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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 5 / 1º Trim 2026


AULA EM 1º DE FEVEREIRO DE 2026 - LIÇÃO 5
(Revista Editora CPAD)
Tema: O Deus Filho

TEXTO ÁUREO
“Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o.” (Mt 17.5b).

VERDADE PRÁTICA
Jesus Cristo, o Deus Filho, é a revelação plena do Pai, centro da revelação divina e único mediador entre Deus e os homens.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Lc 1.35 A concepção virginal e a ação da Trindade
Terça — Jo 1.1-3 O Filho é Deus desde a eternidade
Quarta — Mt 17.2,3 A glória divina de Jesus na Transfiguração
Quinta — Hb 1.1-3 O Filho como revelação suprema
Sexta — At 4.12 Cristo é o único caminho de salvação
Sábado — Fp 2.9-11 Cristo exaltado acima de todo nome

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 1.31,32,34,35; Mateus 17.1-8.

Lucas 1
31 — E eis que em teu ventre conceberás, e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.
32 — Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai.
34 — E disse Maria ao anjo: Como se fará isso, visto que não conheço varão?
35 — E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.

Mateus 17
1 — Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte.
2 — E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz.
3 — E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.
4 — E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés e um para Elias.
5 — E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o.
6 — E os discípulos, ouvindo isso, caíram sobre seu rosto e tiveram grande medo.
7 — E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes e disse: Levantai-vos e não tenhais medo.
8 — E, erguendo eles os olhos, ninguém viram, senão a Jesus.

HINOS SUGERIDOS
156, 344 e 481 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO 
INTRODUÇÃO 
Professor(a), esta lição falará mais profundamente sobre a segunda pessoa da Trindade, o Filho. O foco central está em reafirmar a deidade de Cristo, e neste material de apoio vamos acrescentar conteúdos relevantes, como, por exemplo, o significado de “escutai-o”, dito por Deus na transfiguração de Jesus, expresso no Tópico III, subtópico 1. 
Ratificamos que a Trindade nos revela um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. O episódio da transfiguração (Mt 17.1-8) é um dos momentos marcantes da revelação da glória do Deus Filho. Nele, Jesus — a Segunda Pessoa da Trindade — é exaltado diante de testemunhas oculares, com a aprovação explícita do Pai. Ele não é um personagem entre outros, mas o Deus encarnado. Esta lição nos conduz a contemplar a divindade, a centralidade e a missão redentora do Deus Filho. 
No episódio da transfiguração, caso houvesse ainda alguma dúvida quanto à divindade de Jesus, no coração de Pedro, Tiago e João, logo se dissipou. E é bom já iniciar comentando que a obra de Deus funciona dessa forma, se alguém tem função específica de importância para o Evangelho, então não pode ter dúvidas quanto à divindade do nosso Senhor. Por isso Jesus se revelou a eles daquela forma, e para cada um de nós, Ele pode se revelar de várias formas, para que não haja dúvidas em nosso coração quanto ao Deus que servimos. 

I. A DIVINDADE DO FILHO 

1. A Concepção Virginal de Jesus. 
A concepção do Senhor Jesus foi um ato miraculoso. Sobre isso, o anjo Gabriel explicou à virgem: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra” (Lc 1.35a). O texto afirma que Jesus seria concebido pela ação do Espírito Santo e pela sombra do poder de Deus. A expressão “sombra” (gr. episkiázō) refere-se à presença divina (Êx 40.35). Assim, o Espírito Santo está vinculado à sombra da “virtude” (gr. dýnamis), ou seja, ao poder de Deus. 
Pelo que podemos depreender das Escrituras, foi no momento descrito pelo anjo Gabriel, que a segunda pessoa da Trindade deixou a Sua glória e se fez como homem, entrando como um embrião no ventre de Maria. 
"6 Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, 
7 Mas fez a si mesmo de nenhuma reputação, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;", Filipenses 2.6,7 
E assim o Senhor entrou no mundo pelo método natural, o nascimento, não mais como uma teofania e nem tão pouco em visões, mas de forma real, palpável e natural. 
Isso indica que a presença poderosa de Deus repousou sobre Maria, de modo que o menino concebido pelo Espírito Santo seria chamado de Filho de Deus (Lc 1.35b). Dessa maneira, observa-se, nesse evento, a manifestação da Trindade: o Pai, o Filho de Deus e o Espírito Santo. 
A manifestação das três pessoas da Trindade está nas Palavras do anjo: 
"E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.", Lucas 1.35 
Dessa maneira, a Trindade está envolvida na promessa do nascimento de Jesus, mostrando que Cristo vem da divindade, sendo Ele também Deus.

