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terça-feira, 1 de abril de 2025
ESCOLA DOMINICAL - Conteúdos para a Revista da Escola Dominical da Editora CPAD - 2º Trimestre de 2025 - ADULTOS
segunda-feira, 31 de março de 2025
ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 1 / 2º Trim 2025
Tema: O Verbo que se tornou em carne

TEXTO ÁUREO
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (Jo 1.14)
I– O EVANGELHO DE JOÃO
1-
Autoria e data.
O
apóstolo João é o autor do Evangelho que leva o seu nome. A
confirmação da sua autoria encontra-se no próprio texto (Jo
21.20,24) e também nos escritos dos denominados Pais da
Igreja. Existem várias formas
de se
determinar a autoria de um livro da
Bíblia, mas no evangelho de João podemos utilizar duas:
1.
Pelo seu próprio registro, como aparece no texto do Evangelho.
"Este é o discípulo que testifica destas coisas e as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro.", João 21.24
Aqui é João se referindo a si mesmo na terceira pessoa, como o “discípulo amado”;
2.
Pela citação em algum livro da época, e no caso do Evangelho de
João, houve vários dos pais da Igreja que o citaram como autor não
só do Evangelho, mas também das cartas que levam o seu nome, e do
livro de Apocalipse. Os pais da Igreja que citaram João como
escritor do Evangelho foram: Policarpo, Irineu, Dionízio de
Alexandria e outros.
Admite-se
que tenha sido escrito entre os anos 80 e 90 d.C. De acordo com
estudiosos, o Evangelho de João apresenta uma doutrina genuína
sobre a divindade de Jesus Cristo. Assim, as expressões “Verbo
Divino” e “a Palavra que se fez Carne” são de grande
importância neste quarto Evangelho. Tanto
o Evangelho de João, como as cartas de João e o Apocalipse foram
escritos já no final do primeiro século. Segundo a história, João
teria morrido no ano 99 d.C. E na sua velhice ele pastoreava a igreja
em Éfeso, por isso os seus escritos são do final do século I.
segunda-feira, 24 de março de 2025
ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 13 / 1º Trim 2025

Tema: Perseverando na Fé em Cristo

I- DIANTE DAS HERESIAS É PRECISO PERSEVERANÇA
1-
Os falsos mestres.
As
duas epístolas a Timóteo, classificadas com justiça como
“Epístolas Pastorais” juntamente com a epístola a Tito,
destacam-se também pelo seu caráter apologético. São refutações
às heresias contra as “fábulas ou as genealogias intermináveis”
(1 Tm 1.4; 4.7; Tt 3.9), e a expressão, “falsamente chamada
ciência” (1 Tm 6.20), sem dúvida, é um combate ao pensamento
gnóstico, que começou a surgir e chegou ao ápice no século 2.
Irineu de Lião (135-204) combateu o tal sistema em sua obra Contra
as Heresias. Veja como Paulo se referiu
aos ensinamentos gnósticos que eram transmitidos
por alguns adeptos dessas
filosofias:
"Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência.", 1 Timóteo 6.20
Paulo chama de falsa ciência, porque era assim que os gnósticos apresentavam suas filosofias, como um conteúdo científico, como se fosse algo elaborado de um amplo trabalho de pesquisa e debates. E isso aliciava muitos crentes de pouco conhecimento. Paulo deixou as epístolas a Timóteo e a Tito, com a ideia de proteção à sã doutrina, veja uma das preocupações de Paulo:
"Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho;", Atos 20.29
Por
conta dessa preocupação de Paulo, expressada também nas cartas a
Timóteo e a Tito, aquelas cartas são conhecidas como epístolas
pastorais.
O
apóstolo Paulo está combatendo dois principais grupos heréticos em
sua geração: os gnósticos de sua geração, como combateu as
heresias judaicas, também de sua época, os falsos “doutores da
lei” (1 Tm 1.7), da “circuncisão” (Tt 1.10) e as “fábulas
judaicas” (Tt 1.14).
terça-feira, 18 de março de 2025
ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 12 / 1º Trim 2025


