segunda-feira, 6 de julho de 2020

ESCOLA DOMINICAL BETEL - Lição 2


As adversidades geram oportunidades
12 de Julho de 2020


Texto Áureo
"E o SENHOR estava com José, e foi homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio.", Gênesis 39.2

Verdade Aplicada
Uma íntima comunhão com Deus faz a diferença no enfrentamento das crises desta vida.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Gênesis 37
19. E disseram um ao outro: Eis lá vem o sonhador-mor!
20. Vinde, pois, agora, e matemo-lo, e lancemo-lo numa destas covas, e diremos: Uma fera o comeu; e veremos que será dos seus sonhos.
23. E aconteceu que, chegando José a seus irmãos, tiraram de José a sua túnica, a túnica de várias cores, que trazia.
24. E tomaram-no, e lançaram-no na cova; porém a cova estava vazia, não havia água nela.
28. Passando, pois, os mercadores midianitas, tiraram e alçaram a José da cova, e venderam José por vinte moedas de prata, aos ismaelitas, os quais levaram José ao Egito.

Introdução
Mesmo vivenciando tantas aflições, José não abriu mão de sua fé e confiança em Deus, que estava com ele a todo o momento. Todas as adversidades enfrentadas contribuiriam para cumprimento do plano divino.

1. A inveja dos irmãos de José
O que dizer da fidelidade e da exímia postura comportamental de José. Diante de sua postura, o sentimento de inveja foi gerado nos corações de seus irmãos, o que culminou em um plano maligno, que o distanciou do amor de seu pai e do aconchego de seu lar.

1.1. A crise na família.
A postura de José no seio familiar, a preferência de Jacó e os sonhos que contava à família, chamou a atenção de seus irmãos. Sofrer nas mãos de estranhos dói, mas nas mãos de irmãos dói profundamente. Afinal, quem não tem problemas na família? Na família de Jacó tinha inveja, mentira, traição, engano, ciúme etc. As maiores brigas familiares e, até mesmo crises passionais, são movidos por sentimentos dessa natureza. Jacó cometeu o erro de apreciar um filho mais do que os outros e isto trouxe sérios problemas para a sua família. 

1.2. A inveja não pode te parar.
A inveja pode aparecer numa família, quando os pais dão preferência a um de seus filhos. Jacó provocou este sentimento em sua família, demonstrando preferência por José. A inveja culminou-se em aversão a José por parte de seus irmãos. O invejoso possui um sentimento egocêntrico, pois só se sente bem quando é o centro das atenções. Este sentimento pode se transformar facilmente em furor [1 Sm 18.7-8]. A inveja pode causar grandes problemas familiares, inclusive levar o indivíduo a querer a morte do seu próprio irmão [Gn 4.4-8; 1 Jo 3.11-12].

1.3. Seus adversários irão tentar fazer você parar.
Não é novidade que quando uma pessoa busca aprofundar seu relacionamento com Deus e desfruta de bênçãos, surge a possibilidade de ser alvo de inveja. Muitos tentarão te parar só por causa daquilo que você é ou tem. A inveja dos irmãos de José era tanta que eles lhe tiraram a túnica de várias cores presenteada por seu amado pai [Gn 37.3]. Em suas maldades, lançaram José em uma cova [Gn 37.24]. Não satisfeitos, venderam-no como escravo [Gn 37.28]. Diante de tantas afrontas José nos mostra que, quando estamos firmados em Deus, é possível vencer, apesar de atos levianos contra nós [Sl 27.1-3].

2. A traição dos irmãos de José
A história do jovem José encanta a muitos por causa da sua entrega total ao Senhor. Vimos que o relacionamento entre José e Jacó, seu pai, incomodava os seus irmãos. Diante disso, José recebeu um duro golpe: foi tirado do seio familiar, indo parar em uma terra estrangeira, o que lhe acarretaria crises profundas.

2.1. Primeira crise: afastado de quem amava.
A palavra traição pode ser definida como deslealdade, desapontamento da expectativa de alguém, distanciamento, engano, infidelidade. Podemos dizer, então, que toda traição envolve mentira. José havia ido buscar notícias de seus irmãos, quando é avistado por eles, que, movidos pelo ódio, traçaram um plano maligno contra ele [Gn 37.18]. A primeira intenção era matá-lo. Porém, nada nem ninguém pode impedir os planos de Deus para nossa vida. Aconselhados por Rúben, numa tentativa de livrar José, os demais irmãos lançaram-no numa cova [Gn 37.24]. Num ambiente impregnado de maldade, os irmãos de José venderam-no para uma companhia de ismaelitas que ia para o Egito. A dor da traição de seus irmãos só não era maior que a dor da saudade que iria sentir de seu amado pai. Contudo a relação harmoniosa entre Deus e José fez com que ele não esmorecesse diante da dor.

2.2. Segunda crise: acusado injustamente.
Os comerciantes ismaelitas levaram José juntamente com outros escravos para ser vendido aos egípcios. Neste período José tinha dezessete anos [Gn 37.2]. José foi comprado por Potifar, a fim de que lhe service como escravo. Como é importante termos intimidade com Deus, pois, mesmo sendo escravo em terra estranha, a presença do Eterno estava com José. E nós sabemos que a presença de Deus incomoda Satanás. José não havia sido eliminado por seus irmãos, então Satanás procurou envergonha-lo através da carne. Para persuadi-lo, o inimigo usou a mulher de Potifar para lhe atrair com palavras impuras. Contudo, José era íntegro e possuía temor a Deus [Gn 39.9; 42.18]. A recusa de José não agradou a mulher de Potifar, que fez uso da mentira para prejudicá-lo. José foi tentado na sua sexualidade, mas a sua fé não lhe permitiu romper sua comunhão com Deus. Por sua fidelidade a Deus, José foi parar na prisão.