ATENÇÃO: 

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 4 / 1º Trim 2026


AULA EM 25 DE JANEIRO DE 2026 - LIÇÃO 4
(Revista Editora CPAD)
Tema: A Paternidade Divina

TEXTO ÁUREO
“E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.” (1Jo 4.14).

VERDADE PRÁTICA
A paternidade de Deus é revelada no envio do Filho e na concessão do Espírito, confirmando nossa filiação e aperfeiçoando-nos no amor.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Jo 1.18 O Pai não tem início nem fim, Ele é eterno
Terça — Jo 17.5 O Pai sempre foi eternamente
Quarta — Jo 5.26 O Pai gera o Filho e ambos têm a vida em si mesmo
Quinta — Jo 15.26; 16.7 O Espírito procede do Pai e do Filho
Sexta — 1Jo 4.15,16 Confessar a Cristo revela a habitação de Deus
Sábado — 1Jo 4.17-19 O amor de Deus lança fora o temor e nos capacita a amar

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

1 João 4.13-16.
13 — Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito,
14 — e vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo.
15 — Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele e ele em Deus.
16 — E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em amor está em Deus, e Deus, nele.

HINOS SUGERIDOS
33, 48 e 511 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO 
INTRODUÇÃO 
Professor(a), estamos em mais uma lição que falará sobre o Pai, seguindo a metáfora da paternidade familiar utilizada por Deus para exemplificar Seu amor e cuidado para com o Seu povo. E neste subsídio vou deixar acréscimos relevantes, como, por exemplo, de onde surgiu o projeto de família que Deus instituiu no Éden, veremos isso no tópico I, subtópico 2. E veremos também as duas manifestações do amor de Deus, geral e pessoal, no tópico II, subtópico 2. 
Nesta lição, estudaremos como o Pai revela sua paternidade por meio da Trindade. Veremos que esta paternidade é reconhecida na confissão de Cristo e aperfeiçoada em nós pelo amor, garantindo nossa comunhão com Ele, capacitando-nos a viver com confiança, fidelidade e expressão visível da nossa filiação diante do mundo. 
A filiação é a maior expressão de intimidade entre dois indivíduos, por isso, o Senhor desde o Antigo Testamento utilizou a metáfora da “paternidade familiar” para se referir ao Seu povo, veja: 
"Então dirás a Faraó: Assim diz o Senhor: Israel é meu filho, meu primogênito.", Êxodo 4.22  
Quando Moisés disse isso a Faraó estava indicando o nível de relacionamento que havia entre Deus e o Seu povo. Obviamente Faraó não deve ter entendido esse conceito, pois não havia esse tipo de relação entre os egípcios e seus deuses. A realidade é que os deuses egípcios foram escolhidos por seus seguidores, até mesmo por que eles não podem escolher coisa alguma, mas o nosso Deus foi quem escolheu Israel para Seu povo. 