"E também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;", Mateus 16.18
I – TITO E AS IGREJAS NA ILHA DE CRETA
1-
Tito (v.4).
O
apóstolo escreveu a Tito, estando ele em Nicópolis, na costa oeste
da Grécia, ou mais provavelmente, a caminho dessa região, pois ele
afirma “deliberei invernar ali”, e não “aqui”. Como as
Epístolas a Timóteo, a de Tito traz importantes diretrizes para os
pastores em todos os lugares e épocas. Tito é chamado de
“verdadeiro filho” do apóstolo Paulo (1.4), expressão que o
apóstolo também usa para Timóteo (1 Tm 1.2). Tanto
na
epístola
a Tito, quanto nas
epístolas a Timóteo, encontramos o apóstolo Paulo preocupado com
as igrejas, e dando orientações para que eles pudessem
dirigi-las, organizando-as, levantando pastores e orientando os
irmãos, veja o texto áureo:
"Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam, e de cidade em cidade estabelecesses presbíteros, como já te mandei", Tito 1.5
Temos
aqui orientações de Paulo para organização e expansão.
Tito
era grego (Gl 2.3), convertido provavelmente em Antioquia. Seu nome
não é mencionado em Atos dos Apóstolos, mas aparece nove vezes em
2 Coríntios, duas em Gálatas (2.1,3), uma em 2 Timóteo (4.10) e na
epístola que lhe fora destinada, que traz o seu nome. Foi
companheiro do apóstolo Paulo em suas viagens missionárias, e
ajudou o apóstolo em Roma (2 Tm 4.10) e em Nicópolis (Tt 3.12). Com
essa bagagem na obra junto ao apóstolo Paulo, entendemo porque Tito
recebeu tão grande incumbência. Assim como Deus chamou Josué após
um longo período de aprendizado junto a Moisés, também Tito teve o
seu aprendizado junto a Paulo. Tito
estava sempre com Paulo:
"Quando te enviar Ártemas, ou Tíquico, procura vir ter comigo a Nicópolis; porque deliberei invernar ali." Tito 3.12
Somente estando junto a um líder de verdade é que pode tornar um.
segunda-feira, 10 de março de 2025
ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 11 / 1º Trim 2025


I – A SALVAÇÃO SOB A GRAÇA DE DEUS
1-
A descrição do estado espiritual humano (vv. 1-3).
O
relato da condição pecaminosa da natureza humana confirma a
extensão da corrupção do gênero humano, estudado na lição
anterior. O apóstolo emprega algumas expressões para reforçar a
dura realidade do pecado: “mortos em ofensas e pecados” (v. 1);
andar “segundo o curso deste mundo” (v. 2); “segundo o príncipe
das potestades do ar” (v. 2.b); “do espírito que, agora, opera
nos filhos da desobediência” (v. 2c); “andávamos nos desejos da
nossa carne” (v. 3); “éramos por natureza filhos da ira” (v.
3b). É uma triste fotografia da raça humana. O
apóstolo Paulo havia visto a realidade da natureza humana já na sua
época, e ele
nem precisou ver o século em que estamos. Talvez o(a) professor(a),
esteja acompanhando as notícias recentes de violência e
assassinato:
-
Menina Stefany de 13 anos, morta por um suposto pastor em Minas
Gerais;
-
Menina Vitória em São Paulo, violentada e morta quando voltava pra
casa;
-
O caso do envenenamento do empresário Luiz Marcelo no Rio de
Janeiro;
E muitos outros casos dos nossos dias, e o Espírito Santo revelou tudo isso a Paulo, veja:
"1 Sabe,
porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.
2
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos,
soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos,
profanos,
3
Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, intemperantes,
cruéis, sem amor para com os bons,
4
Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que
amigos de Deus" 2 Timóteo 3.1-4
Ou seja, desde a época de Paulo até agora, a corrupção do gênero humano só aumentou.
Essas notícias estão disponíveis nesses links:
terça-feira, 4 de março de 2025
ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 10 / 1º Trim 2025