2.3. Terceira crise: esquecido por todos.
Após interpretar os sonhos de dois presos e ambos se cumprirem integralmente, José precisou esperar por muito tempo até que o copeiro-mor se lembra-se dele. Cabe enfatizar aqui que José foi traído por seus irmãos, caluniado pela mulher de Potifar, condenado a prisão e esquecido por todos. Porém, Deus não havia se esquecido dele e na hora certa iria exaltá-lo.

3. Fé em meio às injustiças
José tinha a presença de Deus sobre sua vida. Observamos isto nas revelações do Espírito Santo ao longo de sua trajetória, através dos sonhos, mostrando o que havia projetado para José no futuro [Gn 50.19-20]. O segredo da vitória de José foi seu relacionamento com Deus.

3.1. Quando honramos a Deus, somos por Ele honrados.
Assim como José, se nossa fé estiver no Senhor, caminharemos em direção à vitória. José passou anos na prisão, sem resposta por tamanho sofrimento. Nunca é demais lembrar que Deus envia dois presos que serviam diretamente ao rei, para cumprir o plano que tinha na vida de José. O copeiro-mor e padeiro-mor, que estavam sob sua responsabilidade, tiveram sonhos. Eles contam os sonhos a José, que os interpreta. Após ajuda, José solicita ao copeiro que faz menção dele ao Faraó [Gn 40.14]. Mas o copeiro-mor esqueceu-se de José. Como é ruim a ingratidão! Então, Faraó tem um sonho e ninguém consegue interpretá-lo [Gn 41.8]. Deus faz com o que o copeiro-mor traga a memória a pessoa de José, e prontamente diz ao Faraó que conhece um homem que poderia interpretar o sonho [Gn 41.9]. Na presença do rei, José interpreta o sonho de Faraó. Maravilhado, ele torna José governador do Egito.

3.2. Deus nunca se esqueceu de José.
A vida de José possui uma narrativa motivadora para todos os cristãos. No momento em que José estava esquecido por todos, Deus demonstrou Seu cuidado por ele [Is 49.15]. Deus sempre esteve trabalhando em favor de José [Is 64.4]. Tenhamos sempre a certeza de que, mesmo nas crises, o Senhor não se esquece de nós.

3.3. O segredo da vitória de José.
Tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus [Rm 8.28]. A inveja e traição de seus irmãos, a triste experiência de ter sido vendido como mercadoria, a caluniadora acusação da esposa de Potifar, anos de prisão, esquecimento do copeiro-mor, nada disso fez com que José desanimasse. Todas estas aflições fizeram José chegar ao fim de seus dias sem mágoas e crendo que Deus continuaria a levar adiante o Seu plano [Gn 50.24-25].

CONCLUSÃO
As Santas Escrituras descrevem com todo zelo, que, mesmo José sendo traído, vendido, injustiçado, aprisionado, ele nunca renunciou sua fé no Senhor. E após ser exaltado no Egito, não se esqueceu do plano divino.

Fonte: Revista Betel

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ESCOLA DOMINICAL CPAD ADULTOS - Lição 2


Despertamento espiritual — Um milagre
12 de Julho de 2020

TEXTO ÁUREO
“E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé” (Rm 13.11).

VERDADE PRÁTICA
O despertamento espiritual é uma consequência da submissão à vontade de Deus.

LEITURA DIÁRIA

Segunda — Sl 57.8
Despertando a vida de louvor

Terça — Pv 8.17
Despertando a vida de oração

Quarta — Is 50.4
Despertando para aprender

Quinta — 2Tm 1.6
Despertando o dom

Sexta — Is 51.9
Despertando para a peleja

Sábado — Rm 13.11
É hora de despertar

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Esdras 1.1-7; Neemias 1.1-3.

Esdras 1
1 — No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do SENHOR, por boca de Jeremias) despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo:
2 — Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra; e ele me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá.
3 — Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que é em Judá, e edifique a casa do SENHOR, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém.
4 — E todo aquele que ficar em alguns lugares em que andar peregrinando, os homens do seu lugar o ajudarão com prata, e com ouro, e com fazenda, e com gados, afora as dádivas voluntárias para a casa de Deus, que habita em Jerusalém.
5 — Então se levantaram os chefes dos pais de Judá e Benjamim e os sacerdotes e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a casa do SENHOR, que está em Jerusalém.
6 — E todos os que habitavam nos arredores lhes confortaram as mãos com objetos de prata, e com ouro, e com fazenda, e com gados, e com coisas preciosas, afora tudo o que voluntariamente se deu.
7 — Também o rei Ciro tirou os utensílios da Casa do SENHOR, que Nabucodonosor tinha trazido de Jerusalém e que tinha posto na casa de seus deuses.

Neemias 1
1 — As palavras de Neemias, filho de Hacalias. E sucedeu no mês de Quisleu, no ano vigésimo, estando eu em Susã, a fortaleza,
2 — Que veio Hanani, um de meus irmãos, ele e alguns de Judá; e perguntei-lhes pelos judeus que escaparam, e que restaram do cativeiro, e acerca de Jerusalém.
3 — E disseram-me: Os restantes, que restaram do cativeiro, lá na província estão em grande miséria e desprezo, e o muro de Jerusalém fendido, e as suas portas queimadas a fogo.

