos, marcadores biológicos e cromossomos igualmente masculinos. Assim também dá-se em relação à mulher, pois ela é definida por causa de seu aparelho reprodutor feminino. Logo, ela tem hormônios femininos, sua genética possui os cromossomos XX que marcam a identidade feminina. Tais conhecimentos são elementares e estão ao alcance de todos, facultando à família cristã rebater seguramente esse pensamento.

SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ

“Como realmente influenciar a sociedade

A esse respeito, criar filhos — não a política, não a sala de aula, não o laboratório, nem mesmo o púlpito — é o lugar da maior influência. Supor o contrário é ser cativo da ilusão secular atrofiada. Devemos entender que é através da família cristã que a graça de Deus, uma visão de Deus, os erros do mundo e um caráter cristão são mais poderosamente transmitidos.

No Antigo Testamento, quando Deus escolheu guiar o seu povo, a Bíblia repetidamente indica que Ele procurou uma pessoa (veja Is 50.2,10; 59.16; 63.5; Jr 5.1; Ez 22.30). Um único indivíduo santificado pode fazer toda a diferença neste mundo. Não devemos sucumbir à matemática enganosa do pensamento mundano, que considera que a dedicação da vida de uma pessoa a umas poucas pessoas que não são amplamente conhecidas no mundo (no caso, os membros de nossa família) seja um desperdício escandaloso de seu potencial. Pais, não abandonem o seu lugar de influência. […] Acredite” (HUGHES, Barbara; Kent. Disciplinas da Família Cristã. RJ: CPAD, 2006, p.20).

CONCLUSÃO
Só há uma maneira de preservar a família da destruição espiritual e moral dos tempos atuais: criando-a de acordo com a Lei de Deus. Noé salvou sua família da destruição porque a criou segundo a Palavra de Deus (Gn 7.1). Josué também tomou posição ao lado de Deus com a sua família. Diante dos desvios do povo, sua declaração é solene e exemplar: “escolhei hoje a quem sirvais: […] porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15).

PARA REFLETIR
A respeito de “A Mordomia da Família” responda:

O que Deus instituiu antes da família?
Antes de estabelecer a família, Deus instituiu o casamento.

O que o Livro de Gênesis relata?
O livro de Gênesis relata que a partir do homem e da mulher. Deus estabeleceu a família.

Cite os dois princípios que regem o casamento cristão.
O princípio da monogamia e o princípio da heterossexualidade.

Segundo a lição, qual a ordem de prioridade do crente?
(1) Deus; (2) crente; (3) cônjuge; (4) filhos; (5) igreja.

Na mordomia da família cristã, quais estratégias poderosas devem ser usadas pela família para vencer os ataques do mal?

A valorização da Palavra de Deus no lar; momentos devocionais em família, principalmente, no culto doméstico; ler boas literaturas cristãs.

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

A MORDOMIA DA FAMÍLIA
A família é a primeira instituição criada por Deus e, por isso, devemos zelar por ela amorosamente. Esse é o enfoque da lição desta semana. Tudo, do ponto de vista pedagógico, deve girar em torno dessa proposta. No contexto em que vivemos, de uma cultura intelectual completamente contrária aos valores da família, é muito importante essa conscientização.

Resumo da lição
Para esclarecer mais a proposta descrita acima, a presente lição está assim estruturada: 1) A família no Plano de Deus; 2) A Mordomia da Família; 3) A Família sob Ataque. Assim, o primeiro tópico busca destacar que Deus estabeleceu o casamento e, como consequência, a família; o segundo explica os princípios que regem o casamento cristão: o da monogamia e o da heterossexualidade; e, finalmente, o terceiro tópico faz uma radiografia do ataque contra a família por intermédio de um Estado materialista e pela ideologia de gênero.

Aprofundamento do estudo
O assunto da ideologia de gênero sempre volta aos lugares de destaques. Há muitos interesses políticos e intelectuais acerca do assunto. Entretanto, a nossa sugestão é que você pesquise de maneira rigorosa sobre o assunto. Para isso, sugerimos uma pesquisa de especialistas, talvez a mais completa já divulgada no Brasil, pelo veículo de comunicação impressa Gazeta do Povo. O documento está disponível no seguinte endereço: Especiais Gazeta do Povo - Ideologia de Gênero.

O estudo é impressionante. Revela um dado acachapante acerca da disforia de gênero em crianças (DG) — a condição psicológica em que as crianças sentem uma incongruência nítida entre o gênero que sentem ter e o gênero associado ao seu sexo biológico: “Na imensa maioria dos casos em que isso ocorre na criança pré-adolescente, a DG se resolve até o final da adolescência”. Para ratificar essa informação com um caso concreto, leia a reportagem “Fui a primeira pessoa ‘não-binária’ dos Estados Unidos. Era tudo uma farsa”, publicada pela Gazeta do Povo (você encontra facilmente na internet). A matéria escancara a farsa por trás da agenda da ideologia de gênero.

Aplicação da lição
Após fazer sua exposição, mostre o quanto é importante não perdermos a consciência da família como uma instituição modelo criada por Deus. Deixe claro o caos que a relação humana se torna quando não se respeita as diretrizes divinas para essa instituição.

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sexta-feira, 19 de julho de 2019

AVISO

INFORMO A TODOS OS AMADOS PROFESSORES E ALUNOS DE ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL, QUE O CLUBE DA TEOLOGIA RETORNARÁ AOS POUCOS, CONFORME A SITUAÇÃO PERMITIR À PUBLICAÇÃO DOS ESBOÇOS DAS LIÇÕES DA BETEL, CPAD E CENTRAL GOSPEL

INICIAREMOS COM A EDITORA BETEL E A MEDIDA QUE FORMOS CONSEGUINDO TEMPO E RECURSOS PASSAREMOS ÀS OUTRAS.

SOLICITO AOS AMADOS IRMÃOS QUE INVISTAM NO CLUBE DA TEOLOGIA, CLICANDO NOS ANÚNCIOS OU SENDO COLABORADOR DESSA OBRA FAZENDO UM CONTADO DIRETO COM O EDITOR, EMAIL: licks1996@gmail.com

Pr MARCOS ANDRÉ - EDITOR 

AVISO - Conteúdos para a Lição 3 da Escola Dominical

CONTEÚDOS PARA PARA A LIÇÃO 3 DAS PRINCIPAIS REVISTAS DA EBD:

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quinta-feira, 18 de julho de 2019

ESCOLA DOMINICAL BETEL CONECTAR - Lição 3

O DEUS JUSTO
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Versículo do dia
"A tua justiça é uma justiça eterna, e a tua lei é a verdade.", Sl 119.142

Para impactar 
Ser justo é um atributo do Deus Trino, pois sempre terá o equilíbrio exato em suas ações, a imparcialidade necessária, e a sentença correta para com a humanidade.

Textos de Referência.
Sl 71.15-17

Introdução
Trataremos nesta lição sobre a justiça de Deus, buscando entender que Deus é amor, mas também tem juízo e justiça para apresentar à humanidade. E, como Deus é Santo, sua justiça é exata e perfeita.

#pontochave
A justiça de Deus é infalível, pois ela é harmonizada com outros atributos de Deus, isso significa que a sua justiça está ligada a sua santidade, a sua Onisciência, a sua Onipotência e a sua Onipresença, e principalmente ligada a imutabilidade de sua Palavra.

1. O QUE É SER JUSTO
Ser justo significa proceder ou julgar com retidão, tratar de forma correta e com integridade.

1.1 A justiça de Deus
Ser justo está na natureza perfeita de Deus, Ele não aceita influência, não age por impulso, não se engana, Ele apenas faz o que é perfeitamente correto.
A Bíblia relata em Gênesis 18 a partir do versículo 19 que Deus estava recebendo um grande clamor contra Sodoma e Gomorra, porque o pecado naquele lugar estava crescendo muito. Diante desse clamor, Deus demonstra sua justiça perfeita:
"Descerei agora, e verei se com efeito têm praticado segundo o seu clamor, que é vindo até mim; e se não, sabê-lo-ei.", Gn 18.21Deus sempre pratica sua justiça imparcialmente e com retidão.

1.2. Uma justiça harmônica
A justiça de Deus é infalível, pois ela é harmonizada com outros atributos de Deus, isso significa que a sua justiça está ligada a sua santidade, a sua Onisciência, a sua Onipotência e a sua Onipresença, e principalmente ligada a imutabilidade de sua Palavra.
Diante disso, é possível entender como Deus julgará algumas situações, já que nunca decidirá de forma contrária a sua própria Palavra.
Um exemplo simples é a consequência para os atos do justo e do ímpio, dentro de seus próprios critérios.
"O justo nunca jamais será abalado, mas os perversos não habitarão a terra.", Pv 10.30

 #pararefletireadorar
"Deus é justo de modo tão severo e inflexível para com o pecado como se nunca tivesse perdoado a iniquidade; não obstante, Ele perdoa os pecadores mediante Cristo Jesus tão generosa e plenamente como se nunca tivesse punido uma transgressão". Charles Spurgeon
   
2. UMA JUSTIÇA COM EQUIDADE
"E regrarei o juízo pela linha, e a justiça pelo prumo, e a saraiva varrerá o refúgio da mentira, e as águas cobrirão o esconderijo.", Is 28.17

2.1. Entendendo a equidade
A palavra equidade se origina do latim "aequitas", e tem como significado, igualdade, conformidade, retidão e imparcialidade.
Quando falamos que Deus é justo, e que julga com equidade, significa que o Senhor tem o equilíbrio necessário para julgar com uma balança perfeitamente exata, retribuindo a cada um o que realmente é de direito diante das ações feitas no decorrer da vida.
"Mas, segundo a tua dureza e teu coração impenitente, entesouras ira para ti no dia da ira e da manifestação do juízo de Deus;
O qual recompensará cada um segundo as suas obras.", Rm 2.5-6
"Ser justo está na natureza perfeita de Deus,"

2.2. O Senhor não falha
"O Senhor é justo no meio dela; ele não comete iniqüidade; cada manhã traz o seu juízo à luz; nunca falta; mas o perverso não conhece a vergonha.", Sf 3.5Deus jamais falhou e jamais falhará em suas decisões, tudo quanto Ele faz é com perfeição.
Mas vem a pergunta: Se tudo que Deus faz é perfeito e sem falhas, foi justo criar o homem que é um ser cheio de erros, isto não foi um equívoco?
A resposta é: Claro que não!
Deus criou o homem de forma perfeita, e sem pecados, e essa perfeição se retrata na condição de ter feito o ser humano com um intelecto capaz de tomar decisões próprias, porque fora disso, seria um Deus, cuidando de marionetes.
Devido as decisões do próprio homem, ele decidiu se afastar de Deus, porém Deus não vê isso como falha, pois ele sabe que o homem pode se voltar para ele, e se tornar um verdadeiro adorador, através de Cristo enviado pelo próprio Pai.

3. UMA JUSTIÇA PERFEITA
"Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.", Mt 5.48
3.1. Deus é perfeito
Outro atributo de Deus é a perfeição, Ele não erra, não mente, não peca e, principalmente, jamais deixará de ser santo.
E, se no todo Ele é perfeito, devemos dizer que a sua justiça também é perfeita.
Muitas pessoas acham que Deus não reage a maldade no tempo certo, que ele permite os homens maus na terra, trazendo a falsa sensação de que Ele não está no controle. A Lei da semeadura é a prova indiscutível de sua justiça perfeita, pois o que o homem semeia é o que vai colher. E, se muita gente acha que fulano morreu, e não colheu toda maldade que fez na terra, não se preocupe, há um dia específico marcado por Deus, o qual encerrará todas as pendências humanas, chamado dia do juízo.
"Mas o Senhor está assentado perpetuamente; já preparou o seu tribunal para julgar.
Ele mesmo julgará o mundo com justiça; exercerá juízo sobre povos com retidão.", Sl 9.7-8

Conclusão
A justiça de Deus nos mostra que nada passa despercebido diante dEle, e que, no momento em que Ele achar oportunidade, julgará cada ação do ser humano, de forma perfeita e imparcial.

#aprendeu
1. O que é ser justo?
2. O que significa equidade? 
3. Fale uma prova da justiça perfeita de Deus?

Fonte: Revista Betel Conectar

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ATUALIFDADE GOSPEL - Após aumento de suicídios, Netflix altera cena em “13 Reasons Why”



Série foi criticada por romantizar cena de suicídio na 1ª temporada.
 
A polêmica cena de suicídio do episódio final da 1ª temporada de “13 Reasons Why” foi alterada, segundo anunciou a Netflix através do Twitter.

A romantização do suicídio foi criticada por especialistas, que apontaram através de estudos que houve crescimento no número de adolescentes americanos tirando a própria vida desde o lançamento da série.

“Nós ouvimos de muitos jovens que ’13 Reasons Why’ encorajou-os a falar sobre assuntos difíceis como depressão e suicídio, e a procurar ajuda, pela primeira vez. Nos preparando para lançar a terceira temporada este ano, nós estivemos cientes do debate em relação à série. Seguindo o conselho de experts médicos, incluindo a Dra. Christine Moutier, médica chefe da Fundação Americana para Prevenção do Suicídio, decidimos, com o criador Brian Yorkey e os produtores, cortar a cena em que Hannah tira sua própria vida na 1ª temporada”, anunciaram.

A cena, exibida no fim da primeira temporada, quando a protagonista tira a própria vida em uma banheira, cortando os próprios pulsos, foi analisada por diversos especialistas, que consideraram como sendo um incentivo ao suicídio.

Na nova versão, disponível na plataforma, Hannah apenas aparece se olhando no espelho antes de entrar na banheira, depois sua mãe descobre o corpo da jovem. A série foi lançada em março de 2017, abordando questões referentes ao bullying.

Em 2018 uma segunda temporada foi lançada, também tratando sobre o tema. Agora uma terceira deverá ser lançada ainda em 2019. A empresa de streaming havia prometido analisar os dados das pesquisas e consultar especialistas sobre as questões abordadas na série.

Uma pesquisa feita pelo Nationwide Children’s Hospital, da Columbus, Ohio (EUA), mostrou que nove meses após o lançamento da série foram registrados 195 suicídios entre jovens a mais da média registrada nos anos anteriores.
 
Michel Caceres
 
Fonte: Gospel Prime