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terça-feira, 28 de abril de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 5 / 2º Trim 2026


AULA EM 3 DE MAIO DE 2026 - LIÇÃO 5
(Revista Editora CPAD)
Tema: O juízo contra Sodoma e Gomorra



TEXTO ÁUREO

“Disse mais: Ora, não se ire o Senhor que ainda só mais esta vez falo: se, porventura, se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei, por amor dos dez.” (Gn 18.32).

VERDADE PRÁTICA
Deus é misericordioso e dá tempo para o arrependimento, mas, quando o homem não quer, seu juízo é sem misericórdia.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Sl 25.14 Deus revela seus segredos para os que o temem
Terça — Gn 18.32 Abraão intercede por Sodoma e Gomorra
Quarta — 1Tm 2.1 Devemos interceder por todos
Quinta — Ez 22.30 Deus busca por intercessores perseverantes
Sexta — Rm 8.26 O Espírito Santo intercede por nós
Sábado — Rm 8.34 Jesus, nosso intercessor

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 18.23-32.
23 — E chegou-se Abraão, dizendo: Destruirás também o justo com o ímpio?
24 — Se, porventura, houver cinquenta justos na cidade, destrui-los-ás também e não pouparás o lugar por causa dos cinquenta justos que estão dentro dela?
25 — Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio; que o justo seja como o ímpio, longe de ti seja. Não faria justiça o Juiz de toda a terra?
26 — Então, disse o Senhor: Se eu em Sodoma achar cinquenta justos dentro da cidade, pouparei todo o lugar por amor deles.
27 — E respondeu Abraão, dizendo: Eis que, agora, me atrevi a falar ao Senhor, ainda que sou pó e cinza.
28 — Se, porventura, faltarem de cinquenta justos cinco, destruirás por aqueles cinco toda a cidade? E disse: Não a destruirei, se eu achar ali quarenta e cinco.
29 — E continuou ainda a falar-lhe e disse: Se, porventura, acharem ali quarenta? E disse: Não o farei, por amor dos quarenta.
30 — Disse mais: Ora, não se ire o Senhor, se eu ainda falar: se, porventura, se acharem ali trinta? E disse: Não o farei se achar ali trinta.
31 — E disse: Eis que, agora, me atrevi a falar ao Senhor: se, porventura, se acharem ali vinte? E disse: Não a destruirei, por amor dos vinte.
32 — Disse mais: Ora, não se ire o Senhor que ainda só mais esta vez falo: se, porventura, se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei, por amor dos dez.

HINOS SUGERIDOS
5, 75 e 557 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Professor(a), ainda falando de Abraão, aprenderemos sobre a sua postura de intercessão pelo seu sobrinho e neste material de apoio deixarei subsídios para acrescentar na revista, como, por exemplo, a possível localização das cidades de Sodoma e Gomorra no final do tópico II.
Nesta lição, estudaremos Gênesis 18. O patriarca recebe a visita de três mensageiros do Senhor que anunciam o nascimento de Isaque. A cena é marcada pela hospitalidade de Abraão, que serve com alegria àqueles visitantes celestiais. Contudo, entre as boas novas, surge também uma revelação assustadora: a iminente destruição das cidades de Sodoma e Gomorra. Diante disso, destaca-se o coração intercessor de Abraão, que se coloca na brecha e intercede pelos justos que ali habitavam.
Pelo que podemos entender, Abraão tinha a intensão de livrar o seu sobrinho Ló, por isso, ele fez a intercessão pelos justos da cidade, pois sabia que Ló estaria entre esses justos, no entanto, a realidade era mais terrível, pois não havia mais nenhum outro justo, a não ser Ló, no entanto, o Senhor honrou a intercessão de Abraão retirando o seu sobrinho da cidade antes da destruição.