HINOS SUGERIDOS
387, 427 e 432 da Harpa Cristã.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
O decreto de Ciro já estava lacrado. Os judeus deveriam voltar à sua terra, reerguer os muros de Jerusalém e reconstruir o Santo Templo. No entanto, a tarefa parecia bastante difícil. A maioria dos judeus estava acomodada à vida na Babilônia e não estava disposta a voltar à terra de Israel para executar o plano de reconstrução. Somente o Espírito Santo poderia levantar homens necessários ao desempenho de semelhante tarefa.

Foi exatamente isso o que aconteceu. O Senhor suscitou homens que não se prendiam às coisas efêmeras desta vida, e cuja visão estava na redenção da linhagem de Israel.

É de um despertamento semelhante que tanto precisamos nesses tempos difíceis.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO
Nesta lição iremos ver a origem do despertamento espiritual e suas finalidades.

I. O DESPERTAMENTO ESPIRITUAL EMANA DO PRÓPRIO DEUS
“No primeiro ano de Ciro, […], despertou o Senhor o espírito de Ciro” (Ed 1.1). Deus despertou Daniel para orar pelo futuro de seu povo. Todavia, não foram as orações de Daniel e nem sua vida santificada que produziram o despertamento, mas foi o próprio Deus que fez o milagre do despertamento de Ciro (Is 26.12; 1Co 12.6). Deus usa instrumentos para cooperarem com Ele, mas o autor do despertamento é Ele mesmo.

Por isso, o despertamento é um mistério. As coisas humanas podem ser explicadas, previstas e calculadas. Mas a operação do Espírito Santo é diferente. Jesus disse: “O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito” (Jo 3.18). Nós, na verdade, podemos ver o resultado do despertamento, e até mesmo sentir a operação “das virtudes do século futuro” (Hb 6.5). Mas na verdade nada sabemos e nada entendemos do poder de Deus.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
“A Vontade de Deus
O conceito de ‘vontade’, quando aplicado a Deus na teologia e na Bíblia, nem sempre tem a mesma conotação. Ele pode denotar toda a sua natureza moral incluindo seus atributos, a faculdade de autodeterminação (Sl 115.3; Dn 4.35), um plano pré-determinado como no caso de um decreto (Ef 1.9,10; Ap 4.11 etc.), o poder para cumprir seus planos e propósitos (Pv 21.1; Rm 9.19; 2Cr 20.6), ou a regra da vida imposta sobre as criaturas racionais, isto é, a vontade objetiva de Deus, que se pode guardar (Mt 7.21; Jo 4.34; 7.17; Rm 12.2).

A vontade divina é a causa final de todas as coisas. Ela é absoluta e imutável (Sl 33.11), não condicionada por nada além de si mesma. Todas as coisas são sua consumação: a criação e a preservação (Sl 135.6; Jr 18.6; Ap 4.11); o governo (Pv 21.1; Dn 4.35); a eleição e a reprovação (Rm 9.15,16; Ef 1.5); a morte de Cristo (Lc 22.42; At 2.23); a salvação (Tg 1.18); a santificação (Fp 2.13); os sofrimentos dos santos (1Pe 3.17); a existência, o curso da vida e o fim do homem (At 18.21; Rm 15.32; Tg 4.15); e até mesmo os menores detalhes da vida (Mt 10.29).

Uma vez que todas as coisas encontram sua causa última na vontade de Deus, é usual distinguir entre os aspectos eficazes e permissivos da vontade de Deus. O aspecto eficaz da sua vontade é cumprido de forma causal ou ativa. Não é apenas aquilo que Deus consente, mas também aquilo que Ele deseja. Por outro lado, o aspecto permissivo da vontade divina é aquele que tem uma autorização para ocorrer através da intervenção não controlada de criaturas racionais. A vontade de Deus é revelada ao homem de várias maneiras: pela palavra falada (Êx 3.14-18; At 1.8); por meio de sonhos e visões (Gn 41.1-32; At 16.6-10); pelo mundo natural e pelos eventos históricos (Sl 89.9,10; Is 46.10,11; 53.10); no futuro reino de Deus (Ef 1.9,10); e pelas Sagradas Escrituras (cf. At 20.27; 1Pe 4.17,19)” (Dicionário Bíblico Wycliffe. RJ: CPAD, 2006. pp.2025,2026).

II. AS FINALIDADES DO DESPERTAMENTO

1. A restauração nacional de Israel.
Deus, quando quer realizar seus propósitos, pode incutir a sua vontade no espírito do homem. Foi assim que Ele fez com Ciro. Embora fosse rei de uma nação idólatra, Ciro foi despertado por Deus, o qual incutiu a Sua vontade no espírito dele, dominado pelas tradições e pela idolatria, a fim de que ele cumprisse os desígnios divinos relativos ao povo de Israel, conforme havia falado pela boca do profeta Isaías, cerca de 180 anos antes (Is 44.28; 45.1-6). Quando o propósito de Deus chegou ao conhecimento de Ciro, era um fato já aceito e aprovado por ele, e logo foi consumado. Assim, logo no início do seu reinado, Ciro proclamou um édito autorizando os judeus a retornarem a Jerusalém e edificarem a casa do Senhor “em Jerusalém, que é em Judá” (Ed 1.2). Começava, assim, uma restauração nacional do povo israelita.