I. A REVELAÇÃO DA PATERNIDADE DO PAI 

1. Definição da paternidade do Pai. 
A Paternidade é atributo da Primeira Pessoa da Trindade, que opera por meio do Filho e do Espírito Santo: “um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e em todos vós” (Ef 4.6). O Pai é a fonte de tudo, Ele é soberano (1Co 8.6), Ele é o princípio sem princípio, Ele não é gerado (Jo 1.18), mas é Aquele que gera o Filho (Sl 2.7; Hb 1.5) e de quem, junto com o Filho, procede o Espírito Santo (Jo 14.26). 
Quando se afirma que o Pai gera o Filho, não está se afirmando que o Senhor criou a Jesus, como muitos pensam e se prega em algumas seitas. Quando se afirma o que está no Salmo 2, veja: 
"Recitarei o decreto: O Senhor me disse: Tu és meu Filho; eu hoje te gerei.", Salmos 2.7 
É apenas figura de linguagem, pois o Senhor Jesus já existia na eternidade, então Deus não o estava gerando ou criando, mas estava apresentando à humanidade a paternidade que existia na trindade, isto é, o conceito de Pai e Filho. Pois esse conceito fala melhor ao coração humano. 
Entender a paternidade divina é uma fonte de consolo. Podemos confiar no cuidado do Pai, pois Ele é o originador de toda boa dádiva (Tg 1.17). 
Saber que somos filhos de Deus por meio do sangue de Cristo e da unção do Espírito Santo, consola o nosso coração, pois o Pai cuida de Seus filhos, melhor do que qualquer ser humano faria. Jesus chegou a dizer isso no Sermão da Montanha: 
"Se, vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?", Mateus 7.11

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 3 / 1º Trim 2026


AULA EM 18 DE JANEIRO DE 2026 - LIÇÃO 3
(Revista Editora CPAD)
Tema: O Pai enviou o Filho

TEXTO ÁUREO
“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.” (1Jo 4.9).

VERDADE PRÁTICA
O envio do Filho revela o amor do Pai e a perfeita unidade da Trindade no plano da salvação, garantindo a redenção e a adoção dos crentes.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Jo 3.16 O amor de Deus revelado no envio do Filho
Terça — Jo 6.38 O Filho veio ao mundo para cumprir a vontade do Pai
Quarta — 1Jo 4.10 Deus nos amou primeiro, enviando seu Filho
Quinta — Jo 14.6 Cristo como único caminho ao Pai
Sexta — Ef 1.3-6 O plano eterno de adoção como filhos em Cristo
Sábado — Jo 16.13,14 O Espírito glorifica a Cristo e guia em toda a verdade

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
João 3.16,17; 1 João 4.9,10; Gálatas 4.4-6.

João 3
16 — Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
17 — Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.

1 João 4
9 — Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos.
10 — Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.

Gálatas 4
4 — mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,
5 — para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.
6 — E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.

HINOS SUGERIDOS 
227, 437 e 526 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO 
INTRODUÇÃO 
Professor(a), nesta lição veremos uma obra do Pai, que foi uma providência para a humanidade, que foi planejada na eternidade e executada na terra, uma obra que é a pura expressão de amor do nosso Deus. E esse subsídio vai acrescentar informações e orientar a aula, de forma que você faça uma ministração de qualidade. 
No plano eterno da redenção, o Pai é quem envia o Filho para salvar o mundo. Esta verdade, revelada nas Escrituras, manifesta o amor do Pai e reafirma a unidade e a missão da Santíssima Trindade. Nesta lição, veremos como o envio do Filho Unigênito de Deus — a Segunda Pessoa da Trindade, revela em profundidade: a suprema expressão do amor de Deus, a plenitude do tempo para a redenção e a obra perfeita da Trindade na salvação. 
Já podemos observar nessa introdução, que a lição vai buscar demonstrar o amor de Deus para conosco. Para isso podemos pensar o seguinte: Deus em seguida à Queda do homem, já anunciou a sua redenção: 
"E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.", Gênesis 3.15 
Esse foi o primeiro anúncio do Plano da Salvação, elaborado por Deus antes mesmo da Criação, então podemos entender que Deus, viu de antemão que o ser humano iria pecar, e sendo assim, elaborou o plano para o resgatar antes que tudo acontecesse. Isso mostra como Deus nos amou. 