I. OS ANJOS VISITAM ABRAÃO

1. Abraão recebe a visita dos anjos do Senhor. 
O capítulo 18 de Gênesis tem início com a visitação do Senhor a Abraão nos carvalhais de Manre (v.1), um momento glorioso que antecedeu ao anúncio de algo impactante que Deus iria fazer e não era na vida de Abraão: a destruição de Sodoma e Gomorra.
O texto bíblico diz que, “quando tinha aquecido o dia” (v.1), tal fato indica que a visitação se deu por volta do meio-dia, quando o calor é mais forte. No Antigo Oriente, esse era um momento em que as pessoas costumavam comer e descansar. Era um horário em que se evitava viajar ou sair de casa devido ao calor e à radiação solar. Mas o Senhor não está sujeito ao nosso tempo. 
É interessante notar somente os mais chegados da família é que aparecem na casa de alguém em horários inoportuno e sem avisar, ou seja, os parentes e amigos íntimos. Assim, notamos aqui que o Senhor tinha um relacionamento mais chegado com Abraão. E de fato, a Palavra de Deus classifica Abraão como "o amigo de Deus", veja:
"E cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus.", Tiago 2.23
E Abraão é nos apresentado como um modelo de fé, e assim podemos tomar isso também como modelo para nossa postura cristão, ou seja, precisamos também buscar o status de amigos de Deus.
Neste horário improvável, Abraão avistou três homens vindo em sua direção. Ao vê-los, ele correu ao encontro deles e prostrou-se em terra. Esse ato pode parecer estranho a nós, mas era um gesto comum no Antigo Oriente, um gesto de hospitalidade. O patriarca foi hospitaleiro, oferecendo proteção e provisão para os visitantes (Gn 18.2-4).
É um pouco discutível se o gesto de Abraão era simplesmente hospitalidade, pois a forma como ele recebeu os visitantes demonstra que já os reconhecera como enviados de Deus e como o próprio Senhor numa teofania. Veja:
"2 E levantou os seus olhos, e olhou, e eis três homens em pé junto a ele. E vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro e inclinou-se à terra,
3 E disse: Meu Senhor, se agora tenho achado graça aos teus olhos, rogo-te que não passes de teu servo.", Gênesis 18:2,3
E pela conversa que Abraão teve com o Senhor e os anjos, podemos observar que em nenhum momento houve qualquer apresentação. Mostrando que, de fato, Abraão os recebeu como Deus e Seus enviados.

ATENÇÃO: 

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segunda-feira, 20 de abril de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 4 / 2º Trim 2026


AULA EM 26 DE ABRIL DE 2026 - LIÇÃO 4
(Revista Editora CPAD)
Tema: A confirmação de uma promessa



TEXTO ÁUREO

“E estabelecerei o meu concerto entre mim e ti e a tua semente depois de ti em suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente depois de ti.” (Gn 17.7).

VERDADE PRÁTICA
Deus é fiel para cumprir tudo aquilo que nos prometeu.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Gn 17.4 O concerto é renovado
Terça — Jr 1.12 Deus vela pela sua palavra para a cumpri-la
Quarta — Gn 17.5 Deus muda o nome de Abrão
Quinta — Gn 17.15 Deus muda o nome de Sarai
Sexta — 2Co 5.17 Mudança total para quem está em Cristo
Sábado — Cl 3.10 Vestindo-nos com o novo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 17.1-9.
1 — Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a Abrão e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda em minha presença e sê perfeito.
2 — E porei o meu concerto entre mim e ti e te multiplicarei grandissimamente.
3 — Então, caiu Abrão sobre o seu rosto, e falou Deus com ele, dizendo:
4 — Quanto a mim, eis o meu concerto contigo é, e serás o pai de uma multidão de nações.
5 — E não se chamará mais o teu nome Abrão, mas Abraão será o teu nome; porque por pai da multidão de nações te tenho posto.
6 — E te farei frutificar grandissimamente e de ti farei nações, e reis sairão de ti.
7 — E estabelecerei o meu concerto entre mim e ti e a tua semente depois de ti em suas gerações, por concerto perpétuo, para te ser a ti por Deus e à tua semente depois de ti.
8 — E te darei a ti e à tua semente depois de ti a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão, e ser-lhes-ei o seu Deus.
9 — Disse mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás o meu concerto, tu e a tua semente depois de ti, nas suas gerações.

HINOS SUGERIDOS
86, 127 e 135 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Professor(a), nesta lição vamos dar prosseguimento ao estudo sobre a promessa que Deus fez a Abraão e em como o Senhor confirmou essa promessa. Neste material auxiliar, vou deixar acréscimos que o ajudarão a preparar a sua aula. Meus comentários estão em azul, onde sempre deixo algo à mais, além do que está na revista.
Deus prometeu que Abrão seria “pai da multidão de nações”, mas ele já estava com 99 anos, e sua esposa, estéril, estava com 89 anos. Porém, o Eterno mais uma vez trouxe esperança ao coração de Abrão, afirmando: “E estabelecerei o meu concerto entre mim e ti e a tua semente depois de ti em suas gerações [...]” (Gn 17.7). Nesse caso, e nesta oportunidade, veremos que Deus é fiel e cumpre suas promessas no tempo certo.
Nesta história de Abraão vemos que não há nada impossível ou difícil para o Senhor. O mais interessante aqui, não é o cumprimento da promessa em si, mas o processo que Abraão e Sara viveram até que fosse concretizado o plano de Deus para eles. Foi nesse processo que eles conheceram a Deus e é no estudo desse processo que nós aprendemos como Deus age e adquirimos experiências na caminhada de fé. 