2. A restauração espiritual de Israel.
Deus quer usar o homem como seu instrumento. Todavia, só são usados aqueles que cooperam com Deus, aqueles que seguem a orientação divina por livre-arbítrio. O homem é livre para obedecer, ou não, à orientação divina. Por isso, nem todos os que experimentam um despertamento adquirem o mesmo progresso espiritual, porque não abrem igualmente seu coração para Deus, a fim de obedecer, à risca, à orientação divina (Pv 23.26; Dt 6.5).

Durante o cativeiro, o povo israelita havia assimilado muitos dos costumes dos babilônicos, porém havia aprendido a lição concernente à vontade de Deus: não servir aos deuses das nações, não adorar os ídolos. Antes do exílio, Israel estava espiritualmente enfermo dos pés à cabeça (Is 1.2-6), mas agora havia sido curado da idolatria para sempre. Para Israel, o sofrimento resultou no despertamento, e este, na sua restauração espiritual. A finalidade principal de despertamento é sempre a restauração espiritual do povo de Deus.

Cada despertamento tem por objetivo principal a salvação e a restauração do homem. Encontramos sempre estes dois polos: A GRAÇA E O PECADO. O Espírito Santo está sempre pronto para convencer o mundo sobre “o pecado, a justiça e o juízo” (Jo 16.8,9). Vejamos:

a. O Espírito Santo é sempre intolerante com o pecado. O Espírito Santo convenceu Saulo de que havia pecado contra a pessoa de Jesus (At 9.4,5). Foi o Espírito Santo que convenceu de pecado a mulher samaritana (Jo 4.16-19) e fez Zaqueu confessar sua falta (Lc 19.8). O Espírito Santo torna manifesta as coisas más (Ef 5.13,14). O profeta de lábios impuros sentiu que perecia na presença da santidade de Deus (Is 6.5). O Espírito Santo faz com que os crentes andem na luz (1Jo 1.7).

b. Mas o Espírito Santo também aponta para Jesus como aquEle que perdoa e salva (1Jo 1.9; 2.1,2; Rm 3.25; 2Co 5.18-21). Este era o ensino nos dias dos apóstolos e deve continuar sendo nos dias de hoje, pois a Palavra de Deus não muda, e as nossas necessidades espirituais também não (At 13.38-41; 14.15-17; 17.26-31).

SUBSÍDIO HISTÓRICO
“A política de Ciro beneficiou sensivelmente os judeus exilados em Babilônia, pois Ciro conferiu a Yahweh o mesmo respeito dado a Marduque e a outras divindades. A consequência lógica de sua política foi o decreto que permitia aos judeus o retorno à sua terra. Somente em um templo restaurado em Jerusalém Yahweh poderia agir efetivamente como o Deus de Judá. Assim, em fiel obediência a Yahweh, Ciro decidiu repatriar o povo judeu. Providenciou autorizações para que eles voltassem e reconstruíssem a cidade e o templo para seu Deus” (MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 6ª Edição. RJ: CPAD, 2007, p.509).

III. DEUS CUMPRE AS SUAS PROMESSAS

1. A fidelidade de Deus em suas promessas.
Pelo despertamento que Ciro recebeu, Deus cumpriu literalmente a sua Palavra em relação ao retorno de Judá a sua terra (Jr 27.22), bem como a derrota da Babilônia diante do exército medo-persa, sob o comando de Ciro da Pérsia (Jr 25.12; Is 44.28; 45.2-6).

2. Deus renova suas promessas de bênçãos.
Em cada despertamento, Deus vivifica e renova suas promessas de bênçãos ao seu povo. O Espírito Santo revela as riquezas escondidas em Cristo, isto é, as riquezas de glória que Cristo ganhou na cruz do Calvário, para dar àqueles que O servem (Rm 9.23; Ef 1.18; 2.7; Fp 4.19; Cl 1.27).

O batismo no Espírito Santo é uma bênção que faz parte de uma nova vida com Cristo (At 2.38; cf. Hb 6.1-3). No despertamento que operava no tempo dos apóstolos, eles faziam questão de que todos os convertidos recebessem esta maravilhosa unção do alto (At 8.14-17; 19.1-6). Os dons espirituais também fazem parte das bênçãos que Jesus deseja dar por meio do despertamento (1Co 12.7-11). Deus ainda deseja despertar os corações para ter fé renovada na cura do corpo, também resultado da morte expiatória de Jesus (Is 53.3-5; Mt 8.14-17; Tg 5.14-17; Mc 16.17,18).

3. Deus renova a fé dos abatidos.
Pelo despertamento, Deus cria ambiente de fé, de expectativa e de oração. O despertamento nasceu da oração, e só poderá prosseguir se a chama da oração continuar acesa. No Antigo Testamento, o fogo do altar de incenso não se podia deixar apagar (Êx 30.7,8). Do mesmo modo, Deus quer que o fogo do Espírito Santo não se apague em nossos corações, mas, sim, que continue aceso, hoje, como no Dia de Pentecoste. Todavia, isso só se pode conseguir através da oração incessante, por parte de cada um de nós.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO
“Promessa

Embora se refira ocasionalmente à palavra do homem, o uso característico da palavra ‘promessa’ nas Escrituras relaciona-se com o que Deus declara que fará acontecer. Embora possamos inferir as promessas feitas entre o Pai e o Filho antes da criação, a primeira grande promessa de Deus aos homens está em Gênesis 3.15 e inaugura uma sucessão que, em uma crescente clareza de detalhes desde seu anúncio, fala sobre a vinda do Messias-Salvador. Uma grande variedade de promessas está mais ou menos ligada, de uma forma direta, a essa grande promessa central, inclusive a nova aliança (Jr 31.31-34), o derramamento do Espírito (Jl 2.28ss.), a restauração de Israel (Dt 30.1-5) e, finalmente, o novo céu e a nova terra (Is 65.17; 66.22).