TEXTO ÁUREO
I-A DOUTRINA BÍBLICA DO PECADO E SUA EXTENSÃO
1-
O autor do pecado (Gn 3.1,2).
Adão
podia comer livremente de toda árvore no jardim, mas foi advertido
para não comer da árvore “da ciência do bem e do mal, dela não
comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás”
(Gn 2. 17). A Bíblia nos conta que o autor do pecado, a serpente que
enganou Eva, é o próprio diabo e Satanás, a antiga serpente” (Ap
12.9); o maioral dos demônios (Mt 12.24; 25.41). O
pecado que Adão cometeu é o chamado "pecado original",
que recebe essa classificação, por ser o pecado que resultou na
queda do ser humano. Esse foi um pecado de desobediência, e como o
pecado passou a todos os seres humanos, então o ser humano se tornou
um ser propenso à desobediência, sendo assim, tudo que é proibido
fazer, chama à atenção de qualquer indivíduo, pelo simples fato
de ser proibido.
Na
palavra do Senhor vemos Deus mostrando, como o ser humano pode lhe
agradar, pela obediência:
"Porém
Samuel disse: Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e
sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o
obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que
a gordura de carneiros.", 1 Samuel 15.22
Era
originalmente o querubim ungido, perfeito em sabedoria e formosura
(Ez 28.12-15) que se rebelou contra Deus e foi expulso do céu (Is
14.12-15). Com sua queda, vieram com ele os anjos que aderiram à
rebelião, e uma parte deles continua em prisão (2 Pe 2.4; Jd 6).
Essa é uma possível explicação para a origem dos demônios. A
intromissão da serpente no jardim já era o querubim expulso agindo
por meio dela. Assim, o pecado não teve a sua origem no Éden. Embora
afirmemos que o pecado original tenha ocorrido no Éden, a origem do
pecado foi no Céu, com a rebelião de Satanás. O pecado de Satanás
foi motivado pelo orgulho, veja:
"Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti.", Ezequiel 28.17
E também em Isaías:
"13 E
tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de
Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me
assentarei, aos lados do norte.
14
Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao
Altíssimo.", Isaías 14.13,14
Por isso, o pecado que mais fere a alma, e que é difícil de ser tratado é o pecado do orgulho, pois é o pecado que deixa o indivíduo mais parecido com Satanás e corrompe diretamente a essência do ser humano.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 9 / 1º Trim 2025


I- O CONSOLADOR
1-
O outro Consolador (14.16).
Jesus
disse aos seus discípulos que estava voltando para o Pai, mas que
continuaria cuidando da Igreja, pelo seu Espírito Santo, seu
Paracleto, alguém como Ele, que teria o mesmo poder para preservar o
seu povo. A palavra “outro”, nesta passagem é, no grego, allos,
e significa “outro”, da mesma natureza, mesma espécie e mesma
qualidade. A palavra grega mencionada
aqui allos se
pronuncia como se dissesse "alos" em português. E foi
utilizada assim:
"E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre,", João 14.16 (grifo meu)
É
como se Jesus dissesse que o Pai daria outro como Ele. É
como se um médico falasse para um paciente: "Eu vou embora, mas
falarei com a direção do hospital para colocar outro no seu caso."
Dá pra entender que o médico está se referindo a outro
profissional da área da medicina.
Se
o Espírito fosse uma força ativa, impessoal, conforme o ensino
equivocado das Testemunhas de Jeová, a palavra correta para “outro”
seria heteros, que significa: “outro do usual, diferente”. O
Dicionário Vine afirma: “O termo allos expressa uma diferença
numérica e denota ‘outro do mesmo tipo’; o termo heteros
expressa uma diferença qualitativa e denota ‘outro de tipo
diferente’. Cristo prometeu enviar ‘outro Consolador’ allos,
‘outro como Ele’, não héteros (Jo 14.16)”. A
palavra heteros mencionada
aqui, se pronuncia normalmente, como se lesse "eteros" em
português. E pelo fato de Jesus denominar esse outro que seria
enviado de "Consolador", já sugere que Ele seria uma
pessoa e não uma força ou um poder.