I. DEUS MUDA O NOME DE ABRÃO E DE SARAI

1. O novo nome de Abrão. 
Nos tempos do Antigo Testamento, os nomes dos filhos, em grande parte, não eram escolhidos somente porque os pais achavam os nomes bonitos ou era moda. Existiam vários fatores que influenciavam na escolha, como, por exemplo, a vontade de Deus, as circunstâncias na hora do nascimento ou até mesmo as características físicas do bebê, como no caso de Esaú, que nasceu ruivo e bem cabeludo (Gn 25.25). 
Convém explicar aqui, que o nome de Esaú tinha conexão com suas características, veja:
"E saiu o primeiro ruivo e todo como um vestido de pelo; por isso chamaram o seu nome Esaú.", Gênesis 25.25
Assim colocaram o nome da criança de "Esaú", porque esse nome significa "peludo ou cabeludo", na mesma ocasião o nome Jacó também foi escolhido por um fato ocorrido no parto, veja: 
"E depois saiu o seu irmão, agarrada sua mão ao calcanhar de Esaú; por isso se chamou o seu nome Jacó. E era Isaque da idade de sessenta anos quando os gerou.", Gênesis 25.26
Convém mencionar que o nome Jacó significa "suplantador", pois as parteiras entenderam que ele queria passar a frente do irmão gêmeo.
No caso de Abrão, seu nome original significava “pai exaltado”; porém, diante do plano de Deus em sua vida, esse nome não parecia adequado, e o Senhor lhe mudou o nome para Abraão, confirmando que seria pai de multidão (Gn 17.4).
Note que o nome Abrão, possivelmente não foi escolhido por algo relativo ao parto, mas pode ter sido por um desejo ou promessa de seus pais. A história anterior sobre a escolha do nome Abrão não importava mais, pois quando o Senhor chama alguém, Ele deixa o passado para trás e faz a pessoa viver como passou a viver Abraão, em busca de uma promessa. Dessa forma, Abraão é o nosso primeiro exemplo de caminhada com Deus. 

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segunda-feira, 13 de abril de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 3 / 2º Trim 2026


AULA EM 19 DE ABRIL DE 2026 - LIÇÃO 3
(Revista Editora CPAD)
Tema: A impaciência na espera do cumprimento da promessa


TEXTO ÁUREO
“E disse Sarai a Abrão: Eis que o Senhor me tem impedido de gerar; entra, pois, à minha serva; porventura, terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai.” (Gn 16.2).

VERDADE PRÁTICA
A impaciência é antagônica a fé, por isso não devemos ser dominados por ela. Deus é fiel e cumpre com suas promessas no tempo certo.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Gn 16.2 Sarai dá lugar à impaciência
Terça — 1Pe 5.7 Lançar a ansiedade sobre Deus
Quarta — Sl 40.1 Esperar com paciência no Senhor
Quinta — Rm 12.12 Pacientes na tribulação
Sexta — 2Pe 3.9 Deus é longânimo
Sábado — 1Ts 5.14 Devemos ser pacientes para com todos