Paulo demonstra que a ‘promessa de Deus’ tem a qualidade de uma aliança, porque cada palavra de Deus é segura e certa, livre do legalismo e da dependência do esforço do homem (por exemplo, Rm 4.13-16; Gl 3.16-18; cf. Hb 11.40)” (Dicionário Bíblico Wycliffe. RJ: CPAD, 2006, p.1611).

IV. O DESPERTAMENTO TORNA OS HOMENS OBEDIENTES À PALAVRA

1. O culto que foi restabelecido em Jerusalém foi exatamente aquele que a lei de Deus determinava (Ne 12.44-47).
Não foram introduzidas novas formas de culto, nem qualquer mistura de doutrinas babilônicas!

2. O despertamento dado pelo Espírito Santo faz com que os crentes desejem intensamente ser fiéis à Palavra de Deus.
Paulo escreveu: “Para que, em nós, aprendais a não ir além do que está escrito” (1Co 4.6). O crente despertado inclina-se a guardar os estatutos de Deus até o fim (Sl 119.112). E esta forma de proceder, esta atitude do crente, é uma das bases para a comunhão uns com os outros. “Companheiro sou de todos os que te temem, e dos que guardam os teus preceitos” (Sl 119.63).

SUBSÍDIO DOUTRINÁRIO
O que é um despertamento espiritual? Antes de mais nada, é um retorno à vontade de Deus. Todas as vezes que os crentes voltam aos princípios das Sagradas Escrituras, dá-se um despertamento espiritual. Foi assim nos tempos de Josias e na época de Esdras. E, o mesmo se verifica quando o povo de Deus, hoje, predispõe-se a executar as tarefas que o Senhor lhes entrega. Mas o que é necessário para se viver um grande despertamento espiritual?

Em primeiro lugar, é necessário se voltar às Sagradas Escrituras e esposar todos os seus princípios. Neste ponto, devem cair por terra as nossas conveniências e comodidades. Somente a vontade de Deus é que interessa. Notemos que o grande avivamento de Josias começou exatamente quando líderes do povo começaram a examinar detidamente as Sagradas Escrituras. Doutra forma, continuariam no mesmo marasmo.

Em segundo lugar, é necessário buscar com redobrado favor a presença de Cristo. Afirmou certa vez um teólogo que a história se cala acerca dos avivamentos que começaram sem oração. Quer nos tempos bíblicos, quer nos dias de hoje, não pode haver avivamento sem oração. É um pressuposto básico do qual não podemos fugir.

Em terceiro lugar, não podemos perder o nosso primeiro amor. A Igreja de Éfeso, por exemplo, sofria deste mal crônico. Exteriormente, não poderia haver igreja tão ortodoxa doutrinariamente como aquela. No entanto, estava longe do seu primeiro amor. E, se a força do nosso amor não corresponde aos primórdios da nossa fé, carecemos rogar as misericórdias do Senhor para que um novo despertamento espiritual venha renovar o nosso amor.

PARA REFLETIR
A respeito de “Despertamento Espiritual — Um milagre”, responda:

Em que ano o Senhor despertou o espírito de Ciro?
No primeiro ano do rei Ciro, da Pérsia.

De onde emanam os despertamentos espirituais?
Do próprio Deus.

Na obra do despertamento, quem Deus usa?
Aqueles que se colocam integralmente à disposição de Deus.

Como era o culto restabelecido em Jerusalém?
De acordo com a Lei de Deus.

O que o despertamento provoca no crente?
Leva os crentes da desejarem ser mais fiéis à Palavra de Deus.

Contatos Pr Marcos André: palestras, aulas e pregações: 48 998079439 (Claro e Whatisapp)

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domingo, 5 de julho de 2020

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sábado, 4 de julho de 2020

RESUMO EBD - Conteúdos para a Lição 1 - 3º Trimestre (BETEL, CPAD ADULTOS, JOVENS, CENTRAL GOSPEL)


CONTEÚDOS PARA PARA A LIÇÃO 1 DAS PRINCIPAIS REVISTAS DA EBD:

CLIQUE NA REVISTA QUE A TUA IGREJA UTILIZA:

BETEL
BETEL ESBOÇO
BETEL CONECTAR
CPAD ADULTOS
CPAD ESBOÇO
CPAD JOVENS - Indisponível
CENTRAL GOSPEL - Indisponível
CENTRAL GOSPEL ESBOÇO - Indisponível

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ESCOLA DOMINICAL CPAD ESBOÇO - Subsídio da Lição 1











EDITANDO

AULA EM 05 DE JUNHO 2020 - LIÇÃO 1
(Revista CPAD)

Tema: Daniel ora por um despertamento

Texto Áureo: Tg 5.16

INTRODUÇÃO
- Professor(a), nesta lição você vai mostrar a importância de se interceder e se preocupar com a política do país onde estamos residindo.
"resplandecem no meio de uma geração corrompida e perversa", essa é a lógica da santidade no Reino de Deus, estar separado estando ainda no mundo, trabalhando, estudando e vivendo no meio dessa sociedade. Estar no meio, mas não ser do meio.
"Daniel gozava de elevado conceito no reino da Babilônia", mostrando que é possível ser servo fiel e se destacar em sabedoria no meio de uma sociedade perversa.

I – DANIEL FOI DESPERTADO PARA ORAR

1. Daniel vivia uma vida consagrada a Deus.
- "Daniel não se misturou com o paganismo", das muitas muitas qualidades que se pode falar de Daniel, podemos destacar também a sua vida de gratidão, no seu livro afirma que ele orava três vezes ao dia, dando graças ao Senhor, o que não é comum para alguém no cativeiro.
"Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.", Dn 6.10
Assim como Daniel devemos dar graças a Deus, mesmo na atual situação de crise pela pandemia da COVID-19.

2. A estatura espiritual de Daniel capacitava-o para enfrentar verdadeiros combates em oração.
"o que significa perseverar firmemente em oração", Daniel orou e não viu a resposta, diante disso ele continuou orando todos os dias. Assim devem ser nossos propósitos de oração, ao não vermos a resposta devemos perseverar na súplica até o Senhor nos responder.
"sua própria vida, bem como a de seus amigos e a de todos os sábios da Babilônia", a oração de Daniel livrou até os ímpios, nos dando outro grande ensinamento: não há nada de errado orar pelos ímpios para Deus os livrar. Porém, de preferência devemos orar para que o Senhor os converta.

3. Coincidindo com o período de oração de Daniel, profundas mudanças estavam para acontecer na Babilônia.
- "Estando já embriagado, mandou trazer os vasos sagrados", era um costume da época humilhar os deuses dos povos conquistados, mas Belsazar não sabia que o Deus de Israel era o Senhor Todo-Poderoso.
"Naquela mesma noite, foi morto Belsazar", enquanto Belsazar festejava, uma guarnição medo-persa se infiltrava pelo rio Eufrates. Os persas desviaram as águas do Eufrates, o nível do rio baixou e os soldados puderam invadir silenciosamente pelo seu leito.

II. A RESPOSTA ÀS ORAÇÕES DE DANIEL

1. A Bíblia relata o que realmente aconteceu.
- "rei da Pérsia: O SENHOR, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra", o livro de Daniel mostra como Deus está no controle da política mundial, não há nada de errado eleger um governo não cristão evangélico, desde que esse governo seja temente a Deus.
"seja Deus com ele, e suba a Jerusalém, que é em Judá, e edifique a Casa do SENHOR", pela determinação de Ciro, subiu a Jerusalém com um grande grupo, Zorobabel que era da linhagem de Davi. Ele não podia ser rei, mas deveria governar a província de Jerusalém. 

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sexta-feira, 3 de julho de 2020

ESCOLA DOMINICAL BETEL ESBOÇO - Subsídio da lição 1


AULA EM 5 DE JULHO DE 2020 - LIÇÃO 1
(Revista Editora Betel)

Tema: Prosperando em meio às crises

Texto Áureo:
Gn 26.12

INTRODUÇÃO
- Professor(a), esta lição você pode aplicar para a situação atual de pandemia, onde muitos perderam seus empregos e outros perderam a vida e famílias dependem da bênção de Deus para se manterem.
- "A crise não pôde dominá-lo", convém lembrar que na época de Isaque não havia tantas oportunidades de empreendimentos como existem hoje. Atualmente é mais fácil prosperar financeiramente do que nos tempos antigos, para os mais inteligentes e trabalhadores é claro.

1. A pedagogia de Deus
"que sua descendência seria como as estrelas do céu", Abraão não tinha ideia da grandeza dessa promessa, hoje Abraão é reconhecidamente pai de dois grandes povos, judeus e árabes. Deus cumpriu rigorosamente Sua promessa.
"É preciso fé para crer que um senhor idoso, com o agravante da esterilidade", Abrão é o pai da fé, não pelo tamanho de sua fé, mas por ter sido o primeiro a possuir a fé num Deus invisível, em uma época em que os deuses eram numerosos e dispostos em imagens de escultura.
"Abraão (100 anos) e Sara (90 anos) foram pais de um menino", note que se passaram 20 anos até Abraão receber o cumprimento da promessa que Deus havia feito. Atualmente vivemos no tempo da rapidez, onde o mundo vive na correria e tudo é pra ontem, só que o nosso Deus não mudou, Ele ainda faz as coisas no Seu tempo e não no nosso.

1.1. Deus sempre proverá recursos.
- "que vá a terra de Moriá e lhe ofereça em sacrifício o seu único filho Isaque", convém lembrar que a terra de Moriá é onde está a cidade de Jerusalém, talvez na época de Abraão não existisse nenhuma cidade ali, mas na época de Josué havia uma cidade chamada Jebus naquele lugar.
"cumprindo sistematicamente as ordens do Senhor", sabemos que Abraão acreditava que Deus ressuscitaria Isaque, mesmo após ele ser queimado em sacrifício, por isso ele Abraão segue a ordem de Deus. Ele tinha fé na bondade de Deus.

1.2. Fé em meio a dor.
- "Abraão tinha plena certeza que existia uma esperança em meio ao caos", Deus queria despertar essa fé em Abraão, por isso faz ele passar por essa provação. A mesma fé Deus quer despertar em nós e por isso passamos por certas provações. A fé vai nos ajudar a tomar decisões sensatas em todas as situações difíceis da vida. Deus sabe disso e por isso nos conduz a certas crises que produzirão fé.
- "nos momentos de crise que a fé faz a diferença nas atitudes tomadas", a vida é formada por momentos de crise e tranquilidade, se não tivermos fé, nós e nossa família sucumbiremos nas crises. Por mais que a situação hoje esteja difícil por conta da pandemia que assolou o mundo, os que possuem fé em Deus, conseguem tomar atitudes sensatas que os farão prosperar, não só financeiramente, mas também espiritualmente.

1.3. Isaque conheceu o Deus da provisão.
- "A resposta de Abraão neste momento foi uma das maiores provas de fé", Abraão sem saber estava dando a maior profecia do Antigo Testamento. Ao dizer que Deus providenciaria um cordeiro, ele estava falando de acordo com o promessa feita lá no Éden, de que um nascido de mulher, pisaria a cabeça da serpente.
- "Mas era a hora de Isaque ter a sua experiência com Deus", nada melhor do que as situações práticas da vida para nos ensinar as grandes lições. Se a Bíblia é o livro de ensino sobre Deus e o mundo espiritual, então a vida é o grande laboratório de experiências.

2. A crise chega para Isaque

2.1. Deus te faz prosperar em meio às crises.
- "mesmo em meio à crise, ele seria próspero como Abraão", o trabalho de Isaque era mais de manter a riqueza que ele herdara de Abraão, pois manter é tão difícil quanto adquirir, ainda mais em tempos de dificuldades, como na época de Isaque e como nos tempos de pandemia em que vivemos hoje.
"a bênção que estava sobre Abraão agora estaria sobre o seu filho", até hoje os judeus tem prosperidade, dificilmente nós os vemos desempregados ou em apuros financeiros. Uma das práticas do povo judeu é a poupança, eles guardam parte de seus ganhos para as situações de crise.
Na segunda da guerra com a tristeza do holocausto, os judeus passaram a não investir nas regiões onde habitavam, talvez por medo de futuras crises, por isso ficaram com a fama de "pão duros" e avarentos.

2.2. Tomando decisões em meio às crises.
- "Nossas escolhas tem um grande peso em nossa vida", alguns filósofos afirmam que a nossa vida é definida por nossas escolhas, de fato tanto as pequenas como as grandes escolhas nos conduzirão aonde estaremos no futuro. Como grandes escolhas me refiro a casamento, noivado, compra de carro, casa, etc. São escolhas que envolvem altos valores financeiros e a vida dos outros, portanto não devem ser tomadas de qualquer maneira.
- "ara apreciar qual decisão iremos tomar", não creio que seja esse o motivo dos testes de Deus, pois não precisamos mostrar nada para Deus, pois Ele já sabe quais as decisões que vamos tomar. As provações servem para nos ensinar, para consolidar nossa fé diante do mundo, e humilhar Satanás.

2.3. Avaliação do cenário.
- "é semelhante a que passamos recentemente no mundo.", se referindo à COVID-19, convém lembrar que além da pandemia, existem outras crises que surgem ligadas a ela, como o desemprego, a perda de investimentos, a alta de preços, etc. Existem também as crises que não tem relação com a pandemia, mas acontecem, como a nuvem de gafanhotos na fronteira oeste do país e o ciclone em Santa Catarina.

3. Prosperidade em tempo de crise

3.1. A prosperidade em tempos de crise dependerá de sua atitude.
- "mesmo tendo bens, Isaque não parou de trabalhar", como dissemos anteriormente, Isaque precisava manter a riqueza da família e a partir do momento em que alguém deixa de trabalhar por estar abastado de bens, começa a perder o que conquistou.
"na hora da crise não devemos cruzar os braços", em momentos como o que vivemos é tempo de trabalhar com o que a tecnologia nos permite, como vendas, consultorias, canais de conteúdos, etc. Ao invés de ficar gravando TIC TOC e vídeos inúteis para entretenimento, os servos de Cristo podem desenvolver formas de conseguir dinheiro e até de evangelizar a partir das redes sociais.

3.2. As promessas de Deus são uma fonte de bênção inesgotável.
...

3.3. Mesmo em meio à crise, todos reconhecerão que Deus é contigo.
"presença de Deus já está dentro de nós", se referindo ao Espírito Santo no interior de servo de Cristo, as pessoas percebem essa presença. Até os que não tem visão espiritual notam a diferença pelas ações, postura e linguajar do servo do Senhor.
"gaste tempo em Sua companhia, cultive uma íntima amizade", o tempo é a chave da vitória. Nesse mundo de correria, o tempo melhor gasto é o que passamos com Deus, em oração, em adoração ou em meditação na Palavra.

CONCLUSÃO
- Faça a revisão
- Convide os alunos para a próxima aula, tema: As adversidades geram oportunidades

Pr Marcos André

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quarta-feira, 1 de julho de 2020

ESCOLA DOMINICAL BETEL CONECTAR - Lição 1


O ARREBATAMENTO DA IGREJA
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Versículo do dia
"Eis que venho sem demora: guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa", Ap 3.11

Verdade aplicada
O Arrebatamento será um marco, tanto para a igreja quanto para os perdidos.

Textos de Referência.
1 Ts 16.18

Introdução
O Arrebatamento da igreja é a maior promessa que temos. Jesus nos garantiu que nos levará para estar para sempre com Ele. Existem aproximadamente 265 citações acerca do Arrebatamento em todo o Novo Testamento. Preparemo-nos, pois o arrebatamento é uma realidade inconteste.

#pontochave
"O Arrebatamento foi pregado por Jesus, confirmado pelos apóstolos e deve ser esperado pela Igreja".

1. DEFININDO ARREBATAMENTO
A palavra "arrebatamento" deriva da palavra "raptus" (latim), que significa "tirado de súbito e com força". Encontramos também "harpazo", em grego, traduzido por "arrebatado, capturar ou dominar por meio da força". Outros dois termos usados é "parousia" pode ser traduzido como vinda ou presença; já a expressão "epiphneia"que significa aparição, resplendor ou manifestação, indicando a visibilidade do retorno de Cristo. O arrebatamento abrange apenas os salvos em Cristo.

1.1. Predito por Jesus
O arrebatamento foi um assunto amplamente difundido por Jesus nos Evangelhos. Cristo, por diversas vezes, nas parábolas e em Seu Sermão profético pontuou assuntos relacionados à Sua volta. Uma das maiores advertências que Ele deixou para os Seus discípulos foi a vigilância, pois aquele dia e hora ninguém sabe (Mc 13.32). Urge estarmos como as cinco virgens prudentes. 

1.2. Confirmado pelos discípulos
Dentro deste assunto da volta de Jesus, os discípulos de Cristo corroboram o que Ele falara através das pregações e ensinamento diante da igreja primitiva. Paulo, um dos maiores expoentes da fé cristã, diz que a volta de Jesus será como um ladrão de noite (1 Ts 5.2; em Rm 13.11). Paulo exorta os irmãos dizendo que a salvação agora está mais perto do que quando aceitamos a fé. João disse que já é a última hora (1 Jo 2.18), e para o escritor aos Hebreus "dentro de um poucochinho de tempo o que há de vir virá e não tardará", Hb 10.37. Pedro também chega a dizer que ainda que muitos achem que Jesus está demorando, Deus, entretanto, não retarda a Sua promessa. Além dos apóstolos falarem sobre a volta de Jesus, eles viviam todos os dias nesta expectativa.

Refletindo
"Os sinais da volta de Jesus anunciam para os salvos que, em breve, as trombetas tocarão". Cézar Roza

2. SINAIS DA VOLTA DE JESUS
No tacante a Sua volta, Jesus falou muitas coisas acerca daquilo que precederia este acontecimento. Uma das principais fontes é o Sermão profético.

2.1. Alguns sinais de Sua volta
Infelizmente muitos falsos profetas têm tentado, inutilmente, datar os eventos do arrebatamento, mas todos falharam em seu prognóstico. Jesus no sermão do Monte, elencou alguns sinais de Sua vinda, tais como:
A) o aparecimento de falsos cristos (Mt 24.5);
B) guerras e rumores de guerra (Mt 24.6);
C) fomes e terremotos em vários lugares (Mt 24.7);
D) falsos profetas surgindo e enganando a muitos (Mt 24.11);
E) o pecado aumentando e o amor se esfriando (Mt 24.12);
F) a profanação do sagrado (Mt 24.15).

2.2. A nação de Israel e o arrebatamento
Uma das frases mais conhecidas no meio escatológico é que Israel é o calendário de Deus. Em Mateus 24.32-34 percebemos a conexão dos acontecimentos de Israel como sinal da volta de Jesus. Vejamos o texto: "Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabeis que ele está próximo às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam ". "Esta geração" é a geração em cujo tempo acontecerão as guerras, as fomes, os terremotos e etc. Então, para a igreja o arrebatamento virá como salvação, mas para Israel iniciará um período de tratamento como o início da 70ª semana de Daniel.

Então, para a igreja o arrebatamento virá como salvação...

3. ENTENDENDO O ARREBATAMENTO DA IGREJA
Para fins didáticos, precisamos entender alguns pormenores que envolvem este evento, que marcará gerações. Entendamos que o arrebatamento será para os salvos, embora tenha suas reverberações para aqueles que ficarem; inaugurando um momento denominado de Grande Tribulação.

3.1. A trombeta tocará
Este evento será precedido pelo toque da trombeta. O texto sagrado fala que "o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com trombeta de Deus; e os que morreram com Cristo ressuscitarão primeiro", 1 Ts 4.16. É bom salientar que, embora a trombeta soe, nem todos a ouvirão. Só escutarão o soar da trombeta aqueles que estiverem em comunhão com Cristo. Sendo assim, para aqueles que não estão em Cristo, será um dia normal, mas para a igreja será o dia de vitória.
Outro ponto a considerar é que primeiro os mortos ouvirão a voz de comando, e somente depois, nós, os que estivermos em vida, é que teremos nossos corpos transformados (1 Ts 4.17).

3.2. O Tempo do arrebatamento
Jesus revela no Sermão profético que a volta do Filho do Homem será como um relâmpago. Esta comparação nos mostra o quão rápido estas coisas acontecerão. Paulo, falando desta mesma verdade nos diz que será "num abrir e fechar de olhos", 1 Co 15.52. O que fica claro aqui é que o tempo em que tudo isto acontecerá será tão pequeno que não dará tempo de fazer nada. Por isso Jesus advertiu a todos para vigiar.

Conclusão
O Arrebatamento é uma promessa feita pelo próprio Cristo e, a qualquer momento, acontecerá.
Estejamos em constante vigilância para não sermos pegos de surpresa.

Eu aprendi que:
O arrebatamento encontra respaldo escriturístico, portanto, precisamos não somente propagar, mas viver isto intensamente em nossa vida, pois a qualquer momento o grande evento acontecerá.

Fonte: Revista Betel Conectar

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