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sábado, 18 de agosto de 2018

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL - Subsídio da Lição 8

AULA EM___DE______DE 2018 – LIÇÃO 8
(Revista: Central Gospel - nº 55)

Tema: Acabe, Um Rei Manipulável e Idólatra

Texto Bíblico Básico: 1 Reis 16.29-33

Texto áureo: Jeremias 23.13
 _________________________________________
 PALAVRA INTRODUTÓRIA
- Professor(a), nesta lição convém lembrar sempre que o reino se dividiu em dois e por isso havia reino do Norte chamado de Israel e reino do Sul chamado de Judá.
"Infelizmente Acabe conseguiu ser um regente ainda pior que Onri", a história de Acabe é com certeza a mais conhecida de todos os reis do reino do Norte, principalmente por causa de sua esposa Jesabel.
"pois institucionalizou o culto a Baal", quer dizer que tornou o culto a esse ídolo como algo legal e obrigatório em Israel.
_______________________________________________
1. JEZABEL E SUAS ASTÚCIAS MALIGNAS
"pois Jezabel era filha de um rei-sacerdote fenício", era filha de um rei que professava uma religião pagã e por ser filha ela era também sacerdotisa dessa divindade pagã.
"Após unir-se a Acabe, ela dominou-o por completo", talvez tenha sido esse o maior erro de Acabe, era dominado por Jesabel, chega-se a pensar que Jesabel era quem governava de fato e não Acabe.

1.1. A obstinação de Jezabel em matar os profetas
- "Jezabel estava determinada em eliminar o culto a Jeová em Israel", não era possível cultuar a outras divindades em Israel, pois a maior pregação dos profetas e sacerdotes de Deus é contra a idolatria e o culto pagão, dessa forma normalmente haveria atrito entre Jesabel e o povo de Deus. Até hoje é impossível ao crente servir a dois senhores, como vemos em outras religiões.
"cem homens tementes a Deus foram preservados naquele tempo", estes cem eram profetas de Deus que falavam em nome do Senhor, mas o Senhor declarou ainda que havia 7 mil remanescentes em Israel que não cultuavam a Baal. 1 Rs 19.18

1.2. O culto a Baal
- "o culto a Baal servia-lhe de atrativo", nesse ponto é interessante perguntar se algum aluno sabe por que o culto a Baal atraía tanto os israelitas?
A resposta é que o culto a Baal era marcado pela libertinagem e orgias, enquanto o culto a Deus era pela santidade, e qual dos dois atrai mais?

2. ELIAS VERSUS BAAL
- "que significa o Senhor Jeová é Deus", o nome Elias por si só, já era uma forma de protesto contra a idolatria pagã.
"A partir da oração de Elias, Jeová não permitiu que caísse orvalho ou chuvas", Deus deu a Elias uma autoridade tremenda, ele ficou conhecido como o profeta do fogo, pois o seu ministério está envolto em eventos acerca do fogo.

2.1. O perturbador de Israel
- "era chamado pelo rei Acabe de perturbador de Israel", na verdade Elias perturbava a Acabe, o rei via em Elias o poder de Deus operando e com certeza isso o enchia de dúvidas, essa é a principal perturbação na vida de um ímpio como Acabe, ele sabe que está errado, mas está aprisionado aos seus sentimentos e às pessoas que os influenciam.

2.1.1. Os falsos profetas contra Elias no monte Carmelo
- "convocou a nação israelita a decidir a quem serviria", a expressão que ficou marcada nessa ocasião e que é usada até os dias atuais é essa:
"Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos?"1 Rs 18.21a
Deus quer que cada um tome a sua decisão, pois o que fica em cima do muro está em situação pior que ímpio.


2.1.2. E há de ser que o deus que responder por fogo esse será Deus (1 Rs 18.24)
- "O desbaratamento dos profetas de Baal", se refere à morte de 850 profetas das divindades pagãs de uma só vez, o povo fez isso após declarar "Só o Senhor é Deus!"

3. O VINHEDO DE NABOTE
- "a Lei proibia a transação", Nabote se recusou a vender a vinha, pois vendê-la implicaria em vender também a terra, e a terra era herança entregue por Deus às famílias e isso era regulado pela Lei de Moisés, Nabote foi muito sábio e corajoso.

3.1. As artimanhas de Jezabel
- "Os nobres e as autoridades da cidade seguiram todas as instruções da rainha", Jesabel de fato era mais temida que Acabe, ela era quem governava em lugar dele, embora Acabe  fosse o que era, ele ainda temia um pouco ao Senhor, por isso achou que jamais poderia se apossar daquela vinha, mas Jesabel não tinha qualquer temor a Deus e por isso armou uma armadilha para matar Nabote.
Devemos ter o devido cuidado para não nos aliar com aqueles que não temem a Deus, pois são capazes de coisas horrendas.