I. O ENVIO DO FILHO E O AMOR DO PAI 

1. O amor incondicional do Pai. 
O envio de Jesus Cristo — o Filho Unigênito do Pai, é a maior demonstração do amor de Deus ao mundo (Jo 3.16). O verbo grego para este amor é “aqapáō” e o substantivo é “agápē”. Expressam a natureza essencial de Deus (1Jo 4.8) e a busca pelo bem-estar de todos (Rm 15.2). Conforme usado, acerca de Deus, manifesta interesse profundo e constante de um Ser perfeito para seres completamente indignos (Vine, 2002, p.395). 
O amor "ágape", que é o amor de Deus, é o que chamamos de amor incondicional, onde Deus não impõe nenhuma condição para amar a Sua criatura. Esse é o amor que move a obra de Deus, pois se os cristãos do passado esperassem as pessoas merecerem receber o Evangelho, a evangelização já havia terminado há tempos. Mas assim como o Senhor nos amou incondicionalmente, devemos seguir o exemplo, e amar a todos da mesma forma. Veja nas palavras de Cristo: 
"E se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Também os pecadores amam aos que os amam.", Lucas 6.32 
E se alguém tiver dificuldade nisso, deve se aproximar do Pai, pois Ele é a fonte desse amor incondicional. 
"Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.", 1 João 4.8 
Ensina que o amor de Deus não foi motivado por mérito humano. Ele amou “o mundo” rebelde e perdido — e enviou seu Filho “não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (Jo 3.17). Este amor alcança toda a humanidade, é incondicional, plenamente gracioso, sacrificial e absoluto! (Ef 2.4,5). 
Esse é o princípio fundamental da Graça de Deus, o favor imerecido. No entanto, muitos possuem dificuldade em entender e em praticar isso, pois o ser humano é legalista em sua essência, por isso que as religiões que se criam sem a presença de Deus geralmente se tornam legalistas. Mas o amor de Deus nos constrange e nos impulsiona a deixar nossa visão legalista de lado e a fazer o bem a todos. Convém lembrar que, quando Jesus lavou os pés dos apóstolos, Judas estava à mesa, mas Jesus também lavou os seus pés, mesmo sabendo que ele era o traidor e já tinha acertado com os fariseus para o entregar, e após isso, Jesus deixou a seguinte ordem: 
"Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.", João 13.15

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 2 / 1º Trim 2026


AULA EM 11 DE JANEIRO DE 2026 - LIÇÃO 2
(Revista Editora CPAD)
Tema: O Deus Pai


TEXTO ÁUREO
“Ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” (Mt 11.27c).

VERDADE PRÁTICA
Conhecemos a identidade, os atributos e a glória do Deus Pai por meio da revelação de Cristo e da ação do Espírito Santo.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Mt 6.9 O Pai é o nosso Pai celestial
Terça — Dt 6.4 O Senhor é o único Deus verdadeiro
Quarta — Jo 5.26 O Pai tem a vida em si mesmo
Quinta — 1Tm 2.5 O Filho é mediador entre o Pai e os homens
Sexta — Gn 17.1 Deus, o Pai, é Todo-Poderoso
Sábado — Êx 3.14 Deus é o “Eu Sou”

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 11.25-27; João 14.6-11.

Mateus 11
25 — Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos.
26 — Sim, ó Pai, porque assim te aprouve.
27 — Todas as coisas me foram entregues por meu Pai; e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.

João 14
6 — Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.
7 — Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis e o tendes visto.
8 — Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta.
9 — Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
10 — Não crês tu que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras.
11 — Crede-me que estou no Pai, e o Pai, em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.

HINOS SUGERIDOS
27, 141 e 581da Harpa Cristã. 