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 16.1-16.
1 — Ora, Sarai, mulher de Abrão, não lhe gerava filhos, e ele tinha uma serva egípcia, cujo nome era Agar.
2 — E disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de gerar; entra, pois, à minha serva; porventura, terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai.
3 — Assim, tomou Sarai, mulher de Abrão, a Agar, egípcia, sua serva, e deu-a por mulher a Abrão, seu marido, ao fim de dez anos que Abrão habitara na terra de Canaã.
4 — E ele entrou a Agar, e ela concebeu; e, vendo ela que concebera, foi sua senhora desprezada aos seus olhos.
5 — Então, disse Sarai a Abrão: Meu agravo seja sobre ti. Minha serva pus eu em teu regaço; vendo ela, agora, que concebeu, sou menosprezada aos seus olhos. O SENHOR julgue entre mim e ti.
6 — E disse Abrão a Sarai: Eis que tua serva está na tua mão; faze-lhe o que bom é aos teus olhos. E afligiu-a Sarai, e ela fugiu de sua face.
7 — E o Anjo do SENHOR a achou junto a uma fonte de água no deserto, junto à fonte no caminho de Sur.
8 — E disse: Agar, serva de Sarai, de onde vens e para onde vais? E ela disse: Venho fugida da face de Sarai, minha senhora.
9 — Então, lhe disse o Anjo do SENHOR: Torna-te para tua senhora e humilha-te debaixo de suas mãos.
10 — Disse-lhe mais o Anjo do SENHOR: Multiplicarei sobremaneira a tua semente, que não será contada, por numerosa que será.
11 — Disse-lhe também o Anjo do SENHOR: Eis que concebeste, e terás um filho, e chamarás o seu nome Ismael, porquanto o SENHOR ouviu a tua aflição.
12 — E ele será homem bravo; e a sua mão será contra todos, e a mão de todos, contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos.
13 — E ela chamou o nome do SENHOR, que com ela falava: Tu és Deus da vista, porque disse: Não olhei eu também para aquele que me vê?
14 — Por isso, se chama aquele poço de Laai-Roi; eis que está entre Cades e Berede.
15 — E Agar deu um filho a Abrão; e Abrão chamou o nome do seu filho que tivera Agar, Ismael.
16 — E era Abrão da idade de oitenta e seis anos, quando Agar deu Ismael a Abrão.

HINOS SUGERIDOS
8, 188 e 302 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Professor(a), nesta lição abordaremos sobre uma grave falha de Abraão que resultou em um problema sério para sua família, a impaciência. E esse é um mal do presente século, pois a humanidade vive numa correria constante. Neste material de apoio deixarei acréscimos que o ajudarão no preparo de uma excelente aula, como, por exemplo, a forma como o Senhor transforma a maldição em bênção, comentado no tópico III.
Deus fez uma promessa a Abrão, mas o tempo passou, e parecia que ela jamais seria cumprida. Abrão já estava com 85 anos, e sua esposa também já era bem idosa. Então, Sarai foi dominada pela impaciência e desejou agir por conta própria. Ela decidiu entregar sua serva a Abrão para que tivesse filhos com ela. Ao que tudo indica, o pai da fé e amigo de Deus não consultou ao Senhor, mas deixou-se levar pela impaciência de sua esposa. Todos que são dominados pela impaciência sofrem consequências ruins, e com Abrão e Sarai não foi diferente. Nesta lição, meditaremos sobre a sabedoria divina de aguardar com perseverança o cumprimento da promessa de Deus dirigida ao seu povo.
Notamos a impaciência como algo normal da sociedade, e nesta lição podemos identificar que esse problema vem desde os tempos antigos. Podemos destacar aqui, que a impaciência foi de Sarai, mas Abraão pecou pela conivência com ela. Hoje tem-se pregado por aí, um evangelho só de bênçãos, só de vitórias e de rapidez na resposta do Senhor. E é isso que essa lição pretende combater.

I. O PAI DA FÉ E A TENTATIVA DE AJUDAR A DEUS

1. O plano para “ajudar” a Deus. 
Quando Abrão questionou ao Senhor, dizendo que seu herdeiro provavelmente seria o damasceno Eliézer, seu mordomo, o Senhor lhe assegurou que tal não aconteceria. O herdeiro seria um filho seu, de suas “entranhas”, ou seja, um filho natural, nascido do ventre de Sarai (Gn 15.2-4). Mas o tempo passava, os anos seguiam-se, e a promessa não se cumpria. Então, sua esposa, observando as circunstâncias desfavoráveis — a idade avançada do esposo e dela e a sua esterilidade — pensou em uma solução humana, na verdade, um atalho para ver a promessa de Deus sendo cumprida. Assim, Sarai sugeriu que Abrão se unisse a Agar, sua serva egípcia, para que dela viesse um filho (Gn 16.1,2).
Convém acrescentar que a solução de Sarai não era necessariamente um pecado, pois, de acordo com as leis egípcias, os costumes orientais e o código de Hamurabi, o filho nascido da escrava de Sarai seria dela e de Abraão, provavelmente, por causa desse entendimento Sarai considerou que poderia ser como o cumprimento da promessa. Ou seja, ela queria dar uma "forcinha" para que a promessa acontecesse logo.
A impaciência tornou-se maior que a fé de Abrão e Sarai. O que eles não perceberam é que muitas vezes o Senhor usa o tempo, a espera, para forjar o nosso caráter.
Geralmente enquanto nós aguardamos a promessa do Senhor acontecer, outras coisas vão acontecendo, e esses acontecimentos vão nos moldando do jeito que Deus deseja. Como exemplo disso, temos o caso de Davi, que foi ungido rei por Samuel, mas enquanto ele não subia ao trono, foi aprendendo nas lutas por sua própria vida. Veja o episódio em que Davi deseja se vingar de Nabal, mas Abigail intervém:
"32 Então Davi disse a Abigail: Bendito o Senhor Deus de Israel, que hoje te enviou ao meu encontro.
33 E bendito o teu conselho, e bendita tu, que hoje me impediste de derramar sangue, e de vingar-me pela minha própria mão.", 1 Samuel 25.32,33
Nesta ocasião, Davi aprendeu com Abigail a não tomar decisões precipitadas.  