3.2. O juízo do Senhor sobre Acabe e sua casa
- "teve de ouvir as palavras duras de punição, as quais se cumpriram de forma literal", note que todas essas maldições foram decretadas após a morte da família de Nabote, Deus tolerava Acabe e sua esposa pagã, mas ao tocar numa família o Senhor não teve mais tolerância.
"Devorarei os seus descendentes e eliminarei da sua família todos os do sexo masculino", seria o mesmo que dizer: "eliminarei a tua semente", dessa forma a memória de Acabe seria apagada de Israel e isso era terrível para um rei.

Conclusão
- "mas também podemos escolher enfrentar com Deus (e em Deus) os desafios", Deus não se agrada de quem vai pela cabeça dos outros, que tem opinião própria, que é influenciável facilmente, como Acabe.
Deus gosta de ver um crente firme no propósito e em suas convicções.
Faça uma revisão e corrija a atividade proposta.

Pr Marcos André


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ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 8


AULA EM 19 DE AGOSTO 2018 - LIÇÃO 8
(Revista CPAD)

Tema: A sobriedade na obra de Deus
Texto Áureo: Lv 10.3

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição demonstre para os alunos o perque devemos nos abster de bebida forte nos dias atuais.
"podemos concluir que ambos estavam embriagados", é uma possibilidade eles estarem embriagados, mas não sei se podemos concluir isso, pois o texto não afirma que eles estavam e pela referência mencionada não é possível ter uma base clara. Além do mais, por que razão seria omitido do texto a embriagues deles? Se não foi omitida a embriagues de Noé, nem a ira de Moisés, tão pouco seria omitido esse especto do pecado de Nadabe e Abiú. Alguns teólogos como eu (Pr Marcos André), não concordam que devemos concluir que foi a bebida que os levou a apresentar fogo estranho no santo lugar, essa é somente uma possibilidade.
"O ministro cristão tem de ser um exemplo de temperança, sobriedade e domínio próprio", este é o principal motivo pelo qual não bebemo bebida algum,  não é um motivo meramente religioso ou espiritual, mas também cultural.

I – O VINHO NA HISTÓRIA SAGRADA

1. A embriaguez de Noé.
- " bebeu-o até embriagar-se", isso .é um contra argumento para aqueles que inventam ideias de que no Antigo Testamento o vinho não embebedava, alguns chegam a afirmar que era apenas suco de uva.
"foi capaz de transtornar até mesmo um dos três homens mais piedosos", isso mostra como o álcool altera os sentidos das pessoas, por isso nas festas onde tem álcool ocorrem brigas com mais frequência.

2. A devassidão das filhas de Ló.
- "tiveram relações com o próprio pai, gerando dois povos iníquos", o pecado que elas cometeram foi o incesto, que na etimologia da palavra vem da expressão "dentro do cesto", se referindo à relacionamento amoroso dentro da família, geraram dois povos: "Amom e Moabe"
"E a primogênita deu à luz um filho, e chamou-lhe Moabe; este é o pai dos moabitas até ao dia de hoje.E a menor também deu à luz um filho, e chamou-lhe Ben-Ami; este é o pai dos filhos de Amom até o dia de hoje." Gn 19.37-38

- "Quem se entrega ao vinho está sujeito a dissoluções como essa", os sentimentos mais bizarros que o ser humano controla acabam se aflorando, pois o álcool faz com que a pessoa perca o controle de suas emoções.

3. O vinho como instrumento de corrupção.
- "embriagou-o, e induziu-o a deitar-se com a esposa adúltera", nesse caso Davi só usou a bebida para acrescentar mais pecado ao que ele já vinha cometendo. Alguns até hoje usam a bebida dessa forma, já com o desejo de acrescentar mais pecados ao que já possui.

II – O VINHO NO OFÍCIO DIVINO

1. No Antigo Testamento.
- "faziam-lhe também a libação de um quarto de him", a libação era o ato de derramar a bebida em terra diante do altar. Dessa forma se usava a bebida forte, o him era uma unidade de medida para líquidos que correspondia a seis litros e dois decilitros.
"Esta passagem deve ser aplicada também aos crentes de hoje", é coerente afirmar isso, pois os que ministram no altar de Deus nas igrejas locais devem estar com seus sentimentos e lucidez plenos diante do Senhor.

2. No Novo Testamento.
...

3. Advertência quanto ao uso do vinho.
- "apresentaram fogo estranho no altar divino", só para relembrar, esse fogo estranho pode ser inferido que foi um fogo aceso fora do Tabernáculo.
"o Senhor proibiu incisivamente, a partir daquele momento, a ingestão de vinho", por conta disso muitos acreditam que foi por esse motivo que eles teriam levado o fogo estranho, ressaltamos que isso é uma possibilidade. 

III. MINISTROS CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO

1. Recomendações aos ministros.
- "não podia ser um homem escravizado pelo vinho", embora não haja a proibição para as pessoas de consumirem bebida alcoólica, vemos que há proibição de ser viciado em bebidas, veja como foi tratado por Paulo:
"Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;" 1 Tm 3.3
O não dado ao vinho aqui significa que a pessoa não poderia ser preso pelo vício do álcool.

2. Recomendações à Igreja.
- "Ela diz respeito, também, a toda a Igreja", hoje todo crente salvo deve ser considerado um sacerdote de si mesmo e sacerdote na sua parentela, por isso todos devem observar a conduta quanto ao vinho.
"é algo sério que tem ocasionado graves transtornos à Igreja", existem hoje nas igrejas muitas famílias feridas e que sonham em ter seus chefes livres do vício da bebida e muitos pais de família que perderam tudo inclusive seus lares, empregos, dignidade e salvação. Por isso não aceitamos que os homens de Deus tomem bebida alcoólica nem uma gota sequer.

3. Ministros usados pelo Espírito Santo.

CONCLUSÃO
- "fujamos das bebidas alcoólicas e de outros vícios igualmente graves", nesses outros vícios podemos incluir o das drogas, dos jogos eletrônicos, redes sociais, pornografia, etc.
Faça a revisão.
Corrija o questionário.


Pr Marcos André

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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

ESCOLA DOMINICAL CENTRAL GOSPEL - Conteúdo da Lição 8

Acabe, Um Rei Manipulável e Idólatra
___/___/____


TEXTO BÍBLICO BÁSICO

1 Reis 16.29-33
29 - E Acabe, fi lho de Onri, começou a reinar sobre Israel no ano trigésimo oitavo de Asa, rei de Judá; e reinou Acabe, fi lho de Onri, sobre Israel em Samaria, vinte e dois anos.
30 - E fez Acabe, fi lho de Onri, o que era mal aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele.
31 - E sucedeu que (como se fora coisa leve andar nos pecados de Jeroboão, filho de Nebate), ainda tomou por mulher a Jezabel, fi lha de Etbaal, rei dos sidônios; e foi, e serviu a Baal, e se encurvou diante dele.
32 - E levantou um altar a Baal, na casa de Baal que edificara em Samaria.
33 - Também Acabe fez um bosque, de maneira que Acabe fez muito mais para irritar ao SENHOR, Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele.

1 Reis 18.22-24
22 - Então, disse Elias ao povo: Só eu fiquei por profeta do SENHOR, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta homens.
23 - Deem-se-nos, pois, dois bezerros, e eles escolham para si um dos bezerros, e o dividam em pedaços, e o ponham sobre a lenha, porém não lhe metam fogo, e eu prepararei o outro bezerro, e o porei sobre a lenha, e não lhe meterei fogo.
24 - Então, invocai o nome do vosso deus, e eu invocarei o nome do SENHOR;
e há de ser que o deus que responder por fogo esse será Deus. E todo o povo respondeu e disse: É boa esta palavra.

TEXTO ÁUREO
Nos profetas de Samaria, bem vi eu loucura: profetizaram da parte de Baal e fizeram errar o meu povo de Israel. Jeremias 23.13

ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS
Caro professor, converse com sua classe sobre as dificuldades encontradas pelos profetas que conviveram com os reis, tanto os de Israel quanto os de Judá: como eles se comportaram ante os soberanos maus e bons; e o tipo de tratamento que receberam dos monarcas tementes a Deus e dos desobedientes.
Basta lembrar que os profetas surgiram, coincidentemente, com a monarquia: enquanto o rei era responsável pela política e os assuntos militares, o profeta era como a voz de Deus na sociedade israelita. Os profetas agiam como porta-vozes de Deus, fazendo os líderes religiosos, os reis e o povo prestarem contas a Ele (MELLISH, K. J. Central Gospel, 2015, p. 48).
Peça a cada aluno para falar sobre um profeta, dentro do conjunto de leis históricas contidas nos livros dos Reis e Crônicas de Israel. Essa tarefa deverá ser realizada em casa e, depois, comentada em classe.
Boa aula!

Palavra introdutória
Nesta lição, discorreremos sobre a vida de Acabe, sexto rei de Israel. Vale ressaltar que seu pai, Onri, fez o que era mal aos olhos do Senhor (1 Rs 16.25), tendo iniciado sua dinastia após uma sangrenta guerra civil em Israel.
Infelizmente Acabe conseguiu ser um regente ainda pior que Onri: E fez Acabe, filho de Onri, o que era mal aos olhos do SENHOR, mais do que todos os que foram antes dele (1 Rs 16.30), pois institucionalizou o culto a Baal, permitindo-se ser manipulado por sua mulher, Jezabel, a astuta e sanguinária princesa de Sidom.
Este filho de Onri foi um dos mais corruptos e débeis soberanos do Reino do Norte, suscitando mais intensamente a ira de Jeová do que os anteriores governantes de Israel (1 Rs16.28-33).

1. JEZABEL E SUAS ASTÚCIAS MALIGNAS 
O rei Acabe, quando decidiu casar-se com a filha de Etbaal, cometeu grande erro (1 Rs 16.31), pois Jezabel era filha de um rei-sacerdote fenício. Ao casar-se com Acabe, ela consequentemente passou a ser rainha de Israel. Ressalte-se que, nos tempos de Acabe, as cidades fenícias Tiro e Sidom estavam
unificadas, e encontravam-se sob o governo de Etbaal; por esse motivo, no texto bíblico, o monarca aparece como rei de Sidom (1 Rs 16.31), e, em alguns registros históricos, como rei de Tiro (MALAFAIA, S. Central Gospel, 2015, p. 68).
Jezabel, além de profundamente incrédula, era incansável em realizar o mal. Após unir-se a Acabe, ela dominou-o por completo.O autor sagrado é assertivo; disse ele: Porém ninguém fora como Acabe, que se vendera para fazer o que o SENHOR reprova, porque Jezabel, sua mulher, o incitava (1 Rs 21.25). O rastro deixado por essa mulher na História de Israel atravessou a narrativa bíblica: no Novo Testamento, ela é referida como símbolo de idolatria, desvio da verdade, prostituição e impertinência (Ap 2.20-23).
Pela influência negativa de Jezabel, o culto a Baal foi instituído em Israel. Por intermédio da rainha, 850 profetas pagãos eram sustentados à custa do Estado (450 profetas de Baal e 400 profetas de Aserá; conf. 1 Rs 18.19).

1.1. A obstinação de Jezabel em matar os profetas
Além de introduzir um culto pagão no Reino do Norte, Jezabel estava determinada em eliminar o culto a Jeová em Israel. Assim, para prevalecer contra os profetas do Senhor, ela mandava matá-los.
Narra o texto bíblico que Obadias, um oficial responsável pelo palácio de Acabe, temente ao Senhor, protegeu-os nesta ocasião (1 Rs 18.3-16). Apesar da matança comandada por Jezabel, cem homens tementes a Deus foram preservados naquele tempo de apostasia extrema (1 Rs 18.4,13); contudo, muitos outros foram mortos por sua fidelidade ao Senhor (1 Rs 19.14).

1.2. O culto a Baal 
Israel sempre se inclinou à idolatria; o culto a Baal servia-lhe de atrativo (Jz 2.11; 3.7). Em diversos episódios da história sagrada, nota-se que o paganismo foi tanto um empecilho quanto uma armadilha para o povo da Aliança.
Apesar de o culto a Baal ter-se intensificado na época de Acabe, por intermédio de Jezabel, sabe-se que, desde o período dos juízes, essa divindade já existia em Canaã e, em alguns momentos, ela era cultuada pelos israelitas. Esse triste fato deveu-se à desobediência dos hebreus, que não eliminaram
completamente seus moradores quando conquistaram a Terra Prometida (Jz 2.11-13,17,19; 3.5-7; 6.25) (MALAFAIA, S. Central Gospel, 2015, p. 68).
Segundo Alex Varughese (p. 120), os cananeus acreditavam em um mito cíclico, que contemplava os seguintes ingredientes:
(1) a seca e a fome, ou até mesmo a falta de produtividade da terra, estariam associadas à prisão de Baal no mundo dos mortos; e (2) as chuvas e a fertilidade, por sua vez, estariam relacionadas à libertação de Baal desse submundo (Aserá, mulher de Baal, seria a responsável por sua soltura).

TIPOS DE BAALINS ADORADOS POR ISRAEL
NOMES
CARACTERÍSTICAS
REF. BÍBLICA
Baal-Peor
Divindade de Moabe, em cuja liturgia cúltica estava presente a perversão sexual. Por incentivo de Balaão, Israel pecou e foi punido com a morte de seus adoradores.
Nm 25.3; Dt 4.3
Baal-Berite
Divindade cananeia, adorada em Siquém, conhecida como deus do pacto (entre ela e o povo). Conhecida também como El-Berite (deus do pacto).
Jz 8.33; 9.4
Baal-Zebube
Divindade filisteia, adorada por Acazias e confrontada pelo profeta Elias (Belzebu no Novo Testamento [Mt 10.25,27]). Chamada de senhor das moscas ou do lixo.
2 Rs 1.2-6,16

2. ELIAS VERSUS BAAL
A fim de confrontar o Reino do Norte, Deus levantou Elias — que significa o Senhor Jeová é Deus — como voz profética durante o período de grande apostasia.
A partir da oração de Elias, Jeová não permitiu que caísse orvalho ou chuvas sobre a terra durante três anos e meio (1 Rs 17.1; Tg 5.17). A seca era resultante da desobediência de Israel (Dt 28.23,24).

2.1. O perturbador de Israel
O profeta Elias era chamado pelo rei Acabe de perturbador de Israel (1 Rs 18.17); a resposta do profeta a essa provocação foi esta:
Eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do SENHOR e seguistes os baalins (1 Rs 18.18).

2.1.1. Os falsos profetas contra Elias no monte Carmelo
Conforme bem destacou Pr. Samuel Malafaia, depois de três anos, a seca já havia abalado as convicções idólatras de parte do povo, mas Baal ainda era adorado, e seus sacerdotes temidos pelos moradores do Norte. Elias, então, desafiou 450 profetas de Baal e 400 de Aserá, sugerindo um confronto entre a divindade cananeia e Jeová no monte Carmelo; ao mesmo tempo, convocou a nação israelita a decidir a quem serviria (1 Rs 18.19): Baal, que nada fez pelos seus devotos, ou o Todo-poderoso Senhor, que cerrou os céus e traria novamente as chuvas, depois que o povo se arrependesse (Dt 28.12) (Central Gospel, 2015, p.70).

2.1.2. E há de ser que o deus que responder por fogo esse será Deus (1 Rs 18.24)
Naquele monte, Jeová revelou-se poderosamente, expondo a insensatez implicada na adoração a outras divindades (1 Rs 18.20-40).
O desbaratamento dos profetas de Baal e a retomada do ciclo da Natureza, em forma de chuvas (1 Rs 18.43-45) — que impediram o flagelo irreversível da terra —, conduziram o povo a um avivamento (1 Rs 18.39). lamentavelmente passageiro, pois, já no capítulo seguinte, o autor sagrado dá nos ciência de que Elias foi obrigado a fugir para preservar sua vida das ameaças de Jezabel (1 Rs 19.1-9)

3. O VINHEDO DE NABOTE
Acabe tentou comprar um seleto vinhedo que ficava nas proximidades de seu palácio; essa propriedade pertencia a um homem de Jezreel chamado Nabote (1 Rs 21.1-19). O jezreelita recusou a oferta do rei; entretanto, mesmo se ele quisesse vender ou trocar as terras de sua herança, a Lei proibia a transação (Lv 25.23; Nm 36.7; Ez 46.18).
Jezabel, sendo informada da recusa de Nabote, disse ao mimado rei que ele deveria alegrar-se, pois logo viria a possuir aquela propriedade (1 Rs 21.7).

Para Elias, o problema não
era necessariamente a
recusa do povo em servir
a Deus, mas o fato de que
o coração das pessoas
estava dividido entre o
Senhor e Baal. Então, o
profeta desafiou Israel: Se
o SENHOR é Deus, segui-o;
e, se Baal, segui-o (1 Rs
18.21) (VARUGHESE, A.
Central Gospel,
2006, p. 147).

3.1. As artimanhas de Jezabel
A rainha escreveu cartas em nome de Acabe, pôs nelas o selo real e enviou-as às autoridades civis de
Jezreel. Nessas cartas, Jezabel — como se fora Acabe — ordenou que os nobres da cidade de Nabote convocassem cidadãos jezreelitas ao jejum e à oração.
Nessa ocasião, Nobote deveria ser colocado em um lugar de destaque entre o povo para, ali, ser acusado por duas testemunhas falsas (1 Rs 21.8,9). As testemunhas diriam, diante do povo reunido, que Nabote amaldiçoara tanto a Deus quanto ao rei (1 Rs 21.10 NVI)— a fanática adoradora de Baal soube apelar à Lei Mosaica para obter dois depoimentos enganosos contra o acusado (Lv 24.16; Dt 17.6).
Os nobres e as autoridades da cidade seguiram todas as instruções da rainha (1 Rs 21.4-14); assim, Nabote e seus filhos foram apedrejados até a morte (2 Rs 9.26), e Acabe apossou-se de seu vinhedo (1 Rs 21.15,16).

3.2. O juízo do Senhor sobre Acabe e sua casa
Deus, o justo juiz, ordenou que Elias fosse ao vinhedo de Nabote confrontar Acabe e lançar maldição dos céus sobre sua casa (1 Rs 21.17-19,21-24). Acabe, que chamou Elias de inimigo (1 Rs 21.20), muito irado e provavelmente terrificado, teve de ouvir as palavras duras de punição, as quais se cumpriram de forma literal. Observe.
  • No local onde os cães lamberam o sangue de Nabote, lamberão também o seu sangue (compare 1 Rs 21.19 NVI com 1 Rs 22.38,39).
  • Devorarei os seus descendentes e eliminarei da sua família todos os do sexo masculino em Israel (compare 1 Rs 21.21 NVI com 2 Rs 1.2,17 [morte de Acazias, seu filho mais velho]; e 2 Rs 9.24 [morte de Jorão, seu filho mais novo]).
  • Acerca de Jezabel, o Senhor diz: ‘Os cães devorarão Jezabel junto ao muro de Jezreel’ (compare 1 Rs 21.23 NVI com 2 Rs 9.30-36].
Ao ouvir essas terríveis
profecias vaticinadas
por Elias, o rei Acabe
humilhou-se, obtendo
de Deus a dispensa
para não ver seus filhos
sendo mortos. Todavia,
esse arrependimento
foi apenas temporário e
superficial (1 Rs 21.27-29)
(WILLMINGTON, H. L. Central
Gospel, 2015, p. 172).

Conclusão.
Acabe foi punido em razão dos seus erros: a falta de arrependimento; a submissão às vontades de sua esposa, Jezabel, e a crescente idolatria.
Aprendamos com Acabe: podemos permitir que alguém faça escolhas e tome decisões por nós (1 Rs 21.25), mas também podemos escolher enfrentar com Deus (e em Deus) os desafios que se nos interpõem. Os editores do Novo Comentário Bíblico do Antigo Testamento, a respeito de Acabe,apropriadamente destacaram: o soberano do Norte pôde, às vezes, mostrar coragem (1 Rs 22.34,35) e, até mesmo, verdadeira humildade diante de Deus (1 Rs 21.29). Infelizmente, ele nunca teve um verdadeiro relacionamento espiritual com Deus (RADMACHER; ALLEN; HOUSE. Central Gospel, 2010a, p. 591).
Saibamos, pois, fazer a melhor escolha.

ATIVIDADE PARA FIXAÇÃO

1. Por que Acabe é considerado o pior rei de Israel?
R.: Porque institucionalizou a idolatria no Reino do Norte, por meio do culto a Baal (1 Rs 18.18) — observe-se que, nos tempos do profeta Miqueias, o culto a Baal foi-se fortalecendo, e, novamente, os pecados da casa de Acabe foram lembrados e condenados (Mq 6.16).


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ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da Lição 8



AULA EM 19 DE AGOSTO DE 2018 - LIÇÃO 8
(Revista Editora Betel)

Tema: Conquistando a Terra Prometida
Texto Áureo: Js 3.5

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nessa lição tente extrair os ensinamentos para os dias de hoje a fim de encorajar os nossos líderes hoje.
"Educado por Deus no deserto, o povo amadureceu", aprenderam como Deus trabalha, como agradar a Deus, ainda que eles enfrentariam pela frente novos problemas com a idolatria dominante na terra de Canaã, pois a cada etapa vencida em nossa vida temos uma mais difícil pela frente.

1. Deus levanta um novo líder
- "Josué foi vocacionado para guiar a nação", Deus conhece o potencial de cada um, Ele sabe se alguém é mais propenso para liderar uma batalha ou se é para legislar. Por isso Jesus prepara os discípulos, mas para falar aos reis e autoridades Ele chama a Paulo.

1.1. Conhecendo um pouco de Josué
- "quando jovem teve a oportunidade de conviver e ajudar o líder", o meio onde nos integramos nos ajuda a definir nosso futuro, Josué andou com o líder Moisés e se tornou um grande líder. Aqueles que andam com pessoas vivem a toa, perdendo tempo em redes sociais, que não estudam e não se esforçam, se tornarão iguais a eles.
" Ele e Calebe foram os únicos...que saíram do Egito e entraram na Terra Prometida", os únicos dos 12 espias que manifestaram a fé e acreditaram que poderiam tomar aquela terra.

1.2. O preparo de Josué
- "Josué foi forjado na olaria divina",olaria é o local onde se trabalha o barro para se fazer vazou ou tijolos e oleiro é o que fabrica esse material. Assim Deus nos molda como um oleiro. Quando o Senhor nos coloca num cargo de grande relevância a ficha demora um pouco a cair, pois nunca imaginamos que o Senhor nos levaria tão longe.
"soube esperar e confiar na provisão de Deus", ele não se apressou como vemos alguns hoje que mal aprendem algo sobre teologia e se declaram conferencistas e saem por aí pregando, muitas vezes sem nenhuma experiência.

1.3. Deus encoraja Josué
"substituir um líder do calibre de Moisés", há um temor de não conseguir a mesma confiança dos liderados, e isso ocorre nos dias atuais quando somos designados pelo pastor para assumir um departamento onde todos amam o líder atual e muitas vezes esse líder é muito capacitado.
"viu Deus pelas costas", essa foi a maior experiência que alguém já teve com Deus em toda a história da humanidade e o próprio Senhor declarava que falava com Moisés face a face. Dt 34.10
"Deus fala com Josué e anima-o", sempre diante de alguma grande missão ou chamado, o Senhor reforça nossa fé, dando novas experiências e nos mostrando como cuida de nós.

2. A travessia do Jordão


2.1. Josué prepara o povo para atravessar o Jordão
- "Era uma força combatente muito mais eficaz que a tímida turba de escravos", quando o povo saiu do Egito não tinha conhecimento nenhum de combate, mas depois de algumas batalhas no deserto já eram chamados pelo escritor de homens de guerra e de valentes, assim é a evolução dos que servem a Jesus, no início são escravos recém libertos, depois passam a ser valentes do Senhor, soldados de Jeová.
"sem personalidade", eles não eram nação e nem tinham o comportamento de servos de Deus, mas após a caminhada de quarenta anos no deserto eles já tinham as características de povo do Senhor.
"Deus havia levantado uma nova geração", esses forma os filhos dos hebreus que nasceram no deserto ao longo de quarenta anos, enquanto iam morrendo os velhos que haviam saído do Egito.

2.2. Josué e os dois espias
- "Como bom estrategista que era, enviou dois espias", porque dessa vez ele envia dois e não doze como fez Moisés?  Moisés agindo de forma ritualística escolheu doze espias, um de cada tribo. Mas Josué escolha apenas dois por agir de forma estratégica, por isso ele escolhe somente dois, que estavam na mesma visão, tanto foi que puderam fazer um acordo com Raabe.
"Em nossa luta contra o inimigo, não devemos ignorar suas táticas", devemos ser mais estrategista de Deus, conhecendo as artimanhas de Satanás e combatendo contra ele, e ser menos político.

2.3. Um caminho no meio do Jordão
- "quando os pés dos que carregavam a arca se molharam", dessa vez não houve dúvida, Josué já sabia exatamente o que fazer, mandou que a Arca fosse na frente, mostrando que apenas pela presença de Deus seria aberto o Rio Jordão. Essa é a melhor estratégia fazer com que Deus seja adorado com nossas conquistas.

3. As conquistas de uma nação

3.1. A destruição de Jericó
- "Deus também estabelece que a vitória viria de forma sobrenatural", Deus estava agora introduzindo Seu povo numa terra ímpia e era necessário demonstrar o poder de Deus e não o poder do povo, assim devemos agir, mostrar sempre  poder de Deus diante de todos ao nosso redor pelas conquistas que conseguimos na vida. 
"e o muro da cidade cairá abaixo, e o povo subirá por ele, cada um em frente de si", isso aconteceu e até hoje alguns teólogos liberais tentam bolar teorias para explicar de forma científica como ocorreu esse grande prodígio, tentando diminuir o poder de Deus nessa milagre.

3.2. A primeira batalha contra Ai
- "Israel perdeu essa batalha devido ao pecado de Acã", Deus mais uma vez tirou da batalha o foco na estratégia e colocou na força do Senhor e dessa vez baseado na santidade. Pela estratégia mandaram um efetivo pequeno para combater em Ai, mas o Senhor mostrou a eles que não é pela estratégia, mas sim pela comunhão com Ele.

3.3. O pecado de Acã e suas consequências
- "Deus lhe disse que havia anátema no meio no povo e que deveria haver santificação", o anátema era o despojo de Jericó que Deus mandou que fosse separado para a destruição, então ninguém deveria guardar nada que tivesse destinado a ser destruído. Isso ainda se aplica nos dias atuais de forma espiritual.
"e o total extermínio da família de Acã e seus pertences", essa situação demonstra o perigo que é esconder o erro em sua casa, a família sofre com as consequências futuras disso.

Conclusão
Faça a revisão dos pontos mais importantes.
Corrija o questionário.


Pr Marcos André

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PR Marcos André - Editor

terça-feira, 14 de agosto de 2018

ESCOLA DOMINICAL BETEL CONECTAR - Conteúdo da Lição 8

A MORTE DE CRISTO
___/ ___/ ______


Versículo do dia

E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.", Lc 23.46


Para impactar
O propósito da morte de Cristo é muito mais sublime do que as pessoas imagina, através da morte dEle, recebemos a vida, o perdão e a salvação.

Textos de Referência.
Lc 23.44-48

Introdução
A morte de Jesus, como fato histórico, foi o momento mais triste de toda a trajetória humana, mas como projeto de Deus, foi o momento mais sublime que o ser humano pôde contemplar. O Deus eterno morre como homem, para que o homem não morra eternamente.

#pontochave
“A morte do Senhor Jesus, foi a expiação perfeita, pois ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”

1. SUA MORTE NOS TROUXE EXPIAÇÃO
"E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.", Hb 9.22

1.1 Entendendo a expiação

Segundo o dicionário, expiar significa remir a culpa, ou seja, tornar-se livre da culpa.
Quando Deus trouxe instruções ao Seu povo, dentre elas estava a necessidade do sangue de um cordeiro para expiar os pecados das pessoas.

"Também cada dia prepararás um novilho por sacrifício pelo pecado para as expiações, e purificarás o altar, fazendo expiação sobre ele; e o ungirás para santificá-lo.", Êx 29.36


1.2. O sangue do Cordeiro 
No passado, para que houvesse expiação do pecado, era necessário que o cordeiro sem mácula e sem defeitos fosse sacrificado, e através de seu sangue houvesse remissão.
A morte do Senhor Jesus foi a expiação perfeita, pois ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29). Este sangue derramado na cruz tem poder atemporal de perdoar pecados. Ele remiu os que já haviam morrido na esperança, os que criam em Jesus em seu tempo e aqueles que o aceitam nos dias de hoje.

"Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.", Is 53.7
Paulo escreve em sua cartas aos Efésios:
"E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.", Ef 5.2


#pararefletireadorar
"Se o esforço humano tivesse conseguido uma só vez reproduzir santidade, então Jesus Cristo teria morrido em vão"
Russel Shedd

2. ELE NOS RECONCILIOU
"Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida." Rm 5.10

2.1. Entendendo o que é reconciliação

Segundo o dicionário, reconciliação significa: Estabelecer a paz entre inimigos ou adversários, tornar amigo, fazer as pazes.
Quando o homem adere ao sistema imoral e pecaminoso que o mundo oferece, ele se torna inimigo de Deus. Veja o que diz o livro de Tiago:
"Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." Tg 4.4

"A morte do Senhor Jesus na cruz do calvário, foi o passaporte para a vida eterna"

Nossa atitude pecaminosa nos torna ofensores, e o Deus Todo-Poderoso, em ofendido. A cruz de Cristo mediou esta relação, pois perdoou nossos pecados, aproximando-nos novamente do Pai.


2.2. Uma reconciliação completa
A atitude do Senhor Jesus em morrer na cruz, não trouxe a reconciliação apenas entre Deus e o homem, mas também fez com que os homens se reconciliassem entre si, confiando que cada cristão deve ter em sua boca a palavra de reconciliação.
"E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.", 2Co 5.18-19

3. ELE NOS JUSTIFICOU

"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.", Rm 3.23-24

3.1. Entendendo a justificação
Justificação significa tornar algo justo, legítimo ou aceitável.
A atitude de Jesus em morrer por nós trouxe uma justificação diante de Deus, Ele nos declarou livres do pecado, e assim nos tornou justos diante do Pai.
"Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos.", Rm 5.19

3.2. Está consumado
Definitivamente a morte de Jesus foi fundamental para o objetivo de restauração da humanidade. Quando Cristo, pendurado na cruz do calvário, disse: Está consumado, ele estava afirmando que o projeto de salvação da humanidade havia sido bem sucedido, pois a morte não pode detê-lo.
"Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?", 1Co 15.55

Conclusão.
A morte do Senhor Jesus na cruz do calvário foi o passaporte para a vida eterna, pois a humanidade caminhava a passos largos  para a perdição, porém a atitude de se doar, de entregar a sua própria vida em favor da nossa, só poderia partir de um Deus amoroso e misericordioso.
"Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?", Rm 8.32

#aprendeu

1. Para que houvesse expiação de pecado, no passado, o que era necessário?

2. A morte de Jesus na cruz trouxe apenas a reconciliação entre Deus e o homem?

3. Quando Cristo disse: "Está consumado". O que ele estava afirmando?


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