COMENTÁRIO 
INTRODUÇÃO 
Professor(a), esta é a segunda lição do trimestre, e o assunto é acerca do Pai. Para alguns professores a dificuldade está em falar de um assunto extremamente difícil como é o “Criador”, e para outros a dificuldade está em falar alguma novidade sobre o Senhor, já que a Bíblia traz muitas revelações dEle, no entanto, neste material de apoio espero acrescentar mais conhecimento, além do que já está na revista, como, por exemplo, a classificação para os três tipos de nomes do Senhor, no tópico III, subtópico 3. 
A doutrina da Trindade é um mistério revelado e central à fé cristã: um só Deus em três Pessoas coeternas, consubstanciais e distintas — o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Dentre essas três Pessoas, estudaremos nesta lição a Identidade, a Revelação e a Pessoa de Deus, o Pai. Aquele de quem procedem o Filho e o Espírito. Ele é a fonte eterna da divindade: Criador, Redentor e Revelador. Por meio da fé, somos convidados a conhecer e nos relacionar com o Pai Celestial. 
O Pai é a primeira pessoa da Trindade a ser revelada nas Escrituras, veja: 
"No princípio criou Deus os céus e a terra.", Gênesis 1.1 
No Antigo Testamento, o Filho e o Espírito Santo, são mencionados subentendidamente, mas o Pai é apresentado diretamente, e vemos o Senhor interagindo pessoalmente com o ser humano: 
"Portanto desci para livrá-lo da mão dos egípcios, e para fazê-lo subir daquela terra, a uma terra boa e larga, a uma terra que mana leite e mel; ao lugar do cananeu, e do heteu, e do amorreu, e do perizeu, e do heveu, e do jebuseu.", Êxodo 3.8 
Por isso, alguns eruditos da Palavra afirmam que no Antigo Testamento temos o ministério do Pai, enquanto que nos Evangelhos, temos o ministério do Filho e em Atos e nas cartas temos o ministério do Espírito Santo. 

I. A IDENTIDADE DE DEUS, O PAI 

1. O Pai é o único Deus verdadeiro. 
O Pentateuco declara “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Dt 6.4). Deus, no Antigo Testamento, é um só Deus, que se revela pelos seus nomes, pelos seus atributos e pelos seus atos (Horton, 1997, p.159). O Novo Testamento apresenta o Pai como Deus por excelência, identificado seis vezes com o título de “Deus Pai” (Jo 6.27; 1Co 15.24; Gl 1.1,3; Ef 6.23; 1Pe 1.2). 
Em todo o Antigo Testamento, vemos Deus se apresentando de forma única, veja: 
"Porque assim diz o Senhor que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; ele a confirmou, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o Senhor e não há outro.", Isaías 45.18 
Essa abordagem dos escritores do Antigo Testamento era necessária devido a imensa quantidade de deuses pagãos que existiam entre os povos vizinhos a Israel. Ainda hoje, muitas heresias negam a Trindade, anunciando o Senhor e negando a divindade de Cristo e do Espírito Santo. 
Além dessas ocorrências explícitas, a Bíblia frequentemente se refere a Deus como “Pai”, destacando seu papel como Criador e Sustentador do Universo (Is 63.16; Mt 6.9; Ef 4.6). O próprio Jesus se refere a Deus como “Pai”, e ensina os discípulos a orarem “Pai nosso, que estás nos céus” (Mt 6.9), reforçando a necessidade de um relacionamento pessoal com Deus. 
Se referir a Deus como "Pai", vem da metáfora muito utilizada por Deus nas Escrituras, que é a pessoa do "Pai de Família". 
"Então dirás a Faraó: Assim diz o Senhor: Israel é meu filho, meu primogênito.", Êxodo 4.22 
Essa metáfora representa bem o cuidado que o Senhor tem com os Seus servos.


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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 1 / 1º Trim 2026


AULA EM 4 DE JANEIRO DE 2026 - LIÇÃO 1
(Revista Editora CPAD)
Tema: O mistério da Santíssima Trindade


TEXTO ÁUREO
“Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Mt 3.17).

VERDADE PRÁTICA
A doutrina da Trindade é central à fé cristã: um só Deus em três Pessoas que coexistem e atuam harmoniosamente na Obra da Redenção.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Mc 1.9-11 A Trindade revelada no batismo de Jesus
Terça — Is 42.1 O Servo do Senhor em quem Deus se compraz
Quarta — Mt 28.19 A fórmula batismal trinitária na Grande Comissão
Quinta — 2Co 13.13 A bênção apostólica e a comunhão trinitária
Sexta — Ef 4.4-6 Um só Espírito, um só Senhor, um só Deus
Sábado — 1Pe 1.2 A obra redentora trinitária: Pai, Filho e Espírito Santo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 3.13-17.
13 — Então, veio Jesus da Galileia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele.
14 — Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim?
15 — Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu.
16 — E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
17 — E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.

HINOS SUGERIDOS
4, 8 e 100 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO 
INTRODUÇÃO 
Professor(a), no último trimestre de 2025 vimos sobre a composição humana, e aprendemos que ela é trina, ou seja, três elementos em uma só pessoa, e neste trimestre vamos estudar sobre o Criador dessa composição trina, e veremos que Ele também é trino, ou seja, um Deus em três pessoas, e neste material de apoio deixarei acréscimos importantes para a construção de uma aula de qualidade. 
O batismo de Jesus retrata um dos momentos da revelação divina sobre a natureza trinitária de Deus. Nele, de maneira simultânea, as três Pessoas da Trindade se manifestam: o Filho é batizado, o Espírito Santo desce como pomba e o Pai fala dos céus. O episódio fornece uma base sólida para a doutrina da Trindade. Nesta lição, vamos abordar o mistério da Trindade sob três aspectos: a revelação no batismo de Jesus, a distinção e unidade das pessoas divinas e a relevância da Trindade para a fé cristã. 
Para iniciar esta primeira aula do trimestre, é interessante apresentar a revista para a classe, mostrando os temas das lições e destacando os mais interessantes, de forma a atrair a atenção dos alunos.  
E sobre esta lição, também é interessante dar o contexto histórico acerca da doutrina da trindade, pois ela não existia como doutrina na Igreja Primitiva e a palavra "trindade", nem aparece na Bíblia. As discussões sobre a divindade de Cristo surgem no século II e já no final desse século o teólogo cristão Tertuliano utiliza, pela primeira vez, o termo "Trindade" para se referir a Deus, e a partir daí, vários questionamentos vão se desenrolando até o Concílio de Niceia (325 d.C.) dar o entendimento inicial dessa doutrina, mas a sua forma final foi determinada somente no Concílio de Constantinopla em 381 d.C. 

I. A REVELAÇÃO TRINITÁRIA NO BATISMO DE JESUS 

1. O batismo do Filho: a obediência de Cristo. 
Jesus, o Deus encarnado (Jo 1.14), desceu às águas do Jordão para ser batizado por João Batista (Mt 3.13). Este ato, à primeira vista, pode parecer desnecessário, já que Jesus não era um pecador (2Co 5.21; Hb 4.15). Contudo, Ele disse: “Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça” (Mt 3.15). Jesus não precisava ser batizado como uma forma de expressar arrependimento (Mt 3.6). 
Como o batismo é um simbolismo do arrependimento da pessoa, então Jesus não viu problema em fazer isso apenas para cumprir um protocolo da justiça. João era um precursor da vinda do Reino de Deus, e para essa vinda, o ser humano deveria receber o Reino na condição de arrependido, por isso, João instituiu o batismo de arrependimento, não significando que os pecados da pessoa são levados pelas águas, mas que a pessoa se declara formalmente arrependido. 
Contudo, Ele submeteu-se a essa tradição judaica, associando-se à condição dos pecadores que veio salvar (Mt 5.17). Assim, o batismo de Jesus é um gesto de identificação com a humanidade pecadora e uma atitude de obediência ao plano redentor do Pai. Esse é o início visível da missão messiânica, que culminaria na cruz (Fp 2.8). 
O que Jesus faria na cruz, seguiria o rito do sacrifício expiatório da Lei de Moisés, e no sacrifício expiatório simbolicamente os pecados da pessoa passam para o animal sacrificado. Sendo assim, não havia nenhuma necessidade de Jesus passar por aquele batismo nas águas, mas Jesus fez tudo demonstrando Sua obediência diante dos homens e diante de Deus: 
"E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.", Filipenses 2.8 
Além do amor, outro grande exemplo que Jesus deu à humanidade, foi a obediência.

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

ESCOLA DOMINICAL CPAD SUBSÍDIO - Lição 13 / 4º Trim 2025


AULA EM 28 DE DEZEMBRO DE 2025 - LIÇÃO 13
(Revista Editora CPAD)
Tema: Preparando o corpo, a alma e o espírito para a Eternidade


TEXTO ÁUREO
“Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo.” (Fp 3.20).

VERDADE PRÁTICA
Na vinda de Jesus nosso corpo abatido será transformado em um corpo glorioso, e, como um ser integral, habitaremos para sempre com Ele no Céu.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — 1Pe 1.22 A purificação da alma
Terça — 1Pe 1.15 Chamado divino e santificação em toda a maneira de viver
Quarta — Hb 12.14 Sem santificação ninguém verá a Deus
Quinta — 1Jo 3.3 Santificação para a vinda de Cristo
Sexta — Cl 1.2 A santificação posicional em Cristo
Sábado — 2Co 7.1 A santificação progressiva

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Tito 2.11-14; 1 Pedro 1.13-16

Tito 2
11 — Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens,
12 — ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente,
13 — aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo,
14 — o qual se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda iniquidade e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.

1 Pedro 1
13 — Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo,
14 — como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância;
15 — mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver,
16 — porquanto escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.

HINOS SUGERIDOS
304, 305 e 401 da Harpa Cristã.

COMENTÁRIO 
INTRODUÇÃO 
Professor(a), essa é a última lição de um trimestre interessantíssimo, que ensinou sobre a antropologia bíblica, onde pudemos aprender sobre os três elementos da composição humana, e nesta última lição vamos deixar mais alguns acréscimos para enriquecer a sua aula, bons estudos! 
Ao longo deste trimestre fizemos uma jornada de estudos acerca do homem, a obra prima da Criação. Buscamos conhecer a vontade de Deus para o nosso ser como um todo: espírito, alma e corpo, pois, como enfatiza nossa Declaração de Fé, o homem é uma unidade na pluralidade e uma pluralidade na unidade. Nesta lição concluiremos enfatizando o propósito da santificação na perspectiva da Doutrina Bíblica das Últimas Coisas. 
A afirmação de que o homem é uma unidade na pluralidade, se refere ao fato de o ser humano ser em três partes, e sendo assim ele é uma unidade, mas também é uma pluralidade. E para esse início convém informar que a lição vai mostrar a aplicação da santificação desses três elementos da composição humana, corpo, alma e espírito, para que o indivíduo possa entrar na eternidade com o Criador. 

I. PRESERVANDO A ESPERANÇA ESCATOLÓGICA 

1. O alvo celestial. 
Um dos fatores essenciais para a preservação de uma vida de santificação integral é a esperança escatológica, o anseio pela Eternidade com Deus. Diversos textos bíblicos relacionam a santidade com a vinda de Cristo, de modo a conscientizar os crentes da necessidade de um viver santo (Hb 12.14; 2Pe 3.11-14). Sabendo disso, Satanás sempre repete a estratégia adotada desde o Éden: busca confundir a mente do ser humano e desviá-lo da perspectiva estabelecida pelo Criador (Gn 3.4,5). O conceito mais comum de pecado é “errar o alvo”. A nova vida em Cristo é uma correção de alvo. Visa tirar-nos da limitada e miserável perspectiva meramente terrena e finita, e nos sintonizar com um propósito celestial e eterno (Cl 1.3-5). 
Analisando de forma genérica, toda a humanidade errou o alvo com Adão, sendo assim, todos estariam perdidos, mas então, Jesus veio e proporcionou a correção de alvo, à humanidade um objetivo a ser alcançado, o Céu. 
"Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo,", Filipenses 3.20 
Agora analisando de uma forma mais específica, isto é, aplicando ao indivíduo, todos recebemos a herança adâmica e por isso todos estávamos condenados, mas Jesus proporcionou essa correção de alvo para que cada um, individualmente, possa firmar em um novo propósito. E esse processo vai acontecer de forma diferente para cada indivíduo.

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