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segunda-feira, 6 de abril de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 2 / 2º Trim 2026


AULA EM 12 DE ABRIL DE 2026 - LIÇÃO 2
(Revista Editora CPAD)
Tema: A fé de Abrão nas promessas de Deus


TEXTO ÁUREO
“E apareceu o SENHOR a Abrão e disse: À tua semente darei esta terra. E edificou ali um altar ao SENHOR, que lhe aparecera.” (Gn 12.7).

VERDADE PRÁTICA
Quando Deus faz uma promessa incondicional, Ele a cumpre plenamente.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Hb 11.8 A grande fé de Abraão
Terça — Hb 11.17-19 A fé de Abraão é provada
Quarta — Tg 2.23 Abraão, o amigo de Deus
Quinta — Gn 17.5 Abraão, pai de multidão de nações
Sexta — Gn 15.18-21 O concerto de Deus com Abrão
Sábado — Gl 3.7 Abraão, pai dos filhos da fé

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 13.7-18.
7 — E houve contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló; e os cananeus e os ferezeus habitavam, então, na terra.
8 — E disse Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti e entre os meus pastores e os teus pastores, porque irmãos somos.
9 — Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; se escolheres a esquerda, irei para a direita; e, se a direita escolheres, eu irei para a esquerda.
10 — E levantou Ló os seus olhos e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem-regada, antes de o Senhor ter destruído Sodoma e Gomorra, e era como o jardim do Senhor, como a terra do Egito, quando se entra em Zoar.
11 — Então, Ló escolheu para si toda a campina do Jordão e partiu Ló para o Oriente; e apartaram-se um do outro.
12 — Habitou Abrão na terra de Canaã, e Ló habitou nas cidades da campina e armou as suas tendas até Sodoma.
13 — Ora, eram maus os varões de Sodoma e grandes pecadores contra o SENHOR.
14 — E disse o Senhor a Abrão, depois que Ló se apartou dele: Levanta, agora, os teus olhos e olha desde o lugar onde estás, para a banda do norte, e do sul, e do oriente, e do ocidente;
15 — porque toda esta terra que vês te hei de dar a ti e à tua semente, para sempre.
16 — E farei a tua semente como o pó da terra; de maneira que, se alguém puder contar o pó da terra, também a tua semente será contada.
17 — Levanta-te, percorre essa terra, no seu comprimento e na sua largura; porque a ti a darei.
18 — E Abrão armou as suas tendas, e veio, e habitou nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e edificou ali um altar ao SENHOR.

HINOS SUGERIDOS
194, 232 e 609 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Professor(a), nesta segunda lição continuaremos meditando nos aspectos da fé de Abraão e as promessas que o Senhor fez ao chamá-lo para exercer aquela fé. E neste material de apoio deixarei acréscimos relevantes para a ministração da aula, como, por exemplo, a história de como surgiu o costume de se construir altares e o que motivou isso, no tópico III. 
Abrão e seu sobrinho Ló saíram juntos de Ur dos Caldeus. O Senhor era com Abrão e sua casa; e seu sobrinho também desfrutou de uma grande prosperidade. Depois de retornarem do Egito, Abrão e Ló precisaram se separar, pois não havia mais espaço para os seus animais pastarem juntos, o que gerou contenda entre seus pastores. Depois de se separarem, Deus prometeu a Abrão que sua semente seria como o pó da terra e que lhe daria todo aquele lugar por herança.
Essa é a promessa em questão, a promessa de que a semente de Abrão seria como o pó da terra, ou seja, sua descendência seria numerosa. Sabemos que de Abraão surgiu os judeus e o povo árabe, e dos judeus ainda houveram dez tribos que se perderam. Além disso, temos também tem a descendência espiritual de Abraão, a Igreja. Ou seja, a promessa do Senhor se cumpriu integralmente na posteridade de Abraão.

I. ABRÃO VOLTA DO EGITO PARA CANAÃ

1. Contenda entre os pastores. 
Devido à riqueza de Abrão e de Ló, no retorno para Canaã, a terra onde estavam acampados não comportava as famílias do tio e do sobrinho: “[...] porque sua fazenda era muita; de maneira que não podiam habitar juntos” (Gn 13.6). 
Isso aconteceu porque eles se tornaram muito ricos, mas os pastores deles não tinham a mesma promessa e visão espiritual de Abraão. Algo parecido acontece nas igrejas, quando pessoas que não entendem e não tem o foco na promessa de Cristo, tentam trabalhar juntas. Um hora ou outra acabam com problemas. Mas quando eles tem o mesmo foco na promessa do Pai, eles superam as diferenças e os problemas, e assim, conseguem seguir na obra do Senhor. 
É importante ressaltar que Deus já havia alertado a Abrão que ele deveria sair de sua terra e da sua parentela (Gn 12.1). Longe da família e dos seus conhecidos, Abrão teria a sua fé lapidada por Deus.
Assim podemos entender que Abraão não seguiu corretamente a ordem do Senhor, pois não deveria levar seu sobrinho para aquela jornada. Sendo assim, o problema entre os pastores tinha um motivo para acontecer, a obediência parcial de Abraão. Muitas vezes recebemos orientações e ordenanças do Senhor, mas não cumprimos na totalidade, ou fazemos somente o que nos convém e isso desagrada a Deus:
"Porém Samuel disse: Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros.", 1 Samuel 15.22
Estamos falando de crentes que dizem "sim" para o Senhor, mas fazem somente uma parte da vontade de Deus.

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terça-feira, 31 de março de 2026

ESCOLA DOMINICAL - Conteúdos para a Revista da Escola Dominical da Editora CPAD - 2º Trimestre de 2026 - ADULTOS



Lição: 1 - Abraão: seu chamado e sua jornada de fé - Subsídio
Lição: 2 - A fé de Abrão nas promessas de Deus - Subsídio
Lição: 3 - A impaciência na espera do cumprimento da promessa - Subsídio
Lição: 4 - A confirmação de uma promessa - Subsídio
Lição: 5 - O juízo contra Sodoma e Gomorra - Subsídio
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CONTEÚDOS ANTERIORES







segunda-feira, 30 de março de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 1 / 2º Trim 2026


AULA EM 5 DE ABRIL DE 2026 - LIÇÃO 1
(Revista Editora CPAD)
Tema: Abraão: seu chamado e sua jornada de fé


TEXTO ÁUREO
“Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.” (Gn 12.1).

VERDADE PRÁTICA
O chamado de Deus na vida de Abrão e na nossa exige obediência irrestrita, fé e perseverança.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Gn 12.3 O chamado para todas as famílias da Terra
Terça — Gn 12.1 O chamado de Abraão e a origem de uma nação
Quarta — Hb 11.1 Abraão não sabia definir a fé, mas a viveu
Quinta — Gn 12.10 Obstáculos no chamado divino
Sexta — Gn 12.15,16 Desafios éticos na chamada
Sábado — Gn 12.17,18 Deus zela pelos que Ele chama

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 12.1-9.
1 — Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
2 — E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção.
3 — E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
4 — Assim, partiu Abrão, como o SENHOR lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos, quando saiu de Harã.
5 — E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e toda a sua fazenda, que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e vieram à terra de Canaã.
6 — E passou Abrão por aquela terra até ao lugar de Siquém, até ao carvalho de Moré; e estavam, então, os cananeus na terra.
7 — E apareceu o SENHOR a Abrão e disse: À tua semente darei esta terra. E edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera.
8 — E moveu-se dali para a montanha à banda do oriente de Betel e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao SENHOR e invocou o nome do SENHOR.
9 — Depois, caminhou Abrão dali, seguindo ainda para a banda do Sul.

HINOS SUGERIDOS
84, 126 e 186 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Professor(a), estamos iniciando mais um trimestre e como é de costume, recomendo que primeiramente apresente a revista e o comentarista aos alunos, fale rapidamente sobre os títulos das lições para familiarizá-los ao tema. 
Aqui está um breve currículo do comentarista: Elinaldo Renovato é ministro do Evangelho, comentador de Lições Bíblicas e escritor. Bacharel em Economia e mestre em Administração pela UFRN e mestre em Ciências da Religião pela FAETEL. Foi pastor presidente da Assembleia de Deus em Parnamirim/RN, é autor de diversos livros, entre eles, Ética Cristã, Colossenses, Aprendendo Diariamente com Cristo, Os Perigos da Pós-Modernidade e Células-Tronco, todos editados pela CPAD. 
Informações disponíveis no site da CPAD em:
https://www.cpad.com.br/elinaldo-renovato-de-lima?srsltid=AfmBOopOz7yohp8tt5uilauqVSVN17WuLMfn1xD-mV06Jp4d7aAiRBus
Neste trimestre, estudaremos a jornada de fé dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó. Veremos que o patriarca foi chamado de uma forma muito especial. Sua convocação implicava deixar sua terra natal e ir para um local que não conhecia. Era preciso fé e obediência.
Abrão, cujo significado é “pai exaltado”, depois de um tempo tendo o seu caráter forjado pelo Senhor, teve seu nome mudado para Abraão, que significa “pai da multidão das nações” (Gn 17.5).
Podemos acrescentar neste início, que a fé que Abraão manifestou é semelhante à nossa, pois ele creu num Deus invisível, sem nenhuma imagem que o representasse, com base em uma promessa de uma terra futura de bonança e descanso; uma promessa de que era necessário ele deixar sua região para obter. E como Abraão foi o primeiro a manifestar essa fé, então ele é chamado de nosso pai na fé.
"E recebeu o sinal da circuncisão, selo da justiça da fé, quando estava na incircuncisão, para que fosse pai de todos os que creem, estando eles também na incircuncisão; a fim de que também a justiça lhes seja imputada;", Romanos 4.11

I. DEUS CHAMA ABRÃO

1. A fé de Abrão diante do chamado (Gn 12.1). 
Deus chamou Abrão e ordenou que ele saísse de sua terra, do meio de sua família e seus amigos, e fosse para um lugar desconhecido para ele. Seu chamado exigia fé e obediência irrestrita. Hoje, estamos habituados a confiar em tecnologias como o GPS (Sistema de Posicionamento Global), que nos orienta com precisão sobre onde estamos e para onde devemos ir. Abrão, porém, não dispunha de nenhum recurso visível ou previsível. Ele não tinha um mapa, nem sabia o destino final — apenas a voz de Deus lhe indicando o caminho. Isso nos ensina que Deus sabe o que faz, com quem faz e por que faz, mesmo quando não revela o trajeto completo.
O que o comentarista está dizendo é que Deus sabia que Abrão acataria aquela ordem mesmo sem garantias de êxito. Ou seja, Deus escolheu Abrão para aquela missão, pois sabia qual seria a sua resposta. E o mesmo procedimento ele fez com todos os outros chamados para obras específicas, veja o caso de Paulo:
"15 Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel.
16 E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome.", Atos 9.15,16
Note que Deus não fez vários testes até achar alguém que aceitasse a obra de missões de Paulo, por isso, entendemos que Deus o escolheu por conhecer o coração de Paulo e qual seria a sua resposta. E ainda hoje o Senhor escolhe alguns para tarefas específicas, seguindo o que conhece do coração de Seus filhos.
O lugar onde habitava Abrão e seus pais era uma terra idólatra. Contudo, ele creu no Todo-Poderoso, único e soberano, e partiu para o lugar destinado por Ele.
Uma das coisas mais difíceis, é convencer alguém a deixar sua terra natal para entrar numa aventura em uma terra longínqua. Somente com uma fé muito bem firmada é que alguém consegue ter esse ânimo. Essa é mais uma característica da fé de Abrão que se parece com a nossa. Pois o Senhor nos chamou a deixar nossa zona de conforto e sair em busca de uma promessa.

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segunda-feira, 23 de março de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 13 / 1º Trim 2026


AULA EM 29 DE MARÇO DE 2026 - LIÇÃO 13
(Revista Editora CPAD)
Tema: A Trindade Santa e a Igreja de Cristo


TEXTO ÁUREO
“Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.” (Mt 28.19).

VERDADE PRÁTICA
A redenção da Igreja é uma obra conjunta da Trindade: o Pai elege, o Filho redime e o Espírito santifica, sustentando a fé e a missão da Igreja no mundo.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — 1Pe 1.2 A salvação é fruto do plano eterno do Pai por meio de sua presciência
Terça — Ef 1.4 Deus nos escolheu em Cristo desde a eternidade com o propósito de uma vida santa
Quarta — 1Jo 1.7 A comunhão com Cristo e entre os crentes é sustentada pelo sangue purificador de Jesus
Quinta — 2Ts 2.13 A obra do Espírito é essencial para a salvação e perseverança na fé
Sexta — Jo 15.4 A comunhão contínua com Cristo é indispensável para uma vida frutífera
Sábado — 2Co 13.13 A Trindade atua em favor da Igreja com graça, amor e comunhão permanente

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
2 Coríntios 13.11-13; 1 Pedro 1.2,3.

2 Coríntios 13
11 — Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco.
12 — Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo. Todos os santos vos saúdam.
13 — A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com vós todos. Amém!

1 Pedro 1
2 — eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: graça e paz vos sejam multiplicadas.
3 — Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,

HINOS SUGERIDOS
124, 243 e 313 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Professor(a), essa é a última lição do trimestre, e já podemos perceber que ela tem um aspecto bem prático quanto à atuação da Santíssima Trindade na missão da Igreja de Jesus, e aqui vamos ver como isso pode ser colocado em ações práticas na nossa igreja local. Essa lição tende a ser mais sucinta que as demais, devido ao encerramento do trimestre. 
A Trindade é uma doutrina fundamental da fé cristã e, também, a base da existência e da missão da Igreja. Ela revela o agir cooperativo do Pai, do Filho e do Espírito, de forma harmoniosa na criação, redenção, santificação e na comunhão da Igreja. Essa lição visa mostrar como a Trindade sustenta, guia e envia a Igreja para o cumprimento do seu papel no mundo. Compreender essa verdade fortalece nossa identidade como povo de Deus. 
Como dissemos em uma das lições anteriores, se a doutrina da Trindade não existisse, nós não teríamos compreensão completa da Palavra, pois alguns versículos ficariam sem uma explicação, como este, por exemplo: 
"Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?", João 14.9 
Mas conhecendo a doutrina da Trindade e sabendo que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são a mesma divindade, então podemos entender mais claramente o que Jesus estava dizendo. 
E quando o autor afirma que o conhecimento dessa verdade fortalece a nossa identidade, significa que assim podemos entender quem somos no Reino de Cristo, e podemos assumir com mais convicção a nossa posição de cristãos. 

I. A TRINDADE E O PLANO REDENTOR 

1. Eleitos segundo a presciência do Pai. 
Deus elegeu a Igreja desde a eternidade (Ef 1.4). Esse plano precede a nossa existência, pois fomos “eleitos segundo a presciência de Deus Pai” (1Pe 1.2a). O termo “presciência” (gr. proginōskō) significa “conhecer de antemão” (Rm 11.2, NVT). 
Basicamente, o atributo que chamamos de "presciência", vem do atributo "onisciência", que é o conhecimento de tudo, ou seja, se Deus conhece tudo, então Ele conhece também o futuro. Sendo assim, a presciência é uma aplicação da onisciência de Deus. 
Aponta para o conhecimento prévio de Deus, que sabe de todas as coisas antes de elas acontecerem. Assim, Deus elegeu de antemão aqueles que Ele soube que iriam crer e perseverar em Cristo (Rm 8.29). 
Embora essa explicação se pareça com a doutrina calvinista da "predestinação", ela não é. Pois, na predestinação calvinista, se afirma que Deus escolheu de antemão aqueles que Ele sabia que o escolheria, e esses teriam sido criados já predestinados aos Céus. 
Nós cremos na doutrina da predestinação arminiana, onde se afirma que Deus escolheu a todos, mas só elegeu alguns que Ele sabia que perseverariam, dessa forma a oportunidade foi dada a todos, ainda que Deus já soubesse que alguns não ficariam firmes. Veja o desejo do Senhor: 
"3 Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, 
4 Que quer que todos os homens sejam salvos, e venham ao conhecimento da verdade.", 1 Timóteo 2.3,4 
Com base nessa e outras passagens, entendemos que Deus criou a todos os homens para a salvação, e não fez uns para irem ao Céu e outros para o inferno